O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

O carro eléctrico: a maior aldrabice do século XXI

Elon Musk é o exemplo acabado do super-charlatão do século XXI, uma espécie de Álvaro dos Reis globalista.

A grande mentira que os me®dia coniventes alardeiam é de que o carro eléctrico poderá substituir o carro a motor de combustível fóssil. E já nem falo nos aspectos ambientais!: talvez a maior aldrabice do politicamente correcto é afirmar que o carro eléctrico é mais amigo do ambiente do que o carro a combustível fóssil. Totalmente falso.

Por exemplo, para substituir os carros de combustível fóssil, apenas na Califórnia, por carros eléctricos, serão necessários:

  • 134% da produção mundial actual de cobalto;
  • 67% da produção total mundial de neodímio;
  • 50% da produção total mundial de lítio;
  • 34% da produção total mundial de cobre.

Isto é só para a Califórnia!

Agora imaginem o que é substituir os carros todos do mundo inteiro! A solução seria a crosta do planeta Terra totalmente esburacada com novas minas de cobalto, de lítio, de neodímio, e de cobre.

A substituição de todos os automóveis de combustível fóssil do mundo, por carros eléctricos, é absolutamente impossível.

A agenda política globalista — patrocinada pela extrema-esquerda caciquista que é financeiramente sustentada pelos plutocratas americanos — é a da restrição radical do automóvel privado: apenas os ricos e as elites terão acesso ao automóvel privado e à mobilidade facilitada.

O resto da população terá o estatuto do chinês circunscrito à sua cidade, a andar a pé ou de bicicleta, e ferozmente controlado pelo Estado.

É disto que se trata quando falamos do “progresso do carro eléctrico”.

Temos que assumir, de uma vez por todas, que o “socialismo de rosto humano” acabou

MARXISMO-ESCOLAS-webEste artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada é um exemplo do discurso educadinho e politicamente correcto que putativamente se opõe à “extrema-esquerda”, mas que, no fundo, faz o jogo político desta. É um discurso timorato, que acaba por dar alguma razão ao maoísta Pacheco que acusa a Igreja Católica de estar por detrás das reclamações do pai Artur de Famalicão.

Dizem-se muitas asneiras sobre o ensino no tempo de Salazar e Caetano. Por exemplo, quando o Padre compara a disciplina liceal de Organização Política e Administrativa da Nação, por um lado, com a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, por outro lado, “esquece-se” que a disciplina Organização Política e Administrativa da Nação não era nuclear (não era obrigatória, mas antes era optativa): muita gente optava por ela porque era uma disciplina fácil (tínhamos que fazer, obrigatoriamente, o total de seis disciplinas do 7º ano dos liceus; eu fiz essa disciplina).

Qualquer tentativa de modificar a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento — como defende o Padre — é “chover no molhado”, porque a referida disciplina foi construída pela Esquerda para não ser modificável, de modo algum.

Este tipo de discurso conciliatório e sacerdotal da Não-esquerda é música para os ouvidos radicais como os do ideólogo jacobino Pacheco.

A Não-esquerda tem que começar a perceber que não é possível qualquer tipo de compromisso com a actual Esquerda — que inclui o Partido Socialista de António Costa.

O Partido Socialista de Mário Soares já não existe. O “socialismo de rosto humano” acabou.

Bárbara Reis, uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!)

Uma criatura que dá pelo nome de Bárbara Reis escreveu o seguinte no jornal Púbico (a propósito da oposição à obrigatoriedade das aulas de “Cidadania e Desenvolvimento”):

“A objecção de consciência refere-se a acções, não a ideias. Implica agir, fazer uma coisa”.


Antes de mais, vamos saber o que significa “ideias” (quando começamos a definir, o esquerdalho começa a fugir).

A ideia é aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real (Espinoza).


Embora eu não goste de Espinoza, é impossível recusar esta definição (dele) sob pena de sermos ainda mais burrinhos do que a Bárbara Reis.

Para a Bárbara Reis (como para todos os marxistas!), o ser humano é livre porque age; a Bárbara Reis aproxima-se ontologicamente da realidade dos animais irracionais, categoria a que ela pertence por mérito próprio.

Para nós, outros que discordamos dela, o ser humano age porque é livre: a liberdade é anterior à acção, por um lado, e por outro lado a acção livre depende das ideias que temos.

