A Esquerda (incluindo o actual Partido Comunista) é utilitarista

“Se não se crê em Deus, o mais honesto é o Utilitarismo vulgar; e o resto é retórica.”

Nicolás Gómez Dávila


Alguns professores de filosofia (por exemplo, o Rolando Almeida) têm vindo a injectar nos nossos adolescentes a ideia da primazia do Utilitarismo, enquanto ética societária (ou seja, como moral adoptada pela sociedade).


O Utilitarismo é uma doutrina elaborada por Bentham, retomada e aprofundada por John Stuart Mill, segundo a qual a utilidade é o principal critério da actividade (da acção) do ponto de vista da ética e da moral.

Segundo o Utilitarismo, o objectivo da sociedade deve ser “o maior bem-estar do maior número”, ou seja, a soma dos prazeres de cada indivíduo.

O Utilitarismo faz da “utilidade” o único critério da moralidade: alegadamente, uma acção só é boa na medida em que contribui para o bem-estar do “maior número” de indivíduos; e quem não pertence ao “maior número”, está f*d*do!; ou então que se f*da!

O Utilitarismo diferencia-se do Pragmatismo apenas porque este não aceita a identificação do “útil”, por um lado, com o “verdadeiro”, por outro lado.


Porém, a doutrina utilitarista encontra-se condicionada por duas proposições antitéticas ou contraditórias entre si (no Bloco de Esquerda, por exemplo, esta contradição é gritante):

  • uma proposição positiva, que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista [Bloco de Esquerda, IL (Iniciativa Liberal];
  • e uma proposição normativa, que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou felicidade do “maior número” [Bloco de Esquerda, Partido Comunista, IL (Iniciativa Liberal), Partido Social-democrata, Partido Socialista].

Ou seja: o utilitarismo (principalmente o bloquista, mas não só) mistura, em proporções infinitamente variáveis e dependente apenas da discricionariedade política das elites, uma axiomática do interesse e uma axiomática sacrificialista, que é simultaneamente um encantamento pelo egoísmo (a frase: “o corpo é meu!”, por exemplo, no que se refere ao putativo “direito” a matar nascituros) e uma apologia do altruísmo (“Venham daí os imigrantes de todo o mundo para a Europa!”), e tentativa de reconciliar um ponto de vista ferozmente individualista e uma vertente globalizada e holista.

Por enquanto, o CDS (sem  o Adolfo Mesquita Nunes) e o CHEGA são os dois partidos políticos que escapam ao Utilitarismo.


utilitarismo-webO Utilitarismo, aplicado à ética societária, é sinónimo directo e objectivo de degradação do nível médio de inteligência em circulação.

Só assim se explica, por exemplo, como gente com défice cognitivo — como é o caso vertente de Richard Dawkins — defenda a ideia segundo a qual os nascituros com Síndroma de Dawn devem ser abortados; e o “argumento” utilitarista (de Richard Dawkins, de Peter Singer ou do Rolando Almeida) é o seguinte: “se permitirmos que os nascituros com Síndroma de Dawn nasçam, o sofrimento existente no mundo não baixará de grau.”

Ou seja, segundo os utilitaristas, “eliminar o sofrimento” significa (literalmente) “eliminar o sofredor”.

E a justificação moral para o assassínio é feita ao abrigo da proposição normativa que afirma que «os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do “maior número”».

Os utilitaristas são de opinião de que os seres humanos com Síndroma de Dawn não têm direito à vida. Eles justificam essa opinião com a situação real das crianças com Trissomia ― dizem eles que “é uma vida que não vale a pena”. Por outro lado, os utilitaristas dizem que é útil para a sociedade não ter encargos com pessoas com síndroma de Dawn.

Num primeiro momento, os utilitaristas incorrem em um “sofisma naturalista”, visto que não se pode tirar conclusões morais (a partir de) de um facto; e num segundo momento eles pressupõem um consenso acerca do valor e custos convenientes de uma vida humana ― consenso esse que não existe.

O utilitarista é intrinsecamente um atrasado mental, a quem permitimos que nascesse porque não somos utilitaristas.

A pergunta do "Polígrafo" : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”

A imagem, em baixo, foi respigada no Adamastor; mostra uma comparação entre o que se passou, no dia 13 de Maio, no santuário de Fátima e no campo do Martim Moniz, em Lisboa.

