Mamadou Ba é uma figura pública e é detentor de um cargo político não-eleito! Seu “liberasno”!

Os americanos têm a 1ª emenda da Constituição; mas a liberdade de expressão (nos Estados Unidos) não se aplica a alguém grite “fogo!” dentro de um cinema (metaforicamente). Ou seja: até nos Estados Unidos, existe um limite para a liberdade de expressão.


Mas para um burro “liberal” — neste caso, um burro com um alvará de inteligência (ver ficheiro PDF) —, a liberdade de expressão não tem limites. Mesmo que (simbolicamente!) o Mamadou Ba grite “fogo!” dentro de um recinto fechado, o “liberal” de merda acha que o referido cidadão tem todo o direito de o fazer.


Desde logo: o Mamadou Ba não é um político eleito; mas é uma figura pública que exerce um cargo político. Só o burro “liberal” parece não ver isto.

Ou seja, sendo o Mamadou Ba uma figura pública exercendo um cargo político não-eleito, ele não tem o direito de gritar por “fogo” dentro de um recinto fechado (não levar esta metáfora ad Litteram) . Pelo contrário! O acto de uma figura pública gritar por “fogo” dentro de um recinto fechado, configura crime, se quisermos levar o Código Penal até às suas últimas consequências.

Depois, não podemos dissociar uma petição para a revogação da nacionalidade portuguesa do facto de existir um passado ou um historial de actos perpetrados pelo Mamadou Ba — como defende o burro dito liberal. Ou seja, para o liberal de merda, o histórico dos actos do Mamadou Ba não contam: só conta o presente.


Para que os “liberais” entendam, eu vou fazer um desenho:

uma coisa é o cidadão Mamadou Ba, enquanto cidadão, afirmar publicamente que “Portugal é uma merda”; outra coisa é o cidadão Mamadou Ba, enquanto figura pública e detentor de um cargo político não-eleito, afirmar publicamente que “Portugal é uma merda”. Quem não vê a diferença entre uma coisa e outra, só pode ser burro..

Daquilo que eu li, o partido CHEGA pede a revogação da nacionalidade — e não propriamente a “deportação do Mamadou Ba” (como afirma o liberasno).


O referido liberasno parte do princípio de que um indivíduo que nasce em Portugal tem o mesmíssimo direito à nacionalidade que um outro que nasceu no Senegal e se nacionalizou português.

Para os liberais, a nacionalidade portuguesa não vale um caracol! É esta uma das grandes diferenças entre o CHEGA, por um lado, e o IL (Iniciativa Liberal), por outro lado.

Ou seja, para os liberais, “um cão que nasce num estábulo é um cavalo; mas mesmo que o cão nasça num canil, pode ser considerado um cavalo”.

É este raciocínio que é adoptado pela Esquerda neomarxista, que utiliza os liberais como idiotas inúteis. Quem não percebe isto é liberasno.

A amálgama ideológica dos ditos “liberais”

Eu aconselho o Gabriel Silva a ler o livro do autor Patrick Deneen, “¿Por que falhou o liberalismo?” (Gradiva) — isto porque ele confunde alhos com bugalhos, por exemplo, quando ele mete no mesmo saco os anacronismos do Estado castelhano, por um lado, e a revogação da nacionalidade portuguesa a uma pessoa que odeia (literalmente) Portugal, por outro lado.

Países como a Bélgica e a Dinamarca actualizaram recentemente as suas leis de nacionalidade no sentido da permissão de revogação da nacionalidade concedida a gente radical da índole de Mamadou Ba.

Eu não posso aceitar que um senegalês peça a nacionalidade portuguesa, para depois de a obter passar a dizer que “Portugal é uma merda”. Mas parece que o Gabriel Silva pensa de modo diferente.

