Donald Trump, Milei, e as ilhas Falkland

Voltou a estar na moda atacar o Reino Unido utilizando as ilhas Falkland. Desta vez, é Donald Trump que apoia Milei que falhou a sua revolução na economia Argentina; e como a revolução de Milei falhou, vira o disco e toca o mesmo: fazer uma nova guerra para ocupar as ilhas Falkland.


Donald Trump está por detrás de várias guerras no planeta — para além das guerras que ameaça empreender. Ontem soube-se, por um almirante americano, que Donald Trump planeia atacar militarmente o Canadá; e já sabemos que também pretende invadir e ocupar a Gronelândia — para além de já ter retirado o apoio político e militar à Coreia do Sul, desrespeitando os militares americanos mortos na guerra da Coreia.

O movimento MAGA (Make America Great Again) de Donald Trump não é um movimento político conservador: faz parte de uma certa “direita” revolucionária de tipo AfD (Alternative für Deutschland) na Alemanha, ou Marine Le Pen em França, que são claramente apoiadas pela Rússia do cripto-comunista Putin.

Políticos conservadores na Europa temos, por exemplo, Jacob Rees-Mogg em Inglaterra, Giorgia Meloni em Itália, André Ventura em Portugal, e pouco mais. Tenho dúvidas em relação ao conservadorismo de Santiago Abascal do VOX (Espanha) e a Péter Magyar da Hungria, que me parecem adeptos de uma certa “direita” revolucionária financiada por Putin.


As ilhas Falkland foram descobertas e ocupadas pelos ingleses em 1690, pelo capitão John Strong, que lhes chamou “Ilhas Falkland” em homenagem ao Visconde Falkland.

Em 1764, o francês Louis de Bougainville — o mesmo que deu o nome às buganvílias da América do Sul — estabeleceu a primeira cidadela nas ilhas, a que chamou de “Port Louis”, e chamou às ilhas de “Malouines”. No ano seguinte (1765), o capitão inglês John Byron atracou na ilha Saunders e fundou a cidadela de “Port Egmont”, reclamando as ilhas para a coroa britânica.

Em 1767, os espanhóis deram o ar de sua graça e compraram a colónia das “Malouines” aos franceses, e mudaram o nome da cidadela de Port Louis para “Puerto Soledad”; e a seguir expulsaram os ingleses da cidadela de Port Egmont.

Em 1811, os espanhóis abandonaram as ilhas “Malouines” (devido às guerras peninsulares) e os ingleses voltaram a ocupar as ilhas Falkland.

Em 1820, pela primeira vez, a Argentina reclama a posse das ilhas a que chamou “Malvinas”.

Em 1845, o Reino Unido designou, como capital das ilhas Falkland, a cidade de Stanley.

Em 1982, a junta militar Argentina invadiu as ilhas, e a Argentina foi derrotada pelas forças armadas britânicas num conflito armado que durou 74 dias, resultando na morte de 649 argentinos, 255 britânicos, e 3 habitantes civis das ilhas.

Margaret Thatcher, primeira-ministra do Reino Unido, instituiu o British Nationality Act 1983 que garantia a nacionalidade britânica aos ilhéus. A nova Constituição das Falkland, instituída em 2009, atribuiu plena autonomia ao governo das Falkland.

Num referendo realizado em 2013 supervisionado por observadores internacionais, 99,8% dos ilhéus votaram a favor da permanência das Falkland no Reino Unido.

Apesar do voto do povo das Falkland, Milei e Donald Trump estão se borrifando para a democracia e pretendem ocupar as ilhas.

A filha-da-putice de Aguiar-Branco

O presidente do paralamento,

«José Pedro Aguiar-Branco, assinala "insuficiências na delimitação do objecto e dos fundamentos" inerentes ao inquérito parlamentar requerido pelo Chega, que "não permitem, na sua actual formulação, determinar a constituição obrigatória da comissão".

Nesse sentido, o presidente da Assembleia da República solicita à bancada do partido de André Ventura que proceda "à reformulação do objecto e dos respectivos fundamentos, suprindo as insuficiências identificadas, sob pena de rejeição" da admissão do requerimento.»

