O povo de Direita não deve votar em Rui Moreira para a Câmara Municipal do Porto — porque as alterações climáticas são marxistas

A Rua Conde de Avranches, na cidade do Porto, era uma rua larga, fortemente arborizada, e ladeada de vivendas — fazia lembrar (mutatis mutandis) uma rua do bairro londrino de Belsize Park.

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Porém, o Presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira (que se diz “de Direita”!) destruiu completamente a rua, a mando do politicamente correcto esquerdista: mandou construir um corredor largo para bicicletas no meio da artéria — eu passo naquela rua todos os dias, e nunca vi por lá uma única bicicleta em trânsito: trata-se de um corredor para bicicletas que não tem qualquer uso. Continuar a ler

A intolerância da Igreja Católica do Chico

Para o papa Chico, o catolicismo não é propriamente uma religião: em vez disso, para ele, é uma ideologia política, em que a Igreja Católica se organiza como um partido político mundano.

papa-chico-comuna-400-webO sonho do Chico é transformar o catolicismo em uma espécie de Xiismo, em que a componente política imanente controla a metafísica transcendente. Só assim se compreende a forma como o Chico se comporta no exercício das suas funções, como uma espécie de caudilho político autoritarista.

Tal como eu, muitas dezenas de milhões de pessoas, em todo o mundo, afastaram-se desta Igreja Católica do Chiquinho.

Somos pessoas cheias de desgosto pelo que se está a passar no Vaticano. Não há notícia, nos anais da História, de um papa tão intolerante como este — em relação aos católicos, mas só em relação a estes! —; porém, em relação ao mundo não-católico, islâmico, e mesmo herético ou ateísta, nunca houve um papa tão permissivo como o Bergoglio. Ele só “malha” nos seus!

Muito estranho, o que se está a passar na cúpula da Igreja Católica actual; e os bispos, em geral, são coniventes, porque se calam perante o despotismo e a intolerância de um indivíduo que nunca deveria ter sido alcandorado ao papado.

Este papa tem o desplante de desautorizar o seu antecessor que ainda vive; nem sequer esperou pela morte de Bento XVI para revogar os seus éditos papais.

O Chico não se comporta com a misericórdia própria de uma papa, mas antes com a rudeza de um político, ou com a desumanidade de um mafioso. Já tivemos, ao longo da História, alguns papas mafiosos; mas nunca um, como o actual, que demonstrasse tanta intolerância em relação ao povo católico.

Um papa que critica severamente o clericalismo, mas simultaneamente confia no clero a missão intolerante de reprimir a prática religiosa do povo católico. Este papa é uma contradição com pernas. Deus o leve quanto antes.

A ler:

Não vale a pena gastar cera com tão ruim (e maoísta) defunto

Ler um texto do Pacheco é um exercício penoso; por exemplo, quando ele coloca o Pinochet, o Bolsonaro e o Trump no mesmo saco político.

Esta forma simplista de catalogar a realidade política —Trump é fassista, tal como o Pinochet era fassista — é digna de um ideólogo de muito baixa qualidade; de um demagogo em acção política.

jpp-marxÉ evidente que — em Portugal, assim como no núcleo duro da União Europeia — existe um Totalitarismo de Veludo em construção. Qualquer pessoa com dois dedos de testa se apercebe deste novo fenómeno político a nível europeu. O Pacheco, como bom comissário político do Totalitarismo de Veludo, nega que exista; “no pasa nada”. Mas não só a nível europeu: a actual fumaça política americana (do comprovadamente corrupto João Bidé) não augura grande coisa…

O Pacheco segue o princípio marcuseano de “tolerância repressiva”: a corrupção, à Esquerda (por exemplo, com o João Bidé), deve ser desvalorizada e mesmo escondida dos povos; só a corrupção à Direita deve ser denunciada.

Eu não sei se o Pacheco é burro, ou se assume a sua (dele) ignorância para assim poder tornear a sua dissonância cognitiva. Parece que ele está de tal modo enfarinhado na ideologia que defende, que a realidade remanescente é (por ele) ignorada.

Os argumentos utilizados por ele (no referido texto) são de uma pobreza intelectual extrema — como diria Olavo de Carvalho: “a mente humana é constituída de tal forma, que o erro e a mentira podem sempre ser expressos de maneira mais sucinta do que a sua refutação. Uma única palavra falsa requer muitas outras para ser desmentida.”

