Vale tudo (até arrancar olhos), para “destruir o capitalismo”

Em 1950, por cada 10.000 partes da atmosfera, 3 (dessas partes) eram de CO2 (dióxido de carbono).

Desde então, foi adicionada à atmosfera mais 1 parte de CO2; ou seja, hoje temos 4 partes de CO2 para cada 10.000 partes da atmosfera.

Em 1950 → 99,97 % da atmosfera era livre de CO2 (não tinha CO2).

Hoje → a percentagem livre de CO2 é de 99,96% .

Os arautos do apocalipse do “Aquecimento Global Antropogénico” — como por exemplo o “cientista” Carlos Fiolhais — baseiam a sua retórica ideológica (radical e apocalíptica) em uma mudança da atmosfera de 0,01%.


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O que está em curso é um movimento político totalitário a nível global, a começar pelas universidades que pretendem eliminar a liberdade de expressão no espaço académico, passando por políticos de primeiro plano — como é o caso de Ângela Merkel (que nunca perdeu os tiques ideológicos da Alemanha comunista) e do papa Chiquinho (que é nitidamente um simpatizante do marxismo) — que defendem a limitação drástica da liberdade de expressão.

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A liberdade política está a ser seriamente ameaçada, e vemos os “liberais” de pacotilha — por exemplo, Rui Rio e/ou o Cotrim Figueiredo — da nossa praça a alinhar claramente com as teorias da Esquerda marxista radical.

NÃO-ME-CAÇA-O-PITO !

“Eu não devia estar aqui. Eu deveria estar na minha escola, do outro lado do oceano. E vocês vêm até nós, jovens, para pedir esperança. Como vocês ousam? Vocês roubaram os meus sonhos e a minha esperança com as vossas palavras vazias”.

“As pessoas estão a sofrer e estão a morrer. Os nossos ecossistemas estão a morrer. Nós estamos vivenciando o começo de uma extinção em massa. E tudo o que vocês fazem é falar de dinheiro e de contos de fadas sobre um crescimento económico eterno.

Como vocês se atrevem?”

(Greta Thunberg)

NÃO-ME-CAÇA-O-PITO !


A "Direitinha" insurgente estupidificada

Donald Trump promulgou uma lei que proíbe o animal crushing (ver significado); mas essa lei não proíbe nem a caça, nem as garraiadas texanas com touros, nem outras actividades desportivas que impliquem a utilização de animais (por exemplo, não proíbe o tiro aos pombos, nem proíbe as touradas no Estado do Novo México).

E, nisto, vem um estúpido da “Direitinha” educadinha e politicamente correcta dizer que “chamar marxista cultural a tudo o que não encaixa numa certa cartilha e fazer um policiamento constante é basicamente uma nova versão de politicamente correcto (só que um politicamente correcto da direita)”.

Ademais, o burro em causa confunde o sufrágio das mulheres defendido pelas sufragistas do princípio do século XX, por um lado, com o feminismo de tipo “Betty Friedan” (que é o que impera ainda hoje no Ocidente), por outro lado — o que revela uma enorme ignorância; ou então revela-se, no burro, a Lei de O’Sullivan em todo o seu esplendor.1

Nota

1. De acordo com o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

O mentiroso Gustavo Sampaio e a mentira do Polígrafo

O Polígrafo é como a “Rádio Moscovo”: diz que fala sempre a verdade. Mas, pelo menos neste caso (e analisaremos outros), mente de uma forma descarada.

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Diz o Polígrafo que o CHEGA defende a privatização dos hospitais; mas não diz onde (em que texto) é que o CHEGA defende a privatização dos hospitais.

Lendo a o programa eleitoral do CHEGA, verificamos que o Gustavo Sampaio é um mentiroso: o que o CHEGA defende é “a promoção da gestão privada dos hospitais públicos” (sic), que não é a mesma coisa que “privatizar os hospitais públicos”.

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Eu não concordo com a prospecção política do CHEGA em relação à política pública de saúde (penso que é possível a coexistência entre as gestões privada e pública dos hospitais) — o que não significa que seja legítimo mentir descaradamente, como fazem o Polígrafo e o Gustavo Sampaio.

O Polígrafo não tem credibilidade.

O Daniel Oliveira, a Tânia Laranjo e a Joacine “vai-te katar” Moreira

daniel_oliveira-webjpgO comissário político do totalitarismo de veludo em acção: o Daniel Oliveira diz que não é importante “se a Tânia Laranjo é racista”; o que é importante, diz o Daniel Oliveira, é a necessidade de auto-censura de piadas em nome do politicamente correcto.

Porém, quando a Joacine “vai-te katar” Moreira disse (várias vezes, em comícios públicos) que “Portugal não pertence aos brancos” (sic), não ouvimos o Daniel Oliveira reclamar a necessidade da auto-censura pública do partido de Esquerda a que pertence a Joacine “vai-te katar” Moreira.

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