
Que Deus a tenha na sua Eterna Presença.

Que Deus a tenha na sua Eterna Presença.
O CDS sofre da síndroma de Estocolmo — o que ficou patente, por exemplo, pelo condicionamento político e psicológico da Assunção Cristas, efectuado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira.
O colaboracionismo de Isabel Jonet em relação ao governo socialista do monhé reflecte a tradição do CDS (desde que Paulo Portas tomou conta do partido) de se submeter e colaborar à Esquerda.
«O plano de apoio às famílias é “vazio e tardio”, e as medidas do Governo representam “migalhas” face às necessidades dos portugueses. André Ventura considerou o plano uma fraude política, financeira e fiscal, e acusou que “não se traduzirá em quase nada no bolso dos portugueses”, da mesma forma que não irá conter a inflação.»
→ Da “ilusão” às “migalhas”, partidos criticam apoios do Governo
“A invasão da Ucrânia pela Rússia está a levar a Europa para uma encruzilhada da qual será difícil sair, sendo uma das saídas uma guerra motivada pela escassez de recursos básicos como a alimentação e a energia. O único empecilho é a possibilidade de uma guerra nuclear que o mundo tem sempre evitado porque sabe quais são as terríveis consequências depois do horror de Hiroxima e Nagasaki. Nem os EUA nem a NATO se atreverão a correr o risco e Putin sabe disso.”

1/ Desde o aparecimento do Euro que eu sou um crítico acérrimo do leviatão da União Europeia; mas eu seria tresloucado se, nas condições actuais de agressão russa, defendesse o desmantelamento da União Europeia.
Nas actuais circunstâncias, defendo uma maior união dos povos da Europa contra a agressão russa.
2/ Em uma guerra convencional com a O.T.A.N., a Rússia não tem a mínima hipótese de sucesso (como se está a verificar na Ucrânia). E se a Rússia optar pela guerra nuclear, Putin, o seu povo, e os seus amigos, também irão fazer tijolo.
3/ A política eco-fascista e delirante da Esquerda Neanderthal europeia (que pretende suprimir totalmente a fontes fósseis de energia e a energia nuclear) tem que ser reprimida à bastonada; e gente como Catarina Martins tem que ir parar à prisão — porque o que está em causa é a sobrevivência básica dos povos da Europa.
“O negacionismo é uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os “poderosos”, incluindo os cientistas e o saber.”
→ José Pacheco Pereira, referindo-se à vacina do COVID-19 que não vacina nada nem ninguém.
O Pacheco chegou a defender o isolamento profiláctico dos não-vacinados e a sua restrição da liberdade, à semelhança do que está a acontecer na China comunista.

Agora, vamos aos factos:
Mortes oficialmente reconhecidas devido à administração das vacinas tipo mRNA (“vacinas” que não imunizam nada nem ninguém!), na União Europeia e até 29 de Novembro de 2021:
Moderna: 2.283 mortes confirmadas (ver ficheiro PDF)
PFIZER: 1.653 mortes, idem
AstraZeneca: 695 mortes, ibidem
Janssen: 284 mortes, ibidem
TOTAL: 4915 mortes confirmadas.
Este número TOTAL refere-se apenas a mortes confirmadas pela burocracia da União Europeia — estima-se que os números reais de mortos sejam muito maiores.
Para informações diárias sobre as mortes devido às vacinas mRNA, é seguir o canal
https://t.me/Covid_Vaccine_Deaths_Worldwide
no Telegram.
Ficaria bem ao Pacheco uma retractação em relação à merda que escreveu.
“O que aconteceu à imaginação humana, no seu todo, foi que o mundo inteiro foi pintado com paixões perigosas e efémeras; com paixões naturais que se tornaram desnaturadas.
Em consequência, o resultado de tratar o sexo somente como uma coisa inocente e natural, foi o de que todas as outras coisas naturais e inocentes ficaram saturadas e encharcadas com sexo — porque o sexo não pode ser concebido em termos de igualdade com emoções elementares, ou com experiências como comer e dormir.
A partir do momento em que o sexo deixa de ser um servo, passa a ser um tirano. Existe, no lugar e na função do sexo na Natureza Humana, algo de desproporcional e perigoso, e por um motivo qualquer; e o sexo realmente necessita de dedicação e purificação especiais.
A conversa moderna sobre o sexo ser livre como qualquer outra coisa, acerca do corpo que é belo como qualquer árvore ou flor — ou é uma descrição do Jardim do Éden, ou é um discurso de péssima psicologia da qual o mundo já se tinha cansado há dois mil anos.”
→ G. K. Chesterton (“The Suicide of Thought,” Orthodoxy, 1908)
O José, do Porta da Loja, é (normalmente) muito crítico em relação à veracidade dos conteúdos do jornal Correio da Manhã; mas, quando uma “notícia” do Correio da Manhã compromete o Pinto da Costa, ele acredita imediatamente nela — embora salvaguardando a possibilidade de falsidade da dita “notícia”, mas considerando essa possibilidade uma mera hipótese académica.
E o José causídico vai mais longe: cabe ao Pinto da Costa desmentir a “notícia”: quando se trata de Pinto da Costa, a inversão do ónus da prova é absolutamente admissível.
A reacção do José à “notícia” do Correio da Manhã revela a mentalidade ainda hoje prevalecente na capital-do-império-que-já-não-existe: como dizia Salazar, nos seus discursos: “Portugueses!, de Portugal e do Minho!”.
Pinto da Costa é, ainda hoje considerado, pelos lisboeiros, um “português do Minho”.
“Ora, acontece também que, quando o Chega é chamado a intervir no Parlamento sobre educação, tendo o deputado Mithá Ribeiro já a sua intervenção preparada, o presidente do partido designa um qualquer outro deputado para fazer a intervenção, a quem não se reconhece particular competência para falar sobre o assunto.”