Depois desta entrevista com o engenheiro Rui Moura (em 2009), os me®dia portugueses deixaram de falar em “Aquecimento Global” e passaram a usar o termo “alterações climáticas”.
Depois desta entrevista com o engenheiro Rui Moura (em 2009), os me®dia portugueses deixaram de falar em “Aquecimento Global” e passaram a usar o termo “alterações climáticas”.
Custa-me reconhecer que a Raquel Varela tem aqui parcialmente razão; e digo “parcialmente” porque já não concordo com ela quando diz que a culpa do radicalismo veganista do reitor da universidade coimbrinha “é do capitalismo” — quando, em boa verdade, impera o silêncio do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda em relação ao radicalismo animalista.
Quem manda hoje em Portugal é o PAN (Pessoas-Animais-Natureza): até o António Costa quer proibir a carne de porco.
“Marx explicava que a tendência do capitalismo era para tornar vegetarianas as classes trabalhadoras, desde logo diminuindo a parcela de proteína a que têm acesso na reprodução da força de trabalho, vulgo salário”.
Como dizia o velho António, “em política, o que parece, é!”. E parece (muito) que é a Esquerda (mais ou menos marxista) que transformou a ecologia em uma religião (a começar pelo Partido Comunista e os Verdes, desde a década de 1980), e os seguidores dessa nova religião em fanáticos.
Hoje, não sei quem é mais fanático: se o jihadista maomerdano, se o animalista abortista e eugenista.
Pela primeira vez na História, a Esquerda defende hoje um retrocesso do nível de vida das populações mais pobres.
Existe um pacto inconfessável entre a plutocracia globalista, por um lado, e os caciques locais de Esquerda internacionalista dos diversos países, por outro lado.
Esse pacto segue o paradigma fascista da China (sinificação), em que coexiste um capitalismo (propriedade privada) estritamente controlado pelo Estado, por um lado, e por outro lado um comunismo/marxismo/colectivismo estatal orgânico.
Esta coexistência contra-natura (entre o controlo do Estado em relação à produção das empresas privadas, e um colectivismo orgânico) é própria dos regimes fascistas — vejam como Mussolini e Hitler controlaram a produção das empresas privadas através dos respectivos Estados.
O que acontece na China é um fascismo.
E é o modelo chinês (sinificação) que é defendido (desde a década de 1970, com Henry Kissinger, por exemplo) pela plutocracia globalista em relação às diversas regiões do globo, incluindo a União Europeia.
Por isso é que, por exemplo, o canal de televisão do Pinto Balsemão (o patrão português dos Bilderbergers) é muito “amigo” do Bloco de Esquerda da Catarina Martins: os Bilderbergers têm uma aliança tácita com os caciques locais esquerdistas.
Não devemos esquecer a influência do movimento ecologista radical alemão na construção ideológica do nazismo (Wandervögel). Hitler era radicalmente vegetariano e adorava animais (gostava muito mais de cães do que de seres humanos).
O novo fascismo (a sinificação), que está a ser construído à escala global, serve os interesses da plutocracia globalista, por um lado, mas por outro lado é adoptado pelos caciques de esquerda ávidos de Poder (o exercício do Poder político é uma droga altamente viciante).
E nem o Partido Comunista foge à aliança tácita entre o caciquismo internacionalista de Esquerda e a plutocracia globalista.
As famílias numerosas sempre assustaram os poderosos.
Não é por acaso que a Esquerda americana defende o subsídio abortista da parte do Estado — porque é a mulher negra e pobre quem mais aborta.
O abortismo de Esquerda é uma forma de racismo classista encapotado (desde o tempo de Margaret Sanger), que se esconde por detrás da emoção hipócrita do “coitadismo” em relação aos mais pobres.
Em vez de defender a vida das crianças pobres, a Esquerda actual defende a eugenia em relação aos deserdados e o aborto grátis das crianças pobres – e aqui verificamos a aliança evidente entre a Esquerda (por exemplo, o comunista americano Bernie Sanders) e a plutocracia globalista.
Não é por acaso que o jornaleiro esquerdista Daniel Oliveira é muito querido dentro da organização me®diática do Bilderberger Pinto Balsemão. Les bons esprits se rencontrent…
O João Távora admira-se pelo facto de um comunista empedernido (americano) defender a ideia da promoção do aborto nos países pobres — alegadamente para “salvar o planeta” do Aquecimento Global Antropogénico: é a soteriologia aquecimentista ao serviço da versão 2.0 do totalitarismo comunista.
Porém, a soteriologia aquecimentista só se aplica no Ocidente: é o principal instrumento da sinificação dos países ocidentais que possuem (ainda) uma cultura política democrática que (segundo os comunistas ocidentais travestidos de “democratas”) é preciso erradicar.
A soteriologia aquecimentista não se aplica na China, que, por sinal, é o país do mundo que mais emite CO2 1 e sem qualquer “remorso”: a China está a construir geradores eléctricos a carvão que irão produzir (ainda) mais 300GW, até 2030; e a Índia tem programada a extracção de vários milhares de milhões de toneladas de carvão, até 2025.
E, enquanto isto, os comunistas no Ocidente clamam pelo dia do juízo final da Mãe-terra, e apelam à miséria humana (material e ética) em nome da “salvação da humanidade”.
Pela primeira vez na História, a Esquerda defende actualmente um retrocesso do nível de vida das massas trabalhadoras.
Hoje, as elites de Esquerda defendem o fomento activo da miséria (material) humana 2.
Ainda assim, imagine-se a estupefacção do João Távora quando souber que um “cientista social” esquerdista sueco defende a ideia segundo a qual é necessário promover o canibalismo na cultura antropológica dos países ocidentais, para salvar o planeta.
Até agora, os comunistas “doavam o corpo à ciência”; não tarda nada, os comunistas irão “doar os seus corpos” ao talho mais próximo.

