


Camaradas!

O papa Chico está do nosso lado (como, aliás, já o reconheceu o camarada comissário Daniel Oliveira); por isso, temos que apoiar o esforço do deus dele, no sentido de censurar as Teorias da Conspiração.
Camaradas! Pela primeira vez na História, a coordenação do nosso partido declarou que estamos ao lado do deus dos padres católicos — aliás, não fazemos mais do que fazem já os camaradas chineses, que já nomeiam os bispos católicos, e não tarda nada irão nomear o papa.
Camaradas! O futuro do deus (do papa Chico) é nosso!
O papa Chico invocou a vontade do deus dele para incitar a censura das Teorias da Conspiração — por exemplo, a censura daquela Teoria da Conspiração que diz que “o papa Chico é burro”. Se ele é burro, ou não, não sabemos; mas temos todos a obrigação de censurar as teorias da conspiração que não nos convêm.
A luta continua! Viva Trotski! Allahu Akbar!
Camaradas!
Os dinamarqueses andaram a vasculhar as estatísticas e chegaram à conclusão de que o custo da imigração não-europeia é de 5 mil milhões de Euros por ano.
Camaradas!
Não devemos vasculhar as estatísticas, porque é anticientífico. A única coisa que podemos vasculhar é a História, para a virar ao contrário!
Em oposição aos fassistas dinamarqueses, temos em Portugal um primeiro-ministro e um ministro da administração interna que são progressistas, porque defendem a imigração em massa de não-europeus, incluindo muçulmanos — o revela, de facto, uma intenção de construir um mundo melhor, à moda do papa Chico.

Camaradas católicos!
Temos que seguir as ideias do papa Chico e denunciar os fassistas dinamarqueses que andam a vasculhar as estatísticas. Como diz o papa Chico: “as estatísticas não dão de comer”.
Os camaradas do Comité Central do nosso partido estão solidários com as ideias do papa Chico e com o clero católico, contra os fassistas dinamarqueses que querem poupar um míseros tostões por ano restringindo a imigração muçulmana, e adoptando uma postura política contra a diversidade cultural.
Abaixo os fassistas dinamarqueses! Viva o Kosta! Viva a Isabel Moreira! Viva o Cabrita! Viva Karl Marx! Viva o António Gramsci! Viva o papa Chico!
A diversidade é a nossa força! A luta contínua! Allahu Akbar!
Depois de o monhé nos ter dito que a vacina contra o COVID-19 iria reduzir drasticamente os internamentos hospitalares e as mortes, as elites globalistas (que comandam o monhé) preparam-nos um novo confinamento porque (alegadamente) começam a ocorrer demasiados internamentos hospitalares e mortes.

Entretanto, o Gouveia e Melo será alcandorado a CEMGFA, para o caso de ser necessário instaurar uma ditadura militar globalista em Portugal.

Depois de ter defendido a tese segundo a qual “o papa não é marxista”, João César das Neves meteu a viola ao saco e tem mantido um silêncio absoluto nos me®dia.
Em 2016, o Chico defendeu a ideia de que “as empresas não devem existir para ganhar dinheiro”; e o João César das Neves calou-se, porque, alegadamente e segundo ele, o Chico “não é marxista”.
Segundo o Chico, as empresas “só existem para servir” (sic), mesmo que percam dinheiro e vão à falência.
Perante o silêncio de João César das Neves, presumi então que o Chico se tenha transformado em uma espécie de eminência parda da economia e finanças.
O Chico não é apenas “marxista”: é um homem muito perigoso, porque a utopia que sai da boca dele não é uma utopia de adolescente: é, em vez disso, uma ideologia de um homem velho.
Ele sabe que a utopia que propala não é (por própria definição) fazível — nem sequer Jesus Cristo defendeu essa utopia do paraíso na Terra.
Agora, o Chico vem defender a ideia de um “salário digno” para pessoas que não querem trabalhar (naturalmente que ¿o João César das Neves? Nem vê-lo!).
E vem defender também a ideia da redução da jornada laboral para 30 horas por semana — aquilo não é um papa! É um líder sindical!
Que coisa boa! Pagar às pessoas para não trabalhar, e ainda por cima reduzir a jornada laboral!

