A ideia desonesta segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta”

A ideia segundo a qual “a selva da Amazónia é o pulmão do planeta” não passa de um conceito desonesto vindo de gente como o Carlos Fiolhais que dizem representar a “ciência” — trata-se de uma ideia que pretende impedir o desenvolvimento económico do Brasil e, por isso, garantir a perpetuação da Esquerda no Poder no Brasil por intermédio da manutenção da pobreza.

A Esquerda necessita da pobreza, como a boca precisa de pão.


Pela primeira vez desde Karl Marx, a Esquerda defende hoje um retrocesso económico das sociedades.

Até há pouco mais de 25 anos, a Esquerda defendia os alegados “direitos do trabalhador” (o operário e/ou o campesino) e “o direito a melhores condições de vida do povo”.

Mas a Esquerda actual — por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — defende que o nível de vida dos trabalhadores deve regredir (também através da eliminação da classe média), e em nome de um alegado “Aquecimento Global Antropogénico” que a ciência não verificou  (ver o que significa “verificação”, neste contexto), de facto.

Quando a gentalha da laia do Carlos Fiolhais e do Rerum Natura vier dizer que “a Amazónia é o pulmão do planeta”, respondam-lhes da seguinte maneira:

1/ 85% do oxigénio da atmosfera tem origem no plâncton dos oceanos (e não na “selva da Amazónia”);

2/ a quantidade de plâncton nos oceanos tem vindo a aumentar devido ao aumento de partes-por-milhão de CO2 na atmosfera (vemos como o plâncton estabelece a ligação entre o CO2 e o oxigénio na atmosfera).

Boicote à Gillette

« Gillette está de capa caída. La campaña publicitaria The Best Men Can Be ha hecho mella en las cuentas de la multinacional. Caricaturizar a los hombres en el spot y dejarlos a la altura del betún para congraciarse con el movimiento “feminista” #MeToo les ha salido muy caro. Mucho.

El fabricante de las cuchillas de afeitar de Gillette, Proctor & Gamble, presentó unas pérdidas de 5.241 millones de dólares (4.699 millones de euros) entre abril y junio, último trimestre de su año fiscal, después de contabilizar un cargo negativo extraordinario de 8.345 millones de dólares (7.482 millones de euros) por la devaluación del valor de las maquinillas de Gillette. »

Gillette sufre pérdidas millonarias tras atacar a los hombres en su spot sobre ‘la masculinidad tóxica’

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A hipocrisia das palhinhas de plástico dos restaurantes de hambúrgueres McDonalds

mcdonalds-palhinhasHá muito tempo que não eu não entrava num restaurante McDonalds; hoje entrei e pedi um hambúrguer e uma cola zero.

Quando me sentei para comer, verifiquei que o copo (de plástico) com a coca-cola, não trazia a necessária palhinha (de plástico).

Fui ao balcão pedir a palhinha, e disseram-me que o McDonalds já não fornece a palhinha aos clientes (porque a palhinha pode furar um olho a uma tartaruga marinha). Mas, diz-me a funcionária, que eu posso ir buscar uma palhinha “ali ao lado do micro-ondas”.

Ou seja, o McDonalds não fornece palhinhas de plástico (porque a palhinha pode furar o olho-do-cu de uma marmota), mas podemos ir buscar a palhinha (que o McDonalds não fornece) “ali ao lado do micro-ondas”.

Em suma: por um lado, o McDonalds não fornece palhinhas; mas, por outro lado, o McDonalds fornece palhinhas.

Note-se que a cadeia de fast-food McDonalds simboliza o píncaro do sistema capitalista. Ora, é esta hipocrisia “ecologista”, oriunda da Esquerda mais radical, que é adoptada religiosamente pelos herdeiros do capitalismo americano.

A Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita

“Arte feminista” imposta a crianças (vejam a expressão corporal dos rapazes): é a Esquerda criando a nova geração do eleitorado de Direita.

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A Esquerda só protege as famílias dos imigrantes

« A política económica é anti-família ao provocar o marasmo económico e a escassez de meios.

A política fiscal é anti-família nas tabelas de IRS, do IRC e da própria Segurança Social.

A política cultural é anti-família nos conteúdos, nos apelos, nas seduções que veicula.

A política da educação é anti-família nos programas escolares.

A política de gestão do ensino é anti-família na colocação dos professores.

A política legislativa é anti-família na adopção de conceitos anti-família de minorias activas.

A política de protecção de crianças e jovens é anti-família ao roubar crianças a famílias pobres ou em crise para alimentar uma série de indústrias «sociais», o complexo-social-industrial.