Aguiar-Branco rejeitará comissão de inquérito sobre Luís Neves se Chega não alterar requerimento

Isto significa o seguinte:

Se, por exemplo, no decurso do processo da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do CHEGA, existirem indícios noticiados pela Comunicação Social segundo os quais o Luís “Al Capone” Neves terá alegada- e eventualmente assassinado alguém, esses novos indícios noticiados pela Comunicação Social não poderão ser considerados pela CPI em curso, porque o “objecto e o fundamento” da CPI não tinham sido previamente identificados aquando da admissão do requerimento por Aguiar-Branco, algum tempo antes.

A ser verdade esta limitação imposta a uma investigação de uma CPI, o Aguiar-Branco é um filho-de-p*ta requintado e de alto coturno — porque encontrou uma forma de limitar e restringir a liberdade de uma qualquer investigação parlamentar. Já vivemos em um Totalitarismo de Veludo.

Além de ser um filho-de-p*ta, a exigência que o Aguiar-Branco faz é ilegal, à luz da Constituição.

Acerca do anonimato dos serviços do Estado

Há dias fui a uma repartição de Finanças para resolver um problema de pagamento de impostos indevido, e a funcionária que me atendeu pessoalmente disse-me que ela não me poderia ajudar a resolver o problema, e indicou-me o sítio das Finanças na Internet para “tentar”  (sic) resolver o referido problema.

Ou seja, na função pública em geral, e nas Finanças em particular, as pessoas já não contam — nem as pessoas que estão dentro do balcão, nem os utentes e contribuintes.

A impessoalização dos serviços de impostos é a melhor forma que o Estado encontrou para roubar impunemente o cidadão vulgar — porque a elite (a ruling class) está salvaguardada por um sistema político nepótico e corrupto, controlado à distância pela maçonaria.

Ora, uma sociedade em que a lei não se aplica igualmente a toda a gente é uma sociedade altamente corrupta — como é o caso de Portugal.

Uma das características dos sistemas políticos totalitários é precisamente a impessoalização do Estado, onde os direitos do cidadão são alienados por intermédio (desta feita) de um novo tipo de burocracia mais sofisticada.

A retirada do ser humano das decisões que afectam directamente o cidadão (a retirada propositada do pensamento lógico no que respeita às decisões administrativas) é uma forma de burocracia mascarada de “informatização do sistema”; é uma nova burocracia que a classe política actual encontrou para poder governar de forma arbitrária e discricionária, com desrespeito manifesto e visível pelo Estado de Direito.

Quando um político de relevo levar um tiro na testa, pode ser que a elite acorde.

A ideia de que “mudar uma palavra muda a Realidade”

Hoje está na moda, nos círculos intelectualóides de língua inglesa, escrever CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini). Certos intelectualóides de urinol portugueses traduziram a palavra para E.C. (Era Comum), em vez de d.C. (Depois de Cristo).

Ora, acontece que CE (Common Era) é a mesma coisa que AD (Anno Domini); significam o mesmo.

Seria semelhante que chamasse de “Manel” ao “Manuel”: o objecto das duas palavras é o mesmo (o homem em causa é o mesmo). A razão de se substituir o nome de uma mesma coisa, por outro nome com o mesmo significado, neste caso concreto só se pode atribuir a uma estaurofobia aguda e patológica. Ou então pretende-se eliminar o conceito de “símbolo e substitui-lo por meros sinais que são essencialmente aleatórios e arbitrários — o que entra em profunda contradição com a teoria marxista da “Reificação” (Karl Marx, Lukacs –> Escola de Frankfurt) que critica precisamente a de-simbolização e a coisificação da realidade humana.

Imagine o leitor que eu não gosto da palavra “pau”, por razão de uma determinada conotação sexual, e passo a chamar-lhe “trintrim”.

Ora, a mudança de nome não retira ao “pau” a sua natureza intrínseca que é a de “um ramo de árvore” ou “vara”. Não é por eu lhe chamar “trintrim”, em vez de “pau”, que o objecto em causa deixa de ser “um ramo de árvore” ou “vara”.

Quem muda os nomes às coisas, acreditando (patologicamente) que a realidade muda com a mudança de nomes, é um apóstolo consciente ou inconsciente do movimento revolucionário que se desenvolveu, em forma “hardcore”, com os jacobinos na Revolução Francesa e com o positivismo de Augusto Comte, e mais tarde (em modo “intelectualóide”) com Karl Marx.

O marxismo sempre teve um problema em relação aos “factos”.

