



Nos Estados Unidos, a actual Esquerda radical descobriu o conceito de “equidade”, embora de forma enviesada: a noção aristotélica de “equidade” foi adulterada pelos esquerdopatas para poderem assim sustentar a recusa política do conceito de “igualdade” de direitos, por um lado, e por outro lado, para poderem defender a discriminação negativa dos brancos americanos.
A Esquerda americana (o Partido Democrata do João Bidé) pretende transformar os Estados Unidos em uma espécie de África do Sul, com a diferença de que a repressão política passa agora a ser efectuada em relação a uma maioria americana de origem europeia (na África do Sul, a repressão política é feita em relação a uma minoria branca).
O conceito aristotélico de “equidade” não implica a repressão política de grupos sociais, maioritários ou minoritários.
A Esquerda concebe a “equidade” como um jogo de soma zero: alegadamente, para que os pretos ganhem alguma coisa, a Esquerda pretende retirar direitos aos brancos. E chamam “equidade” a esta aberração ideológica.
Para Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que esta se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.
A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade” distingue-se do Direito, porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.
Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa (equidade) dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.
Mas de modo nenhum se pode conceber a “equidade” como um meio de acção política radical para se retirar direitos a um determinado grupo social, para acrescentar privilégios a um outro grupo social.
Por definição, uma válvula é um dispositivo que permite a descarga de um recipiente, quando a pressão do seu conteúdo ultrapassa um determinado valor.
Em política, e por analogia (como é óbvio), existem agentes que exercem a função de “válvulas de escape”, no sentido da salvaguarda do regime político vigente.
Exemplos de “válvulas do regime”: Joana Amaral Dias, José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, ou Fernanda Câncio. São simultaneamente “válvulas de escape” do actual regime radical de Esquerda, e comissários políticos da actual ditadura de veludo da geringonça.
Determinados “liberais” — por exemplo, Maria João Marques, ou Pedro Marques Lopes, ou os “insurgentes” em geral — não se enquadram na definição de “válvulas do regime”, pela simples razão de não poderem ser classificados de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo. Estes ditos “liberais” são apenas os idiotas inúteis do sistema político em vigor.
Dois exemplos: quando se tornou evidente que o governo do monhé meteu a pata na poça na gestão da crise do COVID-19, a Joana Amaral Dias desempenha a função de “válvula de escape” do regime; e quando o governo do Costa pretende instalar câmeras de vigilância nas vias públicas, o José Pacheco Pereira vem a terreiro exercer a função de regulador das pulsões totalitárias e da tensão interna do regime.
De resto, o Daniel Oliveira exerce a função de “válvula de escape” do regime de uma forma sistemática: e o mesmo se pode dizer de Fernanda Câncio, que para além de “válvula de escape” também desempenha o papel de “vulva de escape”.
A actual narrativa da Esquerda — que controla a esmagadora maioria das instituições — é a de que qualquer pessoa que esteja em dissonância em relação ao discurso oficial esquerdista, é “neo-nazi” e “supremacista branco”.

Se eu discordo do Guterres, seguramente que sou “neo-nazi”.
E mais: qualquer pessoa que defenda (por exemplo) a ligação estreita e necessária entre o Estado-Nação, por um lado, e a democracia representativa, por outro lado — é imediatamente classificada pela Esquerda (incluindo o Guterres) de “neo-nazi”, enquanto consequência lógica da aliança entre o globalismo (promovido pela plutocracia de Bilderberg), por um lado, e o internacionalismo neomarxista, por outro lado (a aliança tácita entre Pinto Balsemão e Francisco Louçã).
A guerra promovida pelas elites contra o Estado-Nação (apenas no Ocidente, mas já não na China, por exemplo), é avassaladora; e parece imparável, invencível (como os dinossauros desaparecidos).
Chegamos ao absurdo de verificarmos que os chamados “liberais” defendem hoje o fim da democracia (aliás, na esteira do que defendem o António Guterres e os neomarxistas: Les bons esprits se rencontrent…), como acontece com conhecido “liberal” belga Guy Verhofstadt que defende a abolição das democracias nacionais na Europa, e a instauração, em seu lugar, de um “império europeu”.
E quem se opõe a Guy Verhofstadt é certamente neo-nazi e supremacista branco. É o meu caso.

Os países da Europa mais homogéneos (por exemplo, Portugal tem uma homogeneidade populacional – e, consequentemente, cultural — de 95%) têm uma percentagem sempre superior a 10% de tipo sanguíneo RH Negativo.
Por exemplo, em Inglaterra, (mesmo com o “multiculturalismo” actual) a percentagem de RH- é de 17%.; na África subsariana, a percentagem média não ultrapassa os 1%, e as raças asiáticas não passam os 2%.
Em Portugal, a incidência do RH- é de 14,5% do total da população; em Espanha é de 18,5%.
Aliás, não sei como estes dados ainda estão disponíveis na Internet; pela lógica comuno-plutocrata actual, “a divulgação desses dados científicos ‘racistas’ deveria ser proibida”.
É claro que existem raças.
Mais dados de alguns países:
E por aí afora. E os estúpidos e/ou ignorantes ainda dizem que “não existem raças”.
O FaceBook e o Twitter tendem a transformar-se em câmaras de eco — locais onde o contraditório ideológico foi banido, e por isso onde só ecoam as vozes politicamente correctas.
A alternativa libertária ao Twitter é decididamente o GAB.
Em relação ao FaceBook, existem duas alternativas libertárias: o MEWE ou o VK.
¿Qual das duas é a melhor?
Nota: eu já desinstalei o WhatsApp e, em vez desta aplicação, estou a utilizar o SIGNAL e o Telegram.
A corrupção “xuxalista” grassa em Portugal, sob o olhar cúmplice do PSD de Rui Rio. E ainda não chegou o “supositório” europeu bilionário relativo ao COVID-19.
Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.
Vem aqui um merdoso das ilhas falar na “morte da língua portuguesa” (lá irei, num outro artigo). Mas, a ser verdade que a língua portuguesa está moribunda, os me®dia são os seus principais coveiros.
Senão, vejamos um exemplo do Observador:
“PSP apanhou 129 passageiros a tentarem viajar de avião sem poderem”.
Para o referido merdoso escritor liberal, o Observador escreve português correcto. E por isso é que a língua anda pela hora da morte.
Por exemplo, se eu escrever:
“Eu impedi 3 pessoas de entrarem em minha casa sem avisarem”.
“Ó loas!”, diz o merdoso liberal escrevinhador! Nunca o português foi tão “correto” quanto escrito pelos me®dia!