O hiper-machismo do puritano Pureza

 

Talvez o mais repugnante na Esquerda — por exemplo, no Bloco de Esquerda — é a utilização da defesa da “justiça” para a instituição (inconfessa, oculta) de um sistema político totalitário. Ou seja, a justiça é (politicamente) utilizada contra si mesma.

Revisitemos uma frase célebre de Edgar Morin (ex-comunista, por sinal):

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) » .


toxic-masculinity-500-web

É exactamente essa “lógica do liberalismo político” que é explorada até ao limite do irracional pelo Bloco de Esquerda — como faz aqui, por exemplo, o puritano Pureza.

Trata-se de gente desonesta e repugnante, que generaliza quando lhes convém, por um lado, e por outro lado adoptam posições anti-científicas contra a categorização da realidade quando lhes dá mais jeito. E esta ambivalência ideológica (Estimulação Contraditória) tem como objectivo político a edificação de uma cultura de ambiguidade e de relativismo ético, que é o ambiente cultural ideal para a aceitação massiva e resignada de um sistema político totalitário.

mineiros-feminismo-web

 

O que o puritano Pureza não diz (ou esconde), por exemplo, é que a violência doméstica não tem só um sentido; e que a mulher (na esmagadora maioria dos casos) ganha menos do que o homem por opção própria (porque convém à mulher trabalhar menos). Esta vitimização artificial e exacerbada da mulher tem como objectivo virar as pessoas umas contras as outras, dividir para reinar, criar uma anomia e uma atomização social no sentido da instituição de um novo tipo de totalitarismo.

De resto, vemos como as posições políticas do Bloco de Esquerda em relação às mulheres coincidem exactamente com as dos plutocratas globalistas — servem-se de uma pretensa “justiça” para instituírem a maior das injustiças em relação às mulheres, que é a de proclamar um híper-machismo sub-reptício, e em nome de um pretenso e alegado “anti-machismo”.

rockeffeler-feminismo-web

Não há outra forma de combater o Pureza (o comunista-tipo, ou o fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses) senão fazer o que o Edgar Morin sugere: utilizar a força bruta contra ele e os da sua (dele) laia — porque a desonestidade intelectual (o intelectual, esse típico representante da burguesia) é de tal forma monstruosa que se torna impossível combatê-la com meros argumentos racionais.

A Esquerda, a Estimulação Contraditória e a Dissonância Cognitiva das massas

 

Quando se trata de contrariar os Maome(r)das na Europa, os esquerdopatas da laia do Ludwig Krippahl andam caladinhos que nem ratos — porque quem tem cu, tem medo! Eles não se atrevem!

Mas quando se trata de bullying sobre a tradição europeia originária, os cobardes da laia dele são os grandes heróis da televisão.


É assim que a comida islâmica, dita “Halal”, espalha-se por todos os supermercados europeus, com o beneplácito do politicamente correcto (aka marxismo cultural): mesmo que nós não queiramos, podemos estar a comprar comida Halal; mas nunca se verão filhos-de-puta da Esquerda criticar a carne Halal no supermercado próximo de si; por outro lado, veremos sempre (e necessariamente) os cabrões esquerdopatas criticar a tourada portuguesa, onde o touro não é morto na arena.


Os ditos “libertários de esquerda” (da laia do Ludwig Krippahl) revelam-se quando proíbem aquilo com que não concordam. É tudo farinha do mesmo saco totalitário marxista.


halal-web

Mas o que mais me chateia nos ditos “libertários de esquerda” é que usem e abusem da Estimulação Contraditória e da dissonância cognitiva como armas de controlo político das massas — por exemplo: ao mesmo tempo que, por um lado, eles criticam (e tentam mesmo proibir) a tradicional matança anual de um porco por parte de um pobre transmontano (para fazer os tradicionais enchidos caseiros, e para salgar um presunto), por outro lado eles calam-se cumplicemente em relação à sangria Halal dos animais dos seus amigos Maome(r)das (porque o maometanismo também é crítico da civilização ocidental: “O inimigo do meu inimigo, meu amigo é”; ou “Les bons esprits se rencontrent…” ).