Karl Marx escreveu que “a ciência burguesa é ideologia”, e que a verdadeira ciência jaz no método filosófico estabelecido no “Das Kapital” que penetra “por detrás das aparências” (gnose) até à essência social que a burguesia quer esconder. Ou seja, para Marx a ciência experimentalista é ideologia, e o materialismo dialéctico do “Das Kapital” é a verdadeira ciência.

Marx tinha uma certa aversão aos factos e à realidade.

Lenine dizia que “os factos são teimosos” – em sentido crítico em relação aos factos, e no sentido em que seria necessário criticar e até combater os factos. Lukacs escreveu (“História e Consciência de Classe”, 1923) queo empiricismo é uma ideologia burguesa” “empiricismo” tomado no sentido de experimentação científica, e tudo isto no sentido de se tentar salvar o marxismo dos malditos assaltos provenientes da Realidade.

É neste contexto de animosidade marxiana — em relação aos factos e ao empírico — que se desenvolveu o cientismo controlado pela ideologia, por um lado, e a anti-ciência inerente ao desconstrutivismo relativista radical de Derrida e de Foucault em relação à verdade na ciência que tem marcado a Esquerda radical a partir do fim da década de 1970, mas que se exacerbou a partir da queda do muro de Berlim.

A partir da queda do muro e com a derrocada do comunismo, os neomarxistas passaram a atacar a sociedade pelos flancos: por exemplo, através da imanentização do éschatos na cultura antropológica procurando a destruição das economias ocidentais utilizando a ideologia do Aquecimento Global, ou minando culturalmente as instituições por dentro sem deixar impressões digitais.

Quando se faz um esforço para mudar o nome de “pau” para “trintrim” sem se mudar a natureza física e ontológica do objecto do nome (“um ramo de árvore” ou “vara”), pretende-se alterar a realidade na qual o referido objecto persiste enquanto facto.

Ou seja, pretende-se mudar a cultura humana (a cultura antropológica, na sua relação com os objectos) — sem que daí resulte uma mudança da natureza intrínseca dos objectos: a realidade não muda, mas os idiotas intelectuais acreditam que ela mudou com a mudança do nome.

Ser de Esquerda é lutar encarniçadamente contra a História e contra a Natureza Humana.

A ideia — dos herdeiros culturais do marxismo (conscientes) — é a de que ao usar o nome CE (Common Era) em vez de AD (Anno Domini), a memória histórica de Jesus Cristo, na cultura antropológica, desaparece do conceito de início da contagem do tempo da actual Era.

Seria como se o sistema político procurasse cobrir / tapar as cruzes e crucifixos de todas as igrejas do país para assim ocultar (na cultura antropológica) a origem cristã da nossa cultura que é espelhada nos edifícios públicos. Isto já foi tentado na União Soviética, sem sucesso; mas os idiotas não desistem.

Putin irá usar a bomba nuclear na Ucrânia

Questionamo-nos acerca da obstinação de Putin em relação à anexação e ocupação da Ucrânia pela Rússia.

Porém, a História demonstra-nos que a obstinação de Putin tem fundamento histórico: a limpeza étnica e a anexação da Circássia no século XIX, em uma guerra de eliminação étnica dos circassianos que durou de 1763 a 1864 (101 anos).

Durante 101 anos, a Rússia moveu uma guerra existencial contra a Circássia, eliminou 95% da população original, e os circassianos que não foram mortos pelos russos (entre 1,5 e 2 milhões de pessoas assassinadas), tiveram que fugir ou foram deportados para o império otomano (Turquia).

Para além da Turquia, existem hoje pequenas comunidades de circassianos na Jordânia, na Síria e em Israel. Os poucos circassianos que vivem no território ocupado pela Rússia, e que foram poupados à selvajaria russa (cerca de 86 mil pessoas), vivem hoje divididos em várias repúblicas da federação russa, como por exemplo as repúblicas russas da Adigueia, Cabardino-Balcária e Carachai-Cherkessia).

Ora, este é o exemplo que Putin estabeleceu para a ocupação russa da Ucrânia:

1/ a guerra não tem um tempo delimitado: pode durar 100 anos ou mais.

2/ se Putin achar que é necessário, a Rússia eliminará totalmente a população ucraniana.

Ora, nem Hitler imaginaria a possibilidade de uma guerra de ocupação com 100 anos de duração; pelo contrário, o conceito de Blitzkrieg nazi foi o oposto de uma guerra prolongada no tempo.

