Fugiu-lhe o pé para o chinelo (estes filhos-de-puta votam!)

¿Este Paul Krugman não é aquele guru do “economês” da Esquerda, que até teve direito a um Nobel?

Pois é.

Todo o esquerdopata educadinho, mais cedo que tarde, revela os seus instintos. Desta vez, e segundo o guru do Francisco Louçã, os idosos brancos da Florida são “supremacistas brancos” (clique na imagem).

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Isto aqui é uma orquestra, quem diz o contrário é tolo…

A Esquerda e a falsa dicotomia da necessidade do confinamento do COVID-19

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Existe uma falsa dicotomia — uma espécie de maniqueísmo ideológico — por parte dos esquerdopatas, como por exemplo, o José Pacheco Pereira: segundo a Esquerda, quem defende o fim do confinamento do COVID-19 é um monstro capitalista e fassista.
Para a Esquerda, há que destruir a economia, tendo a esperança em uma espécie de “mão invisível” que irá recriar, a partir das cinzas, uma economia virtuosa, e liberta do “capitalismo de merda”.

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Um exemplo desta falsa dicotomia — embora muito bem disfarçada, com manipulação estatística: a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular — pode ser visto neste escrito do Ludwig Krippahl (ver ficheiro PDF).

“A política não é a arte de impor as melhores soluções, mas em vez disso, é a arte de evitar as piores.”
Nicolás Gómez Dávila 

Quando o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, diz que “o COVID-19 é uma espécie de gripe”, o que ele pretende é exorcizar o medo que a Esquerda pretende inocular na população.

Trata-se de uma desvalorização da ameaça, por parte de Jair Bolsonaro, que assim responde ao veneno cultural que a Esquerda (com o apoio dos ditos “liberais”) tenta inocular na economia brasileira, e minando assim a actividade económica do país.

Porém, para a Esquerda, esta atitude de Jair Bolsonaro é “convenientemente” interpretada ad Litteram.

E depois temos gente como o Ludwig Krippahl a falar “em nome da ciência” — ignorando a estratégia política do Jair Bolsonaro, que adopta essa posição “da gripe” em reposta a uma outra estratégia política esquerdopata (a estratégia escatológica do “fim do mundo”) que o Ludwig Krippahl faz de conta que não existe.


A percentagem de mortes por COVID-19 tem que ser sempre calculada em relação à população total de uma dada amostra — por uma razão simples: é praticamente impossível testar toda a população de um país médio, como por exemplo, a Espanha. Quando o Ludwig Krippahl faz cálculos de mortalidade a partir de hipóteses de taxa de infecção, ele está a especular; e depois diz ele que “eu é que sou o cientista”.

Por exemplo: quando se calcula o número de mortes em função dos casos detectados/testados (“esquecendo”, por exemplo, os assintomáticos, que são provavelmente muitos), a taxa de mortalidade é enormemente sobre-estimada. Por aqui se vê a dificuldade da “estatística” que o Ludwig Krippahl acha que é coisa simples.

Quando o Ludwig Krippahl fala em “1% de taxa de mortalidade” do COVID-19, não está a falar de “número total de mortos por milhão”: em vez disso, ele está a falar de uma estatística que existe em função de um total de infectados que ele próprio não sabe quantos são. E por isso ele está a especular, alegadamente em nome da “ciência”. Cientismo puro!

Ora, se não temos os dados correctos para uma aferição estatística em função das infecções reais e totais, temos que calcular a taxa de mortalidade a partir do total da população de uma dada amostra (Crude Death Rate), e até um determinado momento.