Não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda

O pretenso debate acerca da vida e da morte do Tenente-coronel Marcelino da Mata (ocorrido há dias na TVI (ver vídeo 1 e vídeo 2) entre o comunista Fernando Rosas, por um lado, e por outro lado o ex-líder do CDS, José Ribeiro e Castro — provaram que não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda, porque se trata de um “diálogo de surdos”; não existe qualquer ponto de contacto ideológico e político entre o Bloco de Esquerda e o povo português.

O ideário político do Bloco de Esquerda é “Anti-Portugal”; tudo o que é português, ou o que se identifica (para o bem e/ou para o mal) com a História de Portugal, é o inimigo ideológico a abater pelo Bloco de Esquerda.

Vejamos esta logomaquia da autoria de um notório percevejo do Bloco de Esquerda: tal como acontece com o conceito muito vago de “sofrimento insuportável” na lei da eutanásia (o que levou a que Marcelo Rebelo de Sousa enviasse a lei para o Tribunal Constitucional), assim o conceito de “homofobia” carece de uma noção respectiva; ou melhor: a noção de “homofobia” consensual não tem nada a ver com o conceito alargado e utilitário utilizado pelo Bloco de Esquerda.

Ademais, a repressão política e ideológica sobre o povo português, conduzida nomeadamente pelo Bloco de Esquerda e por uma franja bem identificada do Partido Socialista (por exemplo, Isabel Moreira) e da Não-esquerda (por exemplo, Paula Teixeira da Cruz, ou Teresa Leal Coelho), traduziu-se em uma espiral do silêncio acerca do conceito de difuso de “homofobia” — conceito esse que passou a ser “pau para toda a colher”. É neste contexto político que a referida criatura do Bloco de Esquerda diz que “a homofobia deixou de ser maioritária” — ou seja, o conceito difuso de “homofobia” passou a ser um instrumento de repressão cultural para-totalitária sobre o povo português; trata-se de uma componente fundamental da lei-da-rolha que caracteriza o Totalitarismo de Veludo que está a ser construído pela Esquerda radical.

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É este tipo de lei-da-rolha (alegadamente contra a “homofobia” que ninguém sabe o que significa) que levou a que o professor universitário inglês James Caspian apelasse para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, quando o referido investigador britânico viu o seu estudo científico acerca dos transgéneros censurado pelo Poder esquerdista radical que controla (nomeadamente) as universidades.

Porém, neste caso, as baratas e os carrapatos do Bloco de Esquerda já são contra a liberdade, e aliam-se tacitamente à plutocracia globalista (a aliança tácita entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã) que pretende destruir quaisquer padrões de pensamento lógico, para assim poder controlar os seres humanos a bel-prazer.

Os valores, e o utilitarismo

“A alma civilizada é aquela a quem interessam as verdades não utilizáveis” — (Nicolás Gómez Dávila)


A professora Helena Serrão publicou um trecho de um tal Frondizi (ler em PDF), um argentino que se dizia “filósofo” e que era muito bem-quisto pelos pragmatistas (americanos). Começa (o trecho) assim:

“O que são os valores? Dizemos que os valores não existem por si mesmos: necessitam de um depositário sobre o qual descansam. Aparecem-nos, portanto como meras qualidades desses depositários: beleza de um quadro, elegância de um vestido, utilidade de uma ferramenta. Se observarmos o vestido, o quadro ou a ferramenta, veremos que a qualidade valorativa é distinta das outras qualidades”.

Gente como o Frondizi reduziu a realidade ao subjectivo e ao solipsismo; um novo tipo de irracionalidade (anticientífica, porque é subjectivista) passou a estar na moda.

A ideia-base do referido trecho do “dito cujo”, é a de que “o ser humano cria os seus próprios valores” — da mesma maneira que há quem defenda (os modernos) a ideia segundo a qual “o ser humano criou a matemática, a lógica, e até os números primos”. Há quem fale em “evolução da lógica”! A cada passo, a modernidade insulta a nossa inteligência.

A ideia do tal Frondizi (amigo do pragmatismo) não é nova; tem milhares de anos.

