A soteriologia aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo marxista

O João Távora admira-se pelo facto de um comunista empedernido (americano) defender a ideia da promoção do aborto nos países pobres — alegadamente para “salvar o planeta” do Aquecimento Global Antropogénico: é a soteriologia  aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo comunista.

Porém, a soteriologia aquecimentista só se aplica no Ocidente: é o principal instrumento da sinificação dos países ocidentais que possuem (ainda) uma cultura política democrática que (segundo os comunistas ocidentais travestidos de “democratas”) é preciso erradicar.

A soteriologia aquecimentista não se aplica na China, que, por sinal, é o país do mundo que mais emite CO2 1 e sem qualquer “remorso”: a China está a construir geradores eléctricos a carvão que irão produzir (ainda) mais 300GW, até 2030; e a Índia tem programada a extracção de vários milhares de milhões de toneladas de carvão, até 2025.

E, enquanto isto, os comunistas no Ocidente clamam pelo dia do juízo final da Mãe-terra, e apelam à miséria humana (material e ética) em nome da “salvação da humanidade”.

Pela primeira vez na História, a Esquerda defende actualmente um retrocesso do nível de vida das massas trabalhadoras.

Hoje, as elites de Esquerda defendem o fomento activo da miséria (material) humana 2.

Ainda assim, imagine-se a estupefacção do João Távora quando souber que um “cientista social” esquerdista sueco defende a ideia segundo a qual é necessário promover o canibalismo na cultura antropológica dos países ocidentais, para salvar o planeta.

Até agora, os comunistas “doavam o corpo à ciência”; não tarda nada, os comunistas irão “doar os seus corpos” ao talho mais próximo.

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Notas

1. não é verdade que o CO2 cause o aquecimento do planeta: um novo estudo científico irlandês demonstra que os chamados “efeitos de gases de estufa” não causam o Aquecimento Global

2. E o papa Chicuzinho apoia a actual Esquerda

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O Arcebispo Jorge Ortiga e o seu marxismo encapotado

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“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.

O diabo elege, a cada século, um demónio diferente para tentar a Igreja Católica. O actual é singularmente subtil: a angústia da Igreja Católica perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus.

O diálogo entre os comunistas e os católicos tornou-se possível desde que os comunistas falsificam Marx e os católicos deturpam Cristo.

Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento”.

Nicolás Gómez Dávila

O Rui Rio está fodido; e o José Pacheco Pereira a tocar guitarra

Entrevista a Catarina Martins:

O programa do Bloco de Esquerda é social-democrata”.

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O Rui Rio vê-se assim enrabado de forma indolor, ou seja, com anestesiante.

Porém, o José Pacheco Pereira toca guitarra, canta e dança (tudo ao mesmo tempo), não só porque “o Bloco de Esquerda é social-democrata”, mas também porque a Catarina Martins diz que “a nacionalização de toda a Banca não é um papão”.

Nunca o estrábico José Pacheco Pereira andou tão feliz!

JPP-ZAROLHO

O conceito de “despotismo do absurdo”, e a Estimulação Contraditória

A Helena Matos escreve aqui:

« Não por acaso tudo neste nosso corpo se tornou pretexto para aplicação de uma moldura ideológica: o corpo tem sexo mas ao sexo há que aplicar a grelha do género. Se do sexo passarmos para a cor da nossa pele entramos no despotismo do absurdo: oficialmente combate-se o racismo mas simultaneamente racializa-se de forma obscena a sociedade.

Veja-se a candidata por Lisboa do partido Livre que transforma a sua candidatura numa questão de cor de pele, declarando esta coisa que seria patética não fosse um exercício de má fé: “Os eleitores vão decidir se desejam uma mulher negra no Parlamento”…»



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O “despotismo do absurdo” é o mesmo que Estimulação Contraditória:


« O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

estimulacao-contraditoria-webIsso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa sequência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável.

Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reacção automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialéctica, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão.

Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objecto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca se trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar protecção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor. »

→ Olavo de Carvalho, inEngenharia da confusão

Viktor Órban, o primeiro-ministro da Hungria, esteve no santuário de Fátima

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, esteve há poucos dias no santuário de Fátima.

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Os me®dia portugueses calaram a visita, e um primeiro-ministro de um país da União Europeia (a Hungria) não foi sequer recebido por um qualquer membro do governo português (nem que ele fosse recebido por um qualquer sub-secretário-de-estado!).

A lógica política da puta chamada Isabel Moreira

A grandessíssima puta que é a Isabel Moreira escreveu que “os tarados do CDS”  “vergaram” a Assunção Cristas, no que diz respeito à adopção da Ideologia de Género nas escolas primárias portuguesas.

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Veja bem, caro leitor: para o supracitado coirão do Tinder, criticar a Ideologia de Género e não concordar com a agenda política dessa ideologia, é (alegadamente) uma característica de “tarados”.

Há — da parte daquela grandessíssima puta — uma inversão de valores: os verdadeiros “tarados” (isto é, os da laia daquela mulher de meia-porta) que pretendem impôr (na cultura antropológica portuguesa) a sexualização de crianças da escola primária, são (alegadamente) “as pessoas sãs”; e as pessoas que criticam a sexualização das crianças passam a ser (segundo aquela monumental puta) “os tarados”.

Trata-se de um caso de projecção psicológica, que se manifesta através da inversão da culpa.

Ou seja, quem não concorda com a sexualização das crianças de tenra idade passa a ser “tarado” (segundo aquela magnificente espécime de gado vacum).


Ademais, aquela referida vacaaquela pechenga, grande reputenga, assinalável piriguete, notável vadia barregã, notória galdéria e pomposa rameira, vacão de primeira apanha, cuarra e putéfia de terceira classe, aquela quenga descomunal — demonstrou [por intermédio do seu (dela) textículo] que, a Esquerda em geral e o Partido Socialista em particular, pretendem controlar o discurso político dos partidos da chamada “Não-esquerda” (ou seja, o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas).

Para aquele vacarrão  juridicamente estruturado, a Assunção Cristas terá “mijado fora do penico” quando criticou a aplicação da Ideologia de Género a crianças da escola primária.

Quando eu me referi (neste verbete) aos “comissários políticos” do (novo) “Totalitarismo de Veludo”, referia-me a gentalha da espécie daquela supracitada grandessíssima alternadíssima.

Porém, a prostiputa enganou-se: a Assunção Cristas não se “vergou”, coisa nenhuma; a Assunção Cristas é mãe, salvo erro, de quatro filhos — coisa que a quenga pechenga Isabel Moreira não é, nem será: aquela cavalgadurabicha de Angola” nunca pariu nada relevante na sua (dela) miserável vida, e, por isso, não possui o instinto maternal de quem sabe (por experiência própria) que uma criança pré-pubescente não deve ser sujeita à sexualização por parte dos adultos.


Adenda: ficheiro PDF do texto referido.