A aliança entre a Esquerda Neanderthal e os globalistas plutocratas

 EsquerdaA Neanderthal é herdeira directa de Rousseau e do seu conceito de “bom selvagem”: defende (para o povo, mas não para eles próprios!) uma espécie de retorno ao passado idílico dos caçadores recolectores e das trocas em espécie.

Pretendem submeter a humanidade à miséria, em nome de uma alucinante histeria de “salvação do planeta” e do “fim do mundo que se aproxima”. Trata-se de um culto milenarista e neognóstico que nos convida a uma certa forma de primitivismo.

A Esquerda Neanderthal web

Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o “homem é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”.

O primeiro homem que vedou um terreno e disse: ‘isto é meu’, e achou pessoas bastantes simples para acreditar nisso, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”. [Rousseau]

Rousseau vai ao ponto de deplorar a introdução da metalurgia e da agricultura. O trigo é símbolo da nossa infelicidade. A Europa é um continente infeliz por ter o máximo do trigo e do ferro. Para abandonar o mal, basta abandonar a civilização, porque “o homem é naturalmente bom, e o selvagem depois de jantado está em paz com toda a natureza e é amigo de todas as criaturas.”

Rousseau enviou uma cópia do seu livro a Voltaire que, depois de o ler, escreveu-lhe em 1755 uma carta em que dizia o seguinte:

“Recebi o seu novo livro contra a raça humana, e agradeço. Nunca se utilizou tal habilidade no intuito de nos tornar estúpidos. Lendo este livro, deseja-se andar de gatas; mas eu perdi o hábito há mais de sessenta anos, e sinto-me incapaz de readquiri-lo. Nem posso ir ter com os selvagens do Canadá porque as doenças a que estou condenado tornam-me necessário um médico europeu, e por causa da guerra actual naquelas regiões; e porque o exemplo das nossas acções fez os selvagens tão maus como nós.”


neil oliver webA Catarina Martins começa qualquer discurso no paralamento com a cantilena do “Aquecimento Global Antropogénico”; e o Monhé das Cobras defende o aumento astronómico do preço da gasolina para evitar as putativas “alterações climáticas”.

O escritor escocês Neil Oliver resume o ideário desta gente:

“Os carros eléctricos estão relacionados com a ausência de carros. A energia verde significa ausência de energia. Isto não tem nada a ver com ambiente verde: tem, antes, a ver com ausência de energia”.

A chamada “Agenda 2030”, de que tanto falam o Monhé das Cobras e a Catarina Martins, é um plano congeminado pelas elites económicas e plutocratas globalistas, e que tem o apoio da Esquerda Neanderthal no sentido de proibir, a uma grande percentagem da população mundial, o acesso a muitos bens e serviços que o capitalismo tinha tornado comuns.

Durante a pandemia do COVID-19, os povos do Ocidente perderam 3.700 mil milhões de Euros em rendimentos, e os bilionários ocidentais ganharam cerca de 3.900 mil milhões de Euros.

Foi a maior transferência de riqueza da História, mas não vemos ninguém da Esquerda Neanderthal a falar dela.

Esta aliança entre os plutocratas e a Esquerda Neanderthal necessita de uma narrativa convincente e apelativa que facilite a aceitação da renúncia, por parte do Zé Povinho, de bens e serviços que até agora tem desfrutado — e essa narrativa “convincente” não é mais do que o anúncio de um apocalipse do ambiente natural e a histeria climática milenarista.

Graças a um discurso catastrofista e apocalíptico (“Vem aí o fim do mundo! Convertei-vos!”), as sociedades ocidentais parecem dispostas a aceitar um empobrecimento generalizado e renunciar ao seu nível de vida que só será, doravante, acessível aos ricos e aos políticos — por isso é que o Rui Moreira, na Câmara Municipal do Porto (e também o homólogo em Lisboa) já está a infestar as ruas da cidade com ciclovias: o destino do Zé Povinho será o de andar de bicicleta, enquanto os ricos e os políticos se pavoneiam pelas ruas da cidades em automóveis (eléctricos).

A Esquerda Neanderthal, aliada à plutocracia globalista, está a encarecer propositada- e artificialmente a energia e os combustíveis com taxas (cada vez maiores) de emissão de CO2: pretendem impedir o acesso de automóveis às cidades (com excepção dos automóveis sofisticados e de topo de gama caríssimos, que só os ricos e os políticos podem ter, ou os “automóveis de boutique” que são os carros eléctricos), e proibir os voos comerciais regionais.

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Os bilionários, plutocratas globalistas e malthusianos, pretendem convencer o Zé Povinho que os recursos do planeta estão prestes a esgotar-se, e que, por isso, é necessário que o Zé Povinho renuncie a comodidades básicas para que o planeta não expluda.

O que move os plutocratas globalistas é o sentido da exclusividade: os prazeres da vida deixam de o ser, quando toda a gente tem acesso a eles.