Os primeiros filósofos (gregos, pré-socráticos) tinham já proposto um procedimento simplista: «eleva-se o critério de utilidade, a um princípio de conduta de vida: aquilo que é útil para o indivíduo ou para a sociedade, deve ser designado de “bom”».

Por exemplo: se a avó adoeceu com COVID-19, ¿é mais correcto que a família inteira abandone a casa, de modo a não transmitir a infecção, ou cuidar dela, mesmo que não exista qualquer esperança de vida?

Para a sociedade, seria mais útil que doentes idosos infectados com COVID-19 fossem abandonados ao seu destino, para que a causa da doença (o vírus) permanecesse isolada.

O utilitarismo, que é a escola materialista que defende este tipo de “raciocínio” ético, tem um problema fundamental e insolúvel: ¿quem define o que é útil? ¿E para quem há-de ser útil?

Segundo o avô do utilitarismo (Bentham), o critério de acção moral deve ser o do “maior bem para o maior número de pessoas”. ¿E o que acontece com aqueles que não fazem parte do “maior número”? Aqui, neste particular, estou de acordo com Karl Marx, que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês”.


Acontece o seguinte: os valores devem ser possuir uma validade universal, por um lado, e ser categóricos, por outro lado. Se cada um de nós tem uma ideia radicalmente diferente daquilo que é “viver bem”, e daquilo que é útil para se poder “viver bem”, segue-se que as exigências de um perfil aproveitável dos valores, permanecem irrealizáveis.

Ademais, o pensamento utilitarista tem outro ponto fraco: se os valores (morais) são estabelecidos de acordo com os critérios de “utilidade individual ou social”, uma pessoa pode, perfeitamente e sempre, abandonar esta moral por motivos de uma prudência egoísta. O princípio radical do interesse próprio, em última instância, também pode ser muito “útil”.

“¿Porque razão deve a utilidade ‘para o maior número possível de seres humanos’, estar acima da ‘utilidade para mim’ ?!”

Quando o professor de “filosofia”, Peter Singer, defende a opinião (utilitarismo) segundo a qual os seres humanos com deficiências físicas graves não têm qualquer direito à vida, justifica a sua opinião, por um lado, com a situação real de um deficiente grave —“uma vida que não vale a pena” (diz ele, sic); mas, por outro lado, também com a utilidade que representa, para a sociedade, não ter encargos materiais e financeiros com essas pessoas deficientes.

Assim, em primeiro lugar, o referido e douto professor universitário de filosofia incorre em um Sofisma Naturalista — dado que não podemos tirar conclusões morais a partir de um facto. E depois, ele pressupõe a existência de um consenso acerca do valor e dos custos convenientes de uma vida humana — consenso esse que não existe, de facto.

Ao contrário do que diz o texto do dito cujo: os valores existem independentemente do ser humano — assim como, por exemplo, os números primos já existiam antes de o ser humano aparecer na Terra.

Os valores morais estão pré-determinados objectivamente; e os seres humanos apenas têm de os encontrar (ou de os descobrir). Isto significa que, tal como existe uma verdade objectiva no domínio da Natureza (corroborada pelo método científico), também existem valores morais objectivos, no domínio do espírito.

Segundo o filósofo Nicolau Hartmann, “os valores possuem uma existência em si” — e independentemente do facto de o sujeito os considerar (ou não) como tal. Não é necessário que os seres humanos deduzam os valores morais de uma utilidade qualquer! — pelo contrário, os valores morais têm valor porque possuem o seu valor em si mesmos! Assim, por exemplo, o valor da justiça vale por si mesmo — e isto pode ser compreendido por cada ser humano.

Se fizéssemos depender o valor da “justiça”, por exemplo, de algo que não estivesse previamente (de um modo ou de outro) incluído no seu significado — se deduzíssemos esse significado, por exemplo, a partir da utilidade, ou da oportunidade política — o valor da justiça estaria entregue à bicharada (ou melhor!: “entregue à modernidade”, o que soe ser o mesmo).