Dêem o Nobel da Economia ao homúnculo!, com o beneplácito do João César das Neves…
“O mais do que isto / É Jesus Cristo / Que não sabia nada de finanças / Nem consta que tivesse biblioteca…”
A cidade alemã de Berlim é controlada politicamente pelo partido ecologista “Die Gruenen”, que resolveu mandar cortar 61 árvores de uma determinada rua da cidade, com o intuito de ali construir uma pista “ecológica” para bicicletas.

Ora, este é um bom exemplo que o Rui Moreira deveria seguir na cidade do Porto: não há nada mais “ecológico” do que cortar as árvores das ruas da cidade para construir pistas de ciclismo achinesadas por todo o lado.
Por exemplo, o ecologista Rui Moreira destruiu a beleza da rua Conde de Avranches, no Porto, para construir uma ciclovia por onde passam meia dúzia de bicicletas por dia! “Seis bicicletas por dia, e um mundo melhor …!”
O caso Selminho transformou o Rui Moreira em um “ecologista”, da noite para o dia. Ele há milagres do diabo…!

«Diz a Constituição:
“Os pais têm o direito e o dever de educação dos filhos.” E acrescenta: “Incumbe ao Estado para protecção da família cooperar com os pais na educação dos filhos” – não são os pais a agachar-se diante do Estado, é o Estado a cooperar com os pais.
A Constituição reforça o dever de o Estado garantir a protecção da família, de pais e mães, “na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação”. O dever é de protecção, não é de agressão. »
→ 2021-22, o ano da liberdade de educação, por José Ribeiro e Castro
O monhé vai te que pedir à Isabel Moreira que elabore uma reforma da Constituição que retire o poder paternal aos pais das crianças, para que se consume a ideia de “Educação para a Cidadania” marxista cultural.
A ler : Aulas de Cidadania. Tribunal dá razão parcial a família de Famalicão

“O problema é que para o Carlos Cruz ele parece ter sido fofinho, enquanto com o André Ventura o Goucha foi agressivo, mal educado e muito grosseiro! O Goucha, tal como toda essa gente que apresenta esses programas idiotas do “day-time” é só mais uma peça da engrenagem globalista e do marxismo-cultural. Valem todo o mesmo, ou seja valem [zero]!“.
→ Maria Vieira ataca Goucha: com o Carlos Cruz foi “fofinho”, com o André Ventura foi “mal educado”
Karl Popper defendeu acerrimamente o sistema bi-partidário na democracia representativa — como acontece, por exemplo, em Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália. O argumento de Karl Popper era o de que o sistema de apenas dois partidos (que se alternam no Poder) dá maior estabilidade política e governabilidade — aliás, este foi um dos temas de uma conferência realizada em Lisboa por Karl Popper, a convite do então P.M. Mário Soares (não me lembro agora da data, mas foi na década de 1980).
Porém, o sistema bi-partidário (definido pelo sistema de votação) fazia muito sentido na década de 1980, mas já não faz tanto sentido hoje, como podemos ver no que se está a passar em países como a Austrália, a Nova Zelândia, Reino Unido e mesmo nos Estados Unidos, quando os dois partidos do regime estão de acordo em relação à construção de um regime político repressivo, em que grande parte dos anseios da maioria da população são ignorados.
A aproximação do PSD de Rui Rio (e de Pacheco Pereira) ao Partido Socialista do monhé Costa está, em tudo, relacionada com uma tentativa de “australização” do regime político português; mas essa “australização” saiu “furada” com o aparecimento do partido CHEGA.
Resta agora ao Rui Rio e ao monhé alterar o sistema de votação português.
Nos países chamados de “anglo-saxónicos” (Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá Nova Zelândia), caracterizados por sistemas de votação que favorecem o bi-partidarismo (de alternância no Poder), os dois partidos de Poder estão totalmente controlados pelos agentes do globalismo plutocrata — ou, como diz Olavo de Carvalho, pelos agentes do “império mundial do dinheiro”.
Neste sentido, Donald Trump foi considerado persona non grata pelo próprio partido republicano americano; Donald Trump ganhou as eleições com o voto do povo, mas não com o apoio das elites do seu próprio partido.
De facto, nos Estados Unidos, o partido republicano, por um lado, e o partido democrata, por outro lado, estão de acordo em quase tudo — incluindo na política de ausência de fronteiras e imigração massiva e sem qualquer controle fronteiriço.
Na Austrália, os dois partidos de alternância no Poder chegaram a um acordo, que consiste em instituir um regime orwelliano e submetido caninamente ao “império mundial do dinheiro”, em substituição da democracia representativa propriamente dita. O mesmo se passa (em graus diferentes) na Nova Zelândia, e mesmo no Reino Unido.
Depois da ditadura sanitária — ou seja, depois da ditadura do controlo sanitário covideiro —, virá o controle monetário que gerará a rarefacção ou mesmo desaparecimento do dinheiro vivo em circulação; depois virá o controlo de acesso à Internet por intermédio da identificação numérica individual. No fim da linha repressiva, só restará ao povo o recurso à violência contra a classe política, para defender a liberdade.