Notas
1. não é verdade que o CO2 cause o aquecimento do planeta: um novo estudo científico irlandês demonstra que os chamados “efeitos de gases de estufa” não causam o Aquecimento Global
2. E o papa Chicuzinho apoia a actual Esquerda

“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.
O diabo elege, a cada século, um demónio diferente para tentar a Igreja Católica. O actual é singularmente subtil: a angústia da Igreja Católica perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus.
O diálogo entre os comunistas e os católicos tornou-se possível desde que os comunistas falsificam Marx e os católicos deturpam Cristo.
Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento”.
Entrevista a Catarina Martins:
“O programa do Bloco de Esquerda é social-democrata”.

O Rui Rio vê-se assim enrabado de forma indolor, ou seja, com anestesiante.
Porém, o José Pacheco Pereira toca guitarra, canta e dança (tudo ao mesmo tempo), não só porque “o Bloco de Esquerda é social-democrata”, mas também porque a Catarina Martins diz que “a nacionalização de toda a Banca não é um papão”.
Nunca o estrábico José Pacheco Pereira andou tão feliz!

A Helena Matos escreve aqui:
« Não por acaso tudo neste nosso corpo se tornou pretexto para aplicação de uma moldura ideológica: o corpo tem sexo mas ao sexo há que aplicar a grelha do género. Se do sexo passarmos para a cor da nossa pele entramos no despotismo do absurdo: oficialmente combate-se o racismo mas simultaneamente racializa-se de forma obscena a sociedade.
Veja-se a candidata por Lisboa do partido Livre que transforma a sua candidatura numa questão de cor de pele, declarando esta coisa que seria patética não fosse um exercício de má fé: “Os eleitores vão decidir se desejam uma mulher negra no Parlamento”…»

O “despotismo do absurdo” é o mesmo que Estimulação Contraditória:
« O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.
Isso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa sequência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável.
Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reacção automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialéctica, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.
Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão.
Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objecto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.
Digo medo e compaixão, mas nunca se trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.
Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar protecção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor. »
→ Olavo de Carvalho, in “Engenharia da confusão”
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, esteve há poucos dias no santuário de Fátima.

Os me®dia portugueses calaram a visita, e um primeiro-ministro de um país da União Europeia (a Hungria) não foi sequer recebido por um qualquer membro do governo português (nem que ele fosse recebido por um qualquer sub-secretário-de-estado!).
A grandessíssima puta que é a Isabel Moreira escreveu que “os tarados do CDS” “vergaram” a Assunção Cristas, no que diz respeito à adopção da Ideologia de Género nas escolas primárias portuguesas.