A estatística calculada (até hoje) em Nova Iorque, por exemplo, revela-nos que a taxa de mortalidade do COVID-19, na faixa etária das pessoas com menos de 65 anos (7.254.525 pessoas com menos de 65 anos, num total de 8.398.748 habitantes), é de 0,09% (86 mortes por 100.000 habitantes) até à hoje, e independentemente de eventuais e possíveis patologias associadas — e, portanto, o tal Rui Lima do FaceBook, que o Ludwig Krippahl tanto critica, não anda longe da verdade. E a taxa de mortalidade geral do COVID-19 (relativa a todas as faixas etárias) em Nova Iorque é de 279 mortes por 100.000 habitantes (até hoje), ou seja, 0,28% em relação à população total de Nova Iorque.

O problema da mortalidade do COVID-19 está na faixa etária acima dos 65 anos, como é evidente.

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Ao contrário do que diz a Esquerda, defender o fim do confinamento não significa necessariamente desproteger a população sénior (com mais de 65 anos).

É esta falsa dicotomia que alimenta a sanha da aliança entre a plutocracia globalista que dita a lei da selva, por um lado, e a Esquerda internacionalista, obediente e caciquista que pretende aplicar a lei da selva, por outro lado.


“Bolshevism and Big Business are very much alike; they are both built on the truth that everything is easy and simple if once you eliminate liberty. And the real irreconcilable enemy of both is what may be called Small Business”.
→ G. K. Chesterton

Ricardo Quaresma está errado; e é racista

Eu não tenho nada contra a comunidade Cigana, assim como nada tenho contra (por exemplo) a comunidade Evangélica.

Porém se a comunidade Evangélica violasse a lei de isolamento social do covi19, não constataríamos certamente a benevolência complacente de gentinha estúpida como (por exemplo) Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras avantesmas (que já estão a mais na nossa política) que demonstram agora em relação à comunidade cigana.


chesterton-tolerancia-webSlavoj Žižek, em uma palestra nos Estados Unidos, fez uma crítica feroz à Esquerda de Raça Branca (‘white liberals’); e contou o episódio de um nigeriano (negro) se sentir insultado pela “Esquerda de Raça Branca” porque nem sequer concede aos negros a prerrogativa humana de “ser mau”.

Segundo a “Esquerda de Raça Branca”, o negro (ou o cigano) nunca tem culpa; e a culpa da maldade do negro é do colonialismo europeu.

A historieta do “bom selvagem” (de Rousseau) ganhou raízes na cultura do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”.

Neste caso concreto, juntou-se a ignorância e o facciosismo étnico (que é uma forma de racismo) do cigano Ricardo Quaresma, por um lado, com o Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”, por outro lado; e esta mistura é explosiva.

Quando o cigano Ricardo Quaresma nega quaisquer defeitos comportamentais generalizados da comunidade cigana, demonstra ele próprio ser racista em relação às pessoas que não são ciganas. O Ricardo Quaresma é racista.

E o paternalismo obsolescente do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca” em relação a determinadas minorias (mas já não em relação a outras minorias), e, no caso concreto, em relação à comunidade cigana, é uma forma de racismo encapotado.

Quando o André Ventura pretende que os ciganos cumpram a lei (não vou discutir agora se a lei está certa, ou não), como quaisquer outros portugueses, é tudo menos “racista”; e o ónus de “racismo” cai sobre gentalha da laia da Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras bestas ambulantes que, tal como um vírus letal, contaminam mortalmente a cultura portuguesa.

O José Pacheco Pereira a esquerdar; as boas intenções do ideólogo da geringonça, e a “politização da dor”

É preciso ter muita falta de vergonha para afirmar que a crítica à libertação de criminosos (sob pretexto uma alegada crise sanitária do covid19 nas prisões) é “populismo” — ao mesmo tempo que se apoia incondicionalmente a política de protecção do Lumpemproletariado do governo da geringonça.

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É claro que a ideia do Pacheco da promoção social do Lumpemproletariado tem “boas intenções” (até que o povo se dê conta de que está a ser futricado) : alegadamente, e segundo aquela besta quadrada, a soltura de criminosos serve para evitar “a pena-de-morte para os mais velhos”, para prevenir “doenças infecciosas para todos” e uma “pena de tortura”.JPP-ZAROLHO

Uma coisa parecida se passa em Espanha, com a geringonça espanhola: em nome de “boas intenções” de combate às “fake news”, a geringonça espanhola pretende limitar a liberdade de expressão.

