A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

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Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

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Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo “offshore”, ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.



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José Pacheco Pereira: “Quem não favorece a Esquerda é anti-democrático”

Um burro que escreve nos jornais; coisa rara, aliás. Para o José Pacheco Pereira, uma “democracia estabilizada” é um regime dito “democrático” que favorece politicamente a Esquerda — mesmo quando uma pseudo-direita seja eleita, como foi o caso do regime de Angela Merkel.

Segundo aquele estafermo, implicitamente, um regime que não favoreça naturalmente a Esquerda não pode ser democrático.

Existem testemunhos próximos de Angela Merkel que relataram que, no dia em que o Muro de Berlim caiu (dia 9 de Novembro de 1989) — e o povo da cidade andava alvoroçado, dirigindo-se em massa para as portas de Brandeburgo —, Angela Merkel optou por ir fazer sauna (!).

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Ora, quando existe um partido de Direita que não favorece politicamente a Esquerda — como é o caso do CHEGA, em Portugal —, então a grande besta diz que é um partido “anti-democrático”.

Alegadamente, segundo aquele estafermo, os “partidos democráticos” são os da Esquerda (radical ou não) e os partidos de “Direita” que fecham a Esquerda à direita (por exemplo, o CDS de Paulo Portas e de Assunção Cristas).

Diz ele, a grande besta:

[A União Europeia foi obrigada pelos Estados Unidos a] “aceitar acelerar a entrada para a União de países do antigo bloco de Leste que estavam longe de ter democracias estabilizadas, eleições e comunicação social livres, primado da lei e independência do sistema judicial. Alguns dos problemas com a Polónia e a Hungria, assim como com a Roménia e a Bulgária, vêm daí.”

Segundo o grande animal, a Polónia e a Hungria são “democracias desestabilizadas” porque os respectivos povos não votaram à esquerda, por um lado, e por outro lado não votaram numa “Direita” amiga da Esquerda — como foi o caso da “Direita” da Angela Merkel que arrebentou com a política energética da Alemanha, fechando todas as centrais nucleares e aumentando a dependência energética do gás e petróleo em relação à Rússia: esta é a “Direita” que a avantesma Pacheco Pereira e a bruxa Isabel Moreira gostam.

O José Pacheco Pereira é um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo; é um inimigo do povo.

Em política, não é possível combater um radicalismo com palavras meigas

A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.

« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.

(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »


Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.

E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.

O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.

A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.

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Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”. 

Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

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O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).

É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.

O novo membro LGBTQPBBQ+ do governo do Joe Biden

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Dá pelo nome de Sam Brinton, e foi nomeado pelo Joe Biden (aliás, João Bidé) para supervisionar e coordenar as centrais nucleares dos Estados Unidos.

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Diz “ele” que é “genderqueer” (seja lá o que isto signifique) e Drag Queen sado-masoquista, e dá pelos nomes de Them/They; e gosta de tratar os seus parceiros sexuais abaixo de cão.

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¿Percebem agora por que razão os Estados Unidos não têm um futuro promissor?

Os malucos tomaram conta do asilo!

A Esquerda Neanderthal : “defender a liberdade individual é coisa de fascistas e nazis”.

Segundo a Nova Esquerda (patrocinada e sustentada pelos plutocratas globalistas), aliás Esquerda Neanderthal, invocar a palavra “liberdade” é sinónimo de identificação com os “fassistas”, racistas e “supremacistas brancos”.

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Razão tinha George Orwell, no seu livro “1984”: “A liberdade é opressão.”

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«A noção de “liberdade” é coisa de “brancos fassistas, racistas, nazis e filhos-de-puta supremacistas”» — diz a Esquerda Neanderthal, aplaudida pelos plutocratas globalistas que a sustenta.

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A judicialização da política (e a politização da Justiça)

A construção de um Totalitarismo de Veludo 

pensamento unico 300 webQuando falamos hoje em “regime político” (em Portugal), em geral, já não podemos distinguir claramente a Esquerda e a Direita: é praticamente tudo igual, excepto algumas diferenças na forma como a economia deve ser orientada.

A Direita não é mais do que uma “Esquerda moderada” — porque a sua ideologia parte dos mesmos pressupostos / princípios (acerca da realidade, entendida em si mesma) dos que são adoptados pela Esquerda.

A Direita do nosso tempo é uma “Esquerda de Ontem”, desejosa de digerir, em paz e sossego, o seu opíparo manjar de iguarias burguesas.

Por exemplo, a diferença entre Rui Rio e António Costa tem a ver apenas com o carácter pessoal e personalidade, por um lado, e, por outro lado um deles é monhé e o outro não; em tudo o resto (na mundividência), são iguaizinhos.

A Esquerda controla o regime, e a chamada “Direita” vai a reboque.

Um indivíduo da “Direita normalizada” é hoje um “progressista paralisado” — como é o caso da Assunção Cristas que destruiu o CDS. E quando alguém da “Direita” (ou da Não-esquerda, como queiram) se rebela contra a agenda política da Esquerda, entra em funcionamento o “bullying” da Esquerda — como foi o caso do “bullying” sistemático da Isabel Moreira (Partido Socialista) sobre Assunção Cristas (a ler, por exemplo: “A lógica política da puta chamada Isabel Moreira”).

Todo o indivíduo que desagrade ao intelectual de Esquerda, merece a morte. Por isso é que vemos a Isabel Moreira com aquelas trombas de bruxa, quando confrontada pelo Pedro Frazão; ou o nervoso miudinho do José Pacheco Pereira, face aos “negacionistas” da vacina covideira.

O controlo do regime pressupõe a existência de privilégios concedidos à Esquerda, e dos quais a Direita não pode — de modo nenhum! — usufruir (tolerância repressiva).

Por exemplo, é permitido (pelo regime) que a Esquerda possa publicamente insultar, difamar, vilipendiar. Mas se alguém se lembra de fazer o mesmo em relação a um dignitário de Esquerda, é logo metido em tribunal. Esta é a nova estratégia da Esquerda, face ao surgimento de uma nova Direita que se rebelou contra o seu estatuto de menoridade e de inferioridade.

A liberdade de expressão só se aplica plenamente à Esquerda.

O esquerdista português (a mente revolucionária, em geral, como são os casos do Fernando Rosas ou do Francisco Louçã) clama pela “liberdade que está moribunda!”, quando as suas vítimas se recusam a contribuir para os seus próprios assassinatos — físicos, intelectuais ou morais.

A judicialização da política tem uma relação estreita com a assumida “superioridade moral” da Esquerda.

A judicialização da política cumpre o desígnio da construção de um Totalitarismo de Veludo, substituindo provisoriamente as funções de uma polícia do pensamento, e com a contribuição valiosa dos juízes activistas que exercem (provisoriamente) as funções de inspectores de uma polícia política em construção.

Por outro lado, o esquerdista acredita piamente que a opinião de um antagonista de Direita é refutada acusando-o de “imoral” (ad Hominem). O seu antagonista é “imoral”, e por isso “não tem razão” — sendo que a “moral” adoptada pelo esquerdista é discricionária, por um lado, e por outro lado é considerada a única, e sem qualquer discussão possível.

O esquerdista diz-se, dele próprio, que é uma parte do processo democrático; mas, em boa verdade, sente-se o juiz.

Hoje, só é considerado “imparcial” aquele que aceita, sem discutir, as teses da Esquerda; e quem as discute e as coloca em causa — muitas vezes respondendo na mesma moeda utilizada pela Esquerda —, é condenado em tribunal por um qualquer juiz activista.


Convém dizer que nem o Cristianismo, nem o paganismo, ensinam éticas altruístas

Tanto a moral cristã como a moral pagã (não a actual moral pagã dos nazis, mas antes a moral pagã da Antiguidade Tardia), são individualismos éticos que impõem deveres sociais apenas como meios de atingir um determinado fim — no caso do paganismo: o fim é a perfeição terrena; no caso do Cristianismo: a salvação eterna.

Portanto, a ideia segundo a qual “o esquerdista procura a colectivização de uma ética altruísta, na esteira do Cristianismo” (como defendem o Anselmo Borges ou/e o papa Chico), é absolutamente falaciosa.

O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante

Portugal tem virado à esquerda, nas últimas duas décadas; só não vê quem não quer.

Verificamos que até os liberais, ditos “defensores dos capitalistas”, vivem hoje, em grande parte, à custa do Estado. Vejam como, por exemplo, os herdeiros de Belmiro de Azevedo e da SONAE andam a mamar nas tetas do Estado.

O Estado português engordou os seus poderes de uma forma assustadora; e vemos liberais, como o Cotrim, a orbitar na esfera da babujem no Orçamento de Estado.

Quando o governo do Grande Babush Monhé ofereceu 15 milhões de Euros, provenientes do Orçamento de Estado, a algumas empresas (ditas, “privadas”) da comunicação social, verificamos como Portugal virou, de facto à Esquerda.

Não se trata de progresso; trata-se de viragem à esquerda e, por isso, de amputação crescente das liberdades individuais; trata-se de colectivização da cultura, da economia, da opinião individual, e imposição de um pensamento único.

 É fascismo.

Esta viragem à esquerda resulta na aliança entre as empresas ditas “privadas”, por um lado, e um Estado cada vez mais poderoso — ou seja, resulta em um regime fascizante.

O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante.

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A “Esquerda” que infesta os me®dia

canada ultra direita webHoje ligo o rádio do carro, perto das oito horas da manhã, e ouço um jornalista esquerdopata (Fernando Alves) a desancar nos camionistas canadianos, e a defender a necessidade de repressão policial brutal do governo canadiano sobre os ditos camionistas, cujo “crime” é o de reivindicar o fim da vacinação obrigatória imposta por um Estado para-totalitário. E depois apareceu uma jornaleira de serviço defendendo a necessidade de cortar o apoio financeiro e logístico aos camionistas.

Esta é a Esquerda actual, que infesta os me®dia.

A Esquerda actual é contra as manifs, se o Estado globalista não sai fortificado com as posições dos manifestantes. O foco da Esquerda actual é o Estado, e não o povo. Para a Esquerda actual, o povo é merda.

Ainda irei ver o Fernando Alves a defender a legitimidade da lei do KILL SWITCH que se prepara para ser obrigatório a partir de 2026: a polícia poderá parar qualquer automóvel, remotamente, desligando-lhe o motor. O Fernando Alves deve certamente exultar com este reforço do Poder do Estado !

Esta gente é doente. Mas é este tipo de gente que molda a opinião pública, dizendo-se “de Esquerda”, mas obedecendo caninamente aos seus patrões plutocratas globalistas.

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A endemicidade persistente da miséria cultural na América latina

« Há uns dias, num inadvertido “zapping” nos noticiários, calhou-me confrontar-me com a notícia de uma multidão de migrantes da América central em marcha pelo México a caminho dos Estados Unidos da América, gritando com todos os pulmões “Libertad! Libertad!”. »

João Távora


Complementado o pensamento do João Távora :

Ainda não compreendi por que razão os emigrantes da América central e do sul, em geral, fogem da miséria causada pela esquerda socialista nos seus países de origem, e depois (com excepção dos imigrantes cubanos na Flórida) votam na esquerda socialista americana quando conseguem a nacionalidade nos Estados Unidos.

Seria como se uma pessoa fugisse da Coreia do Norte para Portugal, e depois votasse no Partido Comunista português.

Outro exemplo: a maioria dos imigrantes brasileiros em Portugal (ver aqui um exemplo) apoiam a esquerda socialista (do Kosta ou do Lula da Silva).

Só há uma explicação: a miséria cultural, nos países socialistas, é endémica; e, como vimos com a Alemanha de leste (ex-RDA), demora várias décadas a erradicar.

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