Segundo o Diário de Notícias, eu sou um fascista e um nazi (dose dupla)

Com 18 anos, comecei por votar no PPD (Partido Popular Democrático) de Sá Carneiro; depois do assassínio deste último, continuei a votar PPD no tempo de Pinto Balsemão (início da década de 1980) até que o José Pacheco Pereira entrou no partido pela mão de Santana Lopes, e aquele reforçou a sua influência no partido através do apoio político de Cavaco Silva: foi nesta altura que o PPD (Partido Popular Democrático) mudou de nome, e passou a chamar-se PSD (Partido Social Democrata). Tinha, assim, começado a subversão e corrupção do partido.

Ainda assim, continuei a votar Partido Social Democrata, até que o Durão Barroso (ex-MRPP) assumiu a presidência do partido, já no século XXI. Passei, então, a votar no CDS de Paulo Portas. Mais tarde, em 2010, com Passos Coelho como presidente do PSD, fui crítico da subserviência canina passista em relação à Troika: pensava eu que alguém que deve dinheiro à Banca não deixa de ter dignidade, quando pretende pagar a dívida — ao contrário do que Passos Coelho e seus acólitos pareciam defender. Com Passos Coelho, Portugal passou a ser um país com dívidas e sem dignidade.

Com Assunção Cristas na presidência do CDS, este partido passou a “fechar a Esquerda à direita”.

Assunção Cristas mostrou-se extremamente vulnerável às críticas da Esquerda na área da cultura antropológica — por exemplo, às críticas sistemáticas de Isabel Moreira (Partido Socialista) a Assunção Cristas, que praticamente não sabia como defender-se das invectivas esquerdiotas; aliás, toda a super-estrutura do CDS (que inclui o submarino Adolfo Mesquita Nunes) que agora critica o “Chicão”, alinhava com o sentimento de culpa de Assunção Cristas em relação à assunção pública do tipo de valores defendidos pelo PPD (Partido Popular Democrático) na década de 1980.

Pessoas como o José Pacheco Pereira e Durão Barroso foram minando o PPD (Partido Popular Democrático) por dentro, ao longo de duas décadas, transformando o partido em uma espécie de “facção menchevique” politicamente descartável através uma dialéctica inexorável que colocaria os novos “bolcheviques” (a geringonça) no Poder.

O “Chicão”, como presidente do CDS, não me convenceu — porque, embora ele pretendesse (aparentemente) romper com o passado canino e subserviente da Assunção Cristas, não teve a coragem necessária para enfrentar a nomenklatura politicamente correcta do seu (dele) partido — a nomenklatura que é uma espécie de “quinta coluna” esquerdiota comandada pelo gayzista Adolfo Mesquita Nunes, e que aglomera gente “correcta” como por exemplo Cecília Meireles, Telmo Correia, João Gonçalves, entre outros. O CDS e o PSD de Rui Rio compõem a “direitinha educadinha”, bem “comportadinha”, que obedece aos preceitos da Esquerda.

Por tudo isto, nas últimas eleições legislativas eu votei no CHEGA. E por isso, segundo o Diário de Notícias, eu passei a ser um “nazi” e um “fascista”.


O que a Esquerda (que inclui o CDS do Mesquita Nunes) pretende é “encostar” os dissidentes e relapsos políticos, às franjas radicais e violentas que sempre existem em qualquer regime — ou seja, é o maniqueísmo do sistema político esquerdiota a funcionar: “quem não concorda com a Esquerda, é fascista!”.

Através deste maniqueísmo ideológico explícito e assumido, e mediante a diabolização da oposição política, a Esquerda pretende provocar/fomentar fenómenos de violência política à Direita, para assim ter a justificação necessária para incrementar gradualmente a repressão política sobre qualquer tipo de heterodoxia ideológica.

Esta estratégia de erradicação da oposição política é alimentada ideologicamente pelos comissários políticos do actual regime esquerdopata.