“A intenção é boa”… dizem eles. Mas neste caso já não é “populismo”!

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Quando a geringonça espanhola acusa a Direita da morte de velhinhos, não é populismo; quando a geringonça marxista espanhola diz defender a liberdade restringindo a opinião pública, não é populismo. Quando o monhé diz que “não falta nada” e que “não haverá austeridade”, não é populismo.

É caso para dizer: “ó Pacheco!: “populismo” é a puta-que-pariu!”

O maniqueísmo d’ A Situação

«(…) não é necessário que existam censura ou polícia política para que na sociedade portuguesa se crie um pensamento único; basta que o Poder seja de Esquerda.

Quarenta e seis anos depois do 25 de Abril aqui estamos presos naquela patética armadilha em que discordar do governo ou criticá-lo, não é discordar do governo ou criticar o governo, mas sim criticar o país e estar contra Portugal. Noutros tempos chamou-se a isto “A Situação”. E agora será “cidadania”?»

Helena Matos

macacos-webAs doutrinas políticas totalitárias, de um modo geral, praticam habitualmente um maniqueísmo confesso/aberto ou mitigado/simulado. Por exemplo, o conceito de tolerância repressiva — de Herbert Marcuse e do marxismo cultural — é maniqueísta.

Não é por acaso que o José Pacheco Pereira e o Rui Rio apoiam claramente a geringonça do António Costa: o primeiro tem formação hegeliana (que é maniqueísta por excelência), e o segundo é um contabilista, ignorante de primeira apanha.

Porém, o que mais me espanta é gente que se diz e se julga “inteligente” — como, por exemplo flagrante, Miguel Sousa Tavares — e que sanciona positivamente “A Situação“. Para mim, essa gente é incompreensível.

O António Balbino Caldeira e o Argumentum ad Trumpum

Basta que se associe uma determinada ideia a Donald Trump, para que essa ideia seja automaticamente desacreditada.

Esta é uma característica da Esquerda que o António Balbino Caldeira também perfilha (acredito que de forma inconsciente).

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O conceito de “Argumentum ad Trumpum” foi engendrado pelo médico e pensador Theodore Dalrymple:

  • se uma determinada opinião se assemelha, de qualquer modo possível, às ideias de Donald Trump (nem que seja porque chega às mesmas conclusões lógicas), então não é necessária qualquer refutação racional dessa ideia: ela está automaticamente (e irracionalmente) refutada;
  • o  tipo de “argumentação” do Argumentum ad Trumpum não utiliza o cérebro; em vez disso, utiliza as vísceras: o ódio a Donald Trump é tal, que qualquer coisa que possa ser remotamente imputável a Donald Trump a torna (a essa coisa) desqualificada para qualquer consideração inteligente e inteligível.

António Costa e Rui Rio irão pagar muito caro o que estão a fazer a Portugal

Aconselho a leitura de dois artigos:


Durante duas décadas, a Esquerda (incluindo o PSD, e a cobardia do CDS) defendeu uma política anti-natalidade em Portugal.

Os anticoncepcionais e o aborto passaram a ser grátis e pagos pelo Estado. As mães solteiras passaram a pagar menos impostos do que as mães casadas. O apoio do Estado às famílias numerosas praticamente desapareceu.

Toda a política da Esquerda, nas últimas duas décadas, foi contra a família natural.

Agora chegou o tempo de colher os frutos do niilismo político esquerdista.

Com uma população envelhecida — com pouca gente jovem —, a Esquerda recorre à eutanásia dos velhos para tentar remendar o mal que fez, mas adoptando um outro mal ainda pior.

Esta gente vai ter que pagar isto com língua de palmo.