Ou seja, para refutar as asneiras enunciadas pelo Pacheco, seria necessário escrever um ensaio com muitas páginas. A criatura não merece tanto; como diz o povo: “não vale a pena gastar cera com tão ruim defunto”.

Concordo com Che Guevara: ¡ Esta és una lucha a muerte ! ”. Não é possível qualquer tipo de diálogo com os mentores da ideologia defendida pelo José Pacheco Pereira.

O romantismo que os me®dia apregoam e propagandeiam

Eu tenho um sério enviesamento lógico, na minha forma de pensar; talvez por isso, textos como este são-me de difícil assimilação.

Por exemplo, não me parece que seja plausível colocar, em um mesmo plano de avaliação crítica, um texto de Camilo Castelo Branco (um romântico, tal como Rousseau antes dele) e outro do Padre António Vieira (um clássico, na forma de pensar).

“O clássico é a saúde; o romantismo é a doença” (Goethe)

O romantismo continua a ser o combustível ontológico que alimenta a actual Esquerda (e o politicamente correcto) — pelo menos no que diz respeito à ideologia.

agir-webA actual cultura de auto-vitimização (politicamente correcta e de Esquerda) e o narcisismo exacerbado, são próprios do romantismo da segunda metade do século XVIII, e inclui (tal como aconteceu no século XVIII) uma revolta contra os padrões éticos e estéticos em vigor na sociedade.

Assim escreveu Bertrand Russell: “O homem de sensibilidade [ou seja, o romântico do século XVIII) choraria ao ver a miséria de uma só família camponesa, mas ficaria frio diante de um plano bem gizado para melhorar a sorte do camponês, inserido na sua própria classe” [História da Civilização Ocidental].

O homem culto da segunda metade do século XVIII tinha “uma tendência para a emoção, em especial a da simpatia” (idem). Ora, é este tipo de “homem de sensibilidade” (o “homem culto” actual) que controla a ideologia dominante da Esquerda actual (o politicamente correcto ou marxismo cultural, e a “cancel culture”).

O romântico é sempre do contra (em tudo: na ética, na estética, na cultura, na política, etc.), independentemente das consequências; é do contra, porque sim!.

Para o romântico do século XVIII (Rousseau et Al) e para os românticos actuais (por exemplo, as ideologias do Bloco de Esquerda ou Partido Socialista), o erro humano não advém da psicologia humana (o erro não se deve a culpa própria), mas antes advém dos padrões de valores dominantes na cultura e na sociedade (a culpa é da sociedade).

Por isso é que a Esquerda “progressista” (marxismo cultural), nos Estados Unidos, diz que “a matemática é racista”: alegadamente, os negros têm mais dificuldade na matemática (quando comparados com os asiáticos, por exemplo), por culpa dos padrões de valores sociais (a culpa é sempre da sociedade).

Para o romântico, a culpa do mal é sempre dos outros. A genealogia do mal assenta na própria sociedade, da qual o romântico (de uma forma assumidamente superior) se auto-exclui.

A oposição ao capitalismo — tanto no século XVIII na guerra contra a burguesia, como no século XXI na guerra contra os judeus — é uma característica do romantismo. E, na medida em que (alegadamente) o romantismo pretende libertar o ser humano de convenções e da moralidade sociais, não se deu conta de que as soluções e alternativas que apresenta para a sociedade roçam a barbárie.

A necessidade que os me®dia merdosos têm de provar o contra-factual

Durante a pandemia de Covid (H1N1) de 1918 (a chamada “gripe espanhola”, que matou cerca de 15 milhões de pessoas em todo o mundo), não havia nem vacinas, nem medicamentos, nem ventiladores nos hospitais; mas a pandemia “desapareceu” porque o vírus sofreu mutações que o tornaram menos mortífero (porque o próprio vírus procura sobreviver, e por isso muda).


fucken-antivaxxers-300-webActualmente, o cientismo – representado politicamente pela aliança entre o internacionalismo de Esquerda e a plutocracia globalista, que se traduz (entre outros fenómenos) no controlo total da Comunicação Social — afirma que o vírus do COVID-19 sofreu mutações mais benignas “por causa das vacinas”, mesmo sabendo nós que a esmagadora maioria dos casos de COVID-19 actuais incide em pessoas já vacinadas!.

