“Hopeful thought for today: the regime has secured a short term victory at a terrible price, by shattering the illusions of free speech, fair process, and political impartiality that sustain liberalism.
Many institutions that used to carefully shroud their true views, at least for form’s sake, are now openly cheering the regime. The temptation of victory proved too great, and the result has been the self-undermining of the regime’s legitimacy. In the long term that is more important than anything that happens in the next few years.”
→ Cornelius Adrian Comstock Vermeule, professor de Direito na universidade de Harvard.
Esquerda
Espanha : o “novo normal” proporcionado pela Esquerda
O José Pacheco Pereira, o Islamismo “moderado”, e a Direita “moderada”
1/ Não me esquecerei dos remoques públicos e publicados da Isabel Moreira dirigidos à Assunção Cristas, e a obediência canina desta última em relação aos cânones ideológicos radicais da referida socialista. Ora, é esta “Direita moderada” — a do CDS da Assunção Cristas — que o radical marxista José Pacheco Pereira gosta.
Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da Grande Esquerda — assim como no partido social democrata russo existiam várias facções (dentro do mesmo movimento político), nomeadamente os mencheviques e os bolcheviques.
Para o José Pacheco Pereira, a “Direita moderada” faz parte da estratégia de dialéctica política de radicalização da sociedade.
2/ Desta “Direita moderada” faz parte, por exemplo, o Macron francês — uma Direita disciplinada pela Esquerda. É esta “Direita moderada” que diz que existe um “Islamismo moderado” e um outro “Islamismo radical”, e pretende que acreditemos nisso.
A verdade é que um “islamita moderado” não é muçulmano; pode sê-lo de nome, mas não o é de facto — assim como a “Direita moderada” do José Pacheco Pereira não é a Direita propriamente dito: essa “Direita moderada” é apenas um apêndice da Esquerda.
A ler: Lei de O’Sullivan
Eu não vou tão longe… mas o professor Aguilar tem alguma razão
O Observador é um jornaleco sem credibilidade maior; e é no contexto dessa parca credibilidade que o Observador publica esta notícia acerca do professor de Direito Francisco Aguilar.

Vemos aqui outra notícia (ver ficheiro PDF), mais elaborada, que também fala do referido professor. A verdade é que o professor Aguilar compara o “feminismo político”, por um lado, e o “nazismo”, por outro lado.
O “feminismo político” é coisa diferente da minha hipotética vizinha feminista que “assapa” no marido; mas é claro que este tema é demasiado complicado para os jornaleiros do Observador.
Mulheres feministas (“com testículos”), sempre existiram; mas o “feminismo político” é um fenómeno social recente que decorre da evolução (¿ou será “involução”?) do pensamento marxista (desde o conceito de “mulher” e do “casamento”, segundo Engels) até ao Pós-modernismo ideológico actual.
Paradoxalmente, a descrição do feminino, vindo da parte de um professor cristão, coincide essencialmente com a descrição das mulheres vindas do anti-cristão Nietzsche. O professor cristão acaba concordar com Nietzsche ateu no que respeita às mulheres.
Eu não vou tão longe…
… mas, a verdade é que o Feminismo Político tem contribuído para destruição do tecido e coesão sociais — isto é um facto! —, contribui para a atomização da sociedade e para a extrema dependência do cidadão em relação ao Estado; e por isso, o Feminismo Político deve ser considerado um alvo ideológico a abater por parte de qualquer cidadão bem-formado.

Quando o professor confunde o Feminismo Político, por um lado, e a “mulher” entendida individualmente, por outro lado, ele caiu na armadilha montada pelo marxismo cultural.
O marxismo cultural — ou “politicamente correcto” — tende a negar as (diferentes) categorias da Realidade, mediante (através de) um nominalismo radical e absoluto que pulveriza ad infinitum a categorização do universal que caracteriza necessariamente o pensamento científico. O marxismo cultural (a Esquerda actual) é, por sua própria natureza, anti-cientifico.
A negação (ou o esbatimento) das categorias universais da realidade — que é característica do nominalismo radical do politicamente correcto — tende a impôr, na cultura antropológica, um relativismo ético insidioso que cria uma sociedade de emasculados e cobardes.
Todo o edifício actual do Direito é construído tendo como base fundamental as teorias de Engels (mutatis mutandis, de Marx) acerca da família — e isto é tão evidente que até escandaliza o mais incauto observador. Mas a culpa disto não é das mulheres: é culpa de uma ideologia que foi preferencialmente pensada, adoptada e propalada por homens.
O Feminismo Político é uma ideologia de origem maioritariamente masculina.
Apesar do discurso hiperbólico e exagerado, e de analogias indevidas, a tese do professor Aguilar é uma “pedrada no charco” no contexto da cultura vigente — ou seja, parece-me que o exagero e a hipérbole utilizadas pelo professor tiveram a função de tornar socialmente visível o problema da “marxização” crescente da cultura ocidental.
Se o professor tivesse sido “meigo” nos conceitos e nas palavras, não teria a atenção que teve nos me®dia; e, neste sentido, o professor foi inteligente.

