¿A comunidade católica ganha alguma coisa com a idolatrização do Chico?

A idolatrização totalitária do Chico, por parte dos me®dia (jornais, televisão, jornaleiros, comentadeiros, intelectualóides de urinol, políticos, cantores de vão-de-escada, cagões LGBTQPBBQ+, etc.), é a recompensa que a revolução esquerdopata reserva para os seus servos fiéis.

E, a contra-revolução permanente consiste em raspar recorrentemente o verniz de inteligibilidade do Mistério, com que sistematicamente tentam escondê-Lo.

A idolatrização totalitária do Chico faz parte do ideário de lavagem cerebral das massas, para transformá-las em escravos obedientes.

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O “luto” público e estatal pela morte do Chico é a medida do seu (dele) mérito subversivo, de como a ruling class mundana serviu a mentira prevalecente e o mal desenfreado em que vivemos.

Com o Bergoglio, em todos os jornais e em todas as estações de televisão, todas as formas historicamente anteriores de idolatria foram ultrapassadas de uma forma absolutamente hipertrófica — o que significa que o serviço do Chico aos senhores da sociedade e donos do mundo tem sido excelente.

O Bergoglio está a receber o seu último triunfo terreno de uma forma absolutamente totalitária e acrítica — como merece um verdadeiro servo do mundo.

Porém, só Deus sabe qual será a sua recompensa eterna pelas suas acções, ideias, decisões, comportamento e papel na vida da Igreja.

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Morreu o pior Papa desde o fim da Idade Média

Um Papa deve ser, em primeiro lugar, um teólogo; ou, pelo menos, deve ser  alguém que respeita a tradição teológica da Igreja Católica. O Bergoglio não foi nem uma coisa nem outra: foi, essencialmente, um político radical.

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Foi um papa que abraçou, sem escrúpulos e sem hesitar, a agenda política da extrema-esquerda radical.

O Bergoglio poderia perfeitamente votar no Bloco de Esquerda ou no Partido Comunista.

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O Chico, um asno de alto coturno

papa-freak-webO Chico é um indivíduo muito limitado, do ponto de vista intelectual; tem o perfil de um político moderno: é um indivíduo que mente com relativa facilidade, é propositadamente ambíguo nas suas posições e proposições, é sistematicamente ambivalente, contradiz-se amiúde. Sobretudo, é embutido do ponto de vista espiritual.

Uma coisa é dizer que todas as religiões têm aspectos positivos; outra coisa, bem diferente, é afirmar que todas as religiões são iguais ou equivalentes.

Só um indivíduo espiritualmente embutido e com graves problemas cognitivos pode propôr a segunda a afirmação. Dizer, por exemplo, que o Islamismo é igual ou equivalente ao Cristianismo, é um erro que só o Chico — ou seja, um asno de alto coturno — comete.

O Chico é um erro grave de “casting”: eu não o considero um Papa legítimo da Igreja Católica.

Aliás, eu deixei de frequentar a Igreja Católica, desde que os padres começaram a “casar” gays em cerimónias litúrgicas. Não tarda nada, teremos o Bispo do Porto, o Manuel Lindinho, a casar-se ele próprio com um Padre peruano, em cerimónia religiosa — para terem filhos peru’anus.

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Se a Igreja Católica do Chico é isto, se anda a “casar” gays na igreja, então eu já não sou católico.

É sempre fácil ser um modernista

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“É fácil ser louco: é fácil ser herege. É sempre fácil deixarmo-nos conduzir pelo espírito do tempo; o difícil é mantermos o nosso rumo.

É sempre fácil ser um modernista; assim como é fácil ser snob.”

G. K. Chesterton

Só em Portugal, um burro é doutor; e um estúpido pode ser professor

“O padre G. Amorth, falecido em 2016, exorcista na Diocese de Roma e fundador da Associação Internacional de Exorcistas, que fez milhares de exorcismos, chegou a dizer que ele andava à solta no Vaticano e denunciou seitas satânicas instaladas na Cúria e servidas por membros da Igreja, incluindo “monsenhores e até cardeais”. Ele lá saberia do que estava a falar!…”

O Anselmo Borges e o Diabo

O Anselmo Borges critica aqui a máfia alfazema que prolifera na cúria do Vaticano — a mesma máfia alfazema sodomita que ele, e o papa-açorda, apoiam como sendo “revolucionária”.

A ambiguidade do papa-açorda e dos seus acólitos é gritante — é característica do próprio Demo: por um lado, criticam os sodomitas da cúria romana; mas, por outro lado, apoiam o direito “revolucionário” à sodomia.

O Anselmo Borges é muito fraco, intelectualmente. Não sei como foi possível alcandorá-lo à cátedra. Só em Portugal, um burro é doutor, e um estúpido pode ser professor.

O conceito pós-modernista e bergogliano de “respeito” do Anselmo Borges

Posso estar de acordo com quase tudo o que o Anselmo Borges escreveu aqui (ver ficheiro PDF), com uma excepção: o respeito pelo outro não é “incondicional”, como ele alude. Antes de mais, vamos falar sobre o que significa “respeito pelo outro”, para que não haja mal-entendidos.

S. Tomás de Aquino escreveu que “não devemos respeitar quem não merece respeito”. E, que eu saiba, S. Tomás de Aquino não era menos santo do que o Anselmo Borges.