Para os bilionários, por exemplo, passar as férias nas Seicheles deixa de ser tão agradável quando lá vêem gente da classe média nos hotéis das ilhas. Que horrível cheiro a povo! Os bilionários aplicam, a toda a realidade envolvente, o princípio do “paradoxo do valor”, defendido pelo Marginalismo: as coisas baratas perdem valor (por exemplo, os automóveis a combustão), e tornam-se valiosas quando são escassas (por exemplo, a última coca-cola do deserto).

Assim, e para garantir que determinadas coisas (por exemplo, a carne de bovino) possam continuar a ser valiosas, há que promover a sua escassez. Lá chegará o tempo em que a classe média não irá ter dinheiro para comer uma costeleta de vitela.

Conduzir pelas auto-estradas será praticamente exclusivo para ricos e para os políticos, assim como comer carne de vaca, viajar de avião, ter filhos, ou entrar de automóvel dentro de uma cidade. A Agenda 2030 impõe, à população mundial, um estilo de vida precário que não afectará as elites que o promovem (a Esquerda Neanderthal e os plutocratas globalistas), dentro de um regime político fascizante, à imagem da China (sinificação).

A “Esquerda” que infesta os me®dia

canada ultra direita webHoje ligo o rádio do carro, perto das oito horas da manhã, e ouço um jornalista esquerdopata (Fernando Alves) a desancar nos camionistas canadianos, e a defender a necessidade de repressão policial brutal do governo canadiano sobre os ditos camionistas, cujo “crime” é o de reivindicar o fim da vacinação obrigatória imposta por um Estado para-totalitário. E depois apareceu uma jornaleira de serviço defendendo a necessidade de cortar o apoio financeiro e logístico aos camionistas.

Esta é a Esquerda actual, que infesta os me®dia.

A Esquerda actual é contra as manifs, se o Estado globalista não sai fortificado com as posições dos manifestantes. O foco da Esquerda actual é o Estado, e não o povo. Para a Esquerda actual, o povo é merda.

Ainda irei ver o Fernando Alves a defender a legitimidade da lei do KILL SWITCH que se prepara para ser obrigatório a partir de 2026: a polícia poderá parar qualquer automóvel, remotamente, desligando-lhe o motor. O Fernando Alves deve certamente exultar com este reforço do Poder do Estado !

Esta gente é doente. Mas é este tipo de gente que molda a opinião pública, dizendo-se “de Esquerda”, mas obedecendo caninamente aos seus patrões plutocratas globalistas.

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A foto-símbolo do novo tipo de fascismo globalista: a aliança entre os plutocratas globalistas e as esquerdas locais

A aliança entre os plutocratas globalistas e as esquerdas locais — representadas, na fotografia, por George Soros, um bilionário judeu, por um lado, e, por outro lado, por Greta Thunberg, filha de pais comunistas suecos.

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Esta aliança (entre a plutocracia globalista e as esquerdas nacionais), preconizada na década de 1970 pelo judeu Henry Kissinger, tem como objectivo a sinificação do mundo: inspira-se no modelo político totalitário chinês para a governação globalista do mundo (em que os muito ricos vivem à parte dos demais), modelo esse que é defendido pelo “World Economic Forum” de Klaus Schwab.

Alguns discípulos e e defensores do fascismo globalista defendido pelo “World Economic Forum” de Klaus Schwab:

  • Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia;
  • Justin Trudeau, notório filho-de-puta e primeiro-ministro do Canadá;
  • Emmanuel Macron, o jupiteriano presidente de França;
  • Boris Johnson, primeiro-ministro despenteado e judeu do Reino Unido;
  • Sebastien Kurz, ex-chanceler fascista da Áustria;
  • Alexander De Croo, primeiro-ministro da Bélgica;
  • Ursula von der Leyen, chefe da União Europeia;
  • Christine Lagarde, chefe do BCE [Banco Central Europeu];
  • Olaf Scholz, chanceler da Alemanha;
  • Mario Draghi, primeiro-ministro não-eleito de Itália;
  • Joe Biden, presidente fraudulentamente “eleito” dos Estados Unidos;
  • O “papa” Chico, o liquidatário satânico da Igreja Católica;

— isto para só citar os mais importantes. Deste grupo faz parte o Monhé das Cobras, e dele faria parte Rui Rio se fosse eleito primeiro-ministro. Marcelo Rebelo de Sousa também faz parte desta comandita.

Os Estados Unidos já não são minimamente confiáveis

Eu desafio qualquer jornaleiro de merda a desmentir, com factos, a minha seguinte proposição:

“A península da Crimeia, desde o tempo dos primeiros czares russos, sempre pertenceu à soberania russa.”

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Em contraponto, a parte oriental da Ucrânia só passou a fazer parte da Rússia no século XVII na sequência da guerra entre a Rússia e a Polónia — e, mais tarde, já recentemente na era soviética, toda a Ucrânia foi absorvida pela URSS.

Ou seja, a história da Ucrânia não coincide com a história da Crimeia, por um lado; são realidades históricas muito diferenciadas. E, por outro lado, a população da Crimeia sempre foi maioritariamente russa (e não ucraniana).