É inexoravelmente de filhos-de-puta desta estirpe que é composta a Esquerda.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

“É inevitável que haja escândalos”

 

Um excelente artigo acerca dos me®dia e a violência doméstica, no Porta-da-Loja.

Em França, 1 mulher é morta pelo seu parceiro a cada 3 dias, o que dá uma média de 120 mulheres mortas por ano. Eu não sou (nem de perto, nem de longe) especialista na matéria, mas seria preciso saber qual é o “salto psicológico” que permite que se passe da mera lambada (da vulgar violência doméstica) para o assassinato do cônjuge; ¿quais são as causas desse “salto psicológico”? — mesmo sabendo que cada ser humano é único e irrepetível, devem existir categorias de nexos causais objectivos que permitam explicar o fenómeno do referido “salto psicológico”.

O que me parece é que a repressão (biológica, psicológica, social, cultural, legal) sobre o homem não ajuda a resolver o problema — como se pôde constatar em Espanha, onde a repressão sobre o homem teve um efeito contrário e fez aumentar os assassinatos de mulheres.

“É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa!” (S. Lucas, 17, 1).

Cipolla, através d’ As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, escreveu que “a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa” (um estúpido pode ser um eminente professor catedrático, por exemplo); e por outro lado escreveu que os estúpidos ocupam uma percentagem média da população que é aproximadamente constante em todas as sociedades (cerca de 2% do total).

É neste sentido, desta percentagem constante, que Jesus Cristo disse que “é inevitável que haja escândalos”; por entre a liberdade humana que Jesus Cristo defendeu, afirmou Ele também um certo determinismo (isto foi estudado por Durkheim em relação ao fenómeno social do suicídio) que faz com que seja impossível eliminar totalmente o assassinato de mulheres pelos seus companheiros (“é inevitável que haja escândalos”).

O que podemos fazer é estudar as causas (sociais, culturais, biológicas), do fenómeno e atacar o problema sem humilhar o homem em geral. O que a classe política portuguesa está a fazer é seguir o exemplo das políticas de Espanha, que se revelaram improfícuas.

O “racismo negro é inocente” (ou o “Bom Selvagem” de Rosseau)

 

Uma preta chamada Cláudia Silva escreve no jornal Púbico acerca do racismo, invocando a ideologia de uma americana branca radical de Esquerda (marxismo cultural).


1/ A ideia segundo a qual “só os brancos podem ser racistas” (que a tal Cláudia Silva invoca), é uma das maiores filhas-da-putice (é uma forma de racismo encapotada) que a Esquerda inventou para destruir a cultura europeia e ocidental:

“Para entendermos bem o que é o racismo, precisamos primeiro de diferenciá-lo do mero preconceito e discriminação. Preconceito refere-se a um pré-julgamento de uma pessoa com base no grupo social ou racial à qual ela pertence. Discriminação consiste em pensamentos e emoções, incluindo estereótipos, atitudes e generalizações que são fundamentadas em pouca ou nenhuma experiência e que são projectadas em todas as pessoas de tal grupo. Neste sentido, pessoas negras podem discriminar pessoas brancas, mas elas não têm o poder social ou institucional que transforma o preconceito e discriminação delas em racismo. O impacto do preconceito delas em relação às pessoas brancas é temporário e contextual. Pessoas brancas detêm o poder institucional para imbuir o preconceito racial em leis, políticas públicas e educacionais, práticas e normas societárias, de uma forma que uma pessoa negra não tem. Logo, uma pessoa negra pode exercer preconceito e discriminação, mas não pode ser racista, defende Diangelo”.

 

 

Ora, a África do Sul actual desmente a Esquerda.

Continuar a ler

O Bloco de Esquerda é um partido político inimigo do Estado de Direito

Uma das características do Estado de Direito é a presunção de inocência — a pessoa é inocente até eventual prova em contrário transitada em julgado; mas é exactamente a presunção de inocência que o Bloco de Esquerda pretende ver eliminada do ordenamento jurídico português.

