Pero esto… q coño es?? Dnd esta el delito de exhibicionismo o de escandalo publico? Llamenlo como kieran. España se va a tomar x culo! Señoras de verdad esto es a lo q llegó el ser mujer? Tan bajo?🤦🏻♂️ pues menos mal q soy hombre! pic.twitter.com/idGpkOPYRH
— 🇪🇸🇪🇸🇪🇸 Orgullo Policial 🇪🇸🇪🇸🇪🇸 (@deepjigging) December 31, 2019
Geral
O enorme problema que é a actual Esquerda
Vemos, no vídeo abaixo, um esquerdista americano que pretende ser eleito pelo Estado do Maine. A retórica da Esquerda actual é racista — anti-semita (por exemplo, com Corbyn ou com Alexandria Ocasio-Cortez) e anti-europeia:
“Se a taxa de suicídio aumentou entre os homens brancos, esse facto é muito bom!”.
Eu detesto ter razão antes do tempo
Em Outubro de 2013, alguns meses depois do papa Chicozinho se ter guindado ao Poder do Vaticano, fiz a carta astral dele; e, sobre o Chico, escrevi o seguinte:
“O Sol em sagitário e na casa 6 revela um revolucionário, na acepção política e moderna do termo — um revolucionário utopista que trabalha para um “mundo melhor”. Um homem pragmático na realização da utopia, e não propriamente um místico.
A lua em aquário e na casa 7 revela um indivíduo extremamente frio, distante e impessoal na relação com os outros (pode parecer o contrário, se “Francisco” fizer por parecer o contrário). Mas quando não se quer envolver em determinadas situações, acaba por reagir de uma forma bastante emotiva. É muito imprevisível nas relações com os outros.
Vénus em aquário e na casa 7 revela dificuldades em lidar com os outros no plano emocional, por um lado, e por outro lado, revela uma tendência para a temeridade (o que é diferente de coragem, como se sabe), o gosto pelo risco nas relações humanas e uma atracção pelo que é diferente.”
Votos de um Feliz Natal

O plágio do célebre toque da NOKIA
Não confundir “Estado” e “Nação”
O que está escrito aqui é falso:
“ A «pátria» é a «terra dos pais», liga com um passado que se quer projectar para o futuro. A Nação, ao contrário, é outra coisa: é um conceito essencialmente moderno, não anterior à Revolução Francesa e que substitui o de Reino. (…) Dito de outra forma, a origem do Nacionalismo é fundamentalmente liberal e burguesa, referindo-se a uma ordem de ideias que tem que ver com os valores inerentes às revoluções liberais do século XIX.”
Desde logo, confunde-se o conceito de “nação”, por um lado, com o conceito de “Estado”, por outro lado. Esta confusão é imperdoável.
A Razão de Estado, essa sim, tem origem na modernidade.
A palavra “nações” já era utilizada no latim “natione”, e portanto tem muito mais do que dois mil anos. Dizer que o termo latino “natione” é modernista, só pode vir de uma mente esdrúxula.
O historiador romano Estrabão definiu (no século I d.C.) a Lusitânia nos seguintes termos: “A mais poderosa das nações (latim “natione”) da Hispânia, aquela que, entre todas, por mais tempo deteve as armas romanas”.
Grande parte dos países da Europa são “nações históricas” (como é, por exemplo, o caso de Espanha, onde têm politicamente coexistido várias nações propriamente ditas; ou o caso do Império Austro-húngaro).
Uma “nação histórica” é sinónimo de “albergue espanhol”.
E por isso é que o Ernesto Milá, sendo espanhol, confundiu (penso eu que de forma propositada) “nação” e “Estado”. Hoje, é o Estado que substitui o antigo Reino — e não a Nação.
No caso português — onde a evolução linguística e cultural tem sido homogénea (em oposição à heterogeneidade da Espanha) desde a fundação da nacionalidade (e não fundação da “patrionalidade”) — estamos em presença de uma nação propriamente dita.
Em Portugal, o Reino coincidia com a Nação, o que nunca aconteceu com o centralismo castelhano e/ou espanhol.
A diferença entre “nação” e “pátria” é apenas etimológica. Pátria tem uma conotação romântica, literária, retórica; Nação tem uma conotação histórica e científica. Basicamente significam a mesma coisa.
Coisa diferente é o termo “nacionalismo”, que pode ter significados ligeiramente diferenciados. Fernando Pessoa escreveu:
« O nacionalista tradicionalista vai ao passado para descobrir o presente. O nacionalista integral vai ao presente e ao passado para descobrir o presente. O nacionalista cosmopolita busca o presente apenas no presente. » → Fernando Pessoa, in “O Preconceito Tradicionalista”.
