Eles vieram para nos destruir.
Autor: O. Braga
A família de Belmiro de Azevedo deveria ter vergonha na cara
Hoje já não podemos distinguir entre “Esquerda Radical” e “Esquerda Moderada”, porque o Partido Socialista — o da Isabel Moreira et al —, depois da Geringonça, já faz parte da Esquerda Radical.
O Partido Socialista é um partido da Esquerda Radical.

Não foi por acaso que o radical Daniel Oliveira escreveu no Twitter que “o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista, que são diferentes um do outro, têm programas social-democratas clássicos” (SIC). A ideia dos radicais é a de abrir a Janela de Overton de forma a que o radicalismo de esquerda se torne normal e normalizado. Pretendem que “ser radical” seja sinónimo de “ser normal”.
Quando vemos a família Belmiro de Azevedo e/ou a família Pinto Balsemão a subsidiar e a apoiar os radicais de Esquerda — por exemplo, através do jornal Púbico e do semanário Expesso — constatamos que os píncaros da burguesia tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (CHEGA) e pensam que absorvem os da esquerda radical (Partido Socialista + Livre + Bloco de Esquerda).
Aplica-se aqui a Lei de O’Sullivan: uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios (éticos, políticos, culturais, civilizacionais, etc.), com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.
Uma das características da Esquerda Radical — que se tornou “mainstream” — é a adulteração de determinados conceitos herdados da cultura clássica (moderna), através da corrosão do sentido das palavras perpetrada pelo Pós-estruturalismo (ou pós-modernismo). Junta-se, a esta corrosão de conceitos, a sistemática evocação da emoção e, consequentemente, a irracionalização do discurso.
Por exemplo, o conceito de “genocídio”. A Esquerda Radical evita a definição de “genocídio” para que o seu conceito possa abranger até uma “desumana” fumigação de baratas na sede do partido CHEGA. E, para esse efeito, a Esquerda Radical faz apelo à emoção que condena “a mortandade dos insectos mal-amados”.
É aquilo a que a Lógica define como sendo “sofisma”: argumento falacioso produzido de má-fé com a intenção de enganar o público.
As jornaleiras do Púbico “dividem o mundo entre nós e eles” ao mesmo tempo que criticam os que, não sendo de Esquerda, “dividem o mundo entre nós e eles”. Aplica-se aqui o princípio de Marcuse de “tolerância repressiva”: um mesmo argumento só é bom se for utilizado pela Esquerda.
Depois, vem a eterna “confusão” da Esquerda Radical entre “sexualidade” e “raça”. É uma confusão propositada, em má-fé, para enganar os incautos. Os ideólogos e os activistas da Esquerda Radical são compostos por criminosos, como foram criminosos os ideólogos do comunismo.
Ao contrário da raça ou etnia, a homossexualidade não é determinada geneticamente; a tendência homossexual não é imutável; a tendência sexual “transgénera” não é uma característica biológica — como são características biológicas a raça, o sexo e a cor da pele ou a cor dos olhos.
Quando as jornaleiras do Púbico “confundem” propositadamente tendência ou subjectividade sexual, e raça/etnia, pretendem atribuir a qualquer tendência sexual o mesmo estatuto biológico da “etnia” — estatuto esse que não existe do ponto de vista da ciência. Não existe o estatuto biológico de transgénero (no sentido de pessoa que muda de sexo).
Finalmente, as jornaleiras dizem que a Não-esquerda pretende matar os transgéneros — e vem daí a comparação entre o Holocausto e a ausência de transgéneros na assembleia da república.
Eu coloco aqui, em ficheiro PDF, o texto das “jornaleiras” do Púbico Jo Rodrigues e Mia Cheia de Graça (era para ter piada). E peço à família de Belmiro de Azevedo que tenha um poucochinho de vergonha na cara.
Os imigrantes brasileiros querem transformar Portugal em uma espécie de Brasil comunista
“Em Portugal, Lula da Silva foi o candidato mais votado nas áreas consulares de Lisboa e do Porto, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral.”
O PIB per capita nominal brasileiro é de 9.000 Euros; no Brasil, todos os anos são assassinadas cerca de 50 mil pessoas.
Ora, não admira que haja brasileiros que emigrem para Portugal, onde o PIB per capita nominal é de 27.000 Euros, e onde a criminalidade violenta tem sido (até há pouco tempo) muito reduzida. Portugal chegou a ser (antes de 2017 e da imigração em massa) o terceiro país mais seguro do mundo.
