O monhé vai ter que mudar a Constituição, por causa da disciplina obrigatória de “Educação para a Cidadania”

«Diz a Constituição:

Os pais têm o direito e o dever de educação dos filhos.” E acrescenta: “Incumbe ao Estado para protecção da família cooperar com os pais na educação dos filhos” – não são os pais a agachar-se diante do Estado, é o Estado a cooperar com os pais.

A Constituição reforça o dever de o Estado garantir a protecção da família, de pais e mães, “na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação”. O dever é de protecção, não é de agressão. »

2021-22, o ano da liberdade de educação, por José Ribeiro e Castro

O monhé vai te que pedir à Isabel Moreira que elabore uma reforma da Constituição que retire o poder paternal aos pais das crianças, para que se consume a ideia de “Educação para a Cidadania” marxista cultural.


A ler : Aulas de Cidadania. Tribunal dá razão parcial a família de Famalicão

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André Ventura teria obrigação de RECUSAR entrevistas aos Gouchas, Cristinas Ferreiras, e merda quejanda

“O problema é que para o Carlos Cruz ele parece ter sido fofinho, enquanto com o André Ventura o Goucha foi agressivo, mal educado e muito grosseiro! O Goucha, tal como toda essa gente que apresenta esses programas idiotas do “day-time” é só mais uma peça da engrenagem globalista e do marxismo-cultural. Valem todo o mesmo, ou seja valem [zero]!“.

Maria Vieira ataca Goucha: com o Carlos Cruz foi “fofinho”, com o André Ventura foi “mal educado”

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Karl Popper não tinha razão, em relação ao bi-partidarismo

Karl Popper defendeu acerrimamente o sistema bi-partidário na democracia representativa — como acontece, por exemplo, em Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália. O argumento de Karl Popper era o de que o sistema de apenas dois partidos (que se alternam no Poder) dá maior estabilidade política e governabilidade — aliás, este foi um dos temas de uma conferência realizada em Lisboa por Karl Popper, a convite do então P.M. Mário Soares (não me lembro agora da data, mas foi na década de 1980).

imperio mundial do dinheiro webPorém, o sistema bi-partidário (definido pelo sistema de votação) fazia muito sentido na década de 1980, mas já não faz tanto sentido hoje, como podemos ver no que se está a passar em países como a Austrália, a Nova Zelândia, Reino Unido e mesmo nos Estados Unidos, quando os dois partidos do regime estão de acordo em relação à construção de um regime político repressivo, em que grande parte dos anseios da maioria da população são ignorados.

A aproximação do PSD de Rui Rio (e de Pacheco Pereira) ao Partido Socialista do monhé Costa está, em tudo, relacionada com uma tentativa de “australização” do regime político português; mas essa “australização” saiu “furada” com o aparecimento do partido CHEGA.
Resta agora ao Rui Rio e ao monhé alterar o sistema de votação português.

Nos países chamados de “anglo-saxónicos” (Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá Nova Zelândia), caracterizados por sistemas de votação que favorecem o bi-partidarismo (de alternância no Poder), os dois partidos de Poder estão totalmente controlados pelos agentes do globalismo plutocrata — ou, como diz Olavo de Carvalho, pelos agentes do “império mundial do dinheiro”.

Neste sentido, Donald Trump foi considerado persona non grata pelo próprio partido republicano americano; Donald Trump ganhou as eleições com o voto do povo, mas não com o apoio das elites do seu próprio partido.
De facto, nos Estados Unidos, o partido republicano, por um lado, e o partido democrata, por outro lado, estão de acordo em quase tudo — incluindo na política de ausência de fronteiras e imigração massiva e sem qualquer controle fronteiriço.

Na Austrália, os dois partidos de alternância no Poder chegaram a um acordo, que consiste em instituir um regime orwelliano e submetido caninamente ao “império mundial do dinheiro”, em substituição da democracia representativa propriamente dita. O mesmo se passa (em graus diferentes) na Nova Zelândia, e mesmo no Reino Unido.

Depois da ditadura sanitária — ou seja, depois da ditadura do controlo sanitário covideiro —, virá o controle monetário que gerará a rarefacção ou mesmo desaparecimento do dinheiro vivo em circulação; depois virá o controlo de acesso à Internet por intermédio da identificação numérica individual. No fim da linha repressiva, só restará ao povo o recurso à violência contra a classe política, para defender a liberdade.

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Em Portugal, o fenómeno do “encolhimento” eleitoral do Bloco de Esquerda (e previsível “encolhimento” da facção da Isabel Moreira no Partido Socialista de Sócrates, da Fernanda Câncio, do Ascenso Simões e do monhé Costa) tem a ver com a tentativa de afastamento do Cristianismo da praça pública, para se instituir “um regime que se lambuza gostosamente na merda e no mijo” da ética e da moralidade. É a isto que chamamos (também) de “marxismo cultural”.

O método de Hondt português permite o fácil aparecimento de novos partidos que contrariem o monopólio bi-partidário do Poder , como é o caso do partido CHEGA.

A Europa está a ser governada por alienados

1/ Neste texto ficamos a saber que o comportamento de um aerogerador, ao longo do tempo, é independente da evolução das “mudanças climáticas”, que afectam tudo excepto o negócio das chamadas “energias renováveis”.

“Assim, o preço do MWh de energia eólica vai depender muito mais dos custos do que da produção, porque a produção de um aerogerador é bastante previsível ao longo dos anos de vida útil e dos dados de vento do local da instalação.”

