O que os me®dia portugueses se recusam a noticiar: austríaco amputa uma perna depois de tomar a vacina do COVID-19

Três semanas depois de ter tomado a vacina da COVID-19, o senhor Goran D., austríaco, sofreu uma embolia pulmonar e uma trombose venosa profunda na perna direita.

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Para os cabrões vendidos, da maioria dos “jornaleiros” portugueses, isto não é notícia: o que é importante é andarem caladinhos, para receberem os 15 milhões de Euros oriundos do governo globalista do Monhé das Cobras.

E, com jeitinho, o Mentígrafo ainda vai dizer que a notícia é “fake news”…

Perguntem a um médico!: tomar no cu faz mal à saúde !

Bem sei que está na moda, tomar no cu; mas nem tudo o que está na moda faz bem à saúde.

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Se um indivíduo é adulto e quer tomar no cu, o problema é dele: já é maior e vacinado, e toma onde quer. Mas as crianças têm que ser protegidas da aberro-sexualidade e dos pedófilos.

Senão, vejamos os factos e os números (fonte):

  • os homossexuais representam cerca de 2% da população total;
  • são responsáveis por cerca de 33% dos actos sexuais pedófilos;
  • 23% das crianças com “duas mães” (lésbicas) foram sexualmente abusadas;
  • 67% dos doentes com SIDA são homossexuais;
  • Em média, um homossexual tem cerca de 1000 parceiros sexuais durante a sua vida;
  • 78% dos homossexuais têm DST (doenças sexualmente transmissíveis);
  • 33% dos homossexuais adultos admitem ter tido relações sexuais com menores de idade;
  • 47% das pessoas LGBTQPBBQ+ foram violadas sexualmente por um adulto durante as suas infâncias.

Portanto, aconselho o João Cotrim de Figueiredo, que já é adulto, a ir tomar no cu — para, a seguir, poder contribuir para sobrecarregar o Serviço Nacional de Saúde que ele tanto repudia.

Meus caros: tomar no cu é um problema grave de saúde pública (perguntem a um médico!), e contribui activamente para uma séria crise cultural e civilizacional.

O monhé manhoso já merece uma lápide

“O momento, registado por uma mãe em vídeo, mostra cinco agentes armados, da Guarda Nacional Republicana (GNR), em Vila Pouca de Aguiar, a levar a filha depois de alegadamente terem ameaçado arrombar-lhe a porta de casa.

(…)

A menina de 12 anos foi retirada da guarda da mãe, divorciada e desempregada, por alegadamente recusar-se a usar máscara na escola, tendo sido levada para a casa da avó paterna.”

Os portugueses têm que deixar de ser “mansos”; quando um desses “cães grandes” do Terreiro do Paço “amochar”, pode ser que os cabrões comecem a ter mais respeito pelo povo.

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Na Alemanha, o embrião de uma galinha vale mais do que o embrião de um ser humano

O parlamento alemão fez passar uma lei que proíbe que os embriões de galináceos, com 6 dias de existência, sejam mortos — alegadamente porque os embriões são “sensíveis à dor”. A mesma lei proíbe a morte dos embriões por causa da prática de selecção de sexo dos futuros galináceos.

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Na Alemanha, a vida de um embrião de uma galinha está mais protegida do que a de um embrião humano — na Alemanha, o aborto de embrião humano é legal até ao fim do primeiro trimestre de gravidez; e mesmo por outras razões facilmente invocáveis, o aborto pode ser legal, mais tarde durante toda a gravidez.


“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.”

(G. K. Chesterton)