Os Estados Unidos não aprendem com a História — porque este país está a ser governado por perigosos celerados: e não é só de agora: desde a presidência do Bush-pai que a percentagem de celerados foi aumentando na governança dos Estados Unidos, culminando com o actual facínora que ocupa a Casa Branca.

Em 1939, a Alemanha invadiu a Polónia Checoslováquia alegando a protecção da minoria alemã na região polaca dos sudetas. Ora, acontece que existe uma minoria étnica russa na parte oriental da Ucrânia (ver o mapa acima); e os Estados Unidos servem-se do argumento falacioso ad Hitlerum da protecção dos sudetas para dizer que os russos irão invadir a Ucrânia para proteger os russos da Ucrânia.

Os Estados Unidos estão a ser governados por uma elite política absolutamente sem escrúpulos, e é chegada a hora de os povos da Europa se unirem para denunciar a política belicista dos neocons americanos que estão a provocar uma guerra na Europa, para assim obnubilar a desgraça da política interna do psicopata João Bidé.

Os Estados Unidos (dos neocons aliados à Esquerda corrupta do João Bidé) não são minimamente confiáveis.

Morreu o homem, e aparecem os cobardes como o João Almeida Moreira (grande burro!)

Morreu Olavo de Carvalho, e a crítica medíocre apareceu — sabendo-se que o homem já não se pode defender. É a técnica dos cobardes: morreu o homem e toca a desancar ad Hominem. No Brasil, o “espectáculo” é desolador.

Em Portugal, uma besta que dá pelo nome de João Almeida Moreira, escreveu no Diário de Notícias um textículo (ver ficheiro PDF, para memória futura) com o título “O filósofo dos imbecis”:

“Visto como um colunista interessante e polemista inovador até ao fim do século passado, decidiu mudar-se para os Estados Unidos em 2003 e tornar-se membro destacado da tal legião de imbecis a que as redes sociais dão voz.

Primeiro passo: intitular-se filósofo, embora não tivesse formação na área.”


Ou seja, para o burro em epígrafe, um filósofo tem que ser necessariamente licenciado em filosofia — o que retira, da categoria de “filósofo” e mutatis mutandis, 99% de todos os pensadores de todos os tempos.

¿Já viu, caro leitor, como é burro, aquele asno?!

Não faço aqui um ataque ad Hominem àquele burro, porque, em primeiro lugar, eu demonstro por que razão o asno é burro. Um ataque ad Hominem é aquele que parte para o insulto sem demonstrar previamente qualquer razão plausível para tal.

Vou dar alguns exemplos que a Esquerda gosta: Karl Marx não era licenciado em filosofia; Engels também não; ¿Nietzsche? Não!; Hegel, também não; Gadamer, nicht, e por aí fora. E até Jesus Cristo não seria considerado “filósofo” por aquele asno,  porque não sabia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca…”

Portanto, para ser filósofo não é necessário ter um cursito mal-amanhado de filosofia de trazer-por-casa (como é o caso do José Pacheco Pereira); para se ser filósofo, o dito terá que criar (pelo menos) uma doutrina original ou, (idealmente) um sistema  doutrinário (por exemplo, o sistema de Hegel).

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Podemos não simpatizar com a doutrina ou com o sistema de um  determinado filósofo, mas a nossa antipatia não lhe retira o mérito da criação.

E a doutrina do filósofo em causa até pode estar mal construída (como está, por exemplo, mal construída a doutrina de Engels sobre a família, que é notoriamente cheia de “buracos” históricos), mas Engels não deixa, por isso, de ser filósofo. O mais que pode ser é um filósofo medíocre.


Todo o resto do texto do burro em epígrafe é um chorrilho de asneiras e de ataques pessoais; e conclui, a avantesma, escrevendo que a causa da morte de Olavo de Carvalho foi o COVID-19:

“O medo de um suposto vírus mortífero não passa de historinha de terror para acovardar a população e fazê-la aceitar a escravidão”, escreveu em Maio de 2020 sobre aquela que viria a ser a causa da sua morte 20 meses depois.”


Porém, o médico que tratou de Olavo de Carvalho, o dr. Ahmed Youssif El Tassa, esclareceu que o filósofo morreu em decorrência de insuficiência respiratória aguda causada por quadro de enfisema pulmonar associado a insuficiência cardíaca congestiva, a uma pneumonia bacteriana e a uma infecção generalizada. O grande burro não sabe que Olavo de Carvalho tinha estado, em 2021, várias vezes internado em hospitais (nos Estados Unidos e no Brasil), com problemas cardíacos muito graves.

Não sei quem é o Almeida, nem me interessa saber; mas que é (ontologicamente) um asno chapado, disso não tenho dúvida.

É  este tipo de merda que escreve nos jornais portugueses.

A estaurofobia judaica de Èric Zemmour

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Se Èric Zemmour for eleito presidente da república francesa, diz ele que irá proibir os cristãos franceses (que existem no país desde há mais de dois mil anos) de usar, na via pública, o crucifixo ao pescoço.