Augusto Santos Silva é o dono do bordel “democrático”

Lembro-me de o CDS ter sido apodado pejorativamente de “direita conservadora” por Manuel Alegre, e no tempo de Paulo Portas; depois deste, veio a Assunção Cristas, e o CDS ficou domesticado pelas invectivas insultuosas, regulares e sistemáticas, de Isabel Moreira. Só faltou à Assunção Cristas pedir-lhe desculpa pelo facto da sua própria identidade.

Ora, como sabemos, nem no tempo de Paulo Portas e do seu amigo panisgas  Adolfo Mesquita Nunes, o CDS pertenceu à “direita conservadora”. santos silva frenologia web

Agora, temos este animal a chamar de “extrema-direita” ao CHEGA.

  1. Defender aberta- e publicamente a família natural (a que G. K. Chesterton chamou de “triângulo de truísmos – pai, mãe, e filho”), parece ser agora da “extrema-direita”;
  2. pugnar pelos símbolos da Nação e da Pátria, passou a ser de “extrema-direita”;
  3. defender a coesão cultural e social da sociedade portuguesa através da limitação da imigração, passou a ser de “extrema-direita”.

Sem defender aqui a frenologia, há que convir, ainda assim, que as protuberâncias da caixa craniana da criatura em questão indiciam um psicopata de alto coturno — à semelhança dos ministros socialistas que agora já vão algemados para a tomada de posse.

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E são estes filhos de uma grande puta que dizem que “o Chega é uma doença fatal para a democracia”.

Em relação à Ucrânia, a Alemanha nem f*de, nem sai de cima

Desde o início do consulado de Angela Merkel, a governação da Alemanha tem-se comportado de uma forma imprevisível, cedendo facilmente às exigências ideológicas da extrema-esquerda e dos herdeiros do estalinismo na Alemanha.

É neste contexto de cedências políticas (por parte de Angela Merkel) a uma extrema-esquerda irracional, que as centrais nucleares foram eliminadas do solo alemão, o que colocou o país em uma posição de dependência extrema do gás da Rússia — não esquecer que a Angela Merkel foi militante da Juventude Comunista na ex-RDA (ver foto); a ideia segundo a qual Angela Merkel é de Direita só cabe na cabeça dos idiotas liberais que alimentam a utopia comunista.

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Foi a mesma Angela Merkel que, em 2015, abriu as portas da Alemanha a cerca de 2 milhões de imigrantes islâmicos, que transformaram a Alemanha em um dos mais inseguros países do mundo.

Quando Angela Merkel caiu em desgraça popular, o sistema político alemão (coordenado pela aliança entre a extrema-esquerda e os plutocratas, mantendo-se assim uma paz laboral) arranjou uma solução: Olaf Scholz, que não se distingue praticamente de Angela Merkel: é praticamente impossível saber a diferença política entre ela e ele.

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Quando a Rússia invadiu a Ucrânia, vimos a Alemanha com as calças na mão a tentar apaziguar Putin — convém dizer que a economia da Rússia é inferior à economia italiana.

Este apaziguamento da Rússia — equivalente contemporâneo ao apaziguamento do primeiro-ministro inglês Chamberlain em relação à Alemanha nazi — é absolutamente irracional se não o virmos sob a óptica da extrema-esquerda que se esconde, nos me®dia, sob uma capa de “liberalismo”.

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O escudo humano pró Putin, na invasão da Ucrânia, é Olaf Scholz.

O que assistimos hoje, vindo da Alemanha, é deprimente: vemos uma grande parte do povo alemão a apoiar a acção bárbara de Putin, porque a elite política alemã (através de Angela Merkel) retirou à Alemanha a sua independência energética. Putin é visto hoje, por uma larga faixa da população alemã, como o salvador da Alemanha — graças a Angela Merkel e Olaf Scholz.

A tolerância de Grayling, e da Esquerda

¿Por que razão os “tolerantes” (ou seja, a Esquerda) aceitam o racismo do negro em relação ao homem branco, mas reprimem ferozmente o racismo branco em relação ao homem negro?

