As contradições propositadas do Francisco Louçã

“Alles muss Anders sein !” → Adolf Hitler


Encontrei aqui o seguinte trecho da autoria de Francisco Louçã:

O BE é um movimento socialista 1 e desse ponto de vista pretende uma revolução profunda na sociedade portuguesa.

O socialismo é uma crítica profunda que pretende substituir o capitalismo por uma forma de democracia social. A diferença é que o socialismo foi visto, por causa da experiência soviética, como a estatização de todas as relações sociais. E isso é inaceitável.

Uma é que os meios de produção fundamentais e de regulação da vida económica sejam democratizados 2  em igualdade de oportunidade pelas pessoas.

Outra é que a arte, a cultura e as escolhas de vida possam ser impostas por um Estado 3 . (…)

É preciso partir muita pedra e em Portugal é difícil. Custa mas temos de o fazer com convicção.”


francisco-louca1Francisco Louçã defende aqui a ideia segundo a qual é possível separar a cultura, por um lado, e a economia, por outro lado.

Aliás, esta ideia não é monopólio do Bloco de Esquerda: por exemplo, os ditos “liberais” (por exemplo, o IL – Iniciativa Liberal) também defendem esta separação.

Francisco Louçã defende uma economia fortemente controlada pelo Estado, e simultaneamente uma cultura livre das amarras do Estado. Ou o Francisco Louçã mente, ou é estúpido. Eu penso que ele mente estupidamente.

Nós verificamos que uma das condições do incremento do Totalitarismo de Veludo a que assistimos, é exactamente o controlo da cultura por parte do Estado, com a criação coerciva de novos tabus em substituição de antigos tabus que se tornaram inconvenientes para a agenda política do Bloco de Esquerda.

Ou seja, não é possível limitar a liberdade na economia sem previamente limitar a liberdade na cultura: as duas áreas estão intimamente ligadas.


Notas
1. diferenciado da noção social-democracia, entenda-se – nota minha
2. atenção que o termo não tem equivalente semântico no ocidente e significa colectivização – idem
3. é esta a denúncia mais grave contra as posições ideológicas do PCP

A ditadura sanitária do Monhé das Cobras

“As orientações para restaurante e cafés mudaram. Apenas pessoas que vivem juntas não são obrigadas a manter um distanciamento de dois metros entre si.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) actualizou as orientações para restaurantes e cafés durante a pandemia de Covid-19. As novas regras devem estar visíveis para os clientes e o distanciamento de dois metros deve ser garantido em todas as ocasiões — até no pagamento.”

A ditadura sanitária do Monhé das Cobras

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A sinificação avança, de vento em popa (a “Idade Sem Nome”)

Eu revejo-me neste artigo:

“… não me peçam para ser mais um “aceitacionista” de uma clara campanha desinformativa, cujo intento principal não é a saúde das pessoas, mas o financiamento de um capitalismo selvagem e irresponsável de mega-empresas e a centralização de poder nas elites ocidentais.”

chesterton-imperialismo-webNote-se que não sou contra o capitalismo (como é evidente); sou é contra a extrema concentração de capital (independentemente do tipo de concentração: privado, estatal). G. K. Chesterton resumiu bem a ideia:

« “Demasiado capitalismo” não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas. » (“The Uses of Diversity.”)

Chesterton refere-se à excessiva concentração de capital (“demasiado capitalismo”). Quanto mais capitalistas, melhor. Mas o que estamos a assistir, hoje, é à “decapitação” em massa (a nível global) dos pequenos capitalistas.


Uma das principais características orgânicas do fascismo italiano foi a convergência política (por imposição de um Estado totalitário) entre os grandes latifundiários e grandes capitalistas, por um lado, e os sindicatos de operários, por outro lado.

Ora, é exactamente isto que está (hoje) a acontecer na China; e é este modelo chinês (sinificação) que está a ser imposto pelos plutocratas globalistas em todo o Ocidente, com a complacência da nossa classe política.

É claro que constatação de factos é hoje considerada (pelos me®dia que servem caninamente o Totalitarismo de Veludo), como sendo “teoria da conspiração”. Hoje, a “ciência” consiste na negação do método científico.

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Eu confio mais no laboratório UNILABS do que na Justiça portuguesa

Um juiz envia dez automóveis repletos de agentes da Polícia Judiciária para a sede do FC Porto para investigar um alegado falseamento de um teste de COVID-19 de um jogador que já não se encontra em Portugal desde Janeiro.

Ou seja: uma denúncia anónima espoleta uma missão de 30 agentes da Polícia Judiciária para investigar um jogador de futebol que já não vive em Portugal. Coisa como esta, nem na China comunista!

justa-corrupta-webE não venham, os corporativistas do costume, com tretas: a proporcionalidade do escopo da missão é da responsabilidade do juiz que assina a busca (neste caso, o juiz Carlos Alexandre).

Mais grave: quando os 10 carros com agentes da Polícia Judiciária chegaram às instalações do FC Porto, já lá estava a estação de televisão CMTV à espera deles para uma emissão em directo. Ele há “coincidências” do camandro…! é Lisboa em acção e no seu melhor (a capital-do-império-que-já-não-existe)!

