A RTP vai convidar o general Agostinho Costa para defender a Terra Plana

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O personagem é burro; ¿como é que a cavalgadura chegou a general?

Eu tive a pachorra de o ouvir ontem em duas estações de televisão: primeiro, na RTP3; depois na CNNP.

O referido animal salta de conceito em conceito sem se fixar em algo de concreto: fala de alhos, e salta para bugalhos sem que haja qualquer nexo causal que justifique a mudança de argumentação: é o modus ponens à Agostinho Costa: elimina o Antecedente sem concluir alguma coisa a partir dele:

A → B
A
—–
∴ C

Por exemplo:

“A Rússia (A) tem direito ao território da Ucrânia (B); por isso, quando falamos de Ucrânia (B), está subentendido o território do Afeganistão (C)”.

Dá CNNP já espero tudo; mas ¿como é que a RTP, com o dinheiro dos nossos impostos, chama uma besta cavalar destas para comentar seja o que for?!

O argumento utilizado para trazer aquela alimária à ribalta, é o da “liberdade de expressão”.

Bom… se aquele espécime de muar defendesse a ideia segundo a qual 2+2=5, ¿também seria convidado pela RTP para comentar aritmética?!

Em relação à Ucrânia, a Alemanha nem f*de, nem sai de cima

Desde o início do consulado de Angela Merkel, a governação da Alemanha tem-se comportado de uma forma imprevisível, cedendo facilmente às exigências ideológicas da extrema-esquerda e dos herdeiros do estalinismo na Alemanha.

É neste contexto de cedências políticas (por parte de Angela Merkel) a uma extrema-esquerda irracional, que as centrais nucleares foram eliminadas do solo alemão, o que colocou o país em uma posição de dependência extrema do gás da Rússia — não esquecer que a Angela Merkel foi militante da Juventude Comunista na ex-RDA (ver foto); a ideia segundo a qual Angela Merkel é de Direita só cabe na cabeça dos idiotas liberais que alimentam a utopia comunista.

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Foi a mesma Angela Merkel que, em 2015, abriu as portas da Alemanha a cerca de 2 milhões de imigrantes islâmicos, que transformaram a Alemanha em um dos mais inseguros países do mundo.

Quando Angela Merkel caiu em desgraça popular, o sistema político alemão (coordenado pela aliança entre a extrema-esquerda e os plutocratas, mantendo-se assim uma paz laboral) arranjou uma solução: Olaf Scholz, que não se distingue praticamente de Angela Merkel: é praticamente impossível saber a diferença política entre ela e ele.

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Quando a Rússia invadiu a Ucrânia, vimos a Alemanha com as calças na mão a tentar apaziguar Putin — convém dizer que a economia da Rússia é inferior à economia italiana.

Este apaziguamento da Rússia — equivalente contemporâneo ao apaziguamento do primeiro-ministro inglês Chamberlain em relação à Alemanha nazi — é absolutamente irracional se não o virmos sob a óptica da extrema-esquerda que se esconde, nos me®dia, sob uma capa de “liberalismo”.

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O escudo humano pró Putin, na invasão da Ucrânia, é Olaf Scholz.

O que assistimos hoje, vindo da Alemanha, é deprimente: vemos uma grande parte do povo alemão a apoiar a acção bárbara de Putin, porque a elite política alemã (através de Angela Merkel) retirou à Alemanha a sua independência energética. Putin é visto hoje, por uma larga faixa da população alemã, como o salvador da Alemanha — graças a Angela Merkel e Olaf Scholz.

Os crimes da Rússia contra a Humanidade

Vemos, aqui no mapa, os campos de concentração na Rússia para onde os cidadãos ucranianos (os que falam ucraniano, e não russo) são deportados, logo que os russos ocupam os territórios do leste da Ucrânia.

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O marxista Jürgen Habermas é um dos 12 notáveis alemães manipulados por Putin

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Vejam quem são os outros 11 notáveis alemães que foram “comidos de cebolada” por Putin.

Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

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Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo “offshore”, ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.



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A Raquel Varela e o branqueamento do Holodomor

Um bom comunista, que se preza como tal (ou um cripto-comunista, como é, por exemplo, Putin) nega a existência do Holodomor. É o caso da Raquel Varela.

A Raquel Varela chama ao Holodomor estalinista de “colectivização forçada”. É assim que os “historiadores” branqueiam a História. Não é “genocídio”!: é “colectivização forçada”. Desta não se lembrou o George Orwell!

Para a Raquel Varela, a teoria segundo a qual não teria existido “genocídio” na Ucrânia estalinista, mas antes apenas uma “colectivização forçada”, revela uma incapacidade de moldar os factos aos seus (dela) propósitos. E, a esta incapacidade, ela chama de “contexto”. E disto tudo, a Raquel Varela sai cada vez mais descredibilizada.

Comentar os textos da Raquel Varela é um exercício penoso, chegando por vezes a ponto de causar náusea.

As chamadas “ciências humanas” contemporâneas estão a estrangular a História, porque constroem esquemas atemporais que, de uma forma sub-reptícia, restauram o “homem abstracto” do século XIX — que os “reaccionários” populares actuais chamam de NPC (Non Personal Character).

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A ideia segundo a qual “a bandeira portuguesa é (para o CHEGA) um símbolo fassista”, só poderia vir da cabecinha oca da Raquel Varela — ou então, a utilização da bandeira nacional só pode ser feita pela Esquerda e, portanto, a utilização simbólica da bandeira portuguesa por parte do CHEGA é ilegítima, senão mesmo ilegal, porque, para a Raquel Varela, o CHEGA é um partido “fassista”. Não há como contornar este problema.