Dizem eles — os tolerantes encartados e com alvará — que “é por razões históricas”: ou seja, o branco actual tem que pagar (ad Aeternum) pelo que os seus antepassados fizeram há 600 anos. Esta é a lógica da “tolerância” de Grayling expressa aqui pela professora Helena Serrão.

No que diz respeito à “tolerância”, parece que existem os “bons intolerantes” e os “maus intolerantes”, dependendo da cor política e ideológica.

É a mesma lógica soteriológica do puritanismo Anabaptista e/ou Calvinista da Idade Clássica: os puritanos calvinistas faziam parte de uma “elite” salvífica e gnóstica constituída por Pneumáticos modernos, que eram uma espécie de detentores da verdade absoluta.

No âmbito da “tolerância”, impera hoje o conceito de “tolerância repressiva” segundo Marcuse: tudo o que vem da Esquerda é bom e tolerável; e tudo o que vem da Direita é mau e intolerável.

O que o texto citado pela professora Helena Serrão não faz, é definir conceitos. Por exemplo, definir “tolerância”; e, depois, saber se existem limites à tolerância; e existindo esses limites, saber quais os critérios que os estabelecem.

Segundo Grayling, a tolerância é definida pela sua própria mundividência particular: “Eu sou tolerante porque a minha opinião é a melhor”. Porém, é preciso saber se a opinião de Grayling é, de facto, a melhor.

Podemos definir “tolerância” como “o princípio fundamentado na igual liberdade das convicções, que exige a não repressão de uma opinião quando esta é contrária a uma outra”.

“Não repressão” significa “não censura” (política).

Porém, é necessário ir mais longe do que a mera definição: a tolerância é um princípio da razão que assenta sobre a ideia do exame livre, na procura da verdade. Ora, isto pressupõe que a Verdade existe. A procura da verdade implica análises racionais, juízo crítico, e a constatação de factos.

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Por exemplo, quando a Isabel Moreira diz que “os géneros (sexos) são construções sociais” e que “não existem sexos naturais”, ela assume estas posições em nome da “tolerância” (e Grayling aplaude).

Ou seja, é uma tolerância baseada na irracionalidade, uma vez que a realidade (a Natureza) nega os princípios sobre os quais ela (a Isabel Moreira) assenta as suas posições.

Hoje há gente “ilustre” que assenta o conceito de “tolerância” na mais abjecta e arbitrária irracionalidade.

Outro exemplo: no Bloco de Esquerda, o racismo negro de Mamadou Ba é, pelo menos implicitamente, aceite. O Bloco de Esquerda nunca critica o racismo negro, porque este partido transformou o Lumpemproletariado na nova classe revolucionária.

Porém, qualquer tipo de resposta ou reacção (vindo da população branca) ao racismo negro faz com que o Bloco de Esquerda rasgue as vestes. Esta é a “tolerância” do Bloco de Esquerda: tudo o que belisque o Lumpemproletariado é heresia, e, alegadamente, em nome da “tolerância”.

O mesmo critério aplicou-se em relação às “vacinas” de tipo mRNA do COVID-19: quem hesitava em tomá-las era intolerante, ignorante, retrógrado, e mesmo “fassista” — quando é público, hoje, que as “vacinas” do COVID-19 não vacinavam nada: apenas faziam parte de um enorme negócio das farmacêuticas (e em nome da “ciência”) cujas consequências para a saúde humana ainda não conhecemos inteiramente.

Semelhante critério de tolerância aplica-se também aos negacionistas do Aquecimento Global Antropogénico que não reconhecem que o CO2 é um gás mortal para o planeta — mesmo sabendo que as plantas alimentam-se de CO2, e que sem CO2 não existiria vida na Terra. E sabendo que a percentagem de CO2 na atmosfera é hoje de 0,004%, e que apenas 3% desse CO2 é produzido por actividade humana, e que apenas 0,1% desses 3% são produzidos por Portugal. Se Portugal se afundasse no mar, o CO2 do planeta não notaria a sua ausência.

A ignorância perversa da Isabel Moreira

Nós, em Portugal, não temos “elite”: em vez disso, temos parasitas. Vamos ter que substituir, na linguagem comum, “elite” por “parasitas”.

