A direcção do FC Porto deve abster-se de declarações públicas político-partidárias

Não é a primeira vez que alguns comentadores oficiais de futebol do Porto Canal defendem posições políticas do Bloco de Esquerda. Mas, mais grave, são algumas opiniões proferidas pelo director de comunicação do FC Porto — seja no Porto Canal, seja no Twitter — que coincidem nitidamente com posições políticas do Bloco de Esquerda.

O FC Porto não é um clube de esquerda, e muito menos da extrema-esquerda.

Ou melhor dizendo: se o Francisco J. Marques pensa que o FC Porto é um clube de esquerda, então convém que faça disso alarde público, para que sócios como eu deixem de pagar as quotas. E o mesmo se aplica a Pinto da Costa.

O Benfica agradece ao Marega e ao “efeito Joacine”

1/ Na época 2016/17, o Marega foi jogador do Vitória de Guimarães; durante um determinado jogo do Vitória, um grupo de espectadores— vou repetir: um grupo — berrou repetidamente “Marega vai pró caralh*”. Acto contínuo, o Marega intempestivamente saiu do campo de jogo, deixando a sua própria equipa a jogar com menos um jogador. O Marega borrifou-se para a sua equipa: o que interessou ao Marega foi contrariar esse grupo de adeptos, e afirmar publicamente que não estava disponível para ir “pró caralh*”.

O Marega é isto. O Marega tem um ego do tamanho do universo e uma inteligência de galinha.

2/ Eu vi o jogo de ontem (entre o Vitória e o FCP) pela televisão e não me apercebi de quaisquer invectivas racistas, vindas do público, contra Marega.

3/ Os 2 (dois) comentadores da SPORT TV1, que estavam no campo de jogo, também não se aperceberam de quaisquer insultos racistas vindos das bancadas, dirigidos ao Marega.

4/ O treinador do Vitória não se apercebeu de qualquer insulto racista contra Marega. Não tenho razões objectivas para duvidar da palavra dele.

5/ Não quero dizer com isto que não tenham existido insultos racistas contra Marega; o que eu coloco racionalmente em causa é a dimensão do problema criado pela interacção desse pequeno grupo de adeptos, por um lado, e Marega, por outro lado; e esse problema foi alimentado pelos me®dia. O Marega sabia bem o que estava a fazer.

Provavelmente terá sido um grupelho de 30 a 50 adeptos do Vitória a insultar Marega; e este pequeno incidente foi transformado, pelos me®dia, controlados pela extrema-esquerda (por exemplo, pelo radical emasculado Miguel Guedes, na TVI24), em uma espécie de desastre nacional.
De repente, “Portugal é um país profundamente racista” (como afirmou o Pedro Marques Lopes; excepto ele, obviamente: ele parece não ser português).

6/ Graças ao Marega e ao seu incomensurável ego e cérebro de galináceo, os me®dia falaram mais do “racismo de todos os portugueses” do que da vitória do FC Porto. Veio mesmo a calhar aos me®dia lisboeiros. O Benfica agradece ao Marega e à Joacine “Vai-te Katar” Moreira. Talvez tenha chegado o momento de mandar o Marega “pró Benfica”.


Nota: eu sou sócio do FC Porto.


Adenda: a cultura de vitimização, adoptada pelas “elites”

O teórico esloveno Slavoj Žižek contou uma anedota que caracteriza bem a Esquerda actual.

Numa sinagoga, o rabino rasga as vestes, gritando:

“Ó Javé, eu sou um pecador e não mereço a tua misericórdia!”.

E um judeu rico, chamado ao púlpito, secundou o rabino:

“Ó Javé, não tenhas pena de mim e castiga-me, porque sou um pecador!”.

E um judeu pobre, andrajoso, tartamudeou na plateia:

— “Ó Javé, ajudai-nos que somos todos pecadores!”

E diz o judeu rico para o rabino, apontando para o judeu pobre:

— ¿Quem é que essa criatura pensa que é?!!!

