Is there anyone that truly believes that this was not an organized event? How much do you think it would cost for communications and travel and manpower for an event like this. Who’s money is behind it? pic.twitter.com/ySaQZhPglZ
— Bernard B. Kerik (@BernardKerik) May 31, 2020
Esquerda
A Esquerda e a falsa dicotomia da necessidade do confinamento do COVID-19
Existe uma falsa dicotomia — uma espécie de maniqueísmo ideológico — por parte dos esquerdopatas, como por exemplo, o José Pacheco Pereira: segundo a Esquerda, quem defende o fim do confinamento do COVID-19 é um monstro capitalista e fassista.
Para a Esquerda, há que destruir a economia, tendo a esperança em uma espécie de “mão invisível” que irá recriar, a partir das cinzas, uma economia virtuosa, e liberta do “capitalismo de merda”.

Um exemplo desta falsa dicotomia — embora muito bem disfarçada, com manipulação estatística: a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular — pode ser visto neste escrito do Ludwig Krippahl (ver ficheiro PDF).
“A política não é a arte de impor as melhores soluções, mas em vez disso, é a arte de evitar as piores.”
— Nicolás Gómez Dávila
Quando o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, diz que “o COVID-19 é uma espécie de gripe”, o que ele pretende é exorcizar o medo que a Esquerda pretende inocular na população.
Trata-se de uma desvalorização da ameaça, por parte de Jair Bolsonaro, que assim responde ao veneno cultural que a Esquerda (com o apoio dos ditos “liberais”) tenta inocular na economia brasileira, e minando assim a actividade económica do país.
Porém, para a Esquerda, esta atitude de Jair Bolsonaro é “convenientemente” interpretada ad Litteram.
E depois temos gente como o Ludwig Krippahl a falar “em nome da ciência” — ignorando a estratégia política do Jair Bolsonaro, que adopta essa posição “da gripe” em reposta a uma outra estratégia política esquerdopata (a estratégia escatológica do “fim do mundo”) que o Ludwig Krippahl faz de conta que não existe.
A percentagem de mortes por COVID-19 tem que ser sempre calculada em relação à população total de uma dada amostra — por uma razão simples: é praticamente impossível testar toda a população de um país médio, como por exemplo, a Espanha. Quando o Ludwig Krippahl faz cálculos de mortalidade a partir de hipóteses de taxa de infecção, ele está a especular; e depois diz ele que “eu é que sou o cientista”.
Por exemplo: quando se calcula o número de mortes em função dos casos detectados/testados (“esquecendo”, por exemplo, os assintomáticos, que são provavelmente muitos), a taxa de mortalidade é enormemente sobre-estimada. Por aqui se vê a dificuldade da “estatística” que o Ludwig Krippahl acha que é coisa simples.
Quando o Ludwig Krippahl fala em “1% de taxa de mortalidade” do COVID-19, não está a falar de “número total de mortos por milhão”: em vez disso, ele está a falar de uma estatística que existe em função de um total de infectados que ele próprio não sabe quantos são. E por isso ele está a especular, alegadamente em nome da “ciência”. Cientismo puro!
Ora, se não temos os dados correctos para uma aferição estatística em função das infecções reais e totais, temos que calcular a taxa de mortalidade a partir do total da população de uma dada amostra (Crude Death Rate), e até um determinado momento.
A estatística calculada (até hoje) em Nova Iorque, por exemplo, revela-nos que a taxa de mortalidade do COVID-19, na faixa etária das pessoas com menos de 65 anos (7.254.525 pessoas com menos de 65 anos, num total de 8.398.748 habitantes), é de 0,09% (86 mortes por 100.000 habitantes) até à hoje, e independentemente de eventuais e possíveis patologias associadas — e, portanto, o tal Rui Lima do FaceBook, que o Ludwig Krippahl tanto critica, não anda longe da verdade. E a taxa de mortalidade geral do COVID-19 (relativa a todas as faixas etárias) em Nova Iorque é de 279 mortes por 100.000 habitantes (até hoje), ou seja, 0,28% em relação à população total de Nova Iorque.
O problema da mortalidade do COVID-19 está na faixa etária acima dos 65 anos, como é evidente.