Tratando-se das eólicas, o vento passa a ser “previsível”, e, por isso, a imprevisibilidade causada pelas “mudanças climáticas” não existe.

Paradoxalmente, aqueles que são contra o chamado “Aquecimento Global Antropogénico”, contra o petróleo, e a favor das “energias renováveis”, são simultaneamente contra a energia nuclear.

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As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.

2/ Na Alemanha pós-Merkel, as estações de televisão já entraram numa campanha de mentalização dos alemães para o facto de que irão ser obrigados a passar frio em suas casas, no Inverno que vem aí (como aconteceu recentemente no Texas, com apagões recorrentes).

Depois de ter fechado as centrais nucleares (por pressão política da Esquerda), a Angela Merkel passou a importar gás natural da Rússia para substituir a energia nuclear— o que é um perfeito absurdo, se ligarmos um facto ao outro. E o preço do gás natural têm subido astronomicamente…!

Mas mais absurdo é o facto de a Alemanha estar a construir uma nova super central eléctrica alimentada a carvão, perto da cidade de Dortmund, depois de ter fechado TODAS as centrais nucleares…!

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3/ Vindo da Esquerda, não podemos esperar nada (absolutamente nada!) de coerente. Vindo da Esquerda, só podemos esperar ideologia. Enquanto as pessoas não ganharem consciência disto, o nível de vida das populações irá sempre piorar.

4/ Entretanto, as redes sociais (por exemplo, o YouTube) já anunciou que irá censurar as opiniões de quem é céptico em relação à eficácia das “energias renováveis”. Os cépticos das eólicas são os novos “negacionistas”.

5/ Quando há cada vez menos chineses a andar de bicicleta, as elites europeias criam vias específicas para bicicletas, nas cidades — mas não são vias de ciclismo para recreio do burguês: são mesmo vias para o cidadão ir pedalar para o trabalho, deixando livres as ruas para os automóveis das elites.

As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.

Let’s go Brandon !

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«A proposta de Orçamento do Estado para 2022 prevê que os operadores de serviços de televisão por assinatura passem a pagar uma taxa semestral de dois euros por subscritor, que se traduzirá numa taxa anual de quatro euros. Até agora, os operadores — MEO, NOS, NOWO e Vodafone — pagavam uma taxa anual de dois euros que revertia a 100% para o Instituto do Cinema e do Audiovisual.»

Via

Uma crítica da Fernanda Câncio é meio-elogio

Não consigo entender o ataque sanhoso de que é alvo a esquerdista Raquel Varela … vindo de gente da Esquerda, como é o caso da Fernanda Câncio!

De repente, esquerdistas de alto coturno parecem agora preocupados com a meritocracia (ou com a putativa falta desta).

Há uma coisa que devemos reconhecer: a Raquel Varela é uma mulher séria, mãe de família; mas o mesmo não podemos dizer da Fernanda Câncio que não serve de exemplo para quase nada de positivo.

Uma crítica da Fernanda Câncio é meio-elogio.

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Mais Teorias da Conspiração acerca das vacinas do COVID-19

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Os jornais que publicam este tipo de notícia deveriam ser todos fechados; deviam mandar a tropa, comandada pelo contra-almirante Gouveia e Melo, e prender aqueles jornalistas todos.


NOTA: vivemos em um tempo em que as únicas pessoas que merecem realmente penas de prisão, são aquelas que escrevem coisas consideradas “desagradáveis” e politicamente incorrectas na Internet.

O conceito de “equidade”, segundo a Esquerda

Para a Esquerda, equidade é uma corruptela do conceito de “equidade” segundo Aristóteles.


Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

A equidade não é igualdade: antes, é o equilíbrio, conformidade e justa medida da Justiça.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do “direito” comum porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural, nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito, do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.


Para a Esquerda, “equidade” é o resultado de uma relação de soma-zero entre pessoas (ou entre determinados grupos de pessoas) — em que o ganho de uma pessoa (ou grupo de pessoas) representa, necessariamente e sempre, uma perda para outra pessoa ou grupo de pessoas.

Para a Esquerda, para que o negro ganhe seja o que for, o branco tem necessariamente que ser prejudicado.
Meus amigos: isto vai ter que acabar — a bem ou a mal!

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Em 2020, o branco Kyle Rittenhouse baleou três criminosos (negros) em legitima defesa; teve que pagar 2 milhões de US Dollars de fiança depois de vários meses na pildra, e nenhum advogado quis representá-lo.

Há poucos dias, o negro Timothy Simpkins levou uma arma de fogo para a escola, baleou 4 pessoas brancas incluindo um professor, foi libertado com uma fiança de 25 mil US Dollars em menos de 24 horas depois do crime.

Por este andar, o Rui Moreira vai construir canteiros especiais, nas ruas do Porto, para os “jovens” “arrearem a jiga” ecologicamente

Tirei hoje esta fotografia (em baixo) em uma rua da cidade do Porto. Vemos nela três trotinetas eléctricas utilizadas pelos jovenzinhos, e largadas nos passeios, “por aí”. Ao longo da mesma rua, poderíamos ver dezenas de trotinetas largadas, nos passeios. pelos jovenzinhos electrificados.

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Cada trotineta destas custa entre 400 e 500 euros.

Em vez de se preocupar com os salários de miséria dos motoristas da STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA), o progressista Rui Moreira preocupa-se ecologicamente com o transporte individual dos jovenzinhos electrificados.

É o que fez o caso “Selminho”: o Moreira faz tudo o que a Esquerda caviar e “progressista” quiser.