Formação de Massa

Segundo a noção do professor universitário belga Mathias Desmet, expresso no seu livro “The Psychology of Totalitarianism” (página 2, Junho de 2022), a Formação de Massa é uma hipnose grupal (hipnose de grupo) que aliena o indivíduo enquanto tal, destrói a autoconsciência ética do cidadão, e inibe-o da capacidade de pensar criticamente.

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A “Psicologia do Totalitarismo” (de Mathias Desmet) : um livro que eu recomendo

Para que as pessoas possam compreender o actual radicalismo de Esquerda e o Wokeísmo politicamente correcto (marxismo cultural) por um lado, e a colaboração estreita da plutocracia globalista com os caciques da política local de extrema-esquerda, por outro lado — aconselho veementemente a leitura do livro do professor universitário de psicologia (belga) Mathias Desmet, com o título “The Psychology of Totalitarianism”.

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O livro pode ser comprado na WOOK.PT por 25 Euros, em língua inglesa, e demora cerca de 10 dias a ser entregue em casa (vem de Inglaterra); não há tradução para a língua portuguesa, nem nunca haverá porque o sistema editorial português está tomado pelos globalistas. mass-formation-web

Não nos esqueçamos das palavras de G. K. Chesterton:

“You do not know a tyranny until it is on top of you; until it has you in a trap. The tyrant is not present until he is omnipresent.”

Para memória futura: os principais responsáveis pela implementação da Ideologia de Género nas escolas portuguesas

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Isabel Moreira, Eurico Brilhante Dias, Miguel Costa Matos, Edite Estrela, Pedro Delgado Alves, Porfírio Silva, Susana Amador, Alexandre Quintanilha, Alexandra Leitão, Maria Begonha, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Eunice Pratas, Eduardo Alves, Francisco Dinis, Tiago Soares Monteiro, Joana Sá Pereira, Pedro Anastácio, Lúcia Araújo Silva, Anabela Real, Paulo Araújo Correia, Rosa Venâncio, Marta Freitas, Francisco Oliveira, Rosário Gamboa, Patrícia Faro, Catarina Lobo, Pompeu Martins, Palmira Maciel, Ana Isabel Santos, Maria João Castro.

meninas nas escolas web

Lista daqui.

Serão julgados como criminosos; ou pela História, ou pelos tribunais.

Intervalo

Ando tão pasmado com o que está a acontecer neste país, que não me ocorre qualquer ideia válida para escrever aqui.

O absurdo do actual estado-de-coisas é de tal forma avassalador, que até a Lógica (do sistema) nos parece ter evoluído e progredido.


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Se o Lula ganhar, ¿será que o “viado” vai voltar?

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Podem esperar sentados: “viado” veio para ficar.
Essa coisa de “Bolsonaro e tal” é uma boa desculpa para “viado” imigrar.

Lisboa é hoje uma “viadagem” brasileira.

Esta é uma das razões por que eu apoio o CHEGA

Eu penso que os brasileiros têm todo o direito à sua própria cultura (se é que existe uma só “cultura brasileira”) e à sua própria organização ontológica/cultural; mas nós (portugueses) não temos qualquer obrigação (ou dever) de as adoptar como nossas.

A língua portuguesa tem vindo a ser paulatinamente arruinada pela influência brasileira na nossa cultura. Isto é um facto: não é apenas uma posição ideológica.

O brasileiro arrebenta quotidianamente a língua portuguesa mas não oferece uma alternativa positiva em relação àquilo que destrói. Não é uma “destruição criativa” da língua: é uma “criação destrutiva” que conduz a cultura no Brasil a um beco-sem-saída.

Quando eu abro uma página da Wikipédia em (alegadamente) “língua portuguesa”, sinto um manifesto desconforto: quem lá escreve — na esmagadora maioria, são brasileiros — começa a não ter um mínimo de respeito pela etimologia linguística, o que afasta radicalmente o “brasileiro” das línguas de origem latina.

A crítica que (em juízo universal) o brasileiro faz ao português (de Portugal) é uma crítica à origem latina da língua; consciente- ou inconscientemente, o brasileiro vê, na origem latina da língua, um mal.

Hoje, dizer que a língua que se fala e escreve no Brasil “é uma língua latina”, começa a ser um sofisma.

De facto, o português (de Portugal) está muitíssimo mais próximo do galego, do castelhano, do italiano, do francês — do que a relação que a língua brasileira tem com essas referidas línguas. Por isso é que se diz (nas redes sociais, e erradamente), que “a língua portuguesa é a língua latina mais distante do latim” — o que é absolutamente falso! — porque a que é, de facto, mais distante do latim é a língua brasileira.

Marcelo Rebelo de Sousa, que deveria ser um contrapeso na política portuguesa, é um romântico comprometido com uma interpretação delirante da realidade (talvez senil) — ao contrário do monhé, que age negativamente por convicção ressentida, e por ideologia.

Portanto, temos a cúpula da política portuguesa (por razões diferentes) comprometida com a destruição da cultura portuguesa. Esta é uma das razões, quiçá a mais importante, por que eu apoio e voto no CHEGA.

Nuno Afonso: o carisma de um trapo velho

Moção de confiança a Ventura é uma “palhaçada”, diz ex-vice-presidente do Chega (Nuno Afonso).

A criatura não se enxerga. Para ser líder, é necessário carisma.

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