O jornal Observador e o machismo de Esquerda

Se me oferecessem um ano de assinatura do Observador, eu recusaria; nem dada!.

nao e mulher web


Eu cito o “jornal” Observador, aqui e ali, porque o Google me impinge as suas publicações — que é o caso desta “notícia” assinada por uma jornaleira que dá pelo nome de Mariana Fernandes.

lia thomas observador

Ao contrário do que aquele estafermo jornalístico escreveu — mas a culpa principal não é dela, mas antes é dos responsáveis editoriais do Observador —, o problema da participação dos chamados “trans-machos” nas competições femininas não se reduz à testosterona. 

Ó jornaleiras do Observador!: falem com um médico, antes de escreverem merda!

A caixa torácica de um homem — ou de um adolescente do sexo masculino — é muito maior do que a de uma mulher; os pulmões de um homem são maiores (em juízo universal) do que os de uma mulher; a estrutura óssea de um homem (em juízo universal) é mais resistente do que o de uma mulher; e a estrutura muscular masculina (em juízo universal) é mais resistente e mais forte do que a de uma mulher!

Dizer que a diferença física/biológica entre um homem e uma mulher se resume à testosterona, é próprio de alguém que anda a brincar com o pagode; ou é burrinha todos os dias!  E o Observador adora brincar com o povão: é caso para dizer: Ó Mariana!, bebe água!

Quando alguém olha para uma pedra e diz que é um pau (mesmo quando a ciência nos diz que uma pedra é uma pedra, e um pau é um pau), alguma coisa de muito mau se passa na cultura antropológica. Quando alguém olha para um homem e diz que é uma mulher, não só aceita uma mentira que lhe é imposta, mas, pior ainda, repete essa mentira.

«Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.»

Theodore Dalrymple

Os patrões portugueses pretendem transformar Portugal em uma espécie de Marrocos

Eu tenho conhecimento pessoal do que se passa no mercado laboral em Marrocos.

grupo pedreira marrocos

Em Marrocos, as operárias – nas indústrias do têxtil e do calçado — descontam 3% do salário para a segurança social, e praticamente não existem descontos dos patrões para o IRS das operárias; e elas trabalham ao Sábado, sem reforço de salário ou horas extras — ou seja, o salário que recebem (e que é pago semanalmente, e não mensalmente como na Europa), inclui já o trabalho ao Sábado.

O salário normal de uma operária marroquina (nas indústrias de calçado e têxtil) é de 62 Euros por semana (245 Euros por mês), oito horas por dia, pago a cada Sexta-feira.

Amiúde, os donos das fábricas têm, para cada posto de trabalho (por exemplo, uma gaspeadeira), duas operárias — uma efectiva e outra suplente —, porque acontece muito que, depois de receber o salário semanal à Sexta-feira, a operária falta ao trabalho na semana seguinte, e a operária suplente ocupa então o posto de trabalho vago temporariamente.

Esta é a “cultura de trabalho” da operária marroquina; mas os patrões estão-se borrifando para que elas faltem ou não, porque o que interessa é pagar salários de miséria.


“O grupo Pedreira, conhecido pela marca de calçado Nobrand, está a subcontratar o corte e costura dos sapatos em Marrocos por incapacidade de encontrar trabalhadores para as suas fábricas em Felgueiras. Sérgio Cunha, presidente do grupo, garante que tem uma das três linhas de produção parada e que já tentou contactar a Câmara de Felgueiras, procurando sensibilizar a autarquia para a necessidade de arranjar acomodação para imigrantes, mas sem sucesso. “Não tive resposta e lamento imenso porque isto iria dar riqueza e valor acrescentado ao concelho”, defende o empresário.”

Falta de mão-de-obra leva grupo Pedreira a subcontratar em Marrocos

O que o patrão português pretende é ter mulheres imigrantes que trabalhem em Portugal com o salário das marroquinas. Temos que fechar as portas a “patrões” destes, e “exportá-los” definitivamente para Marrocos.

Agora é que a Raquel Varela vai defender a morte dos neonazis em todo o mundo

Ao fazer “zapping” na televisão, dei com a cara furibunda da cripto-comunista Raquel Varela porque os seus (dela) colegas de programa da RTP3 não aceitavam a ideia de que “toda a gente nas Forças Armadas da Ucrânia é neonazi”.

Os russos deram como justificação, para a invasão da Ucrânia, a “desnazificação” deste país — e a Raquel Varela claramente aceita o argumento russo como válido.

Agora, o parlamento russo pretende levar a cabo a “desnazificação” dos países bálticos, da Polónia, e do Cazaquistão.

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Aposto que a Raquel Varela se enche agora de jubilo e de felicidade: os russos vão eliminar os nazis da Letónia, da Lituânia, da Estónia, da Polónia, e do Cazaquistão — quiçá com umas bombinhas atómicas para aquecer o ambiente frio da Primavera.

Não tarda nada, os russos (amigos da Raquel Varela) poderão lançar uma bombinha atómica no Terreiro do Paço para liquidar os “nazis do CHEGA”.

Helena Damião, a coimbrinha

A primeira vez que ouvi falar em “Aquecimento Global” foi em Coimbra (há cerca de 30 anos), em uma grande moradia de uma família riquíssima de médicos proprietários de várias herdades nas Beiras. Foi a primeira vez que ouvi falar no “El Niño”, à beira da enorme piscina da mansão.

