Santa Catarina de Bolonha, e S. João 15, 9

A Igreja Católica celebra hoje o dia de Santa Catarina de Bolonha, nascida a 8 de Setembro de 1413, em Bolonha, Itália. Faleceu, por causas naturais, em 9 de Março de 1463. o seu corpo, incorrupto, está exposto na capela das Clarissas Pobres, em Bolonha. Santa Catarina de Bolonha, patrona dos artistas, foi canonizada pelo Papa Clemente XI em 22 de Maio de 1712.

“Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos.” → S. João 15, 13.

Cristo não se referia aos “seus inimigos”; sobre os “seus inimigos”, Ele referiu-se em João 15, 18-25.

Ou seja, Jesus Cristo faz a distinção claríssima entre os seus “amigos”, por um lado, e os seus “inimigos”, por outro lado — o que não significa necessariamente que devamos odiar os nossos inimigos: mas não podemos colocar os amigos e os inimigos no mesmo plano de análise, como faz o actualizado papa Chicozinho.

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias

Em França, 1 nova mesquita é construída a cada 15 dias; e uma igreja ou capela cristã é destruída nesse mesmo período de tempo.

Entretanto, a socialista Ana Catarina Martins escandalizou-se, no paralamento, quando André Ventura defendeu a ideia segundo a qual a imigração islâmica para Portugal deve ser evitada a todo o custo.

São estas as “socialistas feministas”.

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Isabel Moreira, uma comissária política do Totalitarismo de Veludo

A Isabel Moreira faz parte do comissariado político do Totalitarismo de Veludo — a par de gente como José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Fernanda Câncio, entre outra.

A missão dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo é o de formatar (perante a opinião pública) a imagem inócua da camada exterior da “cebola totalitária”, segundo o conceito elaborado por Hannah Arendt:

«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.»

→ (Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)

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A Isabel Moreira escreveu um texto em que glorifica o Estado de Direito, em detrimento do activismo esquerdista de gente do tipo da Maria João Marques: aparentemente (e só aparentemente), a ideia da Isabel Moreira é a de separar o movimento #MeeToo, por um lado, do radicalismo político maniqueísta marxista cultural, por outro lado — em suma: a Isabel Moreira pretende separar o que é inseparável, o que revela a tentativa da Isabel Moreira de “palatalizar” o radicalismo político do movimento #MeToo através da possibilidade da “ficção de um mundo normal” em que reinaria (putativamente) o Estado de Direito.

Defender o movimento #MeToo (enquanto maniqueísmo e segundo o conceito de “tolerância repressiva”) e, simultaneamente, defender o Estado de Direito (como faz a Isabel Moreira), é uma contradição em termos.

Essa contradição (inconfessa e inconfessável) tem como objectivo tornar o movimento #MeToo aceitável na opinião pública (crítica- e logicamente), através de um processo político em que se “desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces” (da cebola totalitária), “e o de um radicalismo extremo noutra”.

Não se deixem “comer de cebolada” pela bruxa.

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A pronúncia de Ariano Suassuna

¿Já notaram que o Ariano Suassuna não tinha sotaque do Rio de Janeiro ou de S. Paulo?

O português do nordeste do Brasil é muito mais próximo do português de Portugal e dos outros países de língua portuguesa.

O linguajar do Rio de Janeiro e de S. Paulo — aquela língua “diferentxi” , que pretende ser o português oficial do “Brásiu” — não é o único sotaque do Brasil (graças a Deus!).

Aliás, os maiores nomes da intelectualidade brasileira recente, como por exemplo, Olavo de Carvalho, Ariano Suassuna (+ 2014), Clarice Lispector (+ 1977), Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles, Carlos Drummond de Andrade (+ 1987), entre outros — fazem (ou faziam) questão de se demarcar do linguarejar carioca.

O efeito “Bloco de Esquerda” no governo (por decreto) do monhé manhoso

“O «ZMar Eco Experience», sito na Herdade A-de-Mateus, em Longueira-Almograve, Odemira, é um estabelecimento que apresenta as condições aptas e adequadas para a realização de confinamento em isolamento por pessoa a quem o mesmo tenha sido determinado pelas autoridades de saúde.

A situação epidemiológica, particularmente grave no município de Odemira, bem como a falta de acordo com a sociedade comercial supra indicada, fundamenta que, por razões de interesse público e nacional, com carácter de urgência se reconheça a necessidade de requisitar temporariamente o «ZMar Eco Experience» e os respectivos serviços.”

Despacho n.º 4391-B/2021

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A moderada radical

Temos aqui um texto de uma tal Mafalda Anjos, directora da revista “Visão”, que coloca em uma mesma categoria o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado. Aliás, este tipo de classificação “moderada” está na moda, como prova a opinião balofa de uma outra que tal, Susana Dias.

Se, em alguma coisa, a sociedade portuguesa já ganhou com a presença política do CHEGA, foi fazer com que este tipo de criaturinha me®diática se atrevesse a colocar em causa, aberta- e publicamente, a agenda política do Bloco de Esquerda. O CHEGA funciona como uma espécie de “válvula de escape” social que permite (concede a oportunidade e o pretexto) a esta gentinha dar largas à sua liberdade de opinião.

Colocar o mesmo saco (como o faz a tal Mafalda) o Bloco de Esquerda — um partido que procura activamente a construção de um totalitarismo estatal —, por um lado, e o CHEGA — um partido que defende a liberdade do indivíduo face ao Estado —, por outro lado, só pode vir de uma mente desconfigurada. Ou de uma “moderada radicalizada” que olha para o Bloco de Esquerda com um certo complexo de Édipo.

Camaradas!: a Joana Mortágua “virou” reaccionária

Escreve, a Joana:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados eleitos para representar os interesses dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

O texto correcto seria o seguinte:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados, eleitas e eleitos para representar os interesses das cidadãs eleitoras e dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

Começamos a ver o Bloco de Esquerda a entrar em um revisionismo inadmissível!

Trata-se da tentativa de criação de uma casta, por parte do monhé manhoso

No dicionário (entre outras coisas), “casta” significa o seguinte: “raça”; “geração”; “classe”. É no sentido das duas últimas noções que se utiliza (agora e aqui) a palavra “casta”.

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monhe-das-cobras-webO governo do monhé manhoso abre em Lisboa uma residência universitária reservada exclusivamente à construção social activa de uma casta (que é, por definição, geracional), de funcionários públicos.

O que o monhé manhoso (e os seus acólitos) pretende é a criação de uma casta (de uma continuidade geracional, de uma classe) de privilegiados tecnocratas (“paus bem mandados”, com uma obediência canina) que se reproduzam de geração em geração; por analogia: é como a casta dos “magistrados” preconizada por Platão na sua (dele) “República”.

Segundo a utopia de Platão, só a casta dos “magistrados” detém o poder político, e esse poder é transmitido hereditariamente aos futuros “magistrados”. Isto significa que, com a existência de uma casta, a ascensão social (preconizada pelo liberalismo clássico) é reservada às gerações produzidas pela casta.

Esta casta de “magistrados” (funcionários públicos) está destinada a cumprir estritamente as ordens do “legislador” (a nomenclatura globalista, protagonizada pelo leviatão da União Europeia); são os “paus mandados” que cumprem ordens, canina e acriticamente, e as impõem coercivamente ao povo; ou, pelo menos, é a intenção do monhé manhoso e dos seus ajudantes de criação desta casta.