O papa Chicuzinho está errado, e tem que ser impedido

“(sendo homem), não coabitarás sexualmente com um varão; é uma abominação”.

– Levítico 18, 22



Este papa tem que ser impedido; é um herege.

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Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Com o fim da Kodachrome, acabou-se o romantismo na fotografia

A segunda foto (aqui em baixo) é uma recriação minha do Kodachrome (da Kodak).

Note-se que a foto original (a primeira) já tinha sido “trabalhada” (não é uma foto digital pura) em termos de contraste e cores.

Bom fim-de-semana.

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O Bloco de Esquerda diz que o Padre António Vieira foi um colonialista

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Há duas coisas que a extrema-esquerda (sob o manto de silêncio do Partido Socialista de António Costa, e dos intelectuais de merda da estirpe do José Pacheco Pereira) faz muito bem:

1/ uso e abuso da falácia de Parménides, que consiste em julgar o passado à luz de valores que estão neste momento na moda (o facto de estarem na moda não significa necessariamente que esses valores sejam positivos);

2/ a assunção do contra-factual histórico como sendo uma certeza, o que, no fundo, se resume à Teoria Crítica do marxismo cultural, que assume que a História deveria e poderia ter sido feita de outra maneira. E, para isso, a extrema-esquerda pretende “apagar” a nossa História e/ou destituir a nossa sociedade de uma memória histórica positiva. Trata-se de um projecto político totalitário à imagem de “1984” de George Orwell que escreveu:

“Quem controla o passado, controla…

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¿Substituição da população europeia?!!! É Teoria da Conspiração da extrema-direita fassista!!!

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Na Austrália, a Esquerda não quer que os carros do Estado sejam racistas

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Uma senadora da Esquerda australiana exige que os carros do Estado não sejam da cor branca, alegadamente (ver vídeo abaixo) porque “a cor branca reflecte o passado colonial”.

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A sanha da capital-do-império-que-já-não-existe contra o FC Porto

Na passada Segunda-feira, o FC Porto passou para o primeiro lugar no campeonato nacional, e imediatamente os poderes fácticos lisboetas se insurgem contra o clube, chegando ao ponto de revistar a casa de Iker Casillas.

Naturalmente que tiveram que dizer ao povo do norte que iriam fiscalizar “todos os clubes”: se assim não fosse, não conseguiriam disfarçar a sanha prepotente do poder centralizador da capital-do-império-que-já-não-existe.

O anacronismo actual do cuidado hospitalar, segundo o juramento de Hipócrates

A foto abaixo foi tirada em 1959 em um hospital público inglês; vemos, nela, um grupo de enfermeiras rezando, antes de iniciar o seu turno de trabalho.

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Esta foto é hoje um anacronismo — em um tempo em que (em alguns países) o Estado já pede ao pessoal hospitalar que mate os doentes.

Aliás, o acto de oração, retratado na foto, é (hoje) ilegal; é uma blasfémia contra o Zeitgeist: uma enfermeira que reze em serviço pode ser sujeita a processo disciplinar, porque, alegadamente, é um exemplo de “ódio” que pode ser participado às autoridades.

Em apenas 60 anos, a realidade reflectida naquela foto parece nunca ter existido; e para a dissipação daquela realidade contribuíram também os mentores católicos do concílio do Vaticano II, e os “teólogos” da estirpe do Anselmo Borges — os mesmos que vêm agora hipocritamente carpir contra a legalização da eutanásia patrocinada pelo Estado.

Eu concordo com a posição do Partido Comunista acerca da legalização da eutanásia

Desde logo, concordo com o termo “provocação da morte antecipada”, em vez de “eutanásia”: o termo “morte antecipada” é mais abrangente do que “eutanásia”. E, com todo o texto, concordo a 100 porcento (ler em ficheiro PDF).

O Partido Comunista põe a nu (no referido texto) o ideário político da legalização da provocação da morte antecipada : esse ideário faz parte da agenda política da plutocracia globalista (com origem nos Estados Unidos), a que obedecem caninamente os seus serviçais e caciques portugueses do Bloco de Esquerda, do Partido Socialista e do Partido Social Democrata.

Patricia MacCormackÉ nesse contexto ideológico, patrocinado pela plutocracia globalista, que verificamos (por exemplo) casos como o de Patricia MacCormack (na imagem), professora na universidade de Cambridge (pasme-se!), que lançou um livro com o título “The Ahuman Manifesto” (“O Manifesto Inumano”) — em que a dita “professora universitária” de Cambridge defende que se acabe com a espécie humana, para “salvar o planeta” — o que é um absurdo total!: se não existirem seres humanos para desfrutar da vida no planeta, qual é o sentido de “salvar” o planeta?!
Ao longo da História, verificámos que as famílias numerosas sempre assustaram os poderosos…

Os professores universitários actuais são cada vez mais assim…

Gente como Patricia MacCormack é alcandorada a posições de docência nas universidades ocidentais porque é subsidiada (através dos seus caciques locais) pelos globalistas dos países anglo-saxónicos. É esta a nova “elite” patrocinada pelo globalismo.

A legalização da provocação da morte antecipada faz parte de uma agenda política tenebrosa, diria mesmo, neofascista. Neste aspecto, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata colaboram com essa agenda política neofascista globalista.

Ademais, a legalização da provocação da morte antecipada é inconstitucional, porque atenta contra o princípio da igualdade inscrito na Constituição; como se pode ler no texto:

«O princípio da igualdade implica que a todos seja reconhecida a mesma dignidade social, não sendo legítima a interpretação de que uma pessoa “com lesão definitiva ou doença incurável” ou “em sofrimento extremo” seja afectada por tal circunstância na dignidade da sua vida.»

O André Ventura vai com muita sede ao pote

«O líder do Chega, André Ventura, anunciou, este sábado, a sua candidatura às próximas eleições presidenciais, marcadas para Janeiro de 2021

O CHEGA, de André Ventura, faz-me lembrar uma experiência que eu tive em um Verão no princípio da década de 1990, quando fui passar uns (poucos) dias de férias à praia de Vila Chã, perto da Póvoa de Varzim: estava por lá, de passagem, um circo; e resolvi levar as crianças a ver os palhaços.

Reparei numa coincidência: o homem da bilheteira era o mesmo que controlou os bilhetes à entrada; além disso, ele era o domador dos leões, e era também o palhaço. Ou seja, era o “homem-circo”.

O André Ventura também parece o “homem-circo”. Faz também lembrar um certo partido político que já não existe, e que foi fundado por um advogado que tinha sido bastonário da Ordem e euro-deputado.