A DGS e a Ministra da Saúde avançam agora para o silenciamento dos municípios e autoridades de saúde locais para que não divulguem os casos COVID de que têm conhecimento. pic.twitter.com/5n2eLyt3C6
— Romeu בבית 🏠 🇵🇹🏳️🌈🇮🇱 (@romeu) April 10, 2020
Esquerda
O António Guterres está “lélé da cuca”
O Guterres nunca me enganou; um indivíduo insidioso, com ares de bonacheirão, que singrou na política através de um certo sincretismo ideológico característico da chamada Terceira Via socialista (por exemplo, Tony Blair).
Agora, o Guterres vem exigir 10% do total do PIB do planeta (de todos os países do mundo) para a ONU ! — alegadamente para combater o vírus da China.
O homúnculo está louco!
O valor total exigido por Guterres para a ONU é de cerca de 8 biliões de Euros (8 triliões Euros, na classificação anglo-saxónica), o que corresponde a 2.900 vezes o actual orçamento anual da ONU que é de 3 mil milhões de Euros (ou 3 biliões de Euros).
O homenzinho não pode estar bem da cabeça…!

O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica
«Researchers at DeCode genetics have found 40 mutations of the coronavirus in Iceland alone; one individual had been infected by two variants at the same time.»

Investigadores descobriram que o chamado “vírus da China” sofreu (pelo menos) 40 mutações, e apenas na Islândia. Cada mutação do vírus corresponde a uma estirpe, ou a uma subespécie do vírus (variantes). Descobriram também que uma pessoa islandesa foi infectada simultaneamente por duas estirpes (duas variantes) do vírus da China.
Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.
Imaginem a quantidade de variantes que o referido vírus pode assumir em um país com a população dos Estados Unidos… !
Há dias escrevi aqui o seguinte:
“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório (biológico) da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.
Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.
Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.”
Para os dirigentes do Partido Comunista chinês, a morte de alguns milhões de chineses é um pequeno dano colateral na actual guerra fria contra os Estados Unidos.
O que disse o comunista Daniel Oliveira acerca de Jair Bolsonaro
É inacreditável como o comunista Daniel Oliveira continua a ser patrocinado pelo globalista (e Bilderberger) Pinto Balsemão que é, por sinal, o fundador do Partido Social Democrata.
No vídeo abaixo e em directo num programa da SICn, o referido comuna afirmou que “não lamentaremos morte de Bolsonaro por Coronavirus”.
Há coisas que podemos dizer num blogue, como é o meu caso; mas será difícil justificar que se digam num programa de televisão com audiência nacional.
Eu defendo aqui veementemente a ideia segundo a qual – à semelhança de milhões de portugueses — eu não lamentaria a morte do Daniel Oliveira, por Coronavirus ou por outra razão qualquer; e vou mais longe: eu até patrocinaria a morte dele, e contribuiria activamente para as festividades fúnebres que se seguissem a um tão fausto acontecimento.
Entretanto, na Coreia do Norte…

O efeito “cebola” do Bloco de Esquerda: a Hannah Arendt é que os topa ao longe
O Insurgente João Cortez escreve um artigo com o título “Retrato do Bloco de Esquerda em Tempo de Crise”, com tuites do Bloco de Esquerda e outras imagens (convém clicar para ver), e remata o artigo da seguinte forma: “que este partido reúna cerca de 10% dos votos em Portugal é um mistério para mim”.
«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.
Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra.
A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.
Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.
A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »
(Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)
A “casca da cebola” do partido Bloco de Esquerda dá uma aparência de um partido político benigno, igual aos outros, ou provavelmente igual ao Partido Socialista de António Costa. O Bloco de Esquerda passa a mensagem, nos me®dia, segundo a qual votar no Bloco de Esquerda não é muito diferente que votar no Partido Socialista.
É claro que a influência do Bloco de Esquerda na sociedade portuguesa, com os seus 10% de votos, ainda não atingiu um ponto de não-retorno (que é, numa primeira fase da revolução, o Estado de Polícia, em lugar do Estado de Direito), mas o apoio (ou, pelo menos, a abstenção crítica) de António Costa ao Bloco de Esquerda amplia a influência deste partido na sociedade portuguesa.
Portugal: o País Potemkim da geringonça esquerdopata
A Helena Matos escreve aqui acerca do “fachadismo geringonço”, que mais não é do que uma versão actualizada das cidades Potemkim da Rússia — com a agravante de o País Potemkim geringonço estar longe de ser um mito: está mesmo a acontecer.

A Esquerda diz que “os europeus são racistas”

O pedófilo Ferro “Estou-me Cagando” Rodrigues, presidente do paralamento, substituiu-se ao Tribunal Constitucional
A Igreja Católica do Chico e do Bispo de Lisboa pouco se diferencia politicamente do Bloco de Esquerda
“O pior totalitarismo não é o estatal, nem o nacional; em vez disso, é o totalitarismo social: a sociedade como meta englobante de todas as metas” — Nicolás Gómez Dávila
O totalitarismo do Bloco de Esquerda não é nacional — porque o Bloco de Esquerda é internacionalista; também não é apenas um totalitarismo estatal — porque o Bloco de Esquerda defende (demagogicamente) a supremacia da “autonomia do indivíduo” como forma de afirmação do pior totalitarismo de todos: o totalitarismo social.
Para o Bloco de Esquerda, o conceito de “autonomia do indivíduo” é, em si mesmo, a afirmação exigente de um conformismo social.
A principal razão por que o nazismo foi um totalitarismo pior do que o comunismo, foi a de que o nazismo — para além de ser um totalitarismo estatal e nacional — foi um totalitarismo social: a alegada “pureza” da sociedade alemã (o eugenismo ariano) foi entendida, pelo nazismo, como uma “meta englobante de todas as metas”.
Na sociedade alemã nazi, o conformismo social (o totalitarismo social) fez com que o povo alemão se mostrasse insensível aos crimes do holocausto — mesmo sabendo de que esses crimes estavam a acontecer: acima do humanismo civilizacional da herança cultural cristã, estavam os valores do totalitarismo social impostos pela ideologia nazi.
O conceito de “autonomia do indivíduo”, entendido segundo o Bloco de Esquerda, conduz à atomização da sociedade e à anomia, o que é meio caminho andado para o totalitarismo social — o que, de forma semelhante, aconteceu na Alemanha com o advento do nazismo.
O individuo entendido como um “átomo” social, separado dos seus concidadãos por um conceito radical de “autonomia” (como é defendido pelo Bloco de Esquerda), é a condição necessária para a imposição de um totalitarismo social — em que os laços sociais são anulados para que a ideologia em vigor possa impôr na cultura um conceito de “sociedade como meta englobante de todas as metas”.
Para o Bloco de Esquerda, o conceito de “autonomia” é apenas uma forma de transformar a alegada autonomia em uma forma de conformismo social.
É nesta aparente contradição (entre a alegada “autonomia”, por um lado, e o conformismo social, por outro lado) que consiste a perversidade da nova forma de totalitarismo social que o Bloco de Esquerda nos quer impôr.
Vou fazer uma analogia, e não propriamente uma comparação: tal como a Igreja Católica alemã do tempo do nazismo se submeteu caninamente ao regime totalitário nazi, também a Igreja Católica portuguesa faz das opiniões enviesadas do Bloco de Esquerda, uma espécie de oráculo.
Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. 