Mesmo que existisse uma elite em Portugal, seria sempre uma classe social — em contraponto ao conceito de “escol”, segundo Fernando Pessoa. Porém, não temos elite: temos uma classe de parasitas, muito bem personificada em Isabel Moreira.


A Isabel Moreira escreve aqui o seguinte:

“Se há “acusação” que se vem vulgarizando no espaço público é a de que determinadas opções políticas são negativas porque são “ideológicas”.

A criação deste alegado desvalor é fruto de uma escola advogada do conceito liberal de “Estado agressor”, que, escondendo a evidente carga ideo­lógica desse apego, tenta passar por negativo/ilegítimo tudo o que surja como intervenção estadual. Há vários problemas neste discurso. Por um lado, distorce a essência da política, porque ela repousa em definições ideológicas que são positivas, que diferenciam, das quais brotam escolhas programáticas consequentes.”

Esta linguagem truculenta de advogado de vão-de-escada, faz lembrar o saudoso Olavo de Carvalho quando elaborou no conceito de Imbecil Colectivo: os parasitas (como é a Isabel Moreira) imbecilizam-se uns aos outros, por um lado, e atentam contra a nossa inteligência, por outro lado.

Segundo a Isabel Moreira, qualquer crítica a uma determinada ideologia é, também ela, parte de uma outra ideologia que se lhe opõe: esta é a melhor forma de se impôr uma ideologia, desclassificando assim qualquer tipo de crítica.

A Isabel Moreira tem um arquétipo mental totalitário.

Esta tese (a da Isabel Moreira) é de uma perversidade inaudita — ou talvez só vista entre os mentores jacobinos da Revolução Francesa —, porque torna impossível qualquer tipo de crítica (racional) à ideologia que se perfilhe (e o Expresso do Balsemão publica): por exemplo, a tese da Isabel Moreira seria prontamente aceite por Mao Tsé Tung, ou por Estaline.

A Isabel Moreira tem um arquétipo mental totalitário. Não há, no actual Partido Socialista, personagem tão radical (no sentido jacobino e totalitário) quanto ela — talvez com excepção de Ascenso Simões; mas, ao contrário deste, a Isabel Moreira labora na truculência de um causídico de prostíbulo.

A ideologia não se reduz a uma determinada ideia ou forma de conduzir a política.

isabel-moreira-beleza-webA melhor e única forma de denunciar o radicalismo ideológico é sempre o de definir conceitos. Quando começamos a definir, os pachecos e as moreiras deste mundo fogem a sete pés. Por isso, vamos definir “ideologia”.


A ideologia é um sistema de representações dominantes em uma determinada época, relativamente à qual constituem a vulgarização de uma filosofia mais ou menos inconsciente. Trata-se, de facto, de uma redução/simplificação da filosofia no sentido gnóstico, distópico e totalitarista.

Segundo Hannah Arendt, todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas) contém três elementos de natureza totalitária:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes (delírio interpretativo) que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

Por exemplo: afirmar, como faz a Isabel Moreira, que “um homem é uma mulher” e vice-versa, ou que “os géneros são construções sociais”, faz parte de uma determinada ideologia — desde logo porque se afasta da experiência.

Sem uma teoria da autenticidade (uma teoria acerca daquilo que é autêntico na Realidade, e segundo a nossa experiência intersubjectiva), a noção de ideologia carece (artificialmente) de fundamento — ou seja, em uma analogia: para que valha a pena falsificar bilhetes de teatro, é necessário que existam emissões legais de bilhetes.

Ora, para a Isabel Moreira, não existem emissões legais de bilhetes de teatro: todos os bilhetes são falsos (a realidade objectiva, a dos bilhetes legais, não existe), justificando assim a prevalência da sua própria ideologia (subjectivista) sobre a Realidade concreta.

Estamos a ser governados por parasitas muitíssimo perigosos — seja porque são ignorantes, ou perversos, ou as duas coisas.

Segundo os Me®dia portugueses, “metade do povo brasileiro é fassista”

 

Quando mudamos de canal de televisão em Portugal, parece que todos os canais são o mesmo canal. Todos dizem (pelo menos, implicitamente) que metade do povo brasileiro é fassista.

