Dualidade de critérios das elites políticas a favor do Islão (2)

 

Vemos na primeira imagem a reacção do esquerdista Corbyn ao massacre de “cafres” em Manchester por parte dos supremacistas islâmicos.

E na segunda imagem vemos a reacção da dita avantesma em relação ao recente massacre de muçulmanos na Nova Zelândia . 

Este é apenas um dos muitos exemplos da atitude enviesada das elites de Esquerda em relação ao Islão.

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Morreu um porco

 

“Le cardinal et archevêque de Malines-Bruxelles Godfried Danneels est décédé ce jeudi 14 mars 2019 à son domicile de Malines ce jeudi à l’âge de 85 ans”.

O Portugal político digladia-se entre duas utopias que se anulam

 

Ele há (actualmente) a utopia da Esquerda, que é resumida pela Teoria Crítica e pela tolerância repressiva do marxismo cultural (ou aquilo a que se convencionou chamar de “política identitária”, ou “política das identidades”) do Partido Socialista, do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), do Bloco de Esquerda, e um pouco do Partido Comunista; mas há outra utopia, aquela que pretende uma Direita da anomia social, culturalmente pulverizada ou culturalmente neutra (a ilusão utópica da “neutralidade”), a Direita do individualismo radical que não se preocupa minimamente com o sentido dos fins e dos valores que a prática histórica e das comunidades pressupõe.

Esta é a Direita utópica que se manifesta assim:

“Já ganhamos: juntar pessoas que se afirmam de direita, sem complexos, sem contabilidades de pénis, de cor de pele, origem, religião ou actividade sexual são o pesadelo dos instalados”.

É esta Direita utópica que gerou o Rui Rio que agora se diz próximo do Partido Socialista de António Costa. As utopias convivem amiúde entre si; alimentam-se umas das outras. É esta Direita utópica que gerou a Assunção Cristas que coloca o valor da paridade de sexos acima do valor do mérito, e aprova leis do Bloco de Esquerda sobre a permissão da devassa das contas bancárias privadas.

Por exemplo, a interpretação utópica (neutral) desta Direita, acerca dos Direitos do Homem, pretende expressar o ponto de vista do homem como tal, abstraindo de qualquer determinação histórica ou de qualquer determinação cultural (a tal Direita “sem quaisquer contabilidades”).

Porém, em bom rigor, a pretensão de aceder a critérios de avaliação neutros é ilusória, porque a construção de qualquer concepção acerca da realidade (da sociedade e da justiça) insere-se no contexto de uma tradição prática particular que é portadora de critérios, e é pressuposta por uma compreensão específica do que é racional do ponto de vista prático.

A crença na possibilidade de princípios e de regras universais (ou seja, regras independentes da cultura antropológica, ou de regras independentes das tradições práticas), não exprime senão o ponto de vista de uma tradição particular que é a tradição do individualismo radical que, como qualquer outra tradição ideológica, possui os seus próprios modelos de justificação racionalizada e os seus próprios textos de referência ideológica.

Ou seja, a crença de que é possível reunir (em Portugal) num mesmo movimento político de Direita, por exemplo, um eunuco do califado, um negróide do Burkina Fasso, um cidadão da Coreia do Norte, um animista do bantustão, e um fanchono da Lapónia — esta crença faz parte de uma ideologia, ou seja, de uma utopia.

No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.

 

Vejo esta notícia : ″Sexo sem consentimento é violação.″ PAN e BE pedem alteração à lei.


Para mim, é perfeitamente claro que “sexo sem consentimento é violação”.

O problema que se perfila é o de que a Esquerda pretende que o conceito de “sexo sem consentimento” dependa exclusivamente da subjectividade da mulher e da sua declaração unilateral de “não-consentimento”.


No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.


Ou seja: parece-me que, segundo a lei do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) e do Bloco de Esquerda (a que se junta o Partido Socialista de António Costa, e provavelmente o partido de Esquerda que é o PSD de Rui Rio), basta que a mulher afirme que não houve consentimento para um determinado acto (hétero) sexual — e mesmo que não exista qualquer tipo de violência ou coacção! — para que o homem possa apanhar 5 anos de prisão.

Se eu estiver errado no meu raciocínio, por favor corrijam-me!.

Se o meu raciocínio estiver correcto, o que a Esquerda pretende é — pura e simplesmente — instituir a estigmatização social do homem heterossexual, criminalizando o simples desejo sexual masculino e natural em relação às suas esposas e namoradas, fazendo com que as experiências sexuais negativas de algumas mulheres feministas se transformem em “abuso sexual” generalizado por parte dos homens, concedendo às feministas na política o Poder escorado em leis sancionadoras que determinem a natureza de toda e qualquer interacção (sexual e não-sexual) entre homens e mulheres.