“(…) a deputada do Bloco, Sandra Cunha, cuja bancada fez descer sem votação a sua proposta para alterar a tipificação do crime de violação de modo a incluir nele qualquer acto sexual sem consentimento da vítima (…)”

Deputadas esgrimem argumentos sobre quem é mais contra a violência de género (ver aqui ficheiro PDF)


Para o Bloco de Esquerda, basta que uma mulher aponte o dedo a um homem (que pode até ser o homem com quem vive, ou tem vivido em união -de-facto, ou mesmo casada) e afirmar que foi violada por ele, para que a presunção de inocência não se aplique a esse homem. Deixemo-nos de tretas: é isto que o Bloco de Esquerda pretende.

O que se pretende é criminalizar ontologicamente o macho: o homem padece de um pecado original que é o de ter nascido com pénis.

O Bloco de Esquerda diz que “é necessário alterar a lei para garantir que a violação é um acto de violência em si”.

O que o Bloco de Esquerda pretende dizer com isto é que a presunção de inocência deve ser retirada ao homem (pelo facto de ser homem) — porque, de outro modo, a não faz qualquer sentido o conceito de “garantir que a violação é um acto de violência em si”, porque o crime de violação já existe no Código Penal com pena de prisão de 3 a 10 anos.

Mas o Bloco de Esquerda pretende ir mais longe : criminalizar o pretenso e alegado acto sexual conjugal a pedido da mulher — dar total liberdade à mulher para cilindrar a presunção de inocência do homem, e assim tramar um homem sempre que ela quiser; trata-se de conceder à mulher a possibilidade da perpetrar um acto gratuito (total isenção da presunção de inocência) judicialmente protegido contra qualquer homem, e sempre que ela quiser.

Vemos neste vídeo, em baixo, o ideal do macho segundo o Bloco de Esquerda : o futuro do homem português: os “camarados” do Bloco, depois de serem libertados da “masculinidade tóxica” e do “privilégio branco”.

 

Quando o Bloco de Esquerda defende o fim da presunção de inocência por uma questão política de engenharia cultural e social, o Bloco de Esquerda justifica automaticamente qualquer acto de violência contra os seus deputados e militantes.

O Bloco de Esquerda e os seus militantes passam a ser alvos legítimos de violência, em uma lógica de auto-defesa contra uma lei injusta que criminaliza o homem mediante um acto gratuito ou capricho político feminista.

Com o Bloco de Esquerda no Poder, vamos entrar na “etapa fraternal” do processo democrático

“A compreensão dos papéis feminino e masculino como uma construção social que interage com os outros sistemas de poder, de dominação social e de exploração, seja o capitalismo, o colonialismo ou o racismo, foi essencial para desnaturalizar a desigualdade de género.”

        → Copiado daqui (texto de um estafermo do Bloco de Esquerda).


1/

“Aquele que reclama a igualdade de oportunidades acaba exigindo que os melhores dotados sejam penalizados”
→ Nicolás Gómez Dávila.

É inevitável; e é um dos problemas do liberalismo (por exemplo, o dos Insurgentes): na defesa da igualdade de oportunidades, mais cedo ou tarde, o liberal acaba sempre por sacrificar o mérito e a justiça no altar da igualdade.

Os seres humanos, à medida em que se sentem mais iguais, mais facilmente aceitam e toleram que os tratem como peças intercambiáveis, substituíveis e supérfluas.

A igualdade é a condição psicológica prévia das grandes matanças científicas e friamente justificadas que ocorreram na modernidade — incluindo a matança mais ignóbil que podemos conceber, que é a matança de pessoas que não se podem defender, como é o assassínio de crianças não-nascidas e a eutanásia de idosos.

Assim se justifica o artigo rebuscado do Insurgente em causa.

2/

Reparem no termo: desnaturalizar a desigualdade de género”. O termo está no negativo: desnaturalizar a desigualdade”; e poderíamos dizer o mesmo no positivo: “naturalizar a igualdade”.

O estafermo do Bloco de Esquerda poderia ter escrito:

“A compreensão dos papéis feminino e masculino como uma construção social que interage com os outros sistemas de poder, de dominação social e de exploração, seja o capitalismo, o colonialismo ou o racismo, foi essencial para naturalizar a igualdade de género.”

