O bom racismo e o mau racismo

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Segundo a “elite” política de Esquerda, este é o bom racismo; o mau racismo é o que vem dos portugueses — este racismo é bom porque se baseia na Oikofobia e na lógica da tolerância repressiva, do marxista Herbert Marcuse.

Com este racismo contra os portugueses, o Monhé das Cobras não se preocupa — porque é o racismo bom. O monhé preocupa-se apenas e muito com o racismo mau dos filhos-de-puta dos portugueses indígenas.

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A frugalidade desgrenhada do Pacheco

Na sua qualidade de maoísta inconfesso e envergonhado, o Pacheco segue o princípio da frugalidade de Mao Tsé Tung que se vestia sempre da mesma maneira, mas que se peidava sonora- e desalmadamente nas reuniões do Partido Comunista Chinês.

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A frugalidade do Pacheco manifesta-se, tonitruante, contra a civilização (à boa maneira de Rousseau).

A civilização, e a “densidade dos símbolos” que caracteriza qualquer civilização digna desse nome, são objecto de repúdio por parte do Pacheco. Em contraponto à monarquia britânica, o Pacheco prefere a sobriedade do maoísmo do “grande-salto-em-frente” que liquidou largas dezenas de milhões de chineses.

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Para o Pacheco, “a densidade de símbolos com a parafernália de encenações, vestuários, rituais” da monarquia britânica não são para levar a sério: para ele, vale mais a farda cinzenta do Grande Líder da revolução cultural que solta, audível-, pública- e ostensivamente, os gases do seu corpinho gorducho — e mandou matar dezenas de milhões de concidadãos.

A civilização europeia é hoje uma espécie de palácio barroco invadido por uma multidão desgrenhada, de que o Pacheco faz parte.

Já sinto saudades de um futuro em que o Pacheco não exista.

O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) quer pôr automóveis eléctricos a puxar os andores das festas de Lamego

“O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) mostrou-se esta quinta-feira contra o uso de bois na procissão do triunfo, um dos pontos altos das Festas em Honra da Nossa Senhora dos Remédios, em Lamego, que terminaram na passada sexta-feira, dia 9 de Setembro.”

Podemos ver, no vídeo em baixo, a procissão da Festa de Nª Sra. dos Remédios, em Lamego. Podemos verificar que passaram quatro juntas de bois, e em nenhum dos casos o peso dos andores era “extremamente pesado” (como diz o PAN).

O que preocupa o partido PAN (Pessoas-Animais-Natureza) não são os bois: é a tradição que os preocupa; é a felicidade do povo. O PAN tem ódio à felicidade do povo.

Aplica-se ao PAN a frase do aristocrata escocês Thomas B. Macaulay:

« Os puritanos detestavam os combates de ursos — não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »

Vem aí o fim-do-mundo, devido às “mudanças climáticas”! Arrependei-vos!

Hoje está a chover muito; é das “mudanças climáticas”. E passaram-se os últimos meses sem chover — o que se deve também às “mudanças climáticas”.

Se chove, é “mudanças climáticas”; se não chove, é “mudanças climáticas”. Se cai granizo, é “mudanças climáticas”; se cai neve, é “mudanças climáticas”.

Se faz frio, é “mudanças climáticas”; se faz calor, com certeza que é das “mudanças climáticas”.

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Se o monhé Kosta anda de caganeira, é das “mudanças climáticas”; se anda mal-disposto, é das “mudanças climáticas; se diz asneiras, é das “mudanças climáticas. O monhé está sempre desculpado.

Se a Catarina Martins diz que cidade de Almada vai ficar totalmente submersa devido ao derretimento dos aicebergues, é das “mudanças climáticas”.

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É tudo a “ciência” das “mudanças climáticas”, com a chancela “científica” do Carlos Fiolhais.

A luta continua! Abaixo o capitalismo!

Carlos III e a sujeição indigna à agenda política da plutocracia judaico-globalista

Vemos, na imagem abaixo, aquilo que nunca veríamos com a Rainha Isabel II: a humilhação da monarquia inglesa aos desígnios puramente materialistas e mundialistas do Grupo dos Trezentos.

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Carlos III, o precursor da república inglesa

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Ao contrário da rainha Isabel II, que nunca deixou de se referir publicamente ao Deus cristão e a Jesus Cristo, o seu filho Carlos III professa uma “religião” imanente e monistao ambientalismo radical malthusiano e anti-humano, o novo culto da Mãe-terra —, por um lado, e adoptou o ocultismo maçónico como filosofia pessoal, por outro lado. Tanto no primeiro caso como no segundo, estamos em presença de monismos e, de certa maneira, as duas formas “religiosas” são complementares.

Na nova realeza britânica, a influência cultural directa do Cristianismo chegou ao fim.

E, por isso, Carlos III será o precursor da república inglesa e da implosão do conceito de “Reino Unido”. Em consequência, a Commonwealth, enquanto instituição, tem os dias contados.

Com a morte da rainha Isabel II, chegamos, de facto, ao fim de um ciclo histórico — porque os líderes políticos actuais (incluído o seu filho Carlos) perderam já referências culturais simbólicas fundamentais e basilares da civilização europeia.

Com a Esquerda Neanderthal no Poder, estamos todos tramados

pegada de carbono webNão nos esqueçamos nunca que os plutocratas globalistas estão de mãos dadas com os caciques locais da Esquerda Neanderthal.