Portanto, nós vemos, verificamos in loco; mas segundo o “Polígrafo”, os nossos olhos são mentirosos.

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Agora, caro leitor, imaginem que a Igreja Católica adquiria o hábito de ocupar sistematicamente, por exemplo, a praça do Rossio (em Lisboa) para as suas celebrações religiosas semanais: teríamos a Esquerda a berrar, e a pedir ao governo para enviar a polícia de choque “contra os reaccionários”; mas tratando-se dos parceiros da Aliança entre Marx e Maomé, nem o “Polígrafo” se inibe de sair em defesa deles.

Allauhakbar !

Nota: A frase “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!” é de autoria de Groucho Marx; a política portuguesa transformou-se em uma anedota.

“Escumalha de esgoto” e “micróbio de site”, diz o Polígrafo

Juro, pelo que me é mais sagrado, que até hoje eu desconhecia a existência do jornal “Inconveniente” dirigido pelo António Balbino Caldeira; e só fiquei a saber da existência daquele sítio através da venenosidade da linguagem esquerdopata do Polígrafo. Afinal, o “Polígrafo” consegue servir para alguma coisa.

Porém, o “lápis azul” do “Polígrafo” não age sozinho: existe uma série de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se encarregam de fazer o “trabalho de sapa” que depois transparece na censura legitimada por este regime político corrupto.

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Raquel Varela e a diabolização da democracia

A Raquel Varela mostra aqui as suas verdadeiras cores: a única democracia do Médio Oriente — a israelita — é, por ela, diabolizada de uma forma exaustivamente irracional.

Alcorão, 9:29: “Matem os judeus e os cristãos, se eles não se converterem ao Islão ou se não pagarem a Jizya”.

Alcorão 2:217 e 4:89: “Quem deixar o Islão terá que ser morto”.

O texto da Raquel Varela é um chorrilho de asneiras vindo de quem desconhece a realidade (cultural, social, histórica) dos países de maioria islâmica, em geral, — desde logo porque é impossível a existência, de uma forma estável, de um Estado laico em um país em que prevaleça a chamada “singularidade islâmica”.

Alcorão, 8:12 e 47:4 : “Crucifiquem e amputem os não-muçulmanos”

Alcorão 8:60 : “Espalharás o terror por entre os não-muçulmanos”

Para o muçulmano, a autoridade do Estado de Direito não é reconhecida: só a lei islâmica (Sharia) é válida. Podemos verificar este facto, por exemplo, na Turquia e/ou na Indonésia, onde o Estado de Direito é apenas uma “capa” legalista que esconde o verdadeiro Poder legítimo, o do totalitarismo da Sharia.

Alcorão 8:12 e 47:4: “Decapitem os não-muçulmanos”.

Alcorão 9:5: “O bom muçulmano deve matar e ser morto pela causa de Alá”.

A incorporação dos muçulmanos palestinos (em geral) em uma putativa solução de um só Estado dito “laico” em Israel (como defende a Raquel Varela e uma certa Esquerda psicótica), é puro delírio interpretativo que decorre da ideia (radical e tipicamente de Esquerda) da possibilidade de uma total maleabilidade da Natureza Humana, por um lado, e por outro lado da admissão (pela Raquel Varela e por essa Esquerda) da necessidade absoluta de construção de um Estado totalitário (antidemocrático, que proíba a prática do Islamismo) que submeta (mediante a força bruta do Estado) a possibilidade de um Estado teocrático e autoritarista de índole islamita.

Alcorão 9:111 : “O bom muçulmanos deve matar os não-muçulmanos para poder receber o prémio das 72 virgens no paraíso”.

Alcorão 4:34 : “O bom muçulmano pode bater nas mulheres”.

Este último versículo do Alcorão deveria ser justamente aplicado à Raquel Varela.

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O baixo QI da jornaleira feminista Daniela Santiago

A grande dificuldade de neutralizar (Reductio ad Absurdum) as ideias de Esquerda é a de que nos deparamos sistemicamente com uma logomaquia — é o que se passa com a amostra publicada aqui acerca do novo livro da jornaleira Daniela Santiago.

O que me separa, inapelável- e profundamente, da gente de Esquerda é o facto de eu defender a ideia de que o Estado deve intervir o menos possível na vida privada das pessoas. Ora, a Daniela Santiago (como todas as feministas) defende exactamente o contrário: quanto mais Estado na vida privada, melhor.

