A Gaja das Causas

GAJA DAS CAUSAS (SOCIAL JUSTIÇA GUERREIRA XXI)

Eu sou a Gaja das Causas (olá!)
E vou faltar a todas as aulas (ahn ahn)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (uuuuu)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (hmm hmm)

História não é comigo (ahn ahn)
Mas sei que o homem branco é o bandido (ya ya)
Racista, machista, fascista
E o meu jantar são pedras com alpista (hmmm)
Racista, machista, fascista
Queimar o porco capitalista (ai que bom…)

Não posso magoar animais (nao nao)
Só polícias, patrões e outros que tais (toma!)
Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)

Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)

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A revolução pequeno-burguesa no seu melhor

Tal como aconteceu em Maio de 68 em Paris, agora nos Estados Unidos, os filhos da burguesia atiram pedras aos filhos dos proletários.

Fugiu-lhe o pé para o chinelo (estes filhos-de-puta votam!)

¿Este Paul Krugman não é aquele guru do “economês” da Esquerda, que até teve direito a um Nobel?

Pois é.

Todo o esquerdopata educadinho, mais cedo que tarde, revela os seus instintos. Desta vez, e segundo o guru do Francisco Louçã, os idosos brancos da Florida são “supremacistas brancos” (clique na imagem).

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A violência da “extrema-direita” do CHEGA

Segundo o Bloco de Esquerda e a Esquerda em geral, o CHEGA é um partido da “extrema-direita violenta”.

E é tão violenta que, na Manif de ontem do CHEGA, dois “caramelos” do Black Lives Matter passeavam-se com dois cartazes contra a própria Manif; e ninguém os insultou ou agrediu.

Agora imaginem o que aconteceria a dois eventuais “turistas” do CHEGA que se passeassem com os respectivos cartazes em uma Manif do Bloco de Esquerda…. imaginem os beijos e abraços com que seriam recebidos!.

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O racismo existe, e vai aumentar de intensidade

Vivemos numa sociedade em que não basta afirmar que 1 mais 1 é igual a 2; temos que demonstrar essa afirmação; e, ainda assim, estamos sujeitos a que nos chamem de “fassistas”.

Vivemos numa sociedade em que a classe política, em geral, se escandaliza (por exemplo) porque “a Escócia está cheia de brancos!”, e que, por isso, “é uma sociedade racista”. O mesmo critério se aplica a qualquer outro país da Europa: parece que “há brancos a mais”.


Um tal Gabriel Mithá Ribeiro escreveu, entre outras coisas, o seguinte:

“(…) a alienação anti-racista constitua uma das manifestações mais perturbantes da patologia social da relação com o tempo histórico.”

Não, senhor!, não é “patologia social”! Como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma certa ideologia.

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Ora, é a negação desta ideologia que está agora na moda: convém (aos ditos “intelectuais”) dizer que “essa ideologia não existe”, porque esta coloca em causa a racionalidade da guerra ontológica em curso contra a cultura europeia, ou seja, contra o europeu autóctone.

É neste contexto que o José Pacheco Pereira afirma (e jura!) que “o marxismo cultural não existe” — como se Gramsci, Lukacs, a Escola de Frankfurt, os pós-modernistas marxistas franceses, etc, nunca tivessem existido: convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

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O texto do Gabriel Mithá Ribeiro enquadra-se na mesma lógica do José Pacheco Pereira de negação da ideologia — quando tenta fazer de conta que não se trata de uma ideologia, mas antes de uma “alienação” ou de uma “patologia social”.

Convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

Para autorizarmos o niilismo (a utopia negativa), temos que fazer de conta que este não existe — porque, de outra forma, caímos no ridículo.

O “racismo intocável” — que é o racismo contra os brancos, o racismo bom, politicamente correcto — é palpável, concreto, e faz parte de uma determinada ideologia a que se convencionou chamar de “marxismo cultural”.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, etc., fazem o policiamento constante e auto-crítico da ideologia; são os “fiscais da ideologia”, que zelam pela sua pureza, por um lado, e pela sua eficácia, por outro lado.

Pessoas como o Gabriel Mithá Ribeiro perceberam a importância da fiscalização da ideologia; e neste sentido, ele defende a ideia segundo a qual o “racismo intocável” não existe, porque, alegadamente, “o racismo, em geral, já não existe”.

Esta (a do Gabriel Mithá Ribeiro) é outra forma de se chegar à “negação da ideologia” que caracteriza o José Pacheco Pereira — é, porém, uma forma mais inteligente, porque se baseia na necessidade da exigência de uma teoria de autenticidade que fundamente a ideologia: por outras palavras, para que valha a pena falsificar notas (falsificar a racionalidade da constatação dos factos), é necessária a existência de uma emissão legal.

A censura sistémica da opinião nos me®dia

Joe Biden representa perfeitamente o culto da pedofilia por parte da Esquerda

A diversidade da polícia de Los Angeles

Há muitas décadas que a Esquerda radical governa o Estado da Califórnia. Finalmente conseguiram que a polícia da cidade de Los Angeles se tornasse etnicamente diversa — como podemos ver (na imagem) os novos polícias provenientes da formação.

Lembrem-se sempre do seguinte: para a Esquerda, “diversidade” é sinónimo de “ausência de brancos”. “Diversidade” significa a afirmação política de um “racismo intocável” contra os europeus.

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Black Lives Matter e a Esquerda

Os Estados Unidos e a invasão interna dos bárbaros

A Roma antiga divide-se historicamente em dois períodos: o período da república (até Júlio César), e o período do império (que acabou com a queda de Roma às mãos dos bárbaros). Em ambos os períodos, o ouro, a prata e o cobre foram utilizados na cunhagem de moeda.

Porém, depois do século II d.C., iniciou-se um longo processo de destruição da moeda romana, o que gerou uma inflação sistémica e continuada. Os imperadores romanos começaram então a misturar o ouro com prata e com cobre (ligas metálicas), no sentido de aumentar a quantidade de dinheiro em circulação (o equivalente ao actual Quantitative Easing) — uma vez que a quantidade de ouro disponível já não era suficiente para alimentar a máquina de guerra romana, e/ou para pagar os privilégios dos cidadãos em Roma e os vícios das elites.

Ora, o povo não é burro: quando as ditas “moedas de ouro” passaram a ter apenas uma pequena percentagem de ouro, o valor da moeda romana diminuiu e a inflação sistémica disparou em todo o império romano. Trata-se aqui, também, de uma questão psicológica.

Quando os bárbaros invadiram o império, já não havia, em Roma, uma economia suficientemente forte para sustentar os esforços militares de repressão da invasão.

Roma estava já tecnicamente falida, ainda antes da invasão dos bárbaros.

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Aconselho a visualização deste vídeo no YouTube: “The END of America? Peter Schiff Gives His Forecast”.

Os Estados Unidos vão ter que rever (teoricamente) as suas práticas democráticas, se o país quiser sobreviver.

E essa “revisão” implicará medidas drásticas, que poderão tornar legítimos (se bem que, ainda assim, ilegais) alguns assassinatos “anónimos” de proeminentes políticos de Esquerda. Não me admiraria absolutamente nada que, por exemplo e entre muitos outros, George Soros levasse brevemente um tiro na cabeça. Irá (provavelmente) aumentar um certo tipo de repressão política “não-oficial”, que é aquela que não existe na Constituição mas que existe na prática política quotidiana.