A linguagem globalista (do Fórum Económico de Davos) do papa fantoche

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O termo “build back better” foi referido, pela primeira vez, pelo globalista e trans-humanista Klaus Schwab no seu livro ‘Shaping the Future of The Fourth Industrial Revolution’.

Recentemente, o João Bidé adoptou o slogan “build back better” para a sua campanha eleitoral. E, depois, o papa usurpador adoptou o slogan no intuito de destruir o que resta da Igreja Católica.

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Uma figueira que não dá frutos tem que ser cortada

No Evangelho de hoje, a Parábola da Figueira (Lucas 13, 6 – 9) aplica-se à actual Igreja Católica do papa Chico. É uma igreja que não dá frutos, mesmo que lhe deitemos adubo.

À semelhança da figueira que não dá frutos, a igreja privada do Chico terá que ser cortada.

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Vou deixar a Igreja Católica

Aquilo que o Henrique Raposo escreve, ou/e as opiniões dele, valem zero absoluto. O que me surpreende é que o sítio da Rádio Renascença, dita “católica”, dê eco a opiniões de autênticos mentecaptos.

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Ontem o cardeal Müller afirmou (mutatis mutandis) o seguinte:

“Quando um papa tem uma opinião, e um cardeal (ou mais gente) tem opinião diferente, então aplica-se o princípio “in dubio pro Deo”: devemos então seguir as escrituras”.

E as escrituras contradizem a opinião da pessoa que ocupa o trono pontifício. Só nos resta agora deixar a Igreja Católica e abraçar a Igreja Ortodoxa.

O papa Chico e a divisão na Igreja Católica

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17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes:

Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá casa sobre casa. 18 Ora, se Satanás também está dividido contra si mesmo, ¿como há-de manter-se o seu reino? Pois vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demónios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demónios, ¿por quem os expulsam os vossos discípulos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 20 Mas, se eu expulso os demónios pela mão de Deus, então o Reino de Deus já chegou até vós.”

(…)

23 “Quem não está comigo, está contra mim. E quem não junta comigo, dispersa.”

(Lucas, 11, 17- 23)

O CDS está num beco sinuoso e apertado, de difícil saída

A Joana Bento Rodrigues escreveu o seguinte:

«Ora, muitos dos que apoiam e continuam a votar no CDS, fazem-no por convicção na sua doutrina e nos seus valores. Como tão bem referiu o líder [o Chicão] em entrevista recente, o CDS é o partido dos valores, do conservadorismo, “da solidariedade, da família, da vida, da dignidade da pessoa, da constância, da firmeza”.»

Mais adiante, ela escreve:

«(…) o CDS-PP, que se assume como democrata-cristão e da direita conservadora (…)»


Ora, o Chicão diz que o CDS é o “partido dos valores”, mas ficamos sem saber exactamente quais as consequências políticas da assunção esses valores, por um lado, e por outro lado, o Chicão não nos diz de onde esses “valores” são originários. A Joana Bento Rodrigues dá-nos uma pista, quando fala em “democracia-cristã”; mas a opinião da Joana não define a linha política e ideológica oficial do CDS — o conceito de “democracia-cristã” foi formal- e substantivamente banido do CDS desde que o Manuel Monteiro deixou a liderança daquele partido.

Os “Valores, do conservadorismo, da solidariedade, da família, da vida, da dignidade da pessoa”, têm uma origem ideológica e filosófica profundamente enraizada no Cristianismo.

Se retirarmos, aos tais “valores”, a influência histórica e cultural cristã, ficaríamos com uma mão cheia de nada: não saberíamos por que razão teríamos como dever adoptar a solidariedade, respeitar a família e da vida humana.

Isto não significa que todo o militante ou simpatizante do CDS teria que ser um religioso praticante; não é isso que eu pretendo dizer. O que eu digo é que o CDS terá que assumir publica- e oficialmente a matriz cristã do seu ideário — porque, caso contrário, em pouco se distingue formalmente do PSD ou do Partido Socialista. Em política, o formal tem muita importância.

Eu percebo a dificuldade do Chicão: em um tempo em que a Igreja Católica do Chiquinho se compraz sistemicamente com Haraquiris públicos e com cedências à extrema-esquerda, é compreensível que um líder do CDS tenha alguma vergonha em se afirmar “católico”.

Mas o conceito de “democracia-cristã” não tem que ser, necessariamente, restrito ao conceito do “católico que está na moda”; o conceito de “Cristianismo” ultrapassa largamente as modas pueris e radicais daquele Chicozinho que ocupa a cátedra do Vaticano.

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