Ora, “naturalizar a igualdade” é sinónimo de “impôr a igualdade à Natureza” — o que não é apenas utopia: é estupidez; ou então é psicose (interpretação delirante). É a negação da experiência humana. É como se olhássemos paras coisas e negássemos a sua existência.

A postura do estafermo do Bloco de Esquerda é anti-científica, no sentido de ser anti-empirista. A experiência mostra-nos que o conceito de “naturalização da igualdade” é absurdo.

3/

Estou hoje convencido de que o conceito de “igualdade de oportunidades” acaba por conduzir (através do processo democrático) ao conceito de “igualdade social” (ou igualdade de rendimentos).

O processo democrático cumpre-se em três etapas:

  • a etapa liberal, que esteve na origem dos marxistas;
  • a etapa igualitarista, que funda a URSS e que esteve na origem da nova Esquerda caviar e identitária (de tipo Bloco de Esquerda);
  • e a etapa fraternal, a dos drogados e/ou alienados sociais (que votam no Bloco de Esquerda) que copulam em amontoados colectivos citadinos insalubres (tipo bairro da Jamaica).

O que hoje provavelmente se avizinha é a contra-revolução

Quando a extrema-esquerda é colocada no centro político — quando a extrema-esquerda é branqueada por gente como, por exemplo, o José Pacheco Pereira que terá que ser responsabilizado por isso —, deixa de ser “extrema-esquerda”: pois se o Bloco de Esquerda é já considerado parte do “centro político” de que faz parte o Partido Socialista, segue-se que (alegadamente) não faz sentido dizer do B.E. que é de “extrema-esquerda”.

Mas, por outro lado, a Catarina Martins diz que o Bloco de Esquerda, não sendo de “extrema-esquerda”, é da “Esquerda radical”. Tudo uma questão de semântica. Hoje a política é feita à custa da semântica — à custa das palavras que escondem as acções (ler este artigo).

Por este andar, o MRPP do Arnaldo Matos irá ser considerado um “partido centrista”; e o PSD de Rui Rio passará a ser a “direita ultramontana e fascista”.

O Bloco de Esquerda é um partido gramsciano; disso não há quaisquer dúvidas.

A estratégia de acção política do Bloco de Esquerda tem (actualmente) como esteio as teses de Gramsci de demolição sistemática da cultura ocidental — e sem deixar impressões digitais!. E quem disser de Gramsci que este não foi de “extrema-esquerda”, é um idiota chapado.

O branqueamento ideológico e político que determinada gente (como por exemplo, o António Costa, o José Pacheco Pereira e o Rui Rio) está a fazer ao Bloco de Esquerda, vai custar muito caro ao país: desde logo, vai legitimar a sustentação política crescente e o fortalecimento daquilo a que o Bloco de Esquerda (e o Partido Socialista de António Costa) chamam hoje de “extrema-direita”: o que hoje provavelmente se avizinha não é um terror revolucionário clássico, mas antes um terror contra-revolucionário implantado por revolucionários aziados e enojados.

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !

 

cds-pp-dmn-escandinavos-web

Quando a Catarina Martins disse um dia que “as políticas do Bloco de Esquerda são necessárias para salvar o capitalismo”, estava em perfeita comunhão com o Adolfo Mesquita Nunes. As diferenças entre o Bloco de Esquerda e o CDS de Assunção Cristas andam muito esbatidas.

Em 2017, a Suécia (por exemplo, foi o quarto país da OCDE com mais impostos por percentagem do PIB (44% dos rendimentos dos suecos é para dar de mamar ao Estado). A Finlândia foi o quinto país com mais impostos (43,3% dos rendimentos para o Estado). A Dinamarca é o segundo país que mais impostos cobra (46%). A França está em primeiro lugar (em 2017) com 46,2% para sustentar os milhões de imigrantes Maome(r)das (com quatro mulheres e cinquenta filhos) que não trabalham.

Em Portugal, esta percentagem é de 34,7%. Portugal está na média dos países da OCDE, a par com a Espanha.

O que o Adolfo Mesquita Nunes pretende dizer é que é necessário colocar o nível percentual dos impostos em Portugal na casa dos 45% do PIB português. O CDS de Assunção Cristas é a favor do aumento de impostos.

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !