Em relação à Esquerda Neanderthal: tolerância zero, porrada neles!

“A invasão da Ucrânia pela Rússia está a levar a Europa para uma encruzilhada da qual será difícil sair, sendo uma das saídas uma guerra motivada pela escassez de recursos básicos como a alimentação e a energia. O único empecilho é a possibilidade de uma guerra nuclear que o mundo tem sempre evitado porque sabe quais são as terríveis consequências depois do horror de Hiroxima e Nagasaki. Nem os EUA nem a NATO se atreverão a correr o risco e Putin sabe disso.”

A Europa à beira do fim

Esquerda Neanderthal web

1/ Desde o aparecimento do Euro que eu sou um crítico acérrimo do leviatão da União Europeia; mas eu seria tresloucado se, nas condições actuais de agressão russa, defendesse o desmantelamento da União Europeia.

Nas actuais circunstâncias, defendo uma maior união dos povos da Europa contra a agressão russa.

2/ Em uma guerra convencional com a O.T.A.N., a Rússia não tem a mínima hipótese de sucesso (como se está a verificar na Ucrânia). E se a Rússia optar pela guerra nuclear, Putin, o seu povo, e os seus amigos, também irão fazer tijolo.

3/ A política eco-fascista e delirante da Esquerda Neanderthal europeia (que pretende suprimir totalmente a fontes fósseis de energia e a energia nuclear) tem que ser reprimida à bastonada; e gente como Catarina Martins tem que ir parar à prisão — porque o que está em causa é a sobrevivência básica dos povos da Europa.

Ó Moedas (dá cá o troco!): ¿Para quando uma estátua a António de Oliveira Salazar?

O problema do PSD (desde Durão Barroso, e com a ajuda preciosa do José Pacheco Pereira) é este: é condescendente com o radicalismo de Esquerda.

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Em Lisboa, já existe uma rotunda Hugo Chavez; e agora, o Moedas (Dá Cá o Troco!) apoia a inauguração de uma estátua a Vasco Gonçalves. Não tarda muito, com o Moedas (Dá Cá o Troco!) em Lisboa vamos ter uma Rua José Estaline.

Em contraponto e em compensação, quando o PSD apoiar a construção de uma estátua a António de Oliveira Salazar, talvez (não é certo) eu pondere o voto nesse partido.

Filhos-de-puta ao quadrado

Aqui fala-se na dívida pública portuguesa; aqui defende-se o aumento do défice:

BE e PCP têm de dizer na AR e nos media que aumentar a despesa pública (estrategicamente orientada) significa aumentar a procura na economia, o que tem um efeito multiplicador sobre o produto, cria emprego, faz aumentar a receita dos impostos e reduz a despesa com apoios sociais (subsídio de desemprego, etc.). Ou seja, numa economia com capacidade produtiva subutilizada, mais despesa pública melhora o défice e a dívida (d=% do Produto), bem ao contrário do que nos dizem na televisão.”

A ideia segundo a qual “o aumento do défice orçamental, por via do aumento da despesa pública, é positivo para a economia”, só pode vir de filhos-de-puta — porque ninguém, no seu bom juízo, pode defender esta tese. São mesmo filhos-de-puta!, os da geringonça que têm governado Portugal.

O maior problema português não é a dívida; o maior problema é o défice.

Por outro lado, a ideia segundo a qual “aumentar os impostos, ao ponto de estrangular a economia, permitirá aumentar a despesa pública sem aumentar o défice” — só pode vir de uma filha-da-putice elevada à segunda potência.

Com uma economia moribunda, de nada vale aumentar a despesa pública. Grandes filhos-de-puta!

A socialista Isabel Moreira é um monstro

A Isabel Moreira compara o caso do aborto nos Estados Unidos com o caso português, quando não há comparação possível porque o aborto nos Estados Unidos não tem prazo limite: em bom rigor, nos Estados Unidos a mulher abortar até aos nove meses de gravidez.

Ora, é isto que a Isabel Moreira pretende para Portugal: o aborto legal até ao nascimento — e, na esteira utilitarista de Peter Singer, quiçá mesmo a legalização do infanticídio. Aquela mulher é um monstro.

Todo este artigo do semanário Expresso, é pura desinformação, porque ninguém pretende proibir o aborto nos Estados Unidos, como afirma a Isabel Moreira. Aliás, daquele estafermo não se poderia esperar outra coisa: uma mulher que afirma que “um homem pode dar à luz uma criança” pretende ser a pregoeira da verdade política em Portugal.

O que o Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos se prepara para fazer é delegar nos Estados da União a responsabilidade de referendar, a nível local, a legalização do aborto e as condições específicas dessa legalização — e por uma razão: é que o aborto não é considerado um “direito humano” pela Constituição dos Estados Unidos, e portanto, o Supremo Tribunal de Justiça não tinha (em 1973) que se meter nesse assunto.

Tenham a palavra os povos dos Estados da União.

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Avantesmas monstruosas, como a Isabel Moreira, têm medo das decisões do povo; pretendem construir um leviatão que trate os cidadãos como débeis mentais (o Totalitarismo de Veludo).

Adenda: ¿o Pinto Balsemão ainda não morreu? Já tarda…! É um problema de saúde pública!


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Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

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Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo “offshore”, ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.



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José Pacheco Pereira: “Quem não favorece a Esquerda é anti-democrático”

Um burro que escreve nos jornais; coisa rara, aliás. Para o José Pacheco Pereira, uma “democracia estabilizada” é um regime dito “democrático” que favorece politicamente a Esquerda — mesmo quando uma pseudo-direita seja eleita, como foi o caso do regime de Angela Merkel.

Segundo aquele estafermo, implicitamente, um regime que não favoreça naturalmente a Esquerda não pode ser democrático.

Existem testemunhos próximos de Angela Merkel que relataram que, no dia em que o Muro de Berlim caiu (dia 9 de Novembro de 1989) — e o povo da cidade andava alvoroçado, dirigindo-se em massa para as portas de Brandeburgo —, Angela Merkel optou por ir fazer sauna (!).

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Ora, quando existe um partido de Direita que não favorece politicamente a Esquerda — como é o caso do CHEGA, em Portugal —, então a grande besta diz que é um partido “anti-democrático”.

Alegadamente, segundo aquele estafermo, os “partidos democráticos” são os da Esquerda (radical ou não) e os partidos de “Direita” que fecham a Esquerda à direita (por exemplo, o CDS de Paulo Portas e de Assunção Cristas).

Diz ele, a grande besta:

[A União Europeia foi obrigada pelos Estados Unidos a] “aceitar acelerar a entrada para a União de países do antigo bloco de Leste que estavam longe de ter democracias estabilizadas, eleições e comunicação social livres, primado da lei e independência do sistema judicial. Alguns dos problemas com a Polónia e a Hungria, assim como com a Roménia e a Bulgária, vêm daí.”

Segundo o grande animal, a Polónia e a Hungria são “democracias desestabilizadas” porque os respectivos povos não votaram à esquerda, por um lado, e por outro lado não votaram numa “Direita” amiga da Esquerda — como foi o caso da “Direita” da Angela Merkel que arrebentou com a política energética da Alemanha, fechando todas as centrais nucleares e aumentando a dependência energética do gás e petróleo em relação à Rússia: esta é a “Direita” que a avantesma Pacheco Pereira e a bruxa Isabel Moreira gostam.

O José Pacheco Pereira é um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo; é um inimigo do povo.

Em política, não é possível combater um radicalismo com palavras meigas

A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.

« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.

(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »


Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.

E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.

O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.

A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.

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Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”. 

Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

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O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).

É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.