O problema russo, que ameaça a Europa e o Japão, só de resolverá com a união do Ocidente — o que não acontecerá enquanto Trump for presidente dos Estados Unidos.

O núcleo dirigente do Bloco de Esquerda é um conjunto de psicopatas

O Bloco de Esquerda noticiou assim a morte de um militante do partido:

“Morreu Fernando Baeta Neves, corajoso lutador antifascista. Foi figura marcante na crise académica de 1962. Preso pela PIDE, resistiu a falar, tendo partido as lentes dos óculos e engolido-as.”

fernando baeta neves be webO facto de o Baeta ter partido as lentes dos seus óculos e, acto contínuo, mastigá-las e engolido-as, é considerado pelo Bloco de Esquerda como um acto heróico.

Estamos, aqui, muito longe do Partido Comunista de Álvaro Cunhal. O Bloco de Esquerda é outra coisa.

Muitas dezenas de militantes do Partido Comunista foram interrogados e presos pela PIDE, mas não consta que algum deles tivesse mastigado e engolido as lentes dos seus óculos. Neste caso do Baeta, ultrapassa-se já a barreira da sanidade mental. Existe, no caso Baeta (e do Bloco de Esquerda), um louvor ideológico à loucura e/ou à psicopatia.

O Partido Comunista segue a tradição marxista propriamente dita, desde Lenine a Estaline, mais tarde, em França com Alexandre Kojève, evoluindo depois para Bataille e Althusser; mas o Bloco de Esquerda rompe com a tradição marxista, na linha ideológica de Gramsci e Lukacs que contaminou a Escola de Frankfurt (Utopia Negativa) e a “grande negação” adoptada mais tarde (década de 1960) por Jean-Paul Sartreum anão com 1 metro e meio de altura, com corpo flácido, cara de sapo e estrábico.

Uma das características dos escritos de Sartre é a propagação de uma certa recusa da existência enquanto fenómeno natural, a ideia de que “a minha existência” não é governada por nenhuma moral universal, que o Bem e o Bom são “meras ilusões”, que não existe uma Natureza Humana enquanto essência, e que é o próprio ser humano que faz (individualmente) a sua própria essência.

Em Sartre, a submissão a Karl Marx é apresentada com uma crítica desafiadora em relação à doutrina do “profeta” — tendência ideológica que se revela mais tarde em Foucault e que, este sim, marcou fundamentalmente a Nova Esquerda que engendrou o Bloco de Esquerda.

De Jean-Paul Sartre, o Bloco de Esquerda herdou também o julgamento do comunismo pelas suas intenções e não pelos seus actos, por um lado, e por outro lado, o desprezo pelo ordinário e pelo vulgar (vem daqui o epíteto de “Esquerda Caviar”) e a crítica radical à “normalidade ilusória” do cidadão vulgar e ordinário.

Para Sartre, Foucault e Bloco de Esquerda, tudo o que é considerado “normal” pela sociedade — na cultura, na ética, no comportamento social — é classificado como “normalidade ilusória do burguês”. Esta “normalidade burguesa”, segundo Sartre, incluía a crítica à heterossexualidade e a crítica à hostilidade burguesa em relação ao crime (a exaltação do Lumpemproletariado).

Neste contexto da inversão de valores ou de repúdio pelos “valores burgueses”, Sartre escreveu em 1952 o livro “Saint Genet, comédien et martyr”, uma obra-prima do satanismo moderno— uma pseudo-biografia do “escritor”, “dramaturgo” e activista esquerdopata Jean Genet, um ladrão inveterado, um cadastrado criminal de alto coturno, e homossexual altamente promíscuo.

Sartre transformou um criminoso e um indivíduo profundamente imoral (Genet) em um mártir, sendo o precursor da recuperação classista do Lumpemproletariado que é hoje a classe revolucionária segundo o Bloco de Esquerda.

Portanto, não nos surpreendamos se o Bloco de Esquerda vier a anunciar no seu site a hipóstase de um novo herói — por exemplo, um guei que, em uma “Manif” do “Pride”, enfiou o gargalo de um garrafão de 5 litros pelo cu acima, arrebentando o esfíncter e o intestino, vindo posteriormente a morrer como “mártir” da “subversão revolucionária dos valores”.

