


« Há uns dias, num inadvertido “zapping” nos noticiários, calhou-me confrontar-me com a notícia de uma multidão de migrantes da América central em marcha pelo México a caminho dos Estados Unidos da América, gritando com todos os pulmões “Libertad! Libertad!”. »
Complementado o pensamento do João Távora :
Ainda não compreendi por que razão os emigrantes da América central e do sul, em geral, fogem da miséria causada pela esquerda socialista nos seus países de origem, e depois (com excepção dos imigrantes cubanos na Flórida) votam na esquerda socialista americana quando conseguem a nacionalidade nos Estados Unidos.
Seria como se uma pessoa fugisse da Coreia do Norte para Portugal, e depois votasse no Partido Comunista português.
Outro exemplo: a maioria dos imigrantes brasileiros em Portugal (ver aqui um exemplo) apoiam a esquerda socialista (do Kosta ou do Lula da Silva).
Só há uma explicação: a miséria cultural, nos países socialistas, é endémica; e, como vimos com a Alemanha de leste (ex-RDA), demora várias décadas a erradicar.

Antes de mais: eu não sou uma figura pública, e portanto, não tenho as obrigações que o José Pacheco Pereira tem — mas que ele não cumpre.
1/ Durante (pelo menos) duas décadas, a Esquerda (por exemplo, o Bloco de Esquerda) têm destruído feroz- e sistematicamente a linguagem (cultural, social, civilizacional), e o José Pacheco Pereira nunca (jamais!) se insurgiu contra essa destruição da linguagem — porque esta vinha da Esquerda.
Agora, com o aparecimento do partido CHEGA, o José Pacheco Pereira já se insurge contra uma alegada destruição da linguagem e “empobrecimento da comunicação”.
Segundo o José Pacheco Pereira, durante mais de 20 anos de Bloco de Esquerda, nunca houve “empobrecimento da comunicação”: este “empobrecimento” só surgiu com o CHEGA!.
Este tipo de argumentação é uma filha-da-putice, sem outra classificação possível.
2/ Não nos podemos esquecer que o José Pacheco Pereira (sendo militante do PSD) se aliou publicamente ao Bloco de Esquerda contra o PSD de Passos Coelho. É preciso que as pessoas não tenham memória curta.
3/ Estamos em presença (por parte do José Pacheco Pereira) de miopia política, da negação da realidade, por um lado; e, por outro lado, o José Pacheco Pereira invoca a necessidade da “moderação do centro” político sem definir “centro político”: para o José Pacheco Pereira, o “centro político” é aquilo que ele próprio quiser que seja; o “centro político” pertence à subjectividade do José Pacheco Pereira.
Com jeitinho, para o José Pacheco Pereira, o “centro político” pertence ao Bloco de Esquerda — como, aliás, defende outro comissário político, o Daniel Oliveira, que escreveu no Twitter que o Bloco de Esquerda é um partido social-democrata. Não tardará muito, e o CDS passará a ser um partido “radical da extrema-direita”.
Esta gente é doente.

Um tipo que corrobora a política de propaganda dos me®dia, concorda com a política educacional das elites universitárias, com as posições políticas das multinacionais globalistas, e com a aculturação da elite de Hollywood… … e diz que faz parte da Resistência.




Vemos aqui em baixo uma fotografia actual de uma carruagem de um comboio da linha de Sintra, arredores de Lisboa.
Eu tinha 15 anos de idade quando fui expulso de Moçambique, pelo governo da Frelimo, pelo simples facto de eu ser de raça branca.
Estava eu sentado (com um grupo de colegas, depois das aulas no Liceu Salazar) na esplanada da pastelaria Princesa, na avenida 24 de Julho em Lourenço Marquês, quando uma brigada do exército da Frelimo cercou a área e começou a pedir identificação (Bilhete de Identidade). Como eu não tinha trazido o Bilhete de Identidade, fui preso e enviado para um campo de concentração perto da cidade do Xai-xai, onde estive cerca de três meses detido, sem culpa formada.
Repito: eu tinha 15 anos de idade.
Ao fim desse tempo de prisão sem culpa formada, a Frelimo concordou em libertar-me, mas com a condição de eu abandonar imediatamente o país (Moçambique). O meu passaporte (português) levou um carimbo vermelho de “persona non grata”, sendo que o meu “crime”, aos 15 anos de idade, foi o de não trazer comigo o Bilhete de Identidade.
Naquela época, pensei: “Moçambique é dos pretos”; e, de certo modo, aceitei a minha expulsão como o corolário da afirmação política da negritude em um país de pretos.
Porém, longe de mim estava a ideia de verificar que, os que me expulsaram de Moçambique, viriam mais tarde para Portugal para substituir a população portuguesa, em uma última e final humilhação dos brancos.


Camaradas!

O papa Chico está do nosso lado (como, aliás, já o reconheceu o camarada comissário Daniel Oliveira); por isso, temos que apoiar o esforço do deus dele, no sentido de censurar as Teorias da Conspiração.
Camaradas! Pela primeira vez na História, a coordenação do nosso partido declarou que estamos ao lado do deus dos padres católicos — aliás, não fazemos mais do que fazem já os camaradas chineses, que já nomeiam os bispos católicos, e não tarda nada irão nomear o papa.
Camaradas! O futuro do deus (do papa Chico) é nosso!
O papa Chico invocou a vontade do deus dele para incitar a censura das Teorias da Conspiração — por exemplo, a censura daquela Teoria da Conspiração que diz que “o papa Chico é burro”. Se ele é burro, ou não, não sabemos; mas temos todos a obrigação de censurar as teorias da conspiração que não nos convêm.
A luta continua! Viva Trotski! Allahu Akbar!
Camaradas!
Os dinamarqueses andaram a vasculhar as estatísticas e chegaram à conclusão de que o custo da imigração não-europeia é de 5 mil milhões de Euros por ano.
Camaradas!
Não devemos vasculhar as estatísticas, porque é anticientífico. A única coisa que podemos vasculhar é a História, para a virar ao contrário!
Em oposição aos fassistas dinamarqueses, temos em Portugal um primeiro-ministro e um ministro da administração interna que são progressistas, porque defendem a imigração em massa de não-europeus, incluindo muçulmanos — o revela, de facto, uma intenção de construir um mundo melhor, à moda do papa Chico.

Camaradas católicos!
Temos que seguir as ideias do papa Chico e denunciar os fassistas dinamarqueses que andam a vasculhar as estatísticas. Como diz o papa Chico: “as estatísticas não dão de comer”.
Os camaradas do Comité Central do nosso partido estão solidários com as ideias do papa Chico e com o clero católico, contra os fassistas dinamarqueses que querem poupar um míseros tostões por ano restringindo a imigração muçulmana, e adoptando uma postura política contra a diversidade cultural.
Abaixo os fassistas dinamarqueses! Viva o Kosta! Viva a Isabel Moreira! Viva o Cabrita! Viva Karl Marx! Viva o António Gramsci! Viva o papa Chico!
A diversidade é a nossa força! A luta contínua! Allahu Akbar!