Os brasileiros fogem da violência e da pobreza do Brasil.
Porém, quando chegam a Portugal, os imigrantes brasileiros votam massivamente no Lula da Silva. Os imigrantes brasileiros querem transformar Portugal em uma espécie de Brasil comunista de Lula da Silva; querem importar a violência e a pobreza brasileiras para Portugal.
O grupo SONAE é responsável pela desinformação comunista do jornal Público
Um activista comunista que se auto-denomina “jornalista” do pasquim Púbico, de seu nome David Pereira, acusa o CHEGA de disseminar uma notícia “falsa” proveniente do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana.
Ou seja: segundo o comuna, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana declarou publicamente — depois de uma reunião com o governo português — que “o governo português concorda com reparações históricas às ex-colónias”; e segue-se (segundo o jornaleiro comuna) que a culpa desta declaração do ministro ganês é do CHEGA. Alegadamente, o CHEGA é responsável por aquilo que o ministro do Gana diz.
O comuna do pasquim Púbico diz que o CHEGA “anunciou uma noticia falsa” — sem colocar em causa a falsidade ou veracidade da declaração do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Gana, que foi a fonte do “anúncio” do CHEGA.
Isto é o grau zero da informação.
O povo português terá que responsabilizar o grupo SONAE pela desinformação radical de Esquerda propalada pelo pasquim Púbico. Não perde pela demora. A desinformação comunista está a ser financiada pelos herdeiros de Belmiro de Azevedo.
Eu vou torcer por derrotas consecutivas de Jorge Jesus na Selecção
O Cristiano Ronaldo fez mais pelo futebol português do que 30 “Jorge Jesus”.
Com excepção de Portugal e do Brasil, mais ninguém no mundo conhece Jorge Jesus: é um ilustre desconhecido.
O que Jorge Jesus fez ao Cristiano Ronaldo foi premeditado, não foi acidental: a marosca foi programada, e pretendeu humilhar publicamente o Cristiano Ronaldo.
Trata-se da táctica antiga e já ultrapassada de humilhar um jogador especifico para “ganhar o grupo”: isto já não funciona, porque os jogadores já não são os matacões dos anos 80 e 90.
Jorge Jesus (JJ) ainda é dos pouquíssimos treinadores que insulta publicamente os jogadores. O JJ tem que ir para a reforma, e a única forma de isso acontecer será através do descalabro da Selecção portuguesa.
Eu vou torcer pela derrota da Selecção até o matacão JJ ser demitido.
O governo de Montenegro a trabalhar para a Janela de Overton
Paulo Rangel é o ministro (do actual governo) mais perigoso; consegue ser mais perigoso do que o Luís Neves, porque é mais inteligente. 
Paulo Rangel é aquilo que, aqui no Norte, chamamos de “p*ça mansinha”, ao passo que a Luís Neves chamamos de “coneirão”; já ao Luís Monta-o-negro chamamos de “c*r*lho com asas”.
Ora, o “p*ça mansinha” é aquele que nos f*de sem que nos demos conta: é o “falinhas mansas”, o Paulo Rangel. O “c*r*lho com asas” é aquele que desata a voar e a f*der aqui e ali, ou seja, o Luís Monta-o-negro.
O povo diz que “não há fumo sem fogo”; e sabemos que o “c*r*lho com asas” e o “p*ça mansinha” estão a trabalhar para a expansão da Janela de Overton no que diz respeito às indemnizações aos países corruptos dos PALOP.
Se o governo de Montenegro aceitasse, neste momento, pagar indemnizações a países corruptos à custa do nosso erário publico, levaria uma porrada eleitoral que não se levantaria nos próximos vinte anos. E o mesmo se aplica ao Partido Socialista. Portanto, a solução é trabalhar para a abertura da Janela de Overton. É o que eles estão a fazer.
O Luís Monta-o-negro merece a pena-de-morte

Quem autorizou o Luís Monta-o-negro a tomar decisões deste calibre à revelia da vontade expressa do povo português?
Numa altura em que o povo sofre com o aumento exponencial dos combustíveis e com uma inflação galopante, este filho-de-puta vem anunciar que iremos todos oferecer dinheiro a uma série de países com governos altamente corruptos, como é o caso dos PALOP.