S. Tomás de Aquino referia-se ao “comportamento do outro” (juízo moral, racionalmente fundamentado), e não ao “desrespeito em relação ao outro enquanto ser humano” (respeito ontológico). Anselmo Borges mete estes dois conceitos no mesmo saco — como é característica do Pós-modernismo.

Uma coisa é o respeito pelo outro enquanto ser humano (respeito ontológico); outra coisa, bem diferente, é o “respeito” que sanciona, ou tolera, ou até aceita, qualquer tipo de comportamento em nome de um putativo “respeito pelo outro”. É neste segundo sentido que se insere o conceito de “respeito” adoptado pelo papa Chico e seus acólitos (como é o caso do Anselmo Borges), na linha ideológica do Pós-modernismo.

Porém, o este segundo conceito de “respeito pelo outro” é ambíguo — como em quase tudo o que prevalece na Igreja Católica do papa Chico: a ambiguidade é chave-mestra da mundividência bergogliana (pós-modernista) —, porque só se aplica em alguns casos politicamente motivados.

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É claro que Anselmo Borges invoca Kant para fundamentar o conceito pós-modernista de “respeito”; mas esqueceu-se do conceito kantiano de “autonomia” (que é também da razão prática). A ambiguidade bergogliana pós-modernista (que caracteriza o Anselmo Borges) faz com que se escondam os conceitos que não interessam ou que incomodam a narrativa politicamente correcta, mesmo sendo da mesma fonte autoral.

O conceito de “autonomia”, de Kant, dá razão a S. Tomás de Aquino: a “autonomia”, segundo Kant, pode definir-se 1/ como liberdade no sentido negativo, isto é, como independência do cidadão em relação a qualquer coacção exterior (ou seja, o cidadão, enquanto indivíduo), 2/ mas também no sentido positivo, como legislação da própria Razão pura prática (o cidadão, enquanto legislador).

Ou seja, para Kant, a autonomia consiste em ser simultaneamente “cidadão e legislador”: a vontade do Bem é ela própria uma criação livre.

A radicalização do princípio da “autonomia” de Kant, que ocorre na contemporaneidade pós-modernista (e, por maioria de razão, na Igreja Católica bergogliana defendida pelo Anselmo Borges), consiste grosso modo em adoptar a liberdade em sentido negativo (o “cidadão”) e excluir o sentido positivo da função da Razão no papel do “legislador”, transformando a autonomia em subjectivismo puro e não passível de universalidade, levando à atomização da sociedade.

É isto que a actual Igreja Católica do Bergoglio defende.

Padre Anselmo Borges : f*der é tão sagrado como ir à missa (a soteriologia da f*da)

Não se coíba, o leitor, de abraçar a modernidade na Igreja Católica: em vez de ir à missa, dê uma f*da, e será salvo — diz-nos o Padre Anselmo Borges, insigne teólogo da Igreja Católica do papa Chico. anselmo bolges foder sagrado web

¿Você está no remanso daqueles Domingos domingueiros, em que não lhe apetece sair do ripanço mandrião do sétimo dia para ir à missa? O Padre Anselmo Borges dá-lhe a solução: dê uma f*da!, de preferência, uma f*da guei. Não se preocupe, caro leitor, em tomar a hóstia da Eucaristia; tome no cu, em vez disso: vai dar no mesmo. Fica purificado e salvo.

O epítome da tese do Padre Anselmo Borges — na esteira das ideias revolucionárias e modernas do papa Chico — é a eventual orgia gay durante a própria missa: os participantes em tal suruba teriam a salvação garantida, em nome do pai, do filho e do espírito santo. Onde houver uma orgia guei, aí estará o nosso senhor — Anselmo dixit.

No que diz respeito à bênção dos gueis, concordo com o ilustríssimo Padre: ¿quem não se lembra, por essas aldeias de Portugal, da bênção dos animais no fim da missa?

O povo levava os animais (burros, cavalos, mulas, etc.) à missa, e no fim da Eucaristia, as alimárias eram benzidas pelo sacerdote. E se os animais podem ser benzidos pela Igreja Católica, por maioria de razão e similitude, os gueis também podem ser benzidos. Portanto, não há nada de novo aqui.

O que há de novo é a ideia bergogliana, segundo a qual, f*der é sagrado. Nunca tal me tinha ocorrido. É a soteriologia da f*da!

Por amor de deus! Esqueçam as Escrituras!: dêem uma queca!

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O papa Chico dirige-se ao clero: “decidam vocês o casamento gay na Igreja Católica”

Um papa boçal, ao nível da boçalidade primária de alguns papas da Idade Média (por exemplo, Alexandre VI); um anti-teólogo essencial e radical, exemplo acabado de um político modernista que faz da decepção o seu principal instrumento de acção.

Uma desgraça para os católicos, uma bênção para os ateus.

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VATICAN CITY (LifeSiteNews) –– Pope Francis has effectively told clergy that they can decide for themselves whether to “bless” homosexual unions.

O campanário da Igreja Católica do Anselmo Borges

Antes do Concílio do Vaticano II, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, a Igreja Católica do papa Bergoglio absolve os pecados.

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Contra a Igreja triunfante e a Igreja militante de antes do Concílio do Vaticano II, o novo clero da Igreja Católica do papa Bergoglio incorpora-se na Igreja claudicante, plenamente justificada pelo Anselmo Borges: sobre o campanário da igreja actual, em vez de uma cruz, o Anselmo Borges coloca um cata-vento.