O filho-de-puta do monhé pretende cancelar o Natal dos portugueses

¿Não há ninguém que lhe dê um tirinho na moleirinha?!

costa a fumar web

Recebo a notícia de que o emblemático Café Majestic, no Porto, fechou as portas — depois de 98 anos consecutivos de funcionamento. Só o filho-de-puta do monhé poderia conseguir um feito destes….

Em contraponto ao Toque de Midas: em tudo o que o monhé toca, transforma-se em merda. Temos o Toque de Midas, por um lado, e o Toque do Merdas, por outro lado.

Esta coisa de um filho-de-puta de um monhé qualquer pretender proibir a celebração do Natal a uma nação de tradição católica, faz com que seja legítimo arrancarmos o mal pela raiz.

Quando a opinião dos me®dia pretende fazer a realidade

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.

“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)

globalismo-davos-webEstaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!

E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.

A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.

Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.

O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.


Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.

A linguagem ideológica é inimiga da mente científica

1/ Quando invocamos sistematicamente figuras de autoridade de direito, assinalamos a fraqueza do nosso discurso e dos nossos argumentos — porque não nos conseguimos afirmar, por moto próprio e através da nossa argumentação, mas antes recorremos a figuras de autoridade ideológica, alegadamente (e falsamente) reputadas de “científicas”.

O problema da invocação da autoridade de direito coloca-se apenas quando não acrescentamos mais nada ao nosso discurso senão a própria invocação da autoridade de direito, considerada apenas em si mesma.

Mamado Ba e a morte do homem branco

“Um declínio na coragem pode ser a característica mais marcante que um observador externo nota hoje no Ocidente …
Tal declínio da coragem é particularmente notada entre as elites dominantes e intelectuais, causando a impressão de uma perda de coragem por parte da sociedade inteira.”

→ Aleksandr Solzhenitsyn

Verificamos, por exemplo, neste vídeo, como o Mamadou Ba não diz nada de coerente e concreto, senão escorando-se em uma putativa autoridade de direito de algumas personagens que ele invoca — trata-se de um certo “intelectualismo” próprio da negritude marxista, próprio de uma certa mentalidade de colonizado que marca o complexo de inferioridade do negro marxista radical.

2/ Imaginem que um branco emigre para um país africano e tenha publicamente uma linguagem racista (contra o negro) do calibre demonstrado por Mamadou Ba em relação ao homem branco.

Quando o Mamadou Ba, vivendo em Portugal, vem defender publicamente “a morte do homem branco”, confia, por um lado, na cobardia da ruling class portuguesa (aquilo a que Aleksandr Solzhenitsyn chamou de “declínio da coragem do Ocidente”), e por outro lado confia também que essa cobardia das elites se estende à sociedade inteira.

Porém, a ideia (preconcebida pelos radicais) segundo a qual “a cobardia das elites já infectou a populaça”, é enganadora: o fenómeno do partido CHEGA está aí, bem vivo, para dizer aos radicais que o “declínio da coragem” das elites não contaminou o povo português.

3/ O Mamadou Ba pensa que pode, de forma incólume, emigrar para Portugal e invocar publicamente “a morte do homem branco” (nem que seja, simbolicamente, a morte da cultura portuguesa), e através dessa posição radical, eticamente repreensível e politicamente insustentável, tirar dividendos políticos e pecuniários. E, para esse efeito, conta com o “declínio da coragem” das elites, putativamente extensível a todo o povo.

Penso que chegou a hora de recambiar o Mamadou Ba para o Senegal.

O filho do Fidel Castro proibiu o aborto… de símios

O governo do Canadá, cujo primeiro-ministro é o filho de Fidel Castro, decretou a santidade da vida uterina dos macacos — por exemplo, passa a ser proibido por lei a extracção de embriões das macacas, e passa a ser proibido abortar fetos das macacas.

Há muitas crianças (humanas) abortadas no Canadá que certamente gostariam de ter nascido macacas.


“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.” — (G. K. Chesterton)

darwin macaco web

A aleatoriedade, entendida estritamente enquanto tal, é uma forma de determinismo

Niels Bohr afirmou que “quem não desespera com a teoria quântica, não a entendeu” [“Atomic Physics and Human Knowledge”, 1958, pág. 56]. Ou seja: qualquer abordagem à teoria quântica, do ponto de vista filosófico, é muito difícil (e do ponto de vista lógico-matemático, também).

Lendo este texto publicado pela professora Helena Serrão, estava eu a concordar com ele quando passei a discordar (passo o truísmo) a partir do ponto em que o respectivo autor nos diz que “o que a indeterminação (quântica) nos dá, é aleatoriedade”. O autor diz-nos que, na realidade quântica, as coisas acontecem de forma aleatória, ou seja, sem que exista uma ordem racional intrínseca e/ou definível pelo observador humano.

Porém, em boa verdade, a casualidade e a-casualidade (aleatoriedade), no domínio atómico, não são a expressão dos nossos conhecimentos humanos limitados, mas antes são constitutivas desse domínio da realidade. Por isso, falamos em “probabilidade objectiva”, em contraposição a uma probabilidade meramente subjectiva (aleatoriedade) baseada apenas no nosso desconhecimento das razões causais dos fenómenos.

Ou seja: não se trata de “indeterminação quântica => aleatoriedade”: trata-se, em vez disso, da expressão, por assim dizer, de uma vontade objectiva que é, na sua acção, independente da vontade do ser humano, e que tem as suas próprias razões que são independentes do nosso conhecimento ou desconhecimento circunstancial destas.

A tendência para uma ocorrência / acontecimento, no espaço-tempo, decorre de uma probabilidade (ou possibilidade) objectiva que é independente da vontade do observador humano — embora não possamos separar a matéria, por um lado, da pessoa ou do modo como a pessoa observa, por outro lado, na medida em que a observação é uma forma de medição, e a medição perturba e/ou revela o resultado da acção objectiva das “possibilidades quânticas” [Wheeler].

Por esta razão é que, por exemplo, as câmaras nocturnas de vigilância em vídeo, providas com feixes de infra-vermelhos, conseguem detectar e gravar a chamada “actividade paranormal” (observar é medir, e medir é perturbar o comportamento das partículas elementares = princípio de Heisenberg).