A legalização da eutanásia: a irracionalidade volta a estar na moda

Eu penso que a Manuela Ferreira Leite é socialista; aliás, o PEC (Pagamento Especial por Conta) foi uma das pérolas instituídas pela Manuela Ferreira Leite quando foi Ministra das Finanças do primeiro-ministro Durão Barroso (salvo erro). Ora, o PEC arrebentou sistematicamente com as pequenas empresas ao longo de quase duas décadas.

Porém, em questões de ética, Manuela Ferreira Leite não é de Esquerda; ou melhor dizendo: não é da Esquerda utilitarista — como por exemplo o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista, o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) ou o LIVRE.

Podemos ver aqui uma entrevista da Manuela Ferreira Leite à TVI acerca da legalização da eutanásia.


Em termos gerais, concordo com o que o João Távora escreveu aqui:

“A lógica da eutanásia (…) está directamente ligada à atomização da sociedade e ao desaparecimento progressivo das antigas comunidades de proximidade, nomeadamente a família alargada, coesa e solidária.”

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Porém, a “lógica da eutanásia” (se é que existe uma “lógica” subjacente à eutanásia que não seja a negação da própria Lógica) vai para além da anomia:

1/ em nome da promoção de uma putativa “liberdade individual”, os ditos “libertários” fortalecem o poder de vida e de morte em relação aos cidadãos, por parte do Estado — o que é uma contradição em termos.

Em boa verdade, a promoção da “liberdade individual” não passa certamente pela promoção do aumento do Poder do Estado sobre a vida e morte das pessoas — leia-se, pela promoção de uma cultura da eutanásia em hospitais do Estado.

2/ o marxismo cultural (ou o politicamente correcto actual) — ou seja, Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN (Pessoas-Animais-Natureza), e parte do Partido Socialista e do PSD — é uma utopia negativa, porque se concentra na crítica dissolvente da nossa sociedade real.

A crítica feroz em relação à nossa sociedade, por parte do actual politicamente correcto — Bloco de Esquerda, PAN (Pessoas-Animais-Natureza), LIVRE, Partido Socialista e parte do PSD — , é negativa porque não possui conceitos capazes de superar a distância entre o presente e o futuro: quaisquer que sejam as possibilidades reais que a nossa sociedade actual apresente em relação ao futuro, o marxismo cultural (principalmente o Bloco de Esquerda) não nos revela quais são essas possibilidades, limitando-se a negar o sistema em que se baseia a nossa sociedade actual, e na sua totalidade. É uma agenda política totalitária.

Ou seja, a legalização da eutanásia faz parte de uma agenda política de acção destrutiva (aparentemente, sem pensar nas consequências) em relação ao sistema em que se baseia a nossa sociedade actual. É uma “política de picareta”. O que interessa (ao politicamente correcto) é destruir a cultura vigente (Gramsci).

“¿E quais as consequências da destruição da cultura antropológica actual? Bem… logo se verá!”

Para o Bloco de Esquerda, todos os meios (literalmente “todos”) são legítimos para destruir a cultura antropológica actual; trata-se da defesa do desmantelamento da Razão. A irracionalidade volta a estar na moda.

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Ó Diogo Faro: levanta esse focinho!, e fareja!

Um palerma, de seu nome Diogo Faro, escreve o seguinte:

“A Cristina [Miranda] é anti-feminista, logo, essencialmente é contra a igualdade de género.”


pass-auf-ao-burro-webOu seja, o asno parte do princípio de que as feministas [em geral] são “a favor da igualdade de género”.

Desde logo, não sabemos o que ele quer dizer com “igualdade”: ¿será que “igualdade”, na opinião do burro, é o “direito” da mulher a ter um pénis? — porque se a uniformidade sexual dos dois sexos for um critério de igualdade, nem vale a pena continuar a “cumbersa”!

Se as feministas (em geral) fossem a favor da igualdade de direitos naturais dos dois sexos” (é nisto que consiste verdadeiramente a “igualdade de género”), então seriam elas (as feministas) as primeiras a criticar a condição feminina nos países de maioria islâmicao que não acontece!, devido à aliança entre Karl Marx e Maomé.