Um historiador que investiga “causas”, “estruturas”, ou “leis” na História, acaba por se fechar na sua própria subjectividade: é o caso da Raquel Varela.

A ambição de transcender (ir para além delas) as representações empíricas e extrínsecas da consciência alheia, transforma a História em uma mera projecção do historiador: se tenta ir “para além” da consciência dos sujeitos históricos, o historiador não descobre senão a sua própria consciência.

A maioria dos “historiadores” crê que os critérios de verosimilhança, prevalecentes no seu tempo, são universais.

A complexidade dos factos históricos é de tal forma, que as teorias mais estapafúrdias encontram sempre justificações aplicáveis — como é o caso da redução da ligação simbólica da “cruz de ferro” ao nazismo, ou da redução simbólica da bandeira nacional ao alegado “fassismo do CHEGA”. Na História, abundam exemplos para ilustrar as teorias mais heterodoxas da Raquel Varela.

Para Raquel Varela, o totalitarismo cripto-comunista de Putin deve ser exclusivista: segundo a Raquel Varela, a Ucrânia não tem o direito de se defender utilizando meios políticos semelhantes aos de Putin.

Por isso, “a abolição de partidos políticos, jornalistas, perseguições a gente de esquerda e imposição da censura nos media ucranianos” (sic) são atributos e meios de acção a que só o Putin tem direito legítimo: para a Raquel Varela, a utilização destes expedientes “fassistas” para defesa da Ucrânia, não é legítima.

Para Raquel Varela, o “fassismo” do cripto-comunista Putin é tolerável; mas o “fassismo” semelhante, o do Zelensky, já não é.

É este o “contexto” histórico defendido pela Raquel Varela que transforma a sua (dela) análise histórica (da invasão russa da Ucrânia) em uma projecção da sua própria (dela) ideologia.

A Raquel Varela não se dá conta — porque o QI não ajuda, por um lado, e porque ela teria que ter estudado filosofia muitos anos a fio, por outro lado — de que um “historiador” estrangeiro, por mais sagaz que seja, transcreve sempre a sinfonia histórica da Ucrânia em uma partitura para flauta. E, a esta simplificação da História daquele país, a Raquel Varela chama de “contexto”.

O blogue “Estátua de Sal” e os textos de José Pacheco Pereira

O blogue “Estátua de Sal” publica sistematicamente os textos “me®diáticos” de José Pacheco Pereira; mas fez vista grossa em relação a este texto, porque não cumpre os requisitos obrigatórios da narrativa cripto-comunista ortodoxa.


Quem legitima e favorece o PCP com o seu discurso contorcido sobre a guerra? Os russos. Façam-nos justiça de perceber que nós percebemos.

Nem a Polónia, em 1939, nem a Ucrânia, em 2022, eram democracias perfeitas, mas havia um agressor e um agredido.

O PCP, para além de se ter perdido a si mesmo, acabou por fazer, nas suas palavras, o maior frete possível ao ‘patronato’.

Falar em guerra sem nomear o agredido e o agressor, e tirar daí consequências, é colocar-se do lado do agressor. Quem beneficia na apresentação neutral da “guerra”? O agressor.

Quem beneficia numa defesa da “paz” que trata os beligerantes como iguais? O agressor.

Quem fala em detalhe dos males de “uns” (os ucranianos) e genericamente e sem pormenores dos males dos “outros” (os russos) não está do lado da “paz”, mas da guerra. Quem justifica, legitima, favorece, protege o PCP com o seu discurso contorcido sobre a guerra? Os russos. Toda a gente percebe, a começar por muitos eleitores, simpatizantes e militantes do PCP, por isso é que esta situação é devastadora para o PCP. Façam-nos justiça de perceber que nós percebemos.”

José Pacheco Pereira (ler aqui em PDF)

Não metam o Soljenítsin onde não é chamado

A ideia segundo a qual Soljenítsin defenderia a anexação da Ucrânia pela Rússia, é duplamente abusiva: desde logo porque não há nada, na obra dele, que possa fazer crer na defesa da conquista armada russa de territórios de povos com outras culturas; e depois porque Soljenítsin está morto desde 2008, e portanto ele não pode emitir opinião sobre a actual tentativa de anexação russa da Ucrânia.

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O único “intelectual” notório do actual regime russo, aqui revelado, é o Duguin (ou Dugin), que foi literalmente “cilindrado” por Olavo de Carvalho em um debate realizado entre os dois.

A doutrina de Dugin tem como fundamento/base a dialéctica de Hegel (da qual foi deduzida, mais tarde, a teoria do materialismo dialéctico de Karl Marx); e por isso é que, para Dugin, a concepção de “religião oficial” russa (Ortodoxa) é um monismo de tipo hegeliano: o “transcendentalismo russo” segundo Dugin, é imanente — em um país em que a religião oficial coincide exactamente com o Estado russo. E se o Estado russo se expande, a religião oficial ortodoxa russa expande-se com ele — ao contrário do que aconteceu com a Igreja Católica que possui uma dinâmica autónoma (muitas vezes em conflito com os Estados).

A ideologia de Dugin defende a hegemonia e a superioridade do povo russo sobre todos os outros povos do mundo; e defende esta ideia recorrendo à dialéctica de Hegel. Não é difícil desmontar esta ideologia.