A jornalista esquerdista da NBC, Savannah Guthrie, durante a recente entrevista a Donald Trump
Uma imagem vale mais do que mil palavras

Ser jornalista, hoje, é ser criminoso; é ser inimigo da democracia; é tomar o partido exclusivista dos poderosos.
O Estado de Direito da Isabel Moreira
Nos Estados Unidos, onde a Constituição tem mais de duzentos anos, existe hoje uma Esquerda que pretende alterá-la radicalmente: desde logo, pretende eliminar a 2ª Emenda da dita Constituição, que é a que garante o uso e porte de armas aos cidadãos; depois, a Esquerda pretende limitar a abrangência política da 1ª Emenda, que diz respeito à liberdade de expressão e ao ónus da prova judicial; e, finalmente, a Esquerda americana pretende também alterar a 25ª Emenda da Constituição, que diz respeito aos critérios de avaliação da capacidade (física, intelectual) do presidente da república.
De repente, o cidadão americano comum percebeu que, para a Esquerda, a Constituição não passa de um conjunto de palavras que pode ser alterado a seu (da Esquerda) bel-prazer; para a Esquerda, nada há de sagrado na Constituição; aliás, para a Esquerda, o sagrado não existe fora dela própria: a própria Esquerda constitui-se como o “sagrado universal” [“O homem é a medida de todas as coisas”].

Portanto, o conceito de “Estado de Direito” segundo a Esquerda é ideologicamente muito frágil; e a própria Isabel Moreira constata isto mesmo, quando ela “rosna” em direcção ao Monhé das Cobras e ao Homem de Borracha:
“Numa publicação na rede social Facebook com o título “Não nos ameacem”, a deputada do PS e constitucionalista, apela a António Costa e a Marcelo Rebelo de Sousa para que não tentem convencer os portugueses pelo medo. “Não nos tentem convencer a aceitar medidas inconstitucionais acenando com cenários de confinamento ou de estado de emergência”, escreve Isabel Moreira.”
A Isabel Moreira sabe perfeitamente que a Constituição é (como se fosse, a título de analogia) uma espécie de folha de cálculo do Excel, onde podemos lá escrever o que pudermos (no sentido de Poder político); por isso, o conteúdo da Constituição torna-se irrelevante, em termos práticos; e o que se torna mais importante (como é evidente) — no processo de semântica dita “democrática” do Direito Positivo — é a forma ou “processo de promulgação das leis”: ou seja, o estrito e rigoroso cumprimento da forma pode (em muitos casos) justificar a alteração (em termos práticos) do conteúdo da base legal dos fundamentos positivos da lei.
Por isso é que muitos textos constitucionais fazem referência a Deus — por exemplo, Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Nicarágua, Noruega, Paraguai, Peru, Polónia, Rússia, África do Sul, Suécia (!), Suíça, Ucrânia, Venezuela, a maioria das constituições estaduais nos Estados Unidos, mas já não no Portugal maçónico do 28 de Abril e troca o passo e na Espanha jacobina pós-franquista.
A referência de algumas Constituições em relação a Deus (o que não existe no Portugal da maçonaria irregular) invoca os fundamentos metajurídicos da lei positiva, que se baseiam na Lei Natural, do Direito Natural, e na Tradição, por um lado; e por outro lado, tem a função de fazer ressaltar e sublinhar (na cultura antropológica) a ideia segundo a qual o Estado não detém um Poder absoluto (assim como os reis medievais não detinham — teoreticamente — um Poder absoluto) face ao Poder Absoluto de Deus.
A posição pueril assumida pela Isabel Moreira de “guardiã” da Constituição maçónica portuguesa, não passa de “fogo de vista” para “inglês ver”, ou de procura de protagonismo político.

Importem imigrantes em massa; e institucionalizem a eutanásia para todos e a pedido do freguês. E a viva a Geringonça !
O Pacheco Pereira deve andar sorridente!