Só lá faltava uma dúzia de helicópteros para fazer um perímetro de segurança aérea, e a polícia de choque em barda para reprimir os membros da direcção do FC Porto! (já não falando na necessidade de alguns F16 para garantir a defesa em caso de invasão do exterior).

Os juízes portugueses funcionam em absoluta roda livre. E não é de agora.

O estatuto de inimputabilidade dos juízes portugueses evoluiu para uma espécie de assunção do acto gratuito como prerrogativa política do juiz.

A Justiça portuguesa perdeu credibilidade; está politicamente instrumentalizada — e isto não significa que os juízes obedeçam necessariamente à classe política: na maioria dos casos, é o próprio juiz que marca a agenda política (por exemplo, Ivo Rosa).

Por este andar, seremos obrigados a rever o estatuto de inimputabilidade dos juízes.

O que Bill Gates (e outros plutocratas globalistas) pensam sobre as vacinas

Bill Gates afirmou (em uma conversa informal) que o investimento em vacinas tem um retorno (de negócio) de 1 para 20 — ou seja, 1 Euro de investimento dá 20 Euros de lucro; mas muita gente (os “progressistas”) acredita que que ele é um benemérito e filantropo que se preocupa com a “humanidade”.

Não vai muito tempo, havia apenas três vacinas obrigatórias das nossas crianças:

  • difteria,
  • tétano,
  • poliomielite.

Desde 2017/18, foram acrescentadas (pelos políticos vendidos à plutocracia globalista), e por ordem da União Europeia, as seguintes vacinas para crianças, segundo o Serviço Nacional de Saúde :

  • sarampo,
  • papeira,
  • rubéola,
  • coqueluche,
  • hepatite B,
  • meningococo,
  • pneumococo,
  • Haemophilus Influenzae.

Agora querem vacinar também as nossas crianças contra o COVID-19 — mesmo sabendo que a hipótese de uma criança morrer com COVID-19 é praticamente nula.

O negócio das vacinas vai de vento em popa. Falta saber se o Monhé & Cia vão receber comissões e prebendas.

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Dizem que a Dona Constança Urbano de Sousa é professora universitária

Se calhar, foi por imposição de quotas de género; ou por militância no Partido Socialista. Muito triste.

Escreve ela, neste pasquim, que devemos meter o racismo e a homofobia no mesmos saco — sem definir homofobia, claro está! “Homofobia” nunca se define; não convém.

Pergunto eu: ¿por que razão é “racista” chamar “preto” a um preto, e não é “racista” chamar “branco” a um branco, ou “amarelo” a um chinês?!
Resposta: porque quem faz esta específica distinção de categorias (os ditos “progressistas”) são de facto os verdadeiros racistas.

Há aqui um puritanismo (hipócrita, como em todos os tipos de puritanismo) na linguagem que, para além de execrável, é muito perigoso porque incentiva ao ódio rácico através de um putativa virtuosidade de intenções (“de boas intenções está o inferno cheio”).

Porém, o mais grave é misturar e confundir “racismo”, por um lado, e “comportamento homossexual” (homofobia), por outro lado.

O preto já nasce preto, assim como o branco já nasce branco, o chinês já nasce amarelo, etc., e de acordo com a Natureza.

Mas, para a Dona Constança, “nascer preto” cabe na mesma categoria da “sodomia” — e dizem que ela é professora universitária. Para ela, um comportamento sodómico (cultural) pode ser comparado com a cor da pele (natural) de um preto. E depois diz que os outros é que são racistas.

Muito triste.

Abaixo a Transvaxofobia!

Camaradas !

Eu, “Transvax” me confesso!

Uma pessoa “Transvax” é uma pessoa que se identifica como estando vacinada contra o COVID-19, mesmo que os médicos lhe digam que não está vacinada.

Eu confesso-me Transvax. E se vocês não aceitam a minha forma de ser, ou seja, se não aceitam a minha identidade de Transvax, vocês não passam de intolerantes.

Abaixo a Transvaxofobia!

H/T.

No Portugal socialista, a ameaça contra a integridade física das pessoas deixou de ser crime

Com a Esquerda — do cabrita e do monhé — no Poder, deixou de ser crime ameaçar contra a integridade física de uma pessoas — desde que o ameaçador seja de Esquerda.

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Decapitem esses racistas nauseabundos que não merecem a água que bebem”escreveu o agente da polícia, Manuel Morais, referindo-se aos votantes no partido CHEGA.


O artigo 153 do Código Penal criminaliza a ameaça à integridade física das pessoas; mas já não é a primeira vez que este tipo de ameaça à vida de pessoas é classificado, pelo governo do monhé, de “simbólica” ou no “sentido figurado” [por exemplo, a ameaça do Mamadou Ba à vida dos cidadãos portugueses autóctones  (“matar o homem branco” sic)].

No caso do agente policial Manuel Morais, sendo este funcionário do Estado, a pena de prisão poderia chegar aos 5 anos (Art.º 155, § d, do Código Penal) por abuso de autoridade.

Para o governo do monhé e do cabrita, ameaçar contra a vida dos opositores políticos é coisa “simbólica”. E se o cabrita actuou ilegalmente, talvez seja necessário que o CHEGA meta o referido polícia em tribunal.

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