Notícias de pessoas conhecidas que a vacina covideira vai matando (e os Merdia vão escondendo)

Hoje, ser jornalista é ser criminoso

Para a aliança entre a Esquerda e os Neoliberais, os muitos milhares de mortos devido a “vacinas” não passam de “danos colaterais”.

Nos Estados Unidos, dados da VAERS publicados na passada Sexta-feira revelam um total de cerca de 600 mil reacções adversas graves e cerca de 13 mil mortos devido às “vacinas” do COVID-19.

Os meios de comunicação social — vulgarmente chamados de me®dia — são os veículos de insensibilização da população em relação às mortes devidas às ditas “vacinas”.

Hoje, ser jornalista, em geral, é ser criminoso.

Um comissário político do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira

Um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira, apoia indirecta- e tacitamente a censura da opinião e a restrição política da liberdade de expressão (por parte dos me®dia) em relação àqueles a quem ele chama de “negacionistas” — como aconteceu com a censura do jornal Púbico em relação à opinião do médico Pedro Girão.

“Não tenho reservas nenhumas quanto às qualidades que fazem com que um homem não se fique e vá defrontar as feras. Como Soares fazia. Aqui foi o nosso almirante dos submarinos que usou um torpedo bem dirigido para atingir os negacionistas, a sua coragem.”

O José Pacheco Pereira é inqualificável. Não tem nome possível. Porém, é sem dúvida, um personagem rasteiro; um molusco, um animal sem coluna vertebral.

Podemos dizer que o Pacheco encarna, no artigo que escreveu acerca dos “negacionistas”, não só um maniqueísmo estúpido — mas também personifica, em todo o seu esplendor, a falácia ad Verecundiam.

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Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

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Mulheres em idade fértil estão em risco com a vacina mRNA (COVID-19)

O antigo vice-presidente da PFIZER, Michael Yeadon, alerta para os riscos de infertilidade nas mulheres, causada pela vacina tipo mRNA.

O dr Yeadon cita um estudo alemão de 2012 acerca das nano-partículas lipídicas — as partículas que transportam o RNA nas vacinas da PFIZER e da Moderna.

“Les chercheurs de Halle-Wittenberg et de Ratisbonne avaient constaté « une forte accumulation locale de nanoparticules » dans les ovaires de toutes les souris traitées avec cinq systèmes différents de nanoparticules. La conclusion était que cela peut alerter sur « un problème important de toxicité chez l’homme » (mais aussi « pourrait ouvrir un nouveau champ de thérapies ovariennes ciblées »…).”

A situação da vacinação experimental mRNA do COVID-19 parece-me, cada vez mais, com a de um filme de terror — talvez uma forma que a elite plutocrata e globalista encontrou para reduzir drasticamente a população (branca) dos países ocidentais. E, como é natural, a Esquerda gosta da ideia.