O chamado “feminismo” é um instrumento ideológico e de acção política do neomarxismo.

Ao lermos o texto todo do burro Diogo, verificamos o enorme problema de indigência cognitiva em Portugal: é gente desse calibre que controla a política e os me®dia!

É caso para dizer: Ó Diogo Faro: abre esses olhos, mula! Levanta esse focinho, e fareja!


Nota: embora o textículo do asno em epígrafe seja de 8 de Fevereiro de 2020, o texto original da Cristina Miranda é de 4 de Março de 2019.

O Partido Comunista é o único partido da Esquerda que (ainda) não é utilitarista

«Lucas Pires argumenta que a “eutanásia é uma visão utilitária da vida” e esquerda “devia ser contra”, tal como é contra o consumismo noutras áreas.»

“Eutanásia é uma visão utilitária da vida” e esquerda “devia ser contra”


O Jacinto Lucas Pires está equivocado: nem toda a Esquerda tem uma “visão utilitária da vida”.

O único partido da Esquerda que (ainda) não é utilitarista é o Partido Comunista; aliás, na esteira do próprio Karl Marx, que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês”.

O próprio Álvaro Cunhal (o ex-Secretário-geral do Partido Comunista), no seu livro “O Aborto – Causas e Soluções”, confessa que hesitou muito — e reflectiu ainda mais — antes de defender a legalização do aborto, precisamente por causa do carácter utilitarista da lei do aborto (e, por isso, não consentâneo com a pureza da doutrina marxista).


Toda a doutrina utilitarista encontra-se condicionada por duas proposições antitéticas ou contraditórias entre si:

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  • uma proposição positiva (axiomática de interesse próprio), que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista — por exemplo, Rui Rio do PSD ou José Pacheco Pereira; “libertários” de Esquerda que mais não são do que prosélitos do marxismo cultural, como Rui Tavares; a maioria da elite do Partido Socialista; e grande parte dos militantes do Partido Social Democrata;
  • e uma proposição normativa (axiomática sacrificialista), que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do “maior número” — por exemplo, Catarina Martins do Bloco de Esquerda, alguns quadros do Partido Comunista (excluindo Jerónimo de Sousa);

Todo o utilitarismo mistura, em proporções infinitamente variáveis e dependente apenas da discricionariedade política das elites, uma axiomática do interesse e uma axiomática sacrificialista, que é simultaneamente um encantamento pelo egoísmo e uma apologia do altruísmo, e tentativa de reconciliar um ponto de vista ferozmente individualista e uma vertente colectivista, globalizada e holista.

Bloco de Esquerda, Partido Socialista, e PSD actual são partidos que perfilham o princípio ético de Bentham — o da maior felicidade para o maior número possível”: mas quem não faz parte do “maior número” … está f*d*d*!

A tentativa de normalização da política identitária e multiculturalista no Direito português

Uma professora de Direito, de seu nome Ana Paula Dourado, escreveu o seguinte (ler em ficheiro PDF):

“… o estrangeiro (isto é, o imigrante) pode reagir às adversidades do país de destino (neste caso, Portugal) com perda de auto-estima, isolamento, incapacidade de submissão às regras da cultura dominante, sem ter consciência dos motivos que o levam a cometer crimes.”


Em primeiro lugar, penso que os professores de Direito deveriam dedicar-se ao Direito, e deixar a ética para os filósofos.

Depois, o tipo de raciocínio da dita senhora é típico da extrema-esquerda identitária (marxismo cultural pós-modernista) — e por aqui vemos como as universidades portuguesas estão já ideologicamente “minadas”.


Os crimes praticados pelos imigrantes são vistos (pela dita senhora) como produtos de um determinismo sócio-cultural — como terá sido o caso daquele assassino que “não tinha consciência dos motivos que o levam a cometer o crime”, e que diz ao juiz: “A culpa não é minha, senhor juiz! A culpa é dos meus genes!”.

