A corrupção “xuxalista” grassa em Portugal, sob o olhar cúmplice do PSD de Rui Rio. E ainda não chegou o “supositório” europeu bilionário relativo ao COVID-19.
A corrupção “xuxalista” grassa em Portugal, sob o olhar cúmplice do PSD de Rui Rio. E ainda não chegou o “supositório” europeu bilionário relativo ao COVID-19.
Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.
Com 18 anos, comecei por votar no PPD (Partido Popular Democrático) de Sá Carneiro; depois do assassínio deste último, continuei a votar PPD no tempo de Pinto Balsemão (início da década de 1980) até que o José Pacheco Pereira entrou no partido pela mão de Santana Lopes, e aquele reforçou a sua influência no partido através do apoio político de Cavaco Silva: foi nesta altura que o PPD (Partido Popular Democrático) mudou de nome, e passou a chamar-se PSD (Partido Social Democrata). Tinha, assim, começado a subversão e corrupção do partido.
Ainda assim, continuei a votar Partido Social Democrata, até que o Durão Barroso (ex-MRPP) assumiu a presidência do partido, já no século XXI. Passei, então, a votar no CDS de Paulo Portas. Mais tarde, em 2010, com Passos Coelho como presidente do PSD, fui crítico da subserviência canina passista em relação à Troika: pensava eu que alguém que deve dinheiro à Banca não deixa de ter dignidade, quando pretende pagar a dívida — ao contrário do que Passos Coelho e seus acólitos pareciam defender. Com Passos Coelho, Portugal passou a ser um país com dívidas e sem dignidade.
Com Assunção Cristas na presidência do CDS, este partido passou a “fechar a Esquerda à direita”.
Assunção Cristas mostrou-se extremamente vulnerável às críticas da Esquerda na área da cultura antropológica — por exemplo, às críticas sistemáticas de Isabel Moreira (Partido Socialista) a Assunção Cristas, que praticamente não sabia como defender-se das invectivas esquerdiotas; aliás, toda a super-estrutura do CDS (que inclui o submarino Adolfo Mesquita Nunes) que agora critica o “Chicão”, alinhava com o sentimento de culpa de Assunção Cristas em relação à assunção pública do tipo de valores defendidos pelo PPD (Partido Popular Democrático) na década de 1980.
Pessoas como o José Pacheco Pereira e Durão Barroso foram minando o PPD (Partido Popular Democrático) por dentro, ao longo de duas décadas, transformando o partido em uma espécie de “facção menchevique” politicamente descartável através uma dialéctica inexorável que colocaria os novos “bolcheviques” (a geringonça) no Poder.
O “Chicão”, como presidente do CDS, não me convenceu — porque, embora ele pretendesse (aparentemente) romper com o passado canino e subserviente da Assunção Cristas, não teve a coragem necessária para enfrentar a nomenklatura politicamente correcta do seu (dele) partido — a nomenklatura que é uma espécie de “quinta coluna” esquerdiota comandada pelo gayzista Adolfo Mesquita Nunes, e que aglomera gente “correcta” como por exemplo Cecília Meireles, Telmo Correia, João Gonçalves, entre outros. O CDS e o PSD de Rui Rio compõem a “direitinha educadinha”, bem “comportadinha”, que obedece aos preceitos da Esquerda.
Por tudo isto, nas últimas eleições legislativas eu votei no CHEGA. E por isso, segundo o Diário de Notícias, eu passei a ser um “nazi” e um “fascista”.
O que a Esquerda (que inclui o CDS do Mesquita Nunes) pretende é “encostar” os dissidentes e relapsos políticos, às franjas radicais e violentas que sempre existem em qualquer regime — ou seja, é o maniqueísmo do sistema político esquerdiota a funcionar: “quem não concorda com a Esquerda, é fascista!”.
Através deste maniqueísmo ideológico explícito e assumido, e mediante a diabolização da oposição política, a Esquerda pretende provocar/fomentar fenómenos de violência política à Direita, para assim ter a justificação necessária para incrementar gradualmente a repressão política sobre qualquer tipo de heterodoxia ideológica.
Esta estratégia de erradicação da oposição política é alimentada ideologicamente pelos comissários políticos do actual regime esquerdopata.

