Duas perguntas que o Polígrafo não faz acerca das vacinas do COVID-19

Deparo-me com esta investigação do Mentígrafo acerca das vacinas contra o COVID-19:

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Porém, o Mentígrafo foge, como o diabo da cruz, de duas questões, como seguem:

¿ As vacinas contra o COVID-19 (todas elas) foram aprovadas pela agência federal americana do medicamento — a chamada FDA (Food and Drug Administration) ?

¿ As vacinas contra o COVID-19 são vacinas experimentais ?

A resposta à primeira pergunta é NÃO — as vacinas contra o COVID-19 não foram aprovadas pela agência federal americana do medicamento.

A resposta à segunda pergunta é SIM — as vacinas contra 0 COVID-19 são experiências efectuadas em seres humanos (são vacinas experimentais).

O que se está a passar — em termos da aliança entre a elite de Esquerda, o grande capital globalista, e a imprensa em geral — é uma VERGONHA!

O FaceBook adverte os utilizadores acerca do perigo de usar o FaceBook

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“We took a survey of our users’ biggest problems,” explained the eccentric, hoodie-wearing CEO of Facebook, Bob Facebook, “and there was one consistent problem with their mental health: us. So now we’re going to warn people when they’re doing something that seems bad for them—namely, using Facebook.”

Manif contra a misoginia na Faculdade de Direito do Porto

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Imaginem, camaradas, que eu entrava numa sala-de- aula da faculdade de Direito do Porto com os meus tomates à mostra; e que a professora da cátedra me ameaçava de expulsão da sala.

Naturalmente que essa atitude da professora seria uma manifestação de misandria — porque ninguém me pode tirar o direito de mostrar os meus tomates, quando e onde eu quiser.

Mostrar a tomatada é um direito humano.

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Como afirmou o camarada José Pacheco Pereira, estamos a viver numa época em que os fassistas andam muito activos — por exemplo, proibindo que as mulheres entrem nas instituições de ensino com as mamas ao léu, ou impedindo que eu entre numa sala-de-aula com os tomates de fora das calças.

Portanto, camaradas, sugiro a organização de uma Manif à entrada da faculdade de Direito do Porto, em que o pessoal apareça todo nu, em sinal de apoio à igualdade de género.

A luta continua! A vitória é certa! Viva o camarada Pacheco! Abaixo os fassistas misóginos!

A cultura da “carneirada de Direita”

Eu achei estranho que o blogue Corta-Fitas tivesse admitido, na sua edição, a figura de um tal José Miguel Roque Martins (este tem quatro nomes!). E é, por isso, suposto pensarmos que o Roque não é de Esquerda.

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Eu não sei como classificar esta posta (de pescada): alegadamente, segundo o Roque, o cepticismo americano em relação às vacinas é culpa de Donald Trump. Trata-se de um Argumentum ad Trumpum.


O conceito de “Argumentum ad Trumpum” foi engendrado pelo médico e pensador Theodore Dalrymple:

  • se uma determinada opinião se assemelha, de qualquer modo possível, às ideias de Donald Trump (nem que seja porque apenas chega às mesmas conclusões lógicas), então não é necessária qualquer refutação racional dessa ideia: ela está automaticamente (e irracionalmente) refutada;
  • o tipo de “argumentação” do Argumentum ad Trumpum não utiliza o cérebro; em vez disso, utiliza as vísceras: o ódio a Donald Trump é tal, que qualquer coisa que possa ser remotamente imputável a Donald Trump a torna (a essa coisa) desqualificada para qualquer consideração inteligente e inteligível.

Portanto, segundo o Roque, a culpa do centenário (e saudável) cepticismo individualista anglo-saxónico, é de Donald Trump. É realmente extraordinário.