A política moral é anti-família , caindo mesmo na promoção do homossexualismo. »

Sobre a questão de ter filhos apenas aos 40


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A classe política, predominantemente esquerdista e/ou politicamente correcta, só protege as famílias dos imigrantes. As famílias naturais portuguesas passaram a ser perseguidas pela Esquerda no seu próprio país.

A agenda política de um fascismo à escala global

Eu tenho o maior desprezo possível pelos editores do blogue Rerum Natura, nomeadamente Carlos Fiolhais, David Marçal, António Piedade e Helena Damião. E eu fundamento esse desprezo, desta vez, neste artigo da Helena Damião:

« O risco de se formar mais um “apartheid” – uma separação entre pessoas – com base na crise climática é real e está iminente. Esta é a principal conclusão do relatório elaborado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU e que será apresentado na próxima sexta-feira.

Os muito ricos escaparão do calor e da seca em redutos do planeta e continuarão a fazer a sua vida de luxo, o resto da população estará (está) condenada a migrar e a empobrecer até limites extremos.

Os direitos básicos à vida, a um lugar na terra, a água, a comida, tornar-se-ão impossíveis para um crescente número de empobrecidos, abandonados à sua sorte, condenados à fome, a doenças e perseguições. Os direitos civis e políticos enfraquecerão. As revoltas, provocadas pela crescente desigualdade, serão inevitáveis; crescerá o nacionalismo, a xenofobia e o racismo. »

a certeza do futuro

Obviamente que a Helena Damião dirá que se limitou a transcrever uma “notícia” do “jornal” Púbico; mas a verdade é que se trata de uma transcrição acrítica (ela não faz a crítica do texto transcrito) e, por isso, é condescendente (diz o povo: “quem cala, consente”).

  • Esta visão apocalíptica do futuro da vida na Terra é um autêntico veneno ideológico concebido por estúpidos do calibre da Helena Damião e sequazes da nova Esquerda identitária;
  • esta “certeza do futuro” é de uma imbecilidade a toda a prova (ler: a mente revolucionária);
  • e quando bestas daquela índole colocam o patriotismo (nacionalismo) na mesma categoria conceptual do “racismo” e da “xenofobia” (seja o que for o que “xenofobia” signifique), verificamos como as elites globalistas e multimilionárias se aliam à Nova Esquerda com o intuito de instalar um fascismo à escala global (sinificação).

Só não tenho a certeza se a Helena Damião é uma idiota útil ou uma grande besta. Mas, para o caso, pouco importa saber.

Devemos generalizar para melhor compreender

O politicamente correcto (a Esquerda, mesmo que seja a “Direitinha”) defende a ideia segundo a qual “não devemos generalizar” (nominalismo radical) — excepto quando se trata da promoção pública de ataques ad Hominem contra quem não alinha com a distopia neomarxista.

Ora, a não-generalização é própria de uma mente acientífica (ou mesmo anticientífica), porque a ciências naturais baseiam-se na indução que é, por sua própria natureza, generalizante.


fatima-bonifacio-webTenho discordado fundamentalmente da Fátima Bonifácio — por exemplo, quando ela escreveu que “é uma condição muito solitária, a do liberal deixado frente a frente com as suas dúvidas e angústias, sem poder refugiar-se na invocação de uma Autoridade, divina ou terrena, apenas entregue à racionalidade dos seus argumentos.”

Ou quando a Fátima Bonifácio não se deu conta de que o liberalismo não poderia levar a outro lado senão à construção de um Estado plenipotenciário (por favor ler o livro “¿Por que falhou o liberalismo?”, de Patrick Deneen), como aliás já tinha sido previsto por Carl Schmitt, ou anteriormente por Alexis de Tocqueville na “Democracia na América”).

Porém, desta vez não discordo fundamentalmente da Fátima Bonifácio — porque ela descreve factos (um facto é um dado da experiência com o qual o pensamento pode contar). Através da indução  (que é também característica da intuição acerca dos factos) que generaliza, podemos chegar à mesma conclusão a que chegou a Fátima Bonifácio neste texto.


O “problema” da actual Esquerda (de que faz parte o Partido Socialista de António Costa, e também o PSD de Rui Rio) é complexo: desde logo, 1/ o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o PSD do Rui Rio participam afanosamente no fenómeno do Imbecil Colectivo português.

Quanto mais imbecil é o colectivo político, mais progressista este se torna.

Depois, 2/ a utopia modernista e esquerdista é uma manifestação actualizada do Romantismo do século XVIII e XIX na cultura contemporânea — o mesmo Romantismo que nasceu com Rousseau no século XVIII e que, já no fim do século XIX, evoluiu para o Niilismo de Schopenhauer, de Byron ou de Nietzsche.