Uma das características da extrema-esquerda identitária (característica herdada do romantismo do século XVIII, e que se prolongou com as utopias do século XIX e XX), é a de que o erro humano individual não é geralmente considerado como sendo do foro psicológico, mas antes é atribuído a um qualquer padrão de valores (ou seja, a “culpa” é do “meio-ambiente” e/ou da “cultura dominante”).

Esta atribuição da responsabilidade dos actos do indivíduo ao “padrão de valores vigente” torna praticamente o prevaricador moralmente inimputável — embora ele possa ser condenado pela justiça, o criminoso imigrante tem geralmente penas atenuadas, como foram os casos dos dois últimos radicais islâmicos que esfaquearam transeuntes em Londres: eles tinham estado presos, mas foram libertados a meio da pena de prisão. E depois voltaram a matar gente.

Note-se que, na região de Londres onde 12% da população é muçulmana, a população das prisões londrinas é constituída por 30% de muçulmanos. E isto tem a ver com a cultura antropológica de origem dos imigrantes (seja da primeira ou das seguintes gerações de imigração), e não com o “meio-ambiente” ou com o “padrão de valores” da “cultura dominante”.

O que esteve subjacente a essa “cultura de perdão” da justiça britânica em relação aos referidos assassinos imigrantes islamitas foi exactamente o tipo de raciocínio (que esconde um racismo paternalista que é um “anti-racismo progressista”) que caracteriza a senhora referida em epígrafe. Aliás, a tese jurídica dela é decalcada da prática do Direito britânico actual.

Por exemplo, o conceito — radical, romântico e de extrema-esquerda — de “crime-de-ódio”, que ela refere no texto: em Inglaterra, por exemplo, se alguém ameaça (apenas verbalmente) outrem de morte, apanha 5 meses de prisão; mas se o ameaçado de morte for guei, então pode passar a ser um “crime-de-ódio” com pena de prisão até 6 anos. De 5 meses a 6 anos é diferença de ameaçar verbalmente de morte um guei.

Todo o texto da referida senhora professora de Direito é um apelo à aplicação em Portugal das políticas inglesas (e do norte da Europa, falhadas) em relação aos imigrantes. A dita senhora nada mais faz do que defender um decalque da ideologia politicamente correcta e multiculturalista que subjaz à relação da justiça inglesa com os criminosos imigrantes.

A Raquel Varela e a falácia “Tu Quoque” : o branqueamento dos crimes do comunismo

Eu vou tentar moderar a minha linguagem… quando leio este textículo da Raquel Varela. (ver ficheiro PDF).

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Desde que a Raquel Varela escreveu que “as ciências sociais têm as mesmas características das ciências exactas”, já nada me admira vindo daquela cabecinha chocha.

Diz ela que o parlamento europeu declarou que “o nazismo e o comunismo são a mesma coisa — o que é absolutamente falso! A Raquel Varela não tem a noção de equivalência: como boa comunista, na Raquel Varela a diferença é vista como manifestação de indesejável hierarquia.

Duas coisas “equivalentes” não são “iguais”, e muito menos são “idênticas” (não são a “mesma coisa”).
Por exemplo, escrever que “2+2=4” significa que “2+2” e “4” são expressões equivalentes — mas não significa que “2+2” e “4” são a “mesma coisa”.

Dá-me a sensação de que os cursos universitários de História (e os respectivos mestrados) são imunes à Filosofia. E, lendo pessoas como a Raquel Varela, dá-me a sensação de esse tipo de gente é imune à experiência, por um lado; e, por outro lado, vive em função de uma Fé Metastática que faz com que a utopia se sobreponha à realidade. Verdadeiramente assustador!

É claro que o comunismo e o nazismo não são a “mesma coisa”! O comunismo conseguiu a proeza de ser pior — nas suas consequências em perdas de vidas humanas — do que o nazismo!

A ideia (da Raquel Varela) segundo a qual “o comunismo é pré-marxista”, é extraordinariamente idiota — porque teríamos que considerar, por exemplo, que o socialismo francês (do século XIX) era comunista (o que não é verdade), ou que a sociedade de Esparta seria um modelo social recomendável.