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O novo feudalismo globalista

O novo feudalismo, que as elites globalistas estão a impôr ao mundo, é simultaneamente anárquico e tirânico; aliás, a anarquia ética e moral actual é a condição da nova tirania feudal.

feudalismoTal como aconteceu com a Revolução Francesa, o ataque à cultura (por parte das elites globalistas e internacionalistas) ocidental — a repressão política das tradições europeias, a criação de novos tabus e novos costumes (por exemplo, a imposição dos costumes da cultura de descarte humano de tipo LGBTQPBBQ+) em substituição dos tabus da cultura antropológica de origem cristã (porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado), a perseguição feroz em relação a todo o tipo de autoridade que escape do Poder do Estado (tal como defendeu Rousseau) — é essencial para a imposição de uma nova cultura de anarquia.

O processo político e cultural desenvolvido pelo liberalismo, desde a Revolução Francesa, culminou nesta nova anarquia destrutiva (que corrói a cultura e o tecido social) que é o fundamento da construção de um novo tipo de feudalismo a nível global.

A partir das ruínas da cultura ocidental, destruída pela Esquerda (apoiada pelos globalistas — como, por exemplo, os judeus George Soros, Bill Gates, ou Jeff Bezos, entre outros — em uma aliança tácita entre marxistas e a plutocracia ocidental), tende a emergir uma classe política tão poderosa e politicamente alienada quanto o fora a do extinto regime soviético, ou da actual China.

O novo feudalismo não tem propriamente uma nobreza, mas antes tem uma aristocracia constituída pelos caudilhos políticos locais (de cada país, ou zona do globo) coordenados pela plutocracia globalista — não é por acaso que todos os primeiro-ministros de Portugal têm que ir, em primeiro lugar, ao beija-mão às reuniões de Bilderberg.

E, o feudalismo actual tem um clero secular e ateísta, constituído por uma amálgama dita “intelectual” dos ideólogos da nova anarquia, e dos “jornalistas” do regime — o jornalismo do novo feudalismo já não informa o povo, como acontecia até há poucas décadas: em vez disso, o novo jornalismo tem a missão de instruir o povo, ou seja, de formatar ideologicamente o povo, à maneira da China comunista ou do regime soviético.

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E quem se atrever a colocar em causa a nova formatação ideológica compulsiva (não só através dos “jornaleiros” de serviço e dos polígrafos desta vida, mas também através da chamada “Big Tech”), é enviado para um novo tipo de Gulag: o Gulag digital, onde a sua existência apodrece, sem possibilidade de partilha de ideias com outros seres humanos.

E, finalmente, o novo feudalismo tem uma absoluta necessidade do seu Terceiro Estado e dos novos servos da gleba (o povo que verá a mobilidade social, defendida pelo liberalismo clássico, anulada pelas elites) — que são aqueles a quem a aristocracia e o clero secularista dizem garantir uma boa vida sem os incómodos da detenção de propriedade privada”, tal como é defendido nas reuniões de Bilderberg e de Davos: é o que está inscrito no ideário político dos conceitos de “Building Back Better” e de “Great Reset“: a criação dos novos descamisados do mundo (os novos Sem-Terra, desta vez criados com a cumplicidade da Esquerda), que são necessários à construção do novo feudalismo globalista.

O José Pacheco Pereira é como um furúnculo no cu:

… chateia muito, mas com uma boa pomada e um pouco de paciência, a coisa passa.

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Hoje, quem defenda as ideias e valores do Partido Social-democrata da década de 1980, é classificado pelo Pacheco de “extrema-direita”.

A situação “virou” tanto à Esquerda que o próprio Cavaco Silva (que, infelizmente, guindou o Pacheco na política) seria hoje considerado, pelo próprio Pacheco, da “direita radical”.

Para o Pacheco, o “centro político” é hoje o Bloco de Esquerda e os seus apaniguados “submarinos” no interior do Partido Socialista e do Partido Social-democrata.

Não tarda nada, o Pacheco irá defender a ideia segundo a qual o MRPP é um partido do “centro político”.

Ainda não vai muito tempo, o Pacheco dizia que o Paulo Portas era fassista.

Para o maoista Pacheco, tudo o que não coincida com a revolução cultural maoísta, é fassista; e, por isso, não faz parte do “centro político”: ou seja, para o Pacheco, o “centro político” é maoísta.

O Pacheco tem a credibilidade política característica de um furúnculo no cu.