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Adenda: a crítica objectiva a um determinado comportamento irracional e colectivo por parte de uma comunidade específica — seja uma comunidade étnica ou/e cultural — não é necessariamente “racismo”.

Por exemplo, quando uma pessoa critica a prática da excisão feminina na comunidade muçulmana, essa pessoa não é necessariamente “islamófoba”. O que está em causa, na crítica, é essa prática cultural em concreto — e não a comunidade toda entendida enquanto tal.

Criticar determinadas características culturais da comunidade cigana não é “racismo”.

O empresário Mike Lindell demonstra a fraude eleitoral dos Estados Unidos

Este vídeo foi censurado por todos os canais intrinsecamente ligados ao Tecno-fascismo globalista.

Só o GAB permitiu a publicação do vídeo da autoria do empresário Mike Lindell que, com recurso a factos concretos e objectivos, denuncia e demonstra a enorme fraude das últimas eleições nos Estados Unidos.

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O que é assustador é a aliança antidemocrática entre os neocons globalistas, por um lado, e a Esquerda radical trotskista, por outro lado — em Portugal, mutatis mutandis, corresponde à aliança evidente entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã —, no sentido de instituir a mais rigorosa censura política e uma “lei da rolha” que faria corar o Mussolini.


Os trotskistas definem de modo restrito e economicamente a burguesia, para nos ocultar o facto de que pertencem a esta.

O mundo burguês trata de modo diferente os seus dois principais inimigos: vomita para cima dos indivíduos da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda. A actividade revolucionária do jovem utopista é o rito de passagem entre a adolescência e a burguesia (Maio de 1968, por exemplo).


Por maioria de razão, se uma determinada teoria está supostamente errada, não há nenhuma razão para proibir a sua defesa; o ser humano, por inerência, tem direito ao erro.

O que é surpreendente é o facto de as elites demonstrarem medo em relação à divulgação de uma determinada teoria (por mais errada que ela seja) que coloque em causa a justeza das últimas eleições nos Estados Unidos.

A democracia na América tem a sua morte anunciada.

A partir de agora, vale tudo — incluindo o recurso à força bruta necessária para apoiar o povo contra a aliança elitista entre neocons globalistas e trotskistas. Por isso é que a tomada de posse do João Bidé teve a presença de 26 mil tropas em Washington que colocaram a cidade em um autêntico estado-de-sítio. Quem deve, tem muito a temer!

Um idiota chapado

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Para este idiota chapado, Marcelo Rebelo de Sousa é um “candidato da Direita”. O tipo é mesmo burro; ou pretende fazer de nós, burros.

Sendo eu monárquico, normalmente não voto em eleições presidenciais; mas desta vez irei votar em André Ventura.

Assunção Cristas diz que pertence a uma “direita diferente” — graças a Deus !

Assunção Cristas defende (no texto à direita; clique na imagem para ampliar) uma Direita com pena máxima de 25 anos (por exemplo) para assassinos em série. Neste aspecto (como em muitos outros), a direita da Assunção Cristas é de Esquerda. É a chamada “direitinha educadinha”, domesticada pela Esquerda (e pela maçonaria irregular).

asscris-direitas diferentesAdemais, a Assunção Cristas mente: André Ventura nunca defendeu pessoalmente a pena-de-morte.

Escreve, a referida criatura, que a Igreja Católica não defende a prisão perpétua — o que é falso: não há nada, no Direito Canónico, que interdite a prisão perpétua; e, até há pouco tempo, o catecismo da Igreja Católica admitia a pena-de-morte em circunstâncias especiais.

Não fica bem, à senhora Assunção Cristas, meter no mesmo saco ético, a pena-de-morte, por um lado, e a prisão perpétua, por outro lado. O método argumentativo tortuoso e insidioso da criatura faz lembrar o do Adolfo Mesquita Nunes (Les bons esprits se rencontrent…).

Outro argumento dela : “o assassino em série pode-se arrepender”. Questiono-me como esta senhora pode ser licenciada em Direito, porque o conceito de “revisão de pena” parece não fazer parte do seu (dela) universo ideológico.

