¿O que é uma pergunta “fassista”?

Uma pergunta “fassista” é aquela que causa, no esquerdóide típico, uma dissonância cognitiva que é classificada — pelo esquerdóide — como uma “micro-agressão”.

Um exemplo de uma pergunta “fassista”:

«Em todas as publicações sobre tratamentos seguros para a Covid-19, como a Ivermectina ou a Hidroxicloroquina, o Facebook opta por colocar o aviso: “Alguns tratamentos não aprovados para a Covid-19 podem causar danos graves”.

¿Por que é que o Facebook não coloca o mesmo aviso em relação às vacinas contra a Covid-19?»


Para perguntas “fassistas”, tolerância zero! Nem sequer merecem resposta!

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Recusei a vacina do COVID-19 e fui ameaçado pela funcionária do Centro de Vacinação

Telefonou-me uma funcionária do Centro de Vacinação do COVID-19, pedindo-me para lá comparecer para ser vacinado. Quando recusei a vacina, começaram as ameaças:

“ ¿O senhor tem a consciência de que vai ser impedido de entrar em super-mercados, centros comerciais, hospitais, restaurantes e transportes públicos?”

“O seu nome vai constar da base de dados dos que recusaram a vacina”.

Isto está bonito…está! Os xuxalistas andam a tramá-las! Trata-se de um culto. Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a liberdade individual já é coisa do passado.

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O tribalismo do José Pacheco Pereira

Ele há três tipos de tribalismo: o tribalismo de um dos lados, o tribalismo do outro lado, e o tribalismo pseudo-neutral e hipócrita do José Pacheco Pereira e de outros comissários políticos do Totalitarismo de Veludo.

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“Morreu o homem que mandou matar o meu Pai”

“Para muitos, morreu hoje o Capitão de Abril, para outros o responsável máximo do COPCON, para mim morreu o homem que mandou matar o meu Pai” – palavras de Manuel Castelo-Branco , hoje na sua página da rede social Facebook, a propósito da morte de Otelo Saraiva de Carvalho, de 84 anos.

Manuel Castelo-Branco sobre a morte de Otelo: “Morreu o homem que mandou matar o meu Pai”

Hoje é dia de recordar Vera Lagoa (a Cambada está quase extinta)

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“Maria Armanda Pires Falcão, mais conhecida pelo pseudónimo Vera Lagoa, foi uma das mulheres mais carismáticas e influentes da sua geração. Nascida na Ilha de Moçambique, a 25 de Dezembro de 1917, foi pioneira em muitas áreas, cumprindo carreira como cronista, jornalista e empresária.”

Vera Lagoa, um Diabo de saias

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Segundo o Correio da Manhã, “o morto pôs-se em fuga”

Depois de se colocar em fuga, o morto “estava em local incerto desde que tinha desaparecido no passado fim-de-semana”.

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O povo de Direita não deve votar em Rui Moreira para a Câmara Municipal do Porto — porque as alterações climáticas são marxistas

A Rua Conde de Avranches, na cidade do Porto, era uma rua larga, fortemente arborizada, e ladeada de vivendas — fazia lembrar (mutatis mutandis) uma rua do bairro londrino de Belsize Park.

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Porém, o Presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira (que se diz “de Direita”!) destruiu completamente a rua, a mando do politicamente correcto esquerdista: mandou construir um corredor largo para bicicletas no meio da artéria — eu passo naquela rua todos os dias, e nunca vi por lá uma única bicicleta em trânsito: trata-se de um corredor para bicicletas que não tem qualquer uso. Continuar a ler