Bruno Lage : “Eu é mais bolossssch”
A diferença entre “escol” e “classe política”
A Cristina Miranda escreveu o seguinte, a propósito do fenómeno político “André Ventura”:
« O problema dos intelectuais que andam na política é mesmo esse: não entendem o segredo por trás da popularidade. Todos pensam que tem a ver com palavras eruditas contidas num discurso pomposo (que quase só de dicionário ao lado e manuais sobre economia conseguem ser entendidos), politicamente correcto, que agrada a todos e quando não agrada, tem flexibilidade suficiente para se contorcer até agradar.
E quando vêem alguém com uma mensagem mais simples, mais transparente, mais assertiva, mais forte, mais abrangente, ficam atónitos e perguntam-se: como foi possível aquela pessoa tão “básica” chegar a tanta gente? Não percebem porque para se perceber tem-se de ser genuinamente do povo ou ter pelo menos vivido com ele ou perto dele.»
Fernando Pessoa estabeleceu o conceito político de “escol”.
“Populismo” é a palavra que a classe política utiliza quando a democracia a assusta.
Em primeiro lugar, “um escol não quer dizer uma classe, mas antes é uma série de indivíduos”. A classe política não é um escol; a classe dos “intelectuais” (seja o que isso for) não é um escol.
O escol é composto por indivíduos que se distinguem claramente um dos outros e são independentes entre si.
Em segundo lugar, “o escol é diferente do resto da população em grau de tudo”, por um lado; mas, por outro lado, “o escol está unido ao povo pelo interesse nacional”.
Ou seja, o escol é composto por indivíduos (que não constituem, em si mesmos, uma classe social) que estão unidos ao povo pelo interesse nacional — interesse nacional que, no povo, é instintivo — , mas que, em tudo o resto, se distinguem do povo.
Ora, a “intelectualidade” a que se refere a Cristina Miranda é a da classe política, ou a de aspirantes à inclusão na classe política. Essa “intelectualidade” não constitui um escol: em vez disso, é uma classe ou uma corporação (com interesses corporativos).
O escol é “a parte mais forte, mais audaz, mais competente da nação” — ou seja, um membro do escol também é “intelectual”: só que é uma intelectualidade liberta em relação às modas e ao “espírito do tempo”, por um lado, e por outro lado é uma intelectualidade que está perfeitamente alinhada com o instinto do povo (interesse nacional); e por isso, a classe política chama de “populismo” a essa identificação do escol com o interesse nacional.
“Populismo” é a palavra que a classe política utiliza quando a democracia a assusta.
O partido CHEGA não é de “extrema-direita”
Eu estive hoje a ler (na diagonal) o programa do CHEGA, e não me parece que esse partido seja de “extrema-direita” — sem dúvida que é um partido de Direita que defende a liberdade, embora sem ser “libertário” como é o caso do partido IL (Iniciativa Liberal): é esta a principal diferença (mas não é a única) entre o CHEGA e o IL (Iniciativa Liberal).
O problema é o de que o rótulo de “extrema-direita” é hoje discricionário e irracionalmente utilizado — a começar pela irracionalidade dos “jornalistas” que está hoje na moda.
Ademais, o CHEGA é um partido declaradamente republicano, o que me leva a ter alguma dificuldade em votar nesse partido: o CHEGA poderia deixar ficar a questão da “república” em aberto (ou passar por cima do assunto “em voo de águia”), mas optou por se declarar marcadamente um partido republicano (a não ser que a “IV república” possa vir a ser uma monarquia).
Em muitas coisas estou de acordo com o CHEGA — por exemplo, a instituição de uma taxa única de IRS, como existe (por exemplo) na Irlanda ou na Hungria (ver no Google: “curva de Laffer”); e estou de acordo com a eliminação do imposto sucessório (é um abuso do Estado).
Já não concordo com a proposta do partido CHEGA em aprovar uma espécie de “lei do morgadio”, através da qual um pai poderia deserdar discricionariamente um filho ou filhos.
A minha discordância tem menos a ver com o conceito positivista e moderno de “igualdade”, do que com o Direito Natural (Jusnaturalismo, e a consideração dos princípios metajurídicos do Direito Positivo): quem traz os seus próprios filhos ao mundo não deve tratar como “filhos” uns, e como “enteados” outros. Ademais, a lei actual já permite, de certo modo comedido e excepcional, dar uma fatia maior da herança a um determinado filho ou filhos, embora sem deserdar totalmente os outros. Aliás, o próprio programa do CHEGA afirma o seguinte: “Todos os homens deverão ser iguais em Dignidade”; ora, não vejo como um pai que deserda os seus filhos os trate com semelhante dignidade natural e existencial.
O partido CHEGA é a favor da participação de Portugal na União Europeia — mais uma razão para não o classificar de “extrema-direita”; um partido de extrema-direita (por exemplo, o de Marine Le Pen, em França) é um partido soberanista e avesso a qualquer tipo de construção de um leviatão europeu.