Ao contrário do que diz a Esquerda, defender o fim do confinamento não significa necessariamente desproteger a população sénior (com mais de 65 anos).
É esta falsa dicotomia que alimenta a sanha da aliança entre a plutocracia globalista que dita a lei da selva, por um lado, e a Esquerda internacionalista, obediente e caciquista que pretende aplicar a lei da selva, por outro lado.
“Bolshevism and Big Business are very much alike; they are both built on the truth that everything is easy and simple if once you eliminate liberty. And the real irreconcilable enemy of both is what may be called Small Business”.
→ G. K. Chesterton
Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia
Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018),
ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!
Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.
O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.
O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).
Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.
O perfil de uma esquerdopata do século XXI (não falta sequer a tatuagem na perna)
A escola pública ensina e aconselha aos adolescentes as “virtudes do infanticídio”
Peter Singer é um professor de filosofia (o que não significa que ele seja necessariamente um filósofo) nos Estados Unidos.
Faz parte da filosofia moral de Peter Singer a defesa da legalização do infanticídio; e é esta “filosofia moral” que é ensinada a adolescentes do 10º ano de escolaridade, no “telensino” do Rolando Almeida.
E depois temos gente a pedir prisão perpétua para os infanticidas — fazendo de conta que não sabem que é o próprio sistema de ensino e a cultura adquirida que estimulam a prática de infanticídio.
Um resumo da escatologia política dos me®dia portugueses
25 de Abril sempre !
A mentira sistémica e nojenta dos me®dia portugueses
Se eu fosse jornalista, sentiria uma vergonha profunda pela SISTEMÁTICA manipulação da informação.
Gente como o Miguel Sousa Tavares deveria ter uma pinga de vergonha na cara quando critica o presidente Jair Bolsonaro pela gestão da crise do covid19 no Brasil.
Temos aqui em baixo um gráfico das mortes no Brasil devido a COVID19; e verificamos que “o lindo Portugal do António Costa” (o Portugal dos jornaleiros esquerdopatas portugueses) tem — de longe! — um pior desempenho do que o Brasil de Bolsonaro.
O Brasil tem 43 mortes por milhão de habitantes. Portugal tem o dobro das mortes brasileiras, por milhão de habitantes.
Ricardo Quaresma está errado; e é racista
Eu não tenho nada contra a comunidade Cigana, assim como nada tenho contra (por exemplo) a comunidade Evangélica.
Porém se a comunidade Evangélica violasse a lei de isolamento social do covi19, não constataríamos certamente a benevolência complacente de gentinha estúpida como (por exemplo) Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras avantesmas (que já estão a mais na nossa política) que demonstram agora em relação à comunidade cigana.
Slavoj Žižek, em uma palestra nos Estados Unidos, fez uma crítica feroz à “Esquerda de Raça Branca” (‘white liberals’); e contou o episódio de um nigeriano (negro) se sentir insultado pela “Esquerda de Raça Branca” porque nem sequer concede aos negros a prerrogativa humana de “ser mau”.
Segundo a “Esquerda de Raça Branca”, o negro (ou o cigano) nunca tem culpa; e a culpa da maldade do negro é do colonialismo europeu.
A historieta do “bom selvagem” (de Rousseau) ganhou raízes na cultura do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”.
Neste caso concreto, juntou-se a ignorância e o facciosismo étnico (que é uma forma de racismo) do cigano Ricardo Quaresma, por um lado, com o Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”, por outro lado; e esta mistura é explosiva.
Quando o cigano Ricardo Quaresma nega quaisquer defeitos comportamentais generalizados da comunidade cigana, demonstra ele próprio ser racista em relação às pessoas que não são ciganas. O Ricardo Quaresma é racista.
E o paternalismo obsolescente do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca” em relação a determinadas minorias (mas já não em relação a outras minorias), e, no caso concreto, em relação à comunidade cigana, é uma forma de racismo encapotado.
Quando o André Ventura pretende que os ciganos cumpram a lei (não vou discutir agora se a lei está certa, ou não), como quaisquer outros portugueses, é tudo menos “racista”; e o ónus de “racismo” cai sobre gentalha da laia da Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras bestas ambulantes que, tal como um vírus letal, contaminam mortalmente a cultura portuguesa.
O governo orwelliano de António Costa

Esta notícia, aqui em cima, é falsa. A verdadeira notícia está na imagem em baixo. Mas, a julgar pela verdadeira notícia, qualquer dia o Estado irá supervisionar e sancionar as relações sexuais dos casais portugueses, a mando do Ministério da Felicidade do governo de António Costa.