Ora, para sermos livres temos que nos distinguir dos animais irracionais (de tipo “Bárbara Reis”) e temos que ter ideias.
As ideias são a condição da acção livre (utilizando uma linguagem kantiana).

Sendo que a ideia é “aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real”, não é possível qualquer tipo de acção livre — repito! Livre! — sem as ideias que a condicione.

Por isso é que é perfeitamente legítimo — por exemplo e imaginando aqui o absurdo — a objecção de consciência em relação a aulas que ensinem às crianças as putativas “virtudes do holocausto nazi”.

A objecção de consciência em relação às ideias dos nazis é a condição da prevenção da repetição histórica da acção hedionda que matou milhões de pessoas inocentes.


E por isto tudo é que a Bárbara Reis é uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!).

O pós-modernismo como evolução do marxismo

Quando1 a “construção da realidade” do “marxismo científico” falhou2, os marxistas optaram pela desconstrução da Realidade (pós-modernismo: Derrida, Foucault, Bloco de Esquerda, etc.)


Notas

1. Na esteira da influência cultural Iluminista.
2. porque essa construção marxista foi baseada em uma
ideologia e não na ciência, como o demonstrou Karl Popper através do princípio da falsificabilidade.

O Monhé das Cobras, o amigo do peito do “Pacheco MRPP”

O José, do Porta da Loja, chama-lhe “manhoso(“O lar de Reguengos e o inquérito que nunca existiu”).

Eu penso que ele é mesmo “monhé”. Aliás, não há monhé que não seja manhoso, faz parte do ADN da besta.

Dizer que “o monhé é manhoso”, é uma redundância.

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Os filhos-de-puta socialistas em acção, desta vez em Espanha

O governo socialista espanhol está a tributar as empresas que fornecem telemóveis e computadores aos seus empregados, considerando a dádiva desses instrumentos de trabalho como “salário em espécie”.

Mas não fica por aqui: os “bloquistas de Espanha” consideram também, como sendo “salário em espécie” sujeito a tributação especial, as cadeiras e as mesas que as empresas fornecem aos seus trabalhadores!

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Por “coincidência”, a lei dos filhos-de-puta socialistas — tributando o fornecimento, por parte das empresas, de telemóveis e computadores aos seus empregados — vem no momento em que os ditos filhos-de-puta preparam uma lei sobre o “tele-trabalho”.

O que se está a passar em Espanha é uma perseguição governamental em relação às empresas privadas.

Jornalismo é crime

Já não consigo ouvir / ver noticiários dos me®dia.

O enviesamento ideológico é de tal forma; o culto do ilógico e do anti-factual chegou a um tal ponto, que é impossível a alguém com um mínimo de inteligência ver (por exemplo) telejornais na TVI ou ouvir os noticiários da TSF.

A estupidez, nos me®dia, é hoje cultivada com requinte. O jornalismo actual é criminoso.

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Em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco Pereira

O António Balbino Caldeira resume aqui (definição  / noção ) o conceito de “Pós-modernismo”: ideologia marxista pós-moderna do politicamente correcto”.


Todos os ideólogos do pós-modernismo — a começar por Derrida e acabando em Foucault — eram marxistas assumidos (embora desiludidos com a experiência soviética). Todos. Mas, no entanto, o José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”.

Podemos resumir (grosso modo) a substância ideológica do pós-modernismo em três factores essenciais (segundo o marxista Derrida):

  • não há Verdade (no universo = negação da ciência);
  • não há Sentido (na vida = negação da metafísica);
  • não há Certezas (= negação de uma ética universal).

Ora, a utopia negativa (ou marxismo cultural) foi a base ideológica que fundamentou o pós-modernismo — ou seja, o marxismo cultural (ou Escola de Frankfurt) está epistemológica- e inexoravelmente ligado ao pós-modernismo.

Quando o marxista José Pacheco Pereira diz que “o marxismo cultural não existe”, ou é burro, ou convém-lhe afirmar que “o diabo não existe”. A afirmação da inexistência do diabo é muito conveniente… para o próprio diabo.

De qualquer modo, parece-me evidente que, em terra de cegos, quem tem um olho é Pacheco Pereira.

JPP-ZAROLHO