A ideia (da Raquel Varela) segundo a qual “foi a Alemanha (nazi) que invadiu a a URSS, mas não foi a URSS que invadiu a Alemanha ”, pretende fazer esquecer a invasão da URSS dos países do leste da Europa, nomeadamente a Checoslováquia e a Hungria.

Através da falácia “Tu Quoque“, a Raquel Varela pretende branquear os crimes do comunismo.

Três décadas depois da queda do muro de Berlim, é espantoso como ainda existe gente da índole da Raquel Varela. Esta gente é imune à experiência; há qualquer coisa de psicopata nessa aversão aos factos e à realidade.

Como escreveu Hannah Arendt, todo o pensamento ideológico (as ideologias políticas, sejam o nazismo ou o comunismo, por exemplo) contém três elementos de natureza totalitária: 1/ a pretensão de explicar tudo; 2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência; 3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia (delírio interpretativo) a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

Finalmente, e depois de mais de uma centena de milhões de vítimas mortais do comunismo, vem, de gente como a Raquel Varela, o argumento de que “Aquilo, no passado (da URSS, da China, etc) , não foi o verdadeiro socialismo! Dêem-me o poder absoluto e eu irei construir o verdadeiro socialismo”.

Esta gente é destrambelhada! E muito perigosa!

Isto já não vai com palavreado

O António Balbino Caldeira aborda aqui a temática da censura de informação, sob o pretexto de “fake news”.


censorship-webTal como no tempo de Salazar havia um alinhamento ideológico “politicamente correcto”, que justificava o “lápis azul” (a censura do Estado Novo), assim os mentores do politicamente correcto actual (o “totalitarismo de veludo”) criaram um sistema de purga da informação incómoda em relação ao sistema político vigente.

Este sistema censório tem origem nos me®dia internacionais, em primeiro lugar, que defendem os interesses da plutocracia globalista que os controla (ideológica- e financeiramente); e são os me®dia — CNN, MSNBC, ABC, NBC, BBC, CBC, etc. — que impõem o filtro censório à ruling class  em geral.

Em Portugal, pessoas da laia da Fernanda Câncio ou do Daniel Oliveira são comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, e que fazem parte da classe dos caciques locais esquerdistas que servem a estratégia política da plutocracia globalista (só assim se entende que o Bilderberger globalista Pinto Balsemão, por um lado, e trotskista Daniel Oliveira, por outro lado, andem tacitamente alinhados).

As publicações “online” locais (nacionais) que não pertençam ao clube ideológico sancionado pelo Totalitarismo de Veludo, são sinalizadas pelos comissários políticos que se encarregam de recomendar a sua ostracização dos motores de busca, tornando “invisíveis” essas publicações censuradas.

De nada vale o relambório racional que faça a crítica da censura do Totalitarismo de Veludo: os comissários políticos do sistema politicamente correcto em vigor têm o poder na mão, e não há argumentos racionais que façam qualquer diferença.

A Angola do presidente João Lourenço está entregue à bicharada

Augusto Dembo, de 12 anos (ver imagem abaixo), é filho de Anita Dembo, recentemente falecida e que foi funcionária do Parque Nacional da Cameia, na província do Moxico, em Angola.

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Anita Dembo confessou ao seu filho Augusto que este seria fruto de um relacionamento sexual com um chimpanzé, que decorreu durante os muitos anos em que ela foi empregada daquele parque de conservação de animais.

A Direcção do referido parque já veio a terreiro dizer que a “interacção sexual” de empregados e visitantes com os animais não é um comportamento adequado; mas o surpreendente foi a posição do actual presidente de Angola, João Lourenço, que classificou Augusto Dembo como “A Criança Milagre de Angola”, um “Tesouro Nacional”, “um sinal de Deus”, e “um testemunho da majestade e grandeza de Angola”.

Para o presidente de Angola, João Lourenço, ser filho de macaco é coisa fina. Ele lá deve saber qual é a sua (dele) ascendência.