O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante

Portugal tem virado à esquerda, nas últimas duas décadas; só não vê quem não quer.

Verificamos que até os liberais, ditos “defensores dos capitalistas”, vivem hoje, em grande parte, à custa do Estado. Vejam como, por exemplo, os herdeiros de Belmiro de Azevedo e da SONAE andam a mamar nas tetas do Estado.

O Estado português engordou os seus poderes de uma forma assustadora; e vemos liberais, como o Cotrim, a orbitar na esfera da babujem no Orçamento de Estado.

Quando o governo do Grande Babush Monhé ofereceu 15 milhões de Euros, provenientes do Orçamento de Estado, a algumas empresas (ditas, “privadas”) da comunicação social, verificamos como Portugal virou, de facto à Esquerda.

Não se trata de progresso; trata-se de viragem à esquerda e, por isso, de amputação crescente das liberdades individuais; trata-se de colectivização da cultura, da economia, da opinião individual, e imposição de um pensamento único.

 É fascismo.

Esta viragem à esquerda resulta na aliança entre as empresas ditas “privadas”, por um lado, e um Estado cada vez mais poderoso — ou seja, resulta em um regime fascizante.

O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante.

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A próxima luta da Esquerda Neanderthal: proibir o cidadão de respirar muito, para não gastar o ar

O raciocínio da Esquerda Neanderthal é o seguinte: o risco de apanhares uma miocardite (por exemplo, nos jogadores de futebol) não vem das vacinas de tipo mRNA que induzem uma imunodeficiência; em vez disso, a miocardite que venhas a sofrer é consequência de respirares muito, durante o dia: vais ter que respirar menos, para poupar o ar e salvar o planeta.

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A imunização passou a significar “protecção“

“Imunização” vem de “imunidade” que, segundo o dicionário, significa: “propriedade de um organismo vivo que tem mecanismos de defesa contra determinados elementos, geralmente patogénicos, o que lhe permite, por exemplo, ficar isento de determinada doença.”

Porém, a Esquerda Neanderthal (aliada ao neoliberalismo plutocrata, globalista e transumanista), alterou a noção de “imunidade”, que passou a ser simples “protecção” biológica:

«… a definição de “vacinação” era “o acto de introduzir uma vacina no corpo para produzir imunidade a uma doença específica”, segundo as más línguas subversivas. Agora, a palavra “imunidade” foi alterada para “protecção”.»

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Cotrim, o peixe da costa: outro que está obcecado com o “centro”

Rui Rio andava obcecado com o centro político, seguiu as indicações de José Pacheco Pereira e levou uma banhada eleitoral. O próximo será o Cotrim, o peixinho da costa (¿ou o peixe do Costa?).

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Este Morcon é de uma raça…!

Aqui no Norte, quando embirramos com alguém, dizemos: “és de uma raça…!”; ou, completando a ideia primordial: “és de uma raça do caralho!”.

É o caso deste estafermo algaraviado: ele é de uma raça…! Depois de ter escrito em blogues de uma certa direitinha “liberal” (que vive à custa do Estado), o Morcon surge agora numa espécie de albergue espanhol.

Escreve, o Morcon, referindo-se aos nortenhos:

“… a operação intelectual — aparentemente simples — de retirar qualquer importância (biológica, cultural, política, intelectual) à cor da pele dos indivíduos é, afinal, coisa demasiada para as capacidades dos morcões.”

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Para aquele cepo (com farfalho nas fauces), as diferenças “biológicas, culturais, políticas, intelectuais” (sic), entre indivíduos, são equivalentes às diferenças da cor da pele entre indivíduos. Ou seja: para ele, é tão tolerável um qualquer chinês (alegadamente, de pele amarela), como é tolerável um terrorista árabe islâmico com um QI de 20 devido a secular endogamia.

Não devemos confundir opinião (doxa), por um lado, e biologia (episteme), por outro lado. Mas aquele cepo confunde a mera opinião de um gringo qualquer, por um lado, com a própria realidade, por outro lado.

Não sei bem qual é a cor predominante do couro mourisco; mas aqui, no Minho e na Galiza, notei que, pelo menos as mulheres (em juízo universal) são alvas, de cabelo claro e de olhos claros.

Talvez por isso é que o Salazar dizia, quando se dirigia (através da rádio) aos portugueses: “Portugueses!, de Portugal e do Minho…!”. Ele lá teria as suas (dele) razões…

O FaceBook fez um “fact-check” ao British Medical Journal

O FaceBook censurou um artigo do British Medical Journal acerca do COVID-19.

Diz o FaceBook que se tratou de um “fact-check”, em defesa da verdade e contra as “fake-news”.

Para o FaceBook, o British Medical Journal não é credível; o FaceBook prefere acreditar no João Bidé.

Não tarda nada, iremos ver o Polígrafo afirmar que a Ordem Dos Médicos de Portugal não tem autoridade para falar de medicina — e tudo isto invocando o Grande Babush Monhé.

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O Poder discricionário do General Alcazar, da República das Bananas da Madeira

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«O Governo da Madeira, de coligação PSD/CDS, reafirmou hoje que vai continuar a exigir teste antigénio negativo às crianças não-vacinadas contra a Covid-19 para participarem em actividades desportivas extra-curriculares, noticia a Agência Lusa hoje, 8-2-2022.

“Não vamos ceder. As crianças têm de ser vacinadas a bem da saúde pública e se não estiverem vacinadas têm de apresentar teste negativo para participar em actividades extra-escolares desportivas”, afirmou o chefe do executivo madeirense, Miguel Albuquerque. “E daqui não saímos”, reforçou.»