O cientismo estúpido do José Pacheco Pereira

O cientismo é a atitude intelectual que se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX e que concede um valor absoluto ao progresso científico 1 .

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O cientismo concede à ciência o monopólio do conhecimento verdadeiro e atribui-lhe a capacidade de resolver progressivamente o conjunto de todos os problemas que se apresentam à Humanidade. A noção de cientismo foi fundada por Augusto Comte, com o Positivismo.

Como extremo oposto do irracionalismo, o cientismo é o racionalismo positivista levado ao seu máximo possível — não no sentido de positivismo absoluto que corrige a noção exclusiva de “sensível”, e que é característica do Positivismo de Augusto Comte; mas antes no sentido do exacerbar da influência do “sensível” no racionalismo.

O José Pacheco Pereira é um demagogo — a julgar por este artigo que publicou num pasquim qualquer (ler em PDF). É um demagogo, porque assume uma posição cientificista (cientismo) perante a ciência — exactamente porque (tal como os positivistas têm feito) ele politiza a ciência, ou seja, ele incorre no erro de que ele próprio acusa os ditos “negacionistas” de cometerem.

O Pacheco escreve:

“Mas o negacionismo é igualmente uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os “poderosos”, incluindo os cientistas e o saber, do mesmo modo que implica a não aceitação da autoridade democrática. Quando a mecânica do populismo do “nós” e “eles” se desloca dos alvos mais estritamente políticos, para a educação, a ciência, a segurança, a justiça, o grau de disfunção é consideravelmente maior. E mais, este populismo comunica entre si, o negacionismo tem fortes relações com o Chega, uma parte mais activa dos manifestantes contra as vacinas está nas manifestações do Chega, e partilha a mesma zanga e ressabiamento contra o mundo.”

Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

O conceito de “negacionismo”, segundo o José Pacheco Pereira (e dos outros Comissários Políticos do Totalitarismo de Veludo), é ideológico no sentido da necessidade política de catalogação (ou de categorização) dos recalcitrantes, em relação ao carneirismo político próprio das atitudes colectivas e colectivistas. Só uma mente distorcida e cristalizada (em um sistema ortorrômbico, ou triclínico), como é a do Pacheco, pode colocar em causa a necessidade da afirmação política do sentido crítico do cidadão.

Finalmente: o Pacheco é “mais papista que o papa”; ou melhor, é mais defensor das “vacinas”de tipo mRNA do que a própria comunidade científica. Acima de tudo, o Pacheco revela um profundo desconhecimento da problemática das “vacinas”de tipo mRNA, que não são propriamente vacinas normais como as que nós todos já tomamos.

Quando o Pacheco mistura as vacinas normais (por exemplo, varíola, BCG, tétano, etc.), por um lado, com as “vacinas”de tipo mRNA, por outro lado, demonstra a sua ignorância (e estupidez) em todo o seu esplendor. E, ainda por cima, chama os outros de “negacionistas”.

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Nota

1. Segundo Karl Popper, o cientismo é a crença dogmática  na autoridade do método científico e nos seus resultados, que é totalmente errada porque é dirigida contra o método crítico da Ciência da Natureza ou contra os grandes cientistas.

Não é Direita!: é "Direitinha"!

O meu “problema” em relação à Raquel Varela pode ser resumido da seguinte forma:

“¿ A tragédia da Esquerda? Diagnosticar correctamente a doença, mas agravá-la com a sua terapêutica.”Nicolás Gómez Dávila

É um pouco o que se passa com a pandemia do COVID-19: a doença foi correctamente diagnosticada; mas, a terapêutica, ou é praticamente inexistente, ou agrava a situação da doença.

Acerca da censura do jornal Púbico em relação ao dr Pedro Girão, a Raquel Varela escreve o seguinte (o sublinhado é meu):


gouveia-e-melo-web«Os últimos dias em Portugal merecem uma reflexão – a “despublicação” no Público de um artigo de um médico anestesiologista, depois de aprovado para publicação, com uma linha face às vacinas nos jovens igual à da maioria dos órgãos técnicos e acusado pelo jornal de colocar em causa o “relativo consenso” (se há relativo consenso em Portugal é contra a vacinação de jovens).