Quando a pobre criatura compara a vida de um assassino em série, por um lado, e a vida de S. Paulo, por outro lado — podemos verificar a confrangedora indigência da sua (dela) argumentação.

Assunção Cristas apoia Marcelo Rebelo de Sousa; e este apoia António Costa. ¿Será preciso dizer mais alguma coisa?!

Assunção Cristas é a principal responsável pelo descalabro eleitoral do CDS/PP. Ela destruiu o partido. Mas, ainda assim, a pobre criatura continua a apregoar publicamente as suas virtudes de Esquerda, em nome de uma putativa e alegada “direita diferente”.


Nota: acerca da “invasão do capitólio” nos Estados Unidos — que a criatura invoca patética- e subliminarmente como sendo da responsabilidade do André Ventura — no final da sua (dela) escrevinhação, vejam (aqui em baixo) um conjunto de parangonas dos me®dia acerca dos distúrbios continuados e violência (de Maio a Setembro) por parte dos grupos radicais de esquerda Black Lives Matter e Antifa.

Jamais veremos que Assunção Cristas tecer qualquer crítica pública à violência esquerdista — quem se mete com a Esquerda, leva!: Ó Assunção, olha que a Isabel Moreira anda vigilante! Não saias da linha!

E caso para dizer: bardamerda!, Assunção!

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A morte anunciada da democracia na América

1/ Há mais de dez anos, eu fiz referência, neste espaço, ao conceito de “sinificação”. Naquela altura, muita gente se riu daquilo a que chamou de “teoria da conspiração”. Hoje, verificamos como o fascismo chinês tende a ser copiado (pelas elites) não só na Europa, mas também nos Estados Unidos.

2/ O popular Barack Hussein Obama, nas duas eleições que ganhou (2008 e 2012), teve um máximo de cerca de 66 milhões de votos.

¿Alguém, no seu bom juízo, acredita que o João Bidé ganhou as eleições de 2020 com 80 milhões de votos?!

3/ Os me®dia portugueses têm ocultado cuidadosamente os factos relevantes do processo político americano decorrido durante o ano de 2020.


“O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda”
→ Nicolás Gómez Dávila

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4/ A plutocracia globalista (leia-se, “World Economic Forum”) aliou-se tacitamente à actual Esquerda internacionalista, contra o Estado-Nação.

É neste contexto, de uma aliança contra-natura entre a plutocracia globalista e a Esquerda internacionalista, que uma massiva fraude eleitoral foi gizada nos Estados Unidos para assim derrotar o último bastião mundial do patriotismo. O João Bidé é o produto dessa imensa fraude eleitoral que anuncia a morte da democracia na América.

a) Note o leitor de que não estou aqui a falar de pequenos incidentes de fraude eleitoral, normais em qualquer processo de eleições: existem, confirmados, dezenas de milhar de testemunhos prestados sob juramento que denunciam uma massiva fraude eleitoral, principalmente nos chamados “swing states” (Wisconsin, Pensilvânia, Arizona, Nevada, Michigan).

b) Hoje, pelo menos metade da população americana já não acredita do regime político vigente dito “democrático”, e a grande maioria acredita que o voto se vai tornando irrelevante — porque é a elite (a ruling class) que determina o resultado das eleições, a bem ou a mal, e utilizando métodos mais ou menos ilícitos e/ou ilegítimos.

c) A actual Esquerda desligou-se da classe trabalhadora; ou seja, sacrifica os interesses dos trabalhadores nacionais em nome de um internacionalismo aventureiro que entrega o Poder político aos plutocratas globalistas.

Por sua vez, os plutocratas globalistas financiam os movimentos de Esquerda que, através de acções mais ou menos violentas, causam intencionalmente instabilidade na economia americana.

d) O que se passa actualmente nos Estados Unidos, mutatis mutandis, é uma guerra movida pela plutocracia globalista — e com o apoio da Esquerda —, contra o proletariado americano.