O “argumento” utilizado pretende provar o contra-factual ;  e é o seguinte : “se não fosse a existência da vacina, o vírus não teria mudado para estirpes mais benignas”. Esta proposição é impossível de provar, porque pretende atribuir, a uma determinada consequência, as causas que se pretendem arbitrariamente validar.

Aliás, a estirpe “Delta” do vírus COVID-19 apareceu na Índia antes de qualquer campanha de vacinação naquele país, o que demonstra fortemente que as mutações virais são independentes das vacinas.

David Hume dizia que “a crença é um sentimento natural”; e sou obrigado a dar-lhe razão. “Todo o conhecimento da realidade carece de necessidade racional, e entra no domínio da probabilidade, e não no do conhecimento científico” (idem).

A ideia propalada pelos me®dia segundo a qual “as vacinas do COVID-19” (que, aparentemente, não imunizam grande coisa, porque os vacinados continuam a contrair COVID-19) “são um factor de mutação benigna do vírus do COVID-19”, é, ou uma crença, ou é propaganda ideológica malévola que pretende propalar uma determinada crença.

Um exemplo de uma proposição que pretende afirmar o contra-factual :

“se Portugal não tivesse entrado na zona Euro, não existiriam telemóveis no nosso país”.

É um facto demonstrável que o surgimento em massa de telemóveis coincidiu com a entrada de Portugal no Euro.

E não há forma de provar, de forma objectiva e em bom rigor, que Portugal teria telemóveis se não tivesse entrado na zona Euro — excepto se utilizarmos exemplos (analogia) de outros países que têm telemóveis e que não estão na zona Euro.

Trata-se, também, de uma falácia lógica conhecida como Argumentum ad Ignorantiam: neste caso, a ignorância representa a “falta de provas em contrário”: alegadamente, “a proposição é verdadeira porque não foi provada ser falsa”.

“Vacina” vem de “vaca” (do latim “vaccum”), ou da puta que a pariu

Em Inglaterra (por exemplo), mais de 90% dos novos doentes (e mortes) de COVID-19 (independentemente da idade das vítimas) dizem respeito a pessoas previamente vacinadas. E depois vem esta estúpida, de seu nome Mafalda Anjos, dizer que quem não se vacina é “pendura”.

Aquela grande besta pretende dizer que a vacina impede a contracção do COVID-19 — o que é absolutamente falso; interrogo-me se ¿aquela merda é jornalista, ou é ideóloga?

As mutações do vírus não têm necessariamente a ver com as vacinas; o vírus muda (independentemente das vacinas) porque (ele próprio) pretende sobreviver — porque se o vírus mata o hospedeiro, também (ele próprio) morre no acto da morte do hospedeiro; por isso, as mutações do vírus tendem a ser menos mortíferas, independentemente das vacinas, porque o vírus pretende sobreviver e infectar sucessivamente as vítimas.

Isto são factos que um qualquer cabrão (ou vaca) jornalista não deveria ignorar.

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A defesa da obrigatoriedade legal e política da vacina deixou já o argumentário científico, e passou a ser um instrumento de acção ideológica e política — para a vaca Mafalda, August Landmesser foi um “pendura”, porque recusou o seguidismo político.

Admira-me o facto de aquela vaca ser directora de um jornal; ou já nada me admira neste mundo.

O que aquela vaca defende é pura ideologia, e não ciência; mas defende uma ideologia (alegadamente) em nome da ciência (cientismo) — o que está na moda, com o advento do pós-modernismo.

É o mesmo tipo de ideologia que defendeu, em princípios do século XX, o eugenismo nos Estados Unidos em nome da ciência — a esterilização obrigatória das mulheres, alegadamente porque “se provou cientificamente” que elas não eram dignas de se reproduzirem.

Estamos a lidar com gente muito perigosa que se alcandorou a posições de influência social.

Vem aí a vacina mensal contra o Covid 19

O negócio das vacinas é incontrolável — não foi por acaso que Bill Gates afirmou que o investimento na indústria das vacinas tem um retorno (lucro) de 1 para 20.

Os donos do mundo aprimoram agora a performance do negócio: vem aí a vacina mensal.

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