Adenda: a crítica objectiva a um determinado comportamento irracional e colectivo por parte de uma comunidade específica — seja uma comunidade étnica ou/e cultural — não é necessariamente “racismo”.
Por exemplo, quando uma pessoa critica a prática da excisão feminina na comunidade muçulmana, essa pessoa não é necessariamente “islamófoba”. O que está em causa, na crítica, é essa prática cultural em concreto — e não a comunidade toda entendida enquanto tal.
Criticar determinadas características culturais da comunidade cigana não é “racismo”.

Christina Alexandra Freeland, a Vice e Ministra das Finanças do governo esquerdiota do filho do Fidel Castro.
Uma vaca esquerdopata.

Não interessa saber se existiu fraude massiva nas eleições recentes nos Estados Unidos: o que interessa é que a opinião — a propaganda — dos me®dia pretende fazer a realidade. E se a propaganda me®diática diz que não houve fraude eleitoral, então segue-se que o Joe Bidé ganhou “limpinho” as eleições.
“Não é quem vota que conta, mas quem conta os votos” (Estaline)
Estaline volta a estar na moda: ele sabia bem o que dizia: o que interessa é quem conta os votos; a democracia que vá à bardamerda!
E, entretanto, o sistema democrático nos Estados Unidos está ferido de morte; não sei se será possível, à democracia representativa americana, recuperar da fraude globalista que assola os Estados Unidos.
A partir do momento em que a fraude eleitoral é promovida pela Esquerda — aliada à plutocracia globalista — como um meio de anular qualquer tipo de oposição (e até é justificada pela Esquerda como um meio “legítimo” para afastar Donald Trump do Poder), a força bruta e arbitrária do Estado contra os cidadãos passa a ser também “legítima”.
Esta força bruta pode ser praticada pelo Estado socialista contra os “deploráveis” dos povos do mundo; mas, em contraponto, também pode passar a ser legítima a utilização da força bruta em actos de terror, por parte do povo organizado, contra o Estado socialista (sinificação), por um lado, e contra os agentes da propaganda socialista e suas famílias (por exemplo, jornalistas), por outro lado.
O jornalismo tomou partido a favor dos plutocratas globalistas, e contra os povos. Os jornalistas irão certamente pagar a factura dos actos que cometem.
Nota: não seja estúpido: não confunda “globalismo”, por um lado, e “globalização”, por outro lado. São coisas diferentes.
Hoje é o dia internacional de Memória do Holodomor. E são esses filhos-de-puta à Esquerda, devidamente actualizados, que pretendem dar-nos lições de virtudes e afirmar a sua superioridade moral.


Provavelmente, a censura da minha conta no Twitter tem a ver com este artigo que publiquei:
O resultado do apuramento dos votos em Joe Biden viola a lei matemática de Benford.
Ora, tudo isto está a deixar nervosa a Esquerda, em geral: a pretexto de um qualquer argumento racional contra a ideia que eles têm da realidade, entram em dissonância cognitiva e desatam aos tiros (como dizia Goering: “quando ouço falar em cultura, saco logo da pistola”).
Provavelmente não irei voltar ao Twitter. Estou mais virado para o Parler.
Para a Esquerda, a mulher deixou de existir — alegadamente, está na moda dizer que quem dá à luz não são mulheres: em vez disso, são pessoas grávidas e parturientes.

Vivemos tempos muito difíceis. A irracionalidade volta a estar na moda. Não sei se “isto” já vai com persuasão e com argumentação racional.
Os liberais portugueses (de pacotilha) ainda não se deram conta do que está a acontecer nos Estados Unidos.
Vemos aqui (em baixo) um tuite do herdeiro e banqueiro Rothschild, em resposta a um outro tuite da filha de Donald Trump em que esta fazia a apologia das virtudes da democracia.

O que se está a passar nos Estados Unidos é a fascização da sociedade americana (ou sinificação, o que vai dar no mesmo): é uma espécie de PREC [Processo Revolucionário em Curso] fascista, levado a cabo (no terreno social) pela Esquerda, mas em representação de uma plutocracia fascizante.
A aliança entre a Esquerda e a plutocracia é uma das características do fascismo, em qualquer tempo.
Três personagens, no nosso tempo, detestam profissionalmente o burguês:
Vemos aqui em baixo um vídeo de cidadãos de uma cidade de Michigan que prestam vassalagem aos membros do Black Lives Matter que passam na rua, e no intuito de não serem incomodados por estes.
Eu vi cenas semelhantes em Moçambique, nos idos de 1976, quando os brancos sentados em esplanadas brandiam os punhos e diziam “Viva a Frelimo”, para não serem incomodados pela pretalhada que se manifestava na rua.