Para já é só 50%; mas não tarda muito, poderemos ter 60, 70 ou 80% de fassistas entre povo do Brasil! Quem não vota no Lula Ladrão, é fassista. Quem não é corrupto, é corrupto.

A consequência do controlo da Esquerda neomarxista sobre a “Direita liber(an)al”: a desindustrialização da Europa

Os fabricantes europeus de automóveis estão já a reavaliar os seus futuros investimentos, devido aos altíssimos preços da energia.

A desindustrialização da Europa é real, e os moinhos de vento e os painéis solares da utopia não irão resolver o problema — e tudo isto graças à acção política eficaz dos neomarxistas (que incorporam, na ideologia, o utilitarismo, conforme conselho de Peter Singer) acolitados pelos liber(an)ais [de tipo IL (Iniciativa Liberal)].

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agenda 2030 webA questão é a seguinte: ou adoptamos o nuclear, a prospecção do gás natural (incluindo o “fracking), e as hidroeléctricas — ou vamo-nos f*der todos!

Ora, é isto que a Esquerda neomarxista pretende: que nos f*damos todos ! — para que, perante uma crise extrema, exista a real possibilidade de um assalto revolucionário e totalitário ao Poder; e, entretanto, os liber(an)ais [tipo IL (Iniciativa Liberal)] fazem aquilo que sabem fazer melhor: dar o ânus. São os “idiotas úteis” de Lenine.

A ler: “The energy crisis risks dooming the electric car” (em alternativa, ler aqui em PDF).

A Esquerda neomarxista, e os “eculogistas liber(an)ais” — apresentaram (absurdamente) o automóvel eléctrico como solução (abstrusa e milagrosa) para a invenção (globalista e internacionalista) do “veneno do CO2”; mas é precisamente a “solução” que a Esquerda apresentou que inviabiliza a sua própria solução, porque aumentam os preços da energia que irá alimentar os automóveis eléctricos.

Entretanto, o número de pessoas que poderão comprar um automóvel eléctrico aproxima-se do limite possível: andar “montado” em uma viatura, no futuro da utopia eculógica, será uma realidade apenas reservada à elite neomarxista — e quiçá, para alguns liber(an)ais —: o resto do povo irá a pé ou de bicicleta (à boa maneira da China da década de 1960), obrigado à distopia da “cidade 15 minutos”.

Ou seja, a estratégia dos neomarxistas (ajudados pelos liber(an)ais) é a de limitar a mobilidade do povão — mantê-lo controlado dentro dos “15 minutos” da cidade; e mesmo a elite que tiver automóveis eléctricos não irá muito longe, uma vez que as redes públicas de abastecimento eléctrico tornam-se cada vez mais caras e não-confiáveis. Vão ter que carregar a bateria do carro em suas próprias casas e a preços astronómicos.

No último ano, os preços dos automóveis eléctricos novos aumentaram em média 36%, e a oferta (no mercado) de automóveis eléctricos usados é já superior à procura: o automóvel eléctrico constitui apenas cerca de 3% da procura retalhista de automóveis.

Votos de um Bom Ano Novo.

O Partido Socialista — de António Costa e de Isabel Moreira — parece invencível; como os dinossauros desaparecidos

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Em tempo de Natal, o Partido Socialista impõe um discurso de eutanásia e de morte.

A lei da eutanásia — tal como, antes desta, a lei do aborto — serve para que se contribua decisivamente para eliminar o espírito genuíno de Natal da nossa cultura antropológica.

O ódio ao Cristianismo tomou conta do Partido Socialista, com a assimilação política de radicais utilitaristas, como por exemplo, a Isabel Moreira.

A legalização da eutanásia tem menos a ver com o invocado “sofrimento terminal”, do que com uma ruptura cultural radical que se traduz no triunfo do Utilitarismo ateísta na nossa cultura, que retira ao ser humano a sua alma, e trata as pessoas idosas como animais velhos e inúteis.

Essa gente vai ter que pagar isto com língua de palmo.