O romantismo é (hoje, como foi no século XIX) a revolta contra os padrões éticos e estéticos tradicionais na Europa, por intermédio da valorização exacerbada da emoção e da desvalorização da razão (o romantismo é feminista). Mas é uma revolta que não nos oferece uma alternativa credível (é a utopia negativa).

Para a Esquerda utópica e romântica, o erro (do indivíduo) nunca é considerado do (seu/dele) foro psicológico, mas antes é atribuído a um qualquer padrão social de valores que (alegadamente) está errado.

Por isso é que, segundo a Esquerda, “a sociedade e a respectiva mentalidade/cultura antropológica podem ser mudadas por decreto” (conforme escreve a Fátima Bonifácio): para a Esquerda, os achaques ou insucessos dos indivíduos (neste caso, os das minorias étnicas) podem ser resolvidos através da mudança por decreto do padrão social de valores em vigor na sociedade em geral: ou seja, a psicologia do indivíduo não conta para nada, a genética não conta também, e a História e a cultura antropológica de origem também não. Tudo se resume ao meio-ambiente.

O romantismo esquerdista é anti-civilização.

O hábito de renunciar aos desejos e satisfações imediatistas (o “carpe Diem” do esquerdopata) — tendo em vista a realização de necessidades futuras — é considerado penoso (pelo esquerdopata romântico); por exemplo, o anti-capitalismo do esquerdista baseia-se na negação do sacrifício de quem prefere “semear hoje para colher amanhã”: quando as paixões do esquerdopata romântico despertam, as restrições prudentes do comportamento social tornam-se insuportáveis.


O problema da integração das minorias étnicas e culturais na sociedade só se revolve através da valorização sistemática da cultura antropológica (portuguesa) tradicional e de origem — que é exactamente o que a Esquerda (portuguesa e ocidental) não quer fazer, porque reconhecer o valor da cultura antropológica tradicional portuguesa é reconhecer a importância do Cristianismo na cultura antropológica e na História europeias.

Ora, é esse legado histórico cristão (que esteve na origem cultural do próprio capitalismo e da ciência) que a Esquerda pretende destruir com toda a violência possível (na esteira do que foi defendido por Gramsci, entre outros).

Por fim, não concordo com a Fátima Bonifácio sobre as quotas para as mulheres. Por exemplo, a Margaret Thatcher não precisou de quotas.

A igualdade não se aplica na realidade concreta; mas o esquerdopata corta as cabeças dos indivíduos em nome da “igualdade” — porque é a cabeça de cada um que faz a desigualdade. O bom esquerdopata que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa esquerdista.

Um recado do professor James Tour para o Carlos Fiolhais

O professor de Química Orgânica na Universidade de Rice, James Tour, passa (no vídeo abaixo) um atestado de ignorância ao Carlos Fiolhais, David Marçal, e demais sequazes do blogue Rerum Natura incluindo o Desidério Murcho.

O caso de David Marçal consegue ser o mais grave, porque se trata de um professor universitário de bioquímica. Em Portugal entra-se para o quadro docente universitário com uma grande “cunha” — como se pode constatar pelo caso do David Marçal, que foi “cunhado” pela Esquerda com um “tacho” à medida.


Os charlatães do Aquecimento Global Antropogénico

Uma notícia em um “jornal” :

“Germany recorded its hottest-ever June temperature Wednesday — 101.5F — breaking a 72-year record.”


Pretende-se assim fazer “prova” do Aquecimento Global Antropogénico; mas esta gente é tão burrinha que não se questiona sobre a razão por que essa temperatura foi superior (na Alemanha) há 72 anos, quando (alegadamente) havia menos CO2 na atmosfera.

¿Há 72 anos também havia Aquecimento Global?!

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Por outro lado, em 1930 fez muito mais calor em França do que agora. E em 1870 fez ainda mais calor em França do que em 1930 e em 2019 — e não consta que em 1870 houvesse “Aquecimento Global Antropogénico”.

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A teoria do Aquecimento Global Antropogénico foi a estratégia política mais engenhosa que poderia ter saído das mentes dos arquitectos da concepção de um leviatão controlado por um Estado plenipotenciário.


Os aquecimentistas, tal como os marxistas, têm a certeza do futuro (a mente revolucionária); e tiram partido do Milenarismo cristão, que marca a cultura das sociedades ocidentais pós-cristãs, para impôr, na cultura antropológica, uma visão apocalíptica do presente que justifique a transferência para o Estado de um Poder absolutista.

Quando alguém tem a certeza do futuro, não é possível discutir quaisquer ideias. A Esquerda nunca quer discutir ideias: a Esquerda apenas quer o Poder absoluto.