Luís Neves, a Geringonça, a maçonaria e a secundarização da importância da justiça

Hoje, toda a elite portuguesa é de Esquerda (que alívio!), com a excepção de uma pequena aldeia de gauleses — a mesma Esquerda que gastou indevidamente, na RTP, 12 milhões de Euros para garantir que o canal estatal de televisão permanecesse nas mãos da Esquerda.

Ser de Esquerda é hoje mamar indevidamente nas tetas do Estado: até a IL [Iniciativa Liberal] pretende ser de Esquerda.


A “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

Antes da Geringonça (2016), quem não era de Esquerda vivia politicamente calado ou envergonhado, comprometido com o seu silêncio, por vezes com receio de falar em público (a espiral do silêncio).

Com o advento da Geringonça, a Não-Esquerda desapareceu com a demissão de Passos Coelho enquanto presidente do Partido Social Democrata. A classe política passou, então, a ser toda de Esquerda — e que alívio! Até a Assunção Cristas passou a ser de Esquerda!

Com a Geringonça, a relação entre as polícias e a justiça começou a mudar aceleradamente, na sequência da agenda ideológica que uniu a Esquerda, por um lado, e liberais, por outro lado: a criação das condições políticas para a promoção da imigração em massa do Terceiro Mundo.

A imigração em massa uniu as vontades e criou uma aliança tácita entre o patronato irresponsável, os socialistas fabianos, e a Esquerda neomarxista radical. Criou-se em Portugal uma amálgama de malfeitores.

…a polícia começou a preocupar-se com a “paz racial” e não com a justiça.

Antes da Geringonça, as polícias (maioritariamente) preocupavam-se com a justiça; com a Geringonça, e depois de Luís Neves ser nomeado director da Polícia Judiciária (2018), a polícia começou a preocupar-se com a paz social e, principalmente, com a “paz racial”, em detrimento da preocupação com a justiça.

A justiça passou para segundo plano e para uma categoria de valor de menor importância — e os tribunais alinharam com esta tendência de subjugação da justiça à “paz racial”, por influência directa da classe política dominante (a Geringonça) e da maçonaria.

A investigação do crime passou a ser feita, pela polícia, com medo de eventuais consequências políticas, ou então em favor dos interesses de minorias raciais.

A justiça, propriamente dita, deixou de ter o valor que tinha anteriormente à criação da Geringonça.

Esta é uma das razões por que o Luís Neves dizia, há pouco tempo, que os imigrantes cometiam poucos crimes: é a narrativa da Geringonça da necessidade da “paz racial” ou/e “paz social”, em detrimento de uma verdade que pudesse eventualmente conduzir à justiça.

A justiça foi sacrificada, pela Esquerda e pelos liberais, no altar da “paz racial”.

A polícia do ministro Luís Neves (e do Luís Neves director da Polícia Judiciária) funciona como protectora das nossas emoções, em vez de ser a protectora das nossas vidas e das nossas propriedades, funcionando como uma espécie de psicoterapeutas com poder de dar voz de prisão ao cidadão rebelde.

Isto conduziu a que a imagem pública da polícia — principalmente da Polícia Judiciária — se degrade a olhos vistos.

Quem assaltou e vandalizou o gabinete de André Ventura no parlamento, fê-lo porque sabe que o pode fazer impunemente; a polícia do consulado de Luís Neves fecha os olhos ao crime, porque o importante não é a justiça, mas antes é a promoção da política da “paz racial” e da imigração ilimitada.

É neste contexto abstruso que o actual presidente da república (outro socialista) pretende boicotar a lei da expulsão de imigrantes ilegais: a “paz racial” terá que ser politicamente consumada à custa da paz da população portuguesa autóctone.

Donald Trump financiou a invasão de Ceuta por parte de Marrocos

A recente invasão de Ceuta por mais de 50 mil marroquinos foi directamente financiada pelo Partido Republicano de Donald Trump, segundo informação do ex-congressista republicano Thomas Massie.

“Republicans paid $40 MILLION of your tax dollars to Morocco to invade Spain,”Greene posted on X.”

O Partido Republicano controlado por Donald Trump ofereceu 40 milhões dólares a Marrocos para a organização da invasão de Ceuta e Melilha.

Os Estados Unidos de Donald Trump — com a colaboração próxima de Israel — são hoje um enorme problema para a segurança internacional — ao nível da Rússia de Putin. Existe pouca diferença entre Trump e Putin.