Só assim de compreende por que razão as feministas (em geral) apoiam a imigração islâmica em massa — porque partem do princípio de que o Estado (cada vez mais poderoso e intrusivo) poderá criar as regras que “meterão a cultura islâmica machista na ordem”; elas (as feministas) são (em geral) profundamente contraditórias e revelam um baixo Coeficiente de Inteligência.

A grande contradição dos “liberais” (ou “os idiotas úteis de Esquerda”) é esta: pretendem defender uma maior liberdade individual através do reforço do Poder do Estado. Maior estupidez, é difícil !

No referido artigo, a referida jornaleira refere-se às mortes de mulheres em Portugal desde 2004, e infere que a culpa dessas mortes é do CHEGA — ou seja, o CHEGA paga as culpas retroactivamente.

Com jeitinho, a jornaleira chegará à conclusão de que o CHEGA é culpado pela morte de Jesus Cristo.

Porém, se olharmos para o mapa abaixo, verificamos que os dados estatísticos nos revelam que países como a Espanha e Portugal são os países mais seguros para as mulheres, em todo o mundo (sublinho: em todo o mundo!).

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Por coincidência (¿será?), Portugal e Espanha são os países com a mais baixa taxa de fertilidade (natalidade) em todo o mundo. Parece que quanto mais direitos a mulher tem, mais necessária é a imigração islâmica que nega culturalmente esses mesmos direitos às mulheres — e as feministas, estúpidas, aplaudem.

É (actualmente) mais perigoso ser mulher em Londres ou em Oslo, por exemplo, do que em Lisboa.

Temos aqui, em baixo, um gráfico das mortes por violência doméstica em vários países da Europa e por 100 mil habitantes (em 2017), e Portugal nem aparece na estatística, por irrelevância. Espanha tem 0,12 mortes por 100 mil habitantes. No entanto, quem ouvir a jornaleira Santiago, parece que Portugal é o inferno da mulher.

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A jornaleira Santiago defende as “quotas de género”, independentemente do mérito individual.

Ou seja, ela defende a ideia segundo a qual “a igualdade de oportunidades dos indivíduos deve ser garantida por um Estado todo-poderoso que exigirá, finalmente, a igualdade de rendimentos independentemente do mérito” o “liberalismo” descambou no seu contrário. E ainda, por cima, a estúpida escreve um livro sobre o assunto.

A chamada “lei da paridade”, que a referida jornaleira defende, é um regresso ao comunismo por outros meios e vias — é a negação do mérito através das “quotas de género” neo-leninistas, é a garantia administrativa (por um Estado leviatão) de rendimentos independentemente do mérito, é a contribuição fatal para o descalabro das economias da Europa.

Finalmente, a jornaleira com baixo Coeficiente de Inteligência entra pela vulgaridade do insulto indefinido: berra ela: “sexistas!, transfóbicos!, homofóbicos!, racistas!,” etc..

O “insulto indefinido” é aquele que pode ser utilizado subjectivamente em qualquer circunstância, independentemente do contexto, e a bel-prazer da Esquerda. É uma espécie de estigma irracional, como a que existiu na Idade Média na caça às bruxas.

Os ministros socialistas vão passar a viajar de avião privado

Um bilhete de avião para um vôo directo da cidade do Porto à cidade de Faro custa 114 Euros (ida e volta), ou seja, 57 Euros por cada viagem; e o vôo dura 1 hora e 5 minutos [TAP – Transportes Aéreos da Portela, Lufthansa].

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Uma viagem do Alfa Pendular (ou seja, o comboio mais rápido que existe em Portugal) do Porto para Faro (com transbordo necessário em Lisboa, porque toda a merda transborda necessariamente em Lisboa) dura 5 horas e 51 minutos, e cada viagem custa 70 Euros.

Se viajarmos de carro, demorarmos 4 horas e 54 minutos a percorrer os 551 quilómetros do Porto a Faro. Portanto, a distância entre Porto e Faro é inferior a 600 quilómetros.

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Sobre o ministro xuxalista Pedro Nuno Santos, aconselho a leitura deste verbete no Porta da Loja.


Estes filhos-de-puta (que não têm outro nome, os actuais xuxalistas), apostaram em transformar a vida do povo em um inferno; estes sibaritas progressistas não têm outra missão na vida senão atenazar a vida dos cidadãos comuns; retiram do tormento do povo uma gratificação que lhes dá o próprio sentido de vida.