Como diz Janice Fiamengo : “o poder de definir a realidade é o maior Poder que é possível ter, e o que o feminismo pretende é retirar ao homem a capacidade de ter voz, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

O GAB DISSENTER permite comentar nas redes sociais sem censura política

 

As redes sociais são actualmente patrulhadas pelo esquerdalho, e de tal forma que basta uma qualquer palavra politicamente incorrecta escrita para que um comentário seja apagado ou censurado.

O GAB criou a aplicação DISSENTER para o Google Chrome  (não sei se existe esta aplicação para outros browsers), que permite que as pessoas (que não sejam de Esquerda) possam trocar ideias e comentar livremente, ou seja, sem a censura política dos filhos-de-puta da Esquerda.

Dissenter Extension - Chrome Web Store

O puritanismo esquerdista do FaceBook

 

Os puritanos esquerdistas do FaceBook suspenderam-me por 30 dias (outra vez!) porque eu partilhei este artigo do Blasfémias.

Já não se pode dizer “paneleiro”, porque os paneleiros ficam ofendidos. Ora, se é verdade que um paneleiro é paneleiro, ¿por que razão se ofendem?!

Mas calha bem, estes 30 dias: vou apagar a conta do Facebook. É o Zuckerberg que precisa de nós, e não o inverso.

Puta-que-pariu a “igualdade” !

 

Há alguns anos tem estado em vigor o Princípio de Peter; hoje vigora o Princípio da Maria.

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Em nome de uma estratégia supostamente infalível para promover a “justiça” e a “igualdade”, morreram dezenas de milhões de pessoas em dezenas de revoluções socialistas sempre fracassadas.

O democrata socialista corta as cabeças dos indivíduos, em nome da “igualdade” — porque é a cabeça que faz a desigualdade. O bom socialista que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa democrática.

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Os filhos-de-puta dos políticos esquerdistas que temos confundem (propositadamente) “igualdade” e “identidade” — desde logo recusando a categorização dos seres humanos: reproduzem fielmente as ideias jacobinas de Rousseau, que foi o primeiro a isolar totalmente o indivíduo face a um Estado plenipotenciário.

A “igualdade”, propriamente dita, parte do princípio de que os indivíduos têm uma dignidade ontológica comum; mas em tudo o resto os indivíduos são desiguais — a não ser que os socialistas decapitem a população inteira em nome da “igualdade”.

Igualdade ontológica, por um lado, e justiça, por outro lado, são coisas diferentes. A desigualdade social não é injusta em si mesma: a desigualdade é compatível com a justiça.

O Ludwig Krippahl, o alegado “espírito científico” e a negação das categorias

 

O esquerdista que se preze é anticientífico (ou acientífico) — mesmo quando se diz “cientista” (ou “professor em ciências”, o que vai dar no mesmo), como se pode ver neste trecho:

“Joana Bento Rodrigues publicou uma opinião polémica, especialmente vinda de uma mulher. Segundo ela, «as características mais belas da mulher» e o «potencial feminino» são que «Gosta de se arranjar e de se sentir bonita. Gosta de ter a casa arrumada e [ …] das tarefas domésticas». Há dois erros fundamentais nisto. O mais óbvio é que, se bem que sejam opções de vida legítimas, as mulheres não são todas iguais. São pessoas e, como tal, há-as de muitos feitios e gostos”.

A categoria “mulher” tem determinadas características endógenas (biológicas, psicológicas, etc.) que são maioritária- e estatisticamente confirmadas pela experiência; mas o esquerdista típico nega essas características gerais e generalizantes em nome da eventual existência de excepções (nominalismo radical) — seria como se um médico negasse categoricamente a eficácia de um determinado antibiótico por causa das excepções em relação à posologia do mesmo.

O esquerdista, em geral (juízo universal), é anticientífico (ou acientífico) mas, alegadamente, sempre em nome da “ciência” (cientismo).

O ateu Jean-Paul Sartre nunca perdoou a Deus a Sua inexistência

 

É preciso dizer à professora Helena Serrão que a negação da metafísica é, ainda assim, uma metafísica.

Quando Jean-Paul Sartre nega a metafísica, labora na metafísica — só que é uma metafísica que estabelece o limite existencial da espécie humana nos satélites artificiais que circulam em redor do planeta Terra.

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Por outro lado, existe uma contradição entre a “liberdade de Sartre” e o Estado marxista que ele defendeu: uma multidão igualitária e, por isso, homogénea, não reclama a liberdade; só em uma sociedade hierarquizada, e de classes bem marcadas, o homem pode ser livre.

Ao contrário do que Sartre preconiza, a liberdade não é um fim em si mesma, mas antes é um meio: e quem toma a liberdade como um fim não sabe o que fazer com ela, quando a obtém. Quando entendida como um ideal supremo existencial, a liberdade é o primeiro passo para o niilismo final.

Na sociedade moderna, onde se professa um determinismo científico, a defesa da “liberdade” é um “retrocesso” cristão — e é uma contradição intrínseca do marxista Sartre.