O Diogo Faro e o Ricardo Araújo Pereira: os cromos do regime
Existe por aí um indivíduo que dá pelo nome de Diogo Faro que é uma contradição com pernas, por um lado, e por outro lado é um símbolo da actual “elite” social e cultural (ruling class).
Não quero com isto dizer que seja possível a qualquer ser humano viver isento de contradições; afinal, o nosso pensamento desenvolve-se a partir de opostos, e portanto a contradição é sempre uma tentação. O próprio conceito de “matéria” é contraditório em si mesmo (v. quântica).
No entanto, é precisamente a procura das contradições que estimula o conhecimento e o progresso científico. Embora vivamos em um mundo de contradições (de opostos), é função da inteligência humana tentar sempre discernir a contradição e a lógica.
O que é assustador é o facto de a forma de pensar do Faro coincidir com a forma de pensar das “elites” que nos comandam. E por isso é que o Faro tem uma projecção social esdrúxula.
«
(…)
Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.
O Árctico a derreter, a Amazónia a desaparecer, as barreiras de corais a morrer e a Terra a secar.
O fascismo cresce na rua e nos governos, o nazismo ecoa nas redes sociais, o autoritarismo mantém-se firme em tantos países e as democracias abanam como se os seus pilares fossem feitos de areia. O racismo continua a matar, a homofobia continuar a matar, a xenofobia continua a matar, o machismo continuar a matar. Não só matam como são normalizados e até promovidos e aplaudidos. Trabalhamos cada vez mais para viver para cada vez menos, enquanto a desigualdade económica cava um poço entre ricos e pobres tão grande quanto o buraco na camada de ozono. Vivemos em competição e não cooperação, o individualismo mais egoísta prevalece sobre qualquer amor comunitário e do bem comum. Dependemos das redes sociais para ser indivíduos únicos e perdemos para as redes sociais a nossa sanidade mental. E a nossa privacidade. Já nada é nosso. Somos controlados, manipulados e subjugados sem disso dar conta. O livre-arbítrio era dos filósofos, agora é dos plutocratas. E o mundo por todos os lados parece mesmo desabar.
(…)
As alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra e a potencial crise de refugiados climáticos.»
Qualquer político do regime actual concordaria com este discurso do Faro; ou, se não concordasse, ficaria em um silêncio emasculado — mesmo quando os factos nos demonstram o contrário!: por exemplo, a Gronelândia ganhou cerca de 350 mil milhões de toneladas no gelo, apenas em 2019!
Para as elites — e para os profetas oficiais do regime, como o Faro —, os factos são irrelevantes; o Iluminismo é rejeitado, a irracionalidade voltou a estar na moda, e impera um novo tipo de obscurantismo que defende o irracional, alegadamente em nome de uma versão acientífica e utópica de “ciência”.
O discurso oficial do regime — amplificado pelos “cromos” do regime, como o Diogo Faro ou o Ricardo Araújo Pereira — é uma mistura de Teoria Crítica e pregação escatológica.
A Teoria Crítica é uma espécie de ácido que dissolve o tecido da realidade social, política, existencial e metafísica: o Diogo Faro é uma picareta falante que pretende transformar a realidade em um inferno.
A pregação escatológica apela a uma soteriologia em função de um putativo “fim do mundo” que se aproxima: à laia da Greta, o profeta Diogo Faro apela ao arrependimento dos Hílicos contemporâneos: “Arrependei-vos!”, diz ele: “O fim está próximo!”
A tentativa de negar a Natureza Humana (por exemplo, quando o Faro diz que infelizmente “vivemos em competição e não cooperação”) tem como objectivo a humilhação do indivíduo (por via da Estimulação Contraditória) ; isto é, se o ser humano é, por sua própria natureza, competitivo, segue-se que a crítica da elite política actual em relação à competição humana, é uma forma de anulação do indivíduo enquanto ser humano, reduzindo-o (através da dissonância cognitiva generalizada) a um mero instrumento da acção política por parte da elite.
Por fim: a ideia peregrina das elites actuais, segundo a qual “as alterações climáticas ainda podem ser revertidas e os ecossistemas salvos, parando o aquecimento da terra”, através do aumento de impostos e da estatização da economia.
É como se dissemos que “a rotação da Terra poderia ser parada se o Bloco de Esquerda tivesse o Poder absoluto”. Ou como se dissemos que “o facto de o clima mudar” — como tem mudado desde que existe atmosfera na Terra — “é culpa do capitalismo”.
Infelizmente há muita gente idiota que ainda acredita nestes cromos do regime.
A ideia do futuro da Europa, segundo a Esquerda e os auto-denominados “liberais”
A “geração melhor preparada de sempre”, ou o Partido Socialista do Monhé das Cobras
Em um tuite entretanto apagado pelo próprio, o presidente da juventude socialista, Tiago Santos, escreveu o seguinte:
“Relembrando que Trump perdeu nos votos, ou seja no voto popular. Xi JINPING é nomeado por diversos órgãos muitos democraticamente eleitos.
Acho que a definição de democracia vai para além da democracia representativa. E por muito que a democracia seja importante.”
É esta gente que critica e condena o CHEGA e o André Ventura.