« A manifestação mais enfática do ministro português ocorreu no fim de Abril, durante lançamento do Plano Nacional Ferroviário de Portugal, que promete ampliar e modernizar linhas de trem no país. Na ocasião, Pedro Nunes pretende que “as viagens de avião com menos de 600 quilómetros desapareçam da Europa” »

(…)

« A medida, que também é defendida pelo ministro da economia e até pelo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, ganhou apoio efusivo de grupos de defesa do meio ambiente, mas vem sendo questionada por especialistas (…) »

¿E o povo?!!! — pergunta o leitor, a quem o ministro responde: “Que se foda o povo! O que é preciso é foder o povo!”

A lei da “Carta de Direitos Humanos na Era Digital” é inconstitucional (ou o monhé é um aprendiz de tirano)

«O “bem-estar do povo” sempre foi o álibi dos tiranos, e tem a vantagem de conceder uma sensação de “boa consciência” aos servidores da tirania.» → Albert Camus

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Tal como acontece com a lei da eutanásia (a que foi vetada pelo presidente da república), a lei que estipula a chamada “Carta de Direitos Humanos na Era Digital” é uma “Lei no Limiar da Possibilidade” — conceito que pode ser definido como lei construída de tal forma que as excepções (indefinidas) ao putativo “juízo normativo originário” sejam apenas consideradas como “danos colaterais”, e por isso “toleradas” pelo próprio Direito.

Ou seja, uma “Lei no Limiar da Possibilidade” é uma lei que intrinsecamente admite (em si mesma, na sua própria construção) a possibilidade de não ser cumprida mediante excepções indefinidas previamente, e de tal modo que a própria lei admite implicitamente que as eventuais e possíveis excepções à aplicação da lei, quaisquer que sejam, são legais e até legítimas desde que justificadas pelo Poder político.

Tanto a lei da eutanásia, quanto a lei da “Carta de Direitos Humanos na Era Digital”, são inconstitucionais — entre outros motivos porque transportam em si mesmas a possibilidade (auto-tolerada) de não serem rigorosamente cumpridas (devido à aplicação subjectiva das normas por parte de quem detém o Poder), e por não estarem sujeitas a um mecanismo de contrapoder, independente e de verificação de legitimidade.

O que me espanta é a posição do CHEGA face a esta lei — porque do IL (Iniciativa Liberal) e do CDS, já nada me espanta.

Na luta contra o Totalitarismo de Veludo, todos os meios são justificados (para bom entendedor…)

monhe-das-cobras“Por responsabilidade de quem decide, de quem está no espaço público e mediático e do perfil de ligeireza da participação cívica e do exercício da liberdade de expressão, Portugal está a transformar-se num país intolerante.

Intolerante perante a crítica, com crescente agressividade perante a diferença e construção de narrativas inacreditáveis para responder às realidades e desculpar os protagonistas políticos pelas suas decisões, inabilidades e incompetências.

Intolerante perante a diversidade, numa deriva bipolar que consagra direitos de nichos populacionais ou temáticos enquanto pretende proibir realidades que são parte das vivências das comunidades e pilares das economias locais, também com projecções na economia nacional e na coesão territorial.

Ninguém é obrigado a gostar de touradas, a compreender a importância que têm para algumas comunidades e os impactos nas dinâmicas económicas de alguns territórios. Ninguém deveria gerir a coisa pública com base em gostos pessoais, preconceitos e tiques de arrogância urbana pseudo-modernista.

Infelizmente é o que temos na proposta de contrato de concessão do serviço público de rádio e televisão em que se exclui, proibi e segrega a possibilidade de transmissão televisiva de touradas. A manta foi curta para responder às gentes da cultura, mas para exercitar o preconceito não faltou tecido. Como ser um serviço público universal pudesse ser parcial, sectário e eivado de preconceito contra o mundo rural.”

João Galamba


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Uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

A juíza francisca e a justiça marcelista

Em Portugal, se eu chamar publicamente (nos me®dia) de “ladrão” a um ladrão comprovado, há sempre uma juíza francisca qualquer que me irá condenar por crime de calúnia.

Ou seja: em Portugal, dizer a verdade sobre outrem é crime punível por lei.

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