A União Europeia deveria imediatamente suspender o estatuto de Marrocos como parceiro privilegiado da União Europeia, por um lado, e, por outro lado, Espanha e Portugal devem renunciar à organização conjunta, com Marrocos, do mundial de futebol de 2030.

Finalmente, a União Europeia deveria apoiar financeiramente a independência de Porto Rico, denunciando a ocupação americana desse território; apoiar a libertação da Venezuela do jugo americano; apoiar a libertação das Ilhas Guam da ocupação americana; e propôr um referendo independentista nas Ilhas da Samoa.

Os apedeutas lulistas brasileiros escrevem na Wikipédia

Pesquisei no Google “dinastia alauita” e saiu-me este resultado em alegada “língua portuguesa”:

“Dinastia alauita é a atual família real do Marrocos. Os alauitas chegaram no Magrebe Ocidental (futuro Marrocos) no século XIII vindos da Arábia e ocuparam Tafilete. A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida no início do século XVII, e seu filho Arraxide pacificou o país e logrou tomar controle de todo o Marrocos.”

Isto não é português: é brasiguês. É digno de um analfabeto funcional ou, o que é pior, de um apedeuta de tipo Lula da Silva.

Imaginem que eu escrevo:

“Daniel Chapo é o actual presidente do Moçambique”.

Ou

“João Lourenço é o presidente da Angola”.

Qualquer angolano ou moçambicano diria que eu, se assim escrevesse, seria um analfabeto funcional; mas, no Brasil, quem assim escreve é editor da Wikipédia!.

Depois, o insigne editor da Wikipédia em “português” escreve:

“A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida”.

“Em meio aos” ?! “Em meio aos” o c*r*lho! e a put*-que-pariu!

Em português correcto:

  • “Daniel Chapo é o actual presidente de Moçambique”.
  • “João Lourenço é o presidente de Angola”.
  • “Pedro Sánchez é o presidente do governo de Espanha”.
  • “Macron é o presidente de França”.
  • “Carlos III é o rei de Inglaterra.”
  • “Maomede VI é o rei de Marrocos”.
  • “Bassirou Diomaye Faye é o presidente do Senegal”.
  • “Merz é o chanceler da Alemanha”.
  • “Ulf Kristersson é o primeiro-ministro da Suécia”.
  • “Donald Tusk é o primeiro-ministro da Polónia.”
  • “Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos”.

E por aí fora…

Estas coisas aprendem-se com a tradição cultural, com a leitura de obras clássicas escritas em língua portuguesa, e com a familiaridade intelectual com a língua falada. Não há Lula da Silva que o valha…

O Observador é um jornal de Esquerda

Ao que se passou nos últimos dias em Ceuta, o jornal Observador chama de “crise migratória”. Por isso (entre outras razões) é que o Observador é de esquerda — uma Esquerda fofinha.

Aquilo a assistimos nos me®dia foi uma invasão não-armada em Ceuta de mais de 50 mil jovens do sexo masculino em menos de 24 horas, promovida pelo governo de Marrocos que assim tira partido do ressentimento da sua população islâmica em relação a uma cultura estrangeira não-islâmica — ressentimento enquanto postura existencial: quando o ressentimento islâmico se torna abstracto e vira-se contra as sociedades europeias de raiz cultural cristã.

O jornal Observador faz parte do processo de transformação da linguagem da política que, através da etiquetagem fictícia dos factos, acredita que é possível mudar a realidade através da mudança das palavras. Assim, torna-se possível descartar as realidades com que convivemos como sendo “ilusões” (ou "fake news"): é a afirmação do poder sobre a realidade através da linguagem.

O Observador, na linha da Nova Esquerda, conjura o triunfo das palavras sobre as coisas e/ou factos.

O conceito de “crise migratória” tem o condão de tentar reduzir a importância política da entrada simultânea de mais de 50 mil homens em idade militar na cidade espanhola de Ceuta, a mando de um regime autoritário islâmico. A novilíngua da Esquerda — que o Observador adoptou — desenvolve a sua própria sintaxe especial no sentido de evitar encontros com a realidade dos factos.

Assim, aquilo que foi claramente uma invasão não-armada, é apodada pelo Observador de “crise migratória” — é o triunfo da ideologia esquerdista vigente sobre a realidade.

Nota: é tempo de Portugal ponderar a organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030 com Marrocos.