Em Portugal, o fenómeno do “encolhimento” eleitoral do Bloco de Esquerda (e previsível “encolhimento” da facção da Isabel Moreira no Partido Socialista de Sócrates, da Fernanda Câncio, do Ascenso Simões e do monhé Costa) tem a ver com a tentativa de afastamento do Cristianismo da praça pública, para se instituir “um regime que se lambuza gostosamente na merda e no mijo” da ética e da moralidade. É a isto que chamamos (também) de “marxismo cultural”.
O método de Hondt português permite o fácil aparecimento de novos partidos que contrariem o monopólio bi-partidário do Poder , como é o caso do partido CHEGA.
1/ Neste texto ficamos a saber que o comportamento de um aerogerador, ao longo do tempo, é independente da evolução das “mudanças climáticas”, que afectam tudo excepto o negócio das chamadas “energias renováveis”.
“Assim, o preço do MWh de energia eólica vai depender muito mais dos custos do que da produção, porque a produção de um aerogerador é bastante previsível ao longo dos anos de vida útil e dos dados de vento do local da instalação.”
Tratando-se das eólicas, o vento passa a ser “previsível”, e, por isso, a imprevisibilidade causada pelas “mudanças climáticas” não existe.
Paradoxalmente, aqueles que são contra o chamado “Aquecimento Global Antropogénico”, contra o petróleo, e a favor das “energias renováveis”, são simultaneamente contra a energia nuclear.

As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.
2/ Na Alemanha pós-Merkel, as estações de televisão já entraram numa campanha de mentalização dos alemães para o facto de que irão ser obrigados a passar frio em suas casas, no Inverno que vem aí (como aconteceu recentemente no Texas, com apagões recorrentes).
Depois de ter fechado as centrais nucleares (por pressão política da Esquerda), a Angela Merkel passou a importar gás natural da Rússia para substituir a energia nuclear— o que é um perfeito absurdo, se ligarmos um facto ao outro. E o preço do gás natural têm subido astronomicamente…!
Mas mais absurdo é o facto de a Alemanha estar a construir uma nova super central eléctrica alimentada a carvão, perto da cidade de Dortmund, depois de ter fechado TODAS as centrais nucleares…!

3/ Vindo da Esquerda, não podemos esperar nada (absolutamente nada!) de coerente. Vindo da Esquerda, só podemos esperar ideologia. Enquanto as pessoas não ganharem consciência disto, o nível de vida das populações irá sempre piorar.
4/ Entretanto, as redes sociais (por exemplo, o YouTube) já anunciou que irá censurar as opiniões de quem é céptico em relação à eficácia das “energias renováveis”. Os cépticos das eólicas são os novos “negacionistas”.
5/ Quando há cada vez menos chineses a andar de bicicleta, as elites europeias criam vias específicas para bicicletas, nas cidades — mas não são vias de ciclismo para recreio do burguês: são mesmo vias para o cidadão ir pedalar para o trabalho, deixando livres as ruas para os automóveis das elites.
As ciclovias de Lisboa e Porto não são concebidas para recreio!: são mesmo para obrigar o povão a ir para o trabalho montado à moda do chinês da década de 1950.