Quem defende hoje a classe trabalhadora americana é a Direita.


« LIBERTÉ, égalité, fraternité.

O programa democrático cumpre-se em três etapas: etapa liberal: que fundou a sociedade burguesa, sobre cuja índole nos remetemos aos socialistas; etapa igualitária: que funda a sociedade soviética, sobre cuja índole nos remetemos à nova esquerda; etapa fraternal: que é o prelúdio dos drogados americanos que copulam em amontoados colectivos.»

→ Nicolás Gómez Dávila

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5/ O “World Economic Forum” — leia-se, “o capitalismo desligado dos povos” —, congeminou em Junho de 2020, na sua reunião em Davos (Suíça), o conceito de “Great Reset” — com o apoio nomeadamente da ONU do Guterres, das maiores empresas multinacionais (plutocracia), do papa Chico, entre outros —, tirando assim proveito do vírus saído do laboratório chinês de Wuhan a que chamamos de “COVID-19”.

6/ Em resumo: o “Great Reset” pretende aproveitar a crise económica artificial criada pelo vírus chinês COVID-19, para promover uma agenda política global radical de esquerda nas chamadas “alterações climáticas” (as mãos dos plutocratas lavam, assim, as mãos da Esquerda) — como se o clima nunca tivesse mudado desde que há atmosfera na Terra —, promoção da governança mundial plutocrata (não democrática: as mãos da Esquerda lavam, assim, as mãos dos plutocratas), de políticas anti-demográficas (por exemplo, “inclusão” LGBTQPBBQ+ ou/e promoção cultural do aborto até aos 9 meses de gravidez, e da eutanásia a pedido do freguês), entre outras políticas radicais e elitistas contra a Natureza Humana.

«O Absolutismo, seja intelectual ou político, é o pecado capital contra o método hierárquico. É a usurpação, por um dos termos do sistema, das liberdades dos outros.»
→ Nicolás Gómez Dávila

7/ Pelo menos desde Platão que os “intelectuais” defendem a ideia de que o povo deve ser governado por uma elite (gnóstica), e independentemente da vontade popular — não obstante Karl Popper ter bastamente demonstrado que, ao longo da História, os povos têm errado menos do que as elites governantes.

Platão chamou a esse Poder absoluto e praticamente discricionário, desligado da vontade popular, de Poder do “Rei-Filósofo”. Porém, a História demonstra-nos claramente que governar é tarefa que excede a capacidade de uma elite.

O ataque ad Hominem do Adolfo Mesquita Nunes a André Ventura

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Uma das características do Adolfo Mesquita Nunes — que é comum aos gueis, em geral — é a ambiguidade (deliberada, insidiosa e tortuosa) no discurso: trata-se de gente habituada (e experimentada) a distorcer os factos, de modo a adequá-los à sua forma (identitária e exclusivista) de conceber o mundo.

Ser de direita, por exemplo (e digo eu), é ser contra o lóbi político gayzista — de que faz parte o Adolfo Mesquita Nunes — que pretende transformar a identidade “invertida”, em um privilégio cultural e social; ser de direita, por exemplo, é ser contra a ideia propalada subliminarmente (pelo lóbi político gayzista) na nossa cultura, segundo a qual “tomar no cu é factor decisivo para aumentar o QI do indivíduo”.

Portanto, “ser de direita” é ser contra indivíduos — ou contra comunidades étnicas e/ou culturais que actuam uniforme- e identitariamente — que assumem posições ou posturas anti-sociais claras e evidentes.

O facto de “cada um de nós é uma pessoa” (sic) não significa que recusemos a categorização de indivíduos e/ou de comunidades (étnicas ou culturais) em função de critérios objectivos — e essa recusa de categorização, em nome de uma alegada “recusa de estigmatização”, é característica da Esquerda … e do Adolfo Mesquita Nunes.

A principal razão por que o CDS “caiu no poço” é a de gentinha como Adolfo Mesquita Nunes e Assunção Cristas.