¿O que é que o “imunologista” Luís Delgado pensa do Paul-Ehrlich-Institut?

Segundo o Paul-Ehrlich-Institut (Alemanha), as pessoas que foram inoculadas com a vacina mRNA correm sério perigo de vida (texto em alemão), a partir do Outono, quando se iniciar a gripe sazonal (texto em inglês).

Ou seja: a vacina mRNA pode desencadear um processo de aumento geométrico da carga viral na pessoa vacinada — exactamente o contrário do que é propalado pelas farmacêuticas multinacionais e pelos responsáveis políticos.

Cerca de 2,5 mil milhões de pessoas, em todo o mundo, tomaram a vacina mRNA, e ficarão praticamente indefesas aquando do início da próxima estação da gripe.

Naturalmente que o senhor “imunologista” Luís Delgado irá dizer que os tipos do Paul-Ehrlich-Institut são uma cambada de burros. Inteligentes, esses sim!, são o António Costa e o vice-almirante condecorado pelo palhaço Marcelo.

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Escrevi em 2009, e parece que adivinhava o COVID-19…

“Há algum tempo atrás, a empresa farmacêutica Baxter AG deixou escapar dos seus laboratórios uma estranha mistura viral que era composta pelas estirpe H5N1 + H3N1 (façam uma pesquisa no Google sobre “Baxter AG + H5N1”). A Baxter AG reconheceu o facto e atribuiu a culpa a um funcionário descuidado; entretanto, milhões foram facturados para garantir a vacina da nova variante de gripe.”

O vírus da gripe suína é uma questão de negócio das farmacêuticas

Big-Pharma

É disto que a Esquerda gosta (e o Pacheco cala)

Em nome do “combate ao capitalismo”, a Esquerda branqueia tudo — incluindo a escravatura legalizada, a opressão brutal das mulheres, e a barbárie transformada em política.

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E o Pacheco (o comissário político por excelência do Totalitarismo de Veludo) diz que a culpa dos males do mundo é da “extrema-direita”.

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No Irão, verificamos como a aliança entre Marx (os marxistas) e Maomé (os Aiatólas) resultou em milhares de comunistas mortos. Mas, na sua qualidade de sociopata, o esquerdista típico não aprende com a experiência.

O Islão é uma barbárie

O Islamismo não é uma religião propriamente dita: em vez disso, é um princípio de ordem política; o Islamismo é uma ideologia política.

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afeganistao decada de 1970 webEstas fotos são da década de 1970, quando o Afeganistão experimentou uma determinada autonomia em relação ao Islão.


Um aviso ao monhé das cobras: a imigração islâmica deve ser banida; e os políticos que incentivarem e promoverem a imigração islâmica devem ser punidos, no futuro, com penas pesadas de prisão (e as penas deverão ser aplicadas retroactivamente). monhe-das-cobras-web

O jornaleco “Observador” e o jornalismo de merda

Eis aqui um exemplo de desonestidade jornalística e dos “fact-checkers” de merda:

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A verdade dos factos:

  • Uma pessoa (com menos de 50 anos) em cada 50 mil pessoas (rácio de 1 / 50.000), desenvolve coágulos sanguíneos (I.T.P. e/ou VITT) directamente relacionados com a vacina da AZ.
  • Deste rácio de 1/50.000, 23% das pessoas (com menos de 50 anos) morreu.
  • 1 em cinquenta mil não é um “evento raro”! Um “evento raro” seria, por exemplo, 1 em um milhão.
  • Segundo a hematologista britânica Sue Pavord, este fenómeno mortífero (I.T.P. e/ou VITT) afecta normalmente pessoas jovens e saudáveis, e tem uma alta percentagem de mortalidade.


No que diz respeito às outras vacinas (Moderna ou Pfizer), também há inconvenientes graves — mas só acontecem aos outros!

