


Eu estava à espera do reconhecimento unilateral da independência, por parte de Putin, das regiões de leste (de maioria étnica russa) na Ucrânia; esperava mesmo que as tropas russas entrassem na região do Donbass com o argumento de “proteger” a alegada independência dessas regiões; mas nunca me passou pela cabeça que Putin enviasse tanques para Kiev.

Parece que a Rússia não aprendeu nada com a invasão do Afeganistão, na década de 1980 do século passado — só que, no caso da Ucrânia, a actual proliferação de armamento sofisticado ocidental, produzido para guerrilha urbana e guerrilha convencional, é incomparavelmente superior ao que existia no Afeganistão na década de 1980.
A Rússia está a meter-se em um lamaçal militar, e Putin é o responsável.
A Rússia vai ter o SWIFT cortado, o que significa um retrocesso económico e financeiro significativo do país. E qualquer país que apoie o esforço de guerra da Rússia, terá também o SWIFT cortado — com excepção da China, que verá necessariamente outro tipo de retaliação, dada a dependência extrema que os Estados Unidos e o Ocidente têm da indústria chinesa, resultado da transferência massiva de produção industrial do Ocidente para a China.
Não há nenhum governo de um país de cultura ocidental que tenha criticado — ou, no mínimo, colocado reservas — a tomada de Poder ditatorial e permanente do El Fidelito Trudeau.
Ainda vamos ter o Kosta a aprovar a lei marcial no paralamento, com o apoio do palhaço Marcelo. Esperem, para ver.

Vemos aqui em baixo um mapa dos gasodutos de gás russo que passam pela Ucrânia com destino à União Europeia.

É um negócio que os plutocratas globalistas dos Estados Unidos nem conseguem cheirar o dinheiro — o que, de facto, parece justificar uma guerra nuclear com a Rússia.
Quando os plutocratas globalistas não conseguem cheirar o dinheiro dos negócios dos outros, então provocam uma guerra.
Segundo o The Babylon Bee, a marca americana Nike lançou um novo modelo de fato-de-banho feminino de competição, com espaço extra para os colhões:
“After carefully listening to feedback from a growing chorus of three of their customers, Nike is making some long-awaited improvements to their 2022 women’s swimwear line. Nike’s new “Performance Series” of one-piece competitive women’s swimsuits will feature extra room in the crotch for male genitalia.”
A pedido de três clientes femininas importantes que participam em natação de alta-competição, a Nike acabou de acomodar os seus colhões em um novo modelo de “maiô” de competição feminino.
“There are two kinds of people in the world: the conscious dogmatists and unconscious dogmatists. I have always found myself that the unconscious dogmatists were by far the most dogmatic.”
– G. K. Chesterton, ‘Generally Speaking.’
Eugénio Lisboa começa um texto citando Bertrand Russell:
«Aquilo de que o mundo precisa não é de dogma, mas de uma atitude de investigação científica combinada com uma crença de que a tortura de milhões de pessoas não é desejável, seja ela infligida por Staline ou por uma divindade imaginada à semelhança dos que nela acreditam.»
(Bertrand Russell)
— o mesmo Bertrand Russell que defendeu publicamente a ideia de que os americanos deveriam bombardear a ex-URSS com bombas atómicas (em uma época em que a URSS ainda não tinha a bomba atómica), para assim acabar com este país. “Cortar o mal comunista pela raiz”.
Ou seja: o Eugénio Lisboa começa mal o seu texto, porque Bertrand Russell contradiz-se barbaramente.
Bertrand Russell foi um “pacifista” que defendeu o aniquilamento atómico de praticamente toda a população soviética (de dezenas de milhão de pessoas).
Para pensar em um mundo que a ciência possa descrever, Bertrand Russell (o positivista) embriaga-se de Técnica, negando a possibilidade de dogmatismo científico — porque, em bom rigor, todo o positivista nutre-se das convicções que estrangula. Ou, como escreveu o físico francês Roland Omnès: “A fé do cientista é a maior que existe, porque é inconfessável.”
E é isto que o Eugénio Lisboa invoca, em nome de um putativo “combate ao dogma” — como se o pensamento positivista de Bertrand Russell não fosse dogmático: para que haja ciência, o positivista Bertrand Russell necessita de partir de um postulado que implica a ideia de “insignificância do universo”, porque a neutralidade axiológica não é uma conclusão científica, mas antes é um postulado metodológico do positivista.
A experimentação (empirismo) neopositivista não confirma nem refuta os axiomas matemáticos (que não são físicos!) ou os dogmas religiosos. Em bom rigor, a ciência não resolve os problemas que o Homem lhe coloca, mas antes resolve os problemas que a ciência coloca a si própria. E é este tipo de traste que fala criticamente em “dogma religioso”!
A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.
« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.
(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »
Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.
E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.
O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.
A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.

Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”.
Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).
É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.

Dá pelo nome de Sam Brinton, e foi nomeado pelo Joe Biden (aliás, João Bidé) para supervisionar e coordenar as centrais nucleares dos Estados Unidos.


Diz “ele” que é “genderqueer” (seja lá o que isto signifique) e Drag Queen sado-masoquista, e dá pelos nomes de Them/They; e gosta de tratar os seus parceiros sexuais abaixo de cão.

¿Percebem agora por que razão os Estados Unidos não têm um futuro promissor?
Os malucos tomaram conta do asilo!
Segundo a Nova Esquerda (patrocinada e sustentada pelos plutocratas globalistas), aliás Esquerda Neanderthal, invocar a palavra “liberdade” é sinónimo de identificação com os “fassistas”, racistas e “supremacistas brancos”.

Razão tinha George Orwell, no seu livro “1984”: “A liberdade é opressão.”

«A noção de “liberdade” é coisa de “brancos fassistas, racistas, nazis e filhos-de-puta supremacistas”» — diz a Esquerda Neanderthal, aplaudida pelos plutocratas globalistas que a sustenta.