Com jeitinho, o povo português ainda irá oferecer dinheiro ao corrupto Lula da Silva. É o ódio ao povo português que o criminoso Montenegro apoia e sustenta.

Hugo Soares: o gangster Capo da Máfia do PSD
O Partido Social Democrata parece-se com um grupo mafioso, que inclui elementos de duvidosa reputação e de aparência abrutalhada, como são os casos (por exemplo) de Luís Neves e Hugo Soares.
Este último é sem dúvida o Caporegime da Cosa Nostra de Luís Monta-o-negro: basta que olhemos para o Hugo Soares para constatarmos o energúmeno que se ostenta e se passeia pelas instituições do Estado.
Naturalmente que o Luís Monta-o-negro é o Don (o chefão), e o Luís Neves é o Consigliere (o conselheiro). O Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) compõem a cúpula mafiosa do Partido Social Democrata.
Se tivermos esta visão (mafiosa) do PSD, começamos então a compreender muita coisa que, de outro modo, nos escaparia do entendimento: é uma organização nepotista que rouba o povo e se abotoa com prebendas e privilégios indevidos.
Esta tríade — o Don (Luís Monta-o-negro), o Capo (Hugo Soares) e o Consigliere (Luís Neves) — gere politicamente o Partido Social Democrata.
Joaquim Sarmento (ministro das Finanças), por exemplo, é apenas um "Made Man" que jurou a Omertà dentro da organização mafiosa dirigida por essa tríade.
O Consigliere aconselha, o Don decide, e o Capo executa com a brutalidade que se lhe reconhece e que é o seu timbre.
Pacheco Pereira : a Direita é toda nazi
Dei com este texto de Rui Moreira que se refere a um texto do José Pacheco Pereira no jornal Púbico que eu não li porque não assino esse pasquim.
Rui Moreira contraria o Pacheco que defende a ideia segundo a qual as ideias do judeu Leo Strauss contribuíram para “alimentar o nazismo”.
Desde logo, folgo em saber que o Pacheco reconhece a influência das ideias em relação à evolução dos movimentos políticos: para quem escreveu (ipsis verbis) que “o marxismo cultural nunca existiu” — ignorando (propositadamente) a existência de Gramsci, Lukacs, Marcuse, Horkheimer, Sartre, e mais tarde os soixante-huitards e o Pós-estruturalismo da década de 1970 com Foucault, Lacan, Deleuze, Habermas, etc. —, parece que o Pacheco retornou ao bom-senso que implica a aceitação da Realidade.
Pacheco Pereira só aceita aquilo que não o comprometa ideologicamente. A partir do momento em que a realidade o compromete (ou o contrarie), ele recusa-a — na linha dos intelectuais marxistas, como por exemplo Lukacs e sobretudo Althusser. Trata-se de um mecanismo de protecção: ao negar a existência de algo real ou facto, o Pacheco protege-se dos ataques merdosos provenientes da Realidade.
É claro que Leo Strauss não promoveu o nazismo, nem as suas ideias ou mundividência contribuíram para a promoção do nazismo. Aconselho a leitura do livro do historiador inglês Laurence Rees com o título “The Nazi Mind” (2025).

Na boa tradição marxista, o Pacheco — que diz que “o PSD é um partido de Esquerda” — procura identificar tudo o que é Direita com o nazismo, embora o faça com uma pretensa sofisticação ideológica.
Neste contexto, o Pacheco identifica o Trump, por um lado, e toda a Direita europeia, por outro lado: subliminar- e implicitamente, “toda a Direita europeia é trumpista”, utilizando um maniqueísmo que o Pacheco atribui aos seus inimigos políticos.
De modo semelhante, para o Pacheco, toda a Direita das décadas de 1920 e 1930 era nazi; mas não vemos o Pacheco incluir Heidegger no rol dos “influenciadores” do nazismo, pela simples razão de este ser hegeliano: tudo o que é hegeliano merece o respeito do Pacheco.
Donald Trump nem copula, nem sai de cima
O octogenário Donald Trump tem notoriamente problemas de consumação de coito: tentou acomadrar-se ao Canadá, mas o rabujo e o peso da idade ditou-lhe o desaprumo. Vai daí, decidiu ele que nem copula nem sai de cima, condenando o Canadá a uma forçada abstinência.
Como diria o Nicolau Breyner: “nem o velho morre nem a gente almoça”.