Veja bem, caro leitor: para o supracitado coirão do Tinder, criticar a Ideologia de Género e não concordar com a agenda política dessa ideologia, é (alegadamente) uma característica de “tarados”.
Há — da parte daquela grandessíssima puta — uma inversão de valores: os verdadeiros “tarados” (isto é, os da laia daquela mulher de meia-porta) que pretendem impôr (na cultura antropológica portuguesa) a sexualização de crianças da escola primária, são (alegadamente) “as pessoas sãs”; e as pessoas que criticam a sexualização das crianças passam a ser (segundo aquela monumental puta) “os tarados”.
Trata-se de um caso de projecção psicológica, que se manifesta através da inversão da culpa.
Ou seja, quem não concorda com a sexualização das crianças de tenra idade passa a ser “tarado” (segundo aquela magnificente espécime de gado vacum).
Ademais, aquela referida vaca — aquela pechenga, grande reputenga, assinalável piriguete, notável vadia barregã, notória galdéria e pomposa rameira, vacão de primeira apanha, cuarra e putéfia de terceira classe, aquela quenga descomunal — demonstrou [por intermédio do seu (dela) textículo] que, a Esquerda em geral e o Partido Socialista em particular, pretendem controlar o discurso político dos partidos da chamada “Não-esquerda” (ou seja, o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas).
Para aquele vacarrão juridicamente estruturado, a Assunção Cristas terá “mijado fora do penico” quando criticou a aplicação da Ideologia de Género a crianças da escola primária.
Quando eu me referi (neste verbete) aos “comissários políticos” do (novo) “Totalitarismo de Veludo”, referia-me a gentalha da espécie daquela supracitada grandessíssima alternadíssima.
Porém, a prostiputa enganou-se: a Assunção Cristas não se “vergou”, coisa nenhuma; a Assunção Cristas é mãe, salvo erro, de quatro filhos — coisa que a quenga pechenga Isabel Moreira não é, nem será: aquela cavalgadura “bicha de Angola” nunca pariu nada relevante na sua (dela) miserável vida, e, por isso, não possui o instinto maternal de quem sabe (por experiência própria) que uma criança pré-pubescente não deve ser sujeita à sexualização por parte dos adultos.
Adenda: ficheiro PDF do texto referido.
São ladrões de almas. Entram de mansinho, para roubar a alma do povo.
« Uma das medidas mais polémicas deste despacho é que as escolas são obrigadas a deixarem a criança, de qualquer idade, escolher a casa de banho e o balneário de acordo com o seu “género”.
A principal questão, entre tantas, é a seguinte… Qual mesmo o objectivo da aprovação e consequente entrada em vigor, em pleno Agosto, quando tantos pais e crianças estão de férias, de um despacho desta natureza fracturante??»
¿Quem não se lembra dos sorrisos amarelos de Passos Coelho, na presença da Troika?

Foi esta subserviência formal em relação à Troika que me levou à crítica sistemática de Passos Coelho. O meu “problema” com o Passos Coelho não foi o de ele ter obedecido às ordens da Troika: em vez disso, foi a forma como ele obedeceu às ordens da Troika (“As árvores morrem de pé”).

¿Quem não se lembra das exigências de Angela Merkel em relação à austeridade na economia portuguesa, e em nome da exigência de um Orçamento de Estado com um défice máximo de 3% do PIB?
¿Quem não se lembra do ministro das Finanças “manquinho” da Alemanha que infernizou a vida dos portugueses por causa do défice?
Pois bem, é agora a Esquerda alemã (o partido SPD, que faz parte do governo de coligação presidido por Angela Merkel) que defende um défice do Orçamento de Estado, um brutal aumento dos impostos, e um aumento da dívida do Estado alemão… para combater o Aquecimento Global!
Entretanto, a China está a construir novas centrais de produção de electricidade a carvão que, só em 2019, irão aumentar a produção chinesa de energia fóssil (a carvão) em 45GW.
Este aumento de produção de energia chinesa (à base de carvão e só em 2019) corresponde a 107% do total da produção de energia fóssil (carvão) da Alemanha.
O “combate ao Aquecimento Global” é a nova forma de promoção política e cultural do comunismo na Europa.