Existe uma cultura coimbrinha desprezível — de que a Helena Damião (e os protagonistas do Rerum Natura, em geral)  é uma eloquente testemunha — que pretende, de certa forma e de um modo “tuga”, emular a cultura de Hollywood.

guterres-costa-taxamos o ar-web

O contributo dos coimbrinhas para uma certa elite de Esquerda (protagonizada, por exemplo, por Boaventura Sousa Santos, um dos mais representativos coimbrinhas vivos) foi um dos lastros mais importantes na formação do Bloco de Esquerda e da actual facção mais radical do Partido Socialista.


“O ‘imbecil colectivo’ é uma comunidade de pessoas de inteligência normal ou superior que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se umas às outras”.

→ Olavo de Carvalho


Numa altura em que o preço da gasolina ultrapassa já em muito os 2 Euros por litro, a coimbrinha Helena Damião vem a terreiro pedir que se aumente ainda mais o preço da gasolina — porque coimbrinha que se preza tem sempre dinheiro para pagar o litro da gasolina a 10 Euros, se for preciso.

“¿E o povo?!!! — Ora essa! Se não têm pão, que comam brioches!”

maria antonieta web

O futuro rosa e os “amanhãs que cantam” da energia verde: o ecologismo esquerdopata que demonstrou ser ruinoso para a sociedade

O Henrique Sousa escreve acerca “Da traição alemã com a Rússia”, que serve de premissa para este verbete.


Esquerda Neanderthal web

Perante uma falsa emergência climática, que alegadamente pretende “salvar o planeta” mas que, em boa verdade, apenas pretende acabar com a liberdade económica (e com a liberdade em geral), os políticos de quase todos os países europeus adoptaram uma política energética demencial, penalizando as energias nuclear e fóssil, mentindo aos seus povos acerca de uma putativa “energia verde” que não só é mais instável e prejudicial para os interesses geo-estratégicos do continente europeu (que se vê, assim à mercê de tiranos como Putin), mas que é também muitíssimo mais cara.

A sociopatia ecologista de Esquerda tomou a política, a sociedade e até o mundo empresarial ocidental (os idiotas úteis da “direitinha”), e caracteriza-se por uma irresponsabilidade escandalosa porque impõe a toda a sociedade uma grande pobreza e carestia de vida, por um lado, e por outro lado transporta consigo uma intoxicação massiva de informação promovida pelos me®dia.

E são estes mesmos filhos-de-puta — sociopatas ecologistas de Esquerda, que dizem que a oposição às intenções da Rússia de Putin na guerra da Ucrânia é a causa de carência alimentar no mundo — que defendem a imposição “ecológica” de uma progressiva e “progressista” pobreza e carestia de vida em nome de um Estado “achinesado” cada vez mais todo-poderoso e da limitação da liberdade económica.

Mentiram aos povos da Europa sobre as suas (deles) verdadeiras motivações ideológicas (sempre liberticidas: a liberdade económica é a inimiga da “Nova Ordem Mundial” ou da aliança entre a Esquerda Neanderthal e a plutocracia globalista), sobre o estado real do meio-ambiente, e sobre as características de cada tipo de energia.

Chegou o momento de começarmos a ostracizar (politicamente) os ecologistas sociopatas de Esquerda — como é o caso, por exemplo, do Aiatóla que vemos na imagem em baixo, que se caracteriza por um elitismo desprezível —, porque estes filhos-de-puta castigam os mais pobres com o seu ecologismo de sarjeta: aqueles que não podem comprar um carro eléctrico para circular no centro de Lisboa, aqueles que só podem viajar em voos “low cost”, as famílias que desligam o aquecimento porque não podem pagar as facturas de energia.

francisco ferreira

A evolução natural de um jornalista do semanário Expresso

Na década de 1970, havia o Restaurador Olex, utilizado pelos machos que não queriam parecer velhotes devido às cãs que a idade serôdia concede.

restaurador olex

Hoje, o macho-rabeta pinta o cabelo para se apanascar; o arrombado que se preza pinta o cabelo de cenoura, ou até de roxo; e um factor de apanascamento é a frequência dos me®dia do Pinto Balsemão: o semanário Expresso “abichana”.

o expresso apanasca web

A Raquel Varela tem um raciocínio extraordinário !

“As sanções [económicas e financeiras contra a Rússia] não são uma ajuda nem ao povo da Ucrânia nem contra a guerra. Se o objectivo era ajudar o povo ucraniano o Ocidente podia suspender a sua dívida pública, mas isso implicaria perdas para accionistas ocidentais que detêm esses títulos.”

Raquel Varela


Ou seja: segundo a Raquel Varela, as sanções à Rússia poderiam ser evitadas se o Ocidente perdoasse a dívida pública ucraniana !

Este “raciocínio” da Raquel Varela é uma logomaquia; ou uma falácia Non Causa Pro Causa.

É por demais conhecida a “guerra” que as mulheres (em juízo universal) detêm contra a lógica. Estou convencido de que a frase “a lógica é uma batata” foi cunhada por uma mulher.

A ideia segundo a qual “a melhor forma de combater os russos é perdoar a dívida ucraniana”, só poderia vir de uma mulher. E agora podem dizer à vontade que eu sou misógino.