O André Ventura, como advogado que é, tentou contornar o problema da participação de Portugal na União Europeia com a distinção (artificial) entre os conceitos de “Euro-integração”, por um lado, e “Euro-diluição”, por outro lado. Trata-se de uma distinção engenhosa entre conceitos indistintos. Naturalmente que esses dois conceitos são deixados (pelo CHEGA) sem as respectivas definições (como convém).
O “princípio do interesse geral”, segundo o CHEGA, parece-me rosseauniano (soa a “Vontade Geral” de Rousseau); neste caso, o “interesse geral” parece-me discricionário porque depende do critério (aleatório) das elites, muitas vezes no exercício da política em modo de “acto gratuito”. É preciso ter cuidado com o conceito de “interesse geral”, que só pode ser realmente legítimo em uma democracia participativa (por exemplo, a Suíça).
Não concordo com a total privatização da TAP (Transportes Aéreos “da Portela”), por exemplo, proposta pelo André Ventura. A privatização dos transportes urbanos pode rapidamente conduzir a uma “africanização” dos transportes públicos (terceiro-mundo) em Portugal — nem na Suíça super-capitalista os transportes urbanos são privados! Não concordo com o CHEGA! Por exemplo, em Inglaterra, a rede de privatizada de ferrovia nacional (falo por experiência própria) coloca o serviço de ferrovia intercidades muito abaixo da qualidade portuguesa (que já é baixa).
Com excepção das considerações supracitadas, estou genericamente de acordo com o CHEGA.
O partido CHEGA é considerado de “extrema-direita” pela Esquerda (Esquerda que inclui o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas) porque defende a primazia da protecção do Estado em relação ao direito (natural) à vida, à família natural (e à protecção do casamento enquanto instituição que se caracteriza pela aliança entre a mulher e o homem — aliança entre os dois sexos — com a sucessão das gerações).
Qualquer indivíduo ou grupo de pessoas que critique, por exemplo, o aborto pago pelo Estado (com o dinheiro de todos nós) é hoje considerado de “extrema-direita”.
O libertarismo não é uma alternativa viável à ditadura do politicamente correcto
O Alberto Gonçalves escreve o seguinte:
“A ideia [a dos novos puritanos, politicamente correctos actuais] é estabelecer um quadro das regras que devem regimentar a humanidade, e de seguida catar exemplos de violação das regras. Por fim, convém punir os prevaricadores”.
“O liberalismo prega o direito do indivíduo à sua auto-degradação, sempre que a sua auto-degradação não estorve a auto-degradação do vizinho” — Nicolás Gómez Dávila
Quando o Alberto Gonçalves faz a crítica de um determinado “quadro politicamente correcto das regras que devem regimentar a humanidade”, o que ele pretende estabelecer é um determinado quadro alternativo de regras que devem regimentar a humanidade que seja deferente do “quadro das regras politicamente correctas que devem regimentar a humanidade” — porque se alguém afirma algo ou faz uma crítica, está convencido que a sua afirmação ou crítica estão correctas e que todos devem corroborar essa opinião.
Convém dizer que — em todas épocas, ao longo da História — sempre existiu uma qualquer cultura “politicamente correcta” (a cultura preponderante em uma determinada época histórica, que tem sempre um “quadro de regras”); o problema consiste no facto de essa cultura politicamente correcta entrar (ou não) em confronto radical com a Natureza Humana e, consequentemente, com aquilo a que os medievais (por exemplo, S. Tomás de Aquino) e os iluministas (por exemplo, Wolff) chamaram de “jusnaturalismo”.
A negação (mais ou menos radical) da Metafísica não deixa de ser uma forma de metafísica.
Por exemplo: quando a ideóloga socialista e feminista Isabel Moreira escreveu que “o Direito deve ser, felizmente, antinatural”, revela o epítome da evolução cultural e histórica do liberalismo (por favor ler o livro “¿Porque Está a Falhar o Liberalismo?”, para melhor se compreender a evolução da decadência do liberalismo contemporâneo).
A negação da importância da influência da Natureza e do Cosmos, na organização humana, é uma característica dos gnósticos [ou “puritanos”] de todas as épocas.
Em resumo: a crítica racional ao politicamente correcto actual não se pode escorar no libertarismo (por exemplo, o libertarismo do Alberto Gonçalves), porque o libertarismo é uma das causas da decadência actual do liberalismo.
“A mentalidade liberal nunca entende que os horrores que a espantam são o lado avesso das falácias que ela admira”. — Nicolás Gómez Dávila
A alternativa viável ao conjunto de regras (jurídicas, éticas, morais) do politicamente correcto actual — que nega a importância da influência da Natureza e do Cosmos na organização social — é um outro conjunto de regras (jurídicas, éticas, morais) que tenham em devida conta a importância da Natureza e do Cosmos na Natureza Humana (por exemplo, através do jusnaturalismo e conceito jurídico aristotélico de equidade).
A crítica ao politicamente correcto actual, que não lhe aponte uma alternativa viável, é uma nova edição da Teoria Crítica.