Sobre o “tom” do artigo nem me pronuncio – o Público teve 20 anos Vasco Pulido Valente a tratar abaixo de cão tudo e todos como cronista, nunca achei que fosse o grande pensador que a direita, com falta de quadros, construiu, mas jamais achei que devia ter sido apagado, cancelado; ficámos também a saber (para quem não tinha tirado uns minutos a ver os vídeos racistas no Instagram da “influencer”, pode surpreender) que a ex-enfermeira “blogger” Carmen Garcia, acarinhada pelo Público, e o veterinário e virologista Pedro Simas são agora candidatos pelo PSD/CDS às autárquicas; o médico de saúde pública, já era sabido, Ricardo Mexia é director de campanha da coligação da direita em Lisboa, liderada por Carlos Moedas.

Ao mesmo tempo o ex-jornalista Pedro Almeida Vieira torna público que parte dos médicos que subscreveram a actuação do governo na pandemia recebem em alguns meses mais das farmacêuticas do que do SNS, a partir de uma investigação simples dos sites de transparência (mas que nunca nenhum jornalista foi investigar até ele o fazer).»

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Duas perguntas acerca das “vacinas” COVID-19

  1. Se as “vacinas” contra o COVID-19 são seguras — como dizem os f.d.p. dos me®dia e os políticos corruptos que temos —,

    ¿por que razão as multinacionais farmacêuticas (fabricantes das “vacinas” que não vacinam) exigem a isenção de responsabilidades de utilização, assumidas e assinadas pelos governos dos países do mundo?

  2. Os me®dia (coadjuvados pelos políticos corruptos que temos) dizem que a imunidade de grupo (ou “imunidade de rebanho”) contra o COVID-19 se consegue com a vacinação em massa.

    ¿Será verdade o que os me®dia dizem? ¿Ou será que a imunidade de grupo se consegue com a infecção (natural, efectiva e em massa) do próprio vírus?

Vejam aqui um vídeo que entrevista o dr Robert Malone, o inventor das vacinas mRNA. Naturalmente que — segundo os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo — o dr Malone é negacionista… e reaccionário.

E o Pacheco rejubila

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«Miembros del llamado Partido Marxista Leninista-Reconstrucción Comunista han colgado una gran pancarta con la imagen del dictador ruso Joseph Stalin y el tema ‘En defensa de Stalin’ del balcón del Ayuntamiento de Valencia justo el día que se conmemora del Día Europeo de las Víctimas del Estalinismo y Nazismo. Su objetivo, denunciar “la criminalizacion del comunismo y el intento de ocultación de los éxitos del movimiento obrero”.»

Despliegan una gran pancarta ‘en defensa de Stalin’ en el Ayuntamiento de Valencia

O Pacheco e os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo rejubilam.

“Fact-check” de "Fake News" sobre a “vacina” da PFIZER, propalados pelos me®dia portugueses

Os me®dia portugueses — todos, desde o Diário de Notícias ao Observador — têm publicado “Fake News” acerca de uma putativa aprovação, por parte da FDA (Food and Drug Administration), da vacina da PFIZER.

Os me®dia portugueses — como sempre fazem — mentem ao povo português. Os me®dia portugueses são desonestos e até criminosos.

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Se lerem bem o comunicado da FDA (Food and Drug Administration), este organismo informa que 1/ apenas procedeu à revisão da Autorização do Uso de Emergência da referida “vacina”, e 2/ o estudo da segurança da dita “vacina” só estará completo em Maio de 2023!

Caro leitor!: Não confie na merda dos me®dia!


Vejam aqui um vídeo que entrevista o dr Robert Malone, o inventor das vacinas mRNA. Naturalmente que — segundo o Totalitarismo de Veludo — o dr Malone é negacionista… e reaccionário.