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O prometeanismo de Emmanuel Macron, o totalitarismo suave em França, e o abaixamento do QI da população

A França do Macron transformou-se em uma sociedade em que a elite política (a que está ligada a Macron) é presentista; tem o maior desprezo pelo passado (histórico), e revela (ironia do destino!) um sincretismo ideológico entre o globalismo neoliberal, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado (sinificação).

numeros-romanos-webTrata-se de um presentismo que vê no passado (na História) uma ameaça ao prometeanismo pós-religioso da sociedade que se pretende construir, controlada pelo globalismo neoliberal, em aliança tácita com uma certa minoria elitista, caceteira, autóctone e marxista.

Tanto os marxistas culturais como os globalistas (não confundir “globalismo” e “globalização”), acreditam que o mundo é feito pelo ser humano, e que nada lhe é dado, à partida. Esta ideia tem raízes em Francis Bacon.

Para o ser humano prometaico, o passado (histórico) não passa de uma colecção de crimes e de loucuras, e o mundo é a matéria-prima da conquista humana (futura) da perfeição — não existem limites para o destino/futuro do Homem, nem limites para a maleabilidade da Natureza Humana; e não existe uma dimensão trágica da vida humana.

Segundo a mente prometaica (que, basicamente, é, por assim dizer, uma versão alargada da mente revolucionária), o ser humano pode fazer, de si próprio, o que quiser e é, por isso, passível de se tornar perfeito; ou seja: partindo do pressuposto de que “o Homem é aperfeiçoável”, o prometaico conclui (ou infere) que “o Homem tem que se tornar perfeito” (trata-se de uma obrigação ontológica e moral que decorre de uma condição prévia).

Esta perfeição prometaica não é espiritual: é uma perfeição Hic et Nunc (aqui e agora), inerente ao mundo material (presentismo).

A libertação — para o prometaico Macron, por exemplo — é a conquista da felicidade imutável, permanente e total; em que os escolhos (culturais) provenientes do passado, e os inconvenientes existenciais (como, por exemplo, a morte, ou os conflitos inerentes à Natureza Humana) são banidos.

É o LIMITE, entendido no Absoluto Simples, que o prometaico rejeita — e não um qualquer pequeno “limite”, subordinado, e em particular.


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O prometeanismo é uma forma de totalitarismo. Ou melhor: é a actual forma de totalitarismo.

Basta ver o que se passa actualmente em França, com o Macron a querer impôr (utilizando a força bruta do Estado) à sociedade francesa um apartheid sanitário (o carneirismo covideiro).

É um forma de totalitarismo suave e orwelliano, travestido de “libertação” (através da opressão, dizem querer “libertar o povo”).

A ideia de “libertação”, vinda das elites políticas prometaicas, é a de um Homem pós-religioso totalmente liberto de todas as circunstâncias especificas e particulares — especialmente liberto em relação ao passado, de modo a poder ser livre para ser, ele próprio, um Ente Glorioso à face da Terra.

O objectivo da libertação prometaica do Homem é a de alimentar, no ser humano, a construção de um Ego sem quaisquer limites (ou limitações).

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

Tanto o marxismo cultural, como a plutocracia globalista (de que o Macron é um representante eloquente), apostam fortemente na redução de QI médio das populações do Ocidente.

É neste contexto que a numeração romana foi banida dos museus do Louvre e de Carnavalet (os dois principais museus de França); por exemplo, “Luís XIV” passa a ser escrito (no museu) “Luís 14”; ou “século XVIII” passa ser escrito “século 18”.

Esta decisão, tipicamente macroniana, prometaica, pretende adaptar a Alta Cultura ao baixo QI do actual habitante de França que não percebe, por exemplo, por que razão o símbolo “III” significa “3”.

Nos últimos 30 anos, e com a imigração massiva, o QI médio em França tem baixado de uma forma assustadora. É estimado que os estudantes finalistas do ensino secundário francês actual tenham (em média) um nível de QI e conhecimentos semelhantes ao dos finalistas da escola primária em 1950.

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.