O patético Rui Rio deveria meter a viola no saco

Rui Rio é um político que defende abertamente a liberalização da eutanásia; e vem agora a terreiro criticar quem defende a restrição do aborto.

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Os liberais, por um lado, e a Esquerda marxista cultural, por outro lado (les bons esprits se rencontrent… ), adoptam — em matéria de ética, moral e costumes — sistematicamente a estratégia política de “negação do universal” ou a afirmação de um nominalismo radical, em uma primeira fase da guerra cultural; porém, em uma segunda fase da guerra aberta contra a cultura cristã, os liberais e os marxistas passam a generalizar aquilo que era anteriormente — alegadamente — um caso particular “não generalizável”.

Primeiro isolam (tratam um caso como sendo “uma excepção”); e depois generalizam.

Por exemplo: o caso do aborto, naquela criança brasileira de 10 anos, será sempre um ponto de partida da estratégia política para a legalização geral do aborto no Brasil : os liberais e os marxistas partem de um caso particular (por mais defensável que seja aquele aborto, em termos éticos), para depois generalizar esse caso e sujeitar a prática do aborto a um critério universal de puro gosto pessoal.

Os liberais e os marxistas misturam (em pura e flagrante contradição), na sua estratégia política e em proporções infinitamente variáveis, uma axiomática do interesse pessoal, por um lado, e uma axiomática sacrificialista colectiva, por outro lado: a primeira, isola o indivíduo do contexto geral (nominalismo radical), e a segunda é, alegadamente, uma apologia do altruísmo no sentido da universalização de uma determinada acção (neste caso, o aborto).

Por isso (e só por isso) é que eu compreendo a atitude dos conservadores brasileiros. A guerra cultural, levada a cabo pela aliança entre liberais e marxistas, é eminentemente irracional; e perante a irracionalidade, é inútil utilizarmos a Razão.

Nem D. Pedro, nem D. Miguel: somos camponeses medievais indignados

Eu, que nunca simpatizei com o absolutismo monárquico (aliás, é uma das minhas “guerras” contra o Integralismo Lusitano), ao ler este texto quase que me senti tentado a adoptar as ideias António Sardinha.

bandeira-carbonaria-portuguesa-webAs pessoas não se dão conta de que a maçonaria que influenciou D. Pedro II não foi a mesma maçonaria anglo-saxónica que influenciou as revoluções inglesa e americana. A maçonaria não é toda igual. D. Pedro II foi clara- e directamente influenciado pela maçonaria europeia continental, mormente a francesa, que tem uma tradição cultural e ideológica muito diferente da maçonaria anglo-saxónica.

Ainda hoje a bandeira do Brasil contém o motus do Positivismo de Comte (“Ordem e Progresso”) — o que é verdadeiramente inacreditável! —, seguindo a tradição positivista da maçonaria francesa (não-regular) que marcou as ideias de D. Pedro.

A interpretação que aquele senhor escriba faz da História do século XIX português, é ideologicamente enviesada — por exemplo, quando ele diz que a culpa da queda da monarquia foi da “Direita”; seria como se disséssemos de que “a culpa da existência da violência do Black Lives Matter é da maioria do povo que não é violento”. Alegadamente e por analogia, a culpa da violência da Carbonária que assassinou o rei D. Carlos e o seu filho, foi da ”Direita”. Vê-se, naquela cabecinha, a influência da mente revolucionária que inverte os valores da moral e da relação entre sujeito e objecto.

Aquele senhor faz de conta de que não existiu a influência directa e activa da maçonaria francesa (não-regular, por definição) e da maçonaria italiana radical (a Carbonária) na destruição e corrosão do regime constitucional monárquico (num processo de corrosão cultural e política semelhante ao que o Bloco de Esquerda adoptou em relação ao actual regime).

O escriba daquele douto textículo esqueceu-se de mencionar o mal que os ditos “liberais” do século XIX fizeram à economia portuguesa, gerando fome e guerras civis, quando atacaram a cegamente Igreja Católica e (por exemplo) estatizaram os mosteiros (que ricos “liberais estatizantes”, aqueles!, iguaizinhos aos actuais), destruindo a economia de escala portuguesa. Os mosteiros católicos estatizados foram abandonados e a fome instalou-se em Portugal, graças aos “liberais” revolucionários que aquela criatura elogia.

«Chegado o 25 de Abril, não havia direita democrática em Portugal

Pelo que percebi do conceito de “direita democrática” daquele senhor, trata-se de uma Direita que se senta à mesa com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda, em uma tertúlia e comensalidade amenas. É a mesma “Direita” que diz que o partido CHEGA é “fassista”; é a “Direita liberal” que defende o “casamento” gay e adopção de crianças por pares de invertidos, e que defende a eutanásia praticada pelo Estado. É a “Direitinha” educadinha e paneleira.

Reparem no que escreveu o ex-militante do Partido Comunista francês, Edgar Morin:

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

Portanto, nem D. Pedro nem D. Miguel. São ambos as duas faces da mesma (falsa) moeda. Não aceitamos esta falsa dicotomia histórica.

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

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Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

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É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

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O Estado não é moralmente neutro, mas antes segue a moral das elites políticas do Zeitgeist

Várias mulheres alemãs desempregadas (algumas delas, casadas e com filhos) foram abordadas pelos respectivos Centros de Emprego para trabalharem em casas-de-putas — no seguimento da legalização da prostituição na Alemanha: os chulos alemães passaram a pagar impostos e a ter acesso aos Centros de Emprego para recrutamento de novas putas.

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É isto o que um palerma chamado Nuno Medeiros (mas escreve no Observador! Que luxo!) chama de “pragmatismo”:

«Seja como for, o consumo das chamadas drogas leves e a prostituição são mais velhos que a Sé de Braga e estão à vista impune de todos, por isso não vale a pena tapar o sol com a peneira. Mais vale tratar destes temas com maturidade democrática, pragmatismo e humanismo. Cada um poderá depois ter a sua opção moral, religiosa, espiritual, intelectual ou racional e optar por fazer ou não um destes actos, mas o Estado não se deve demitir de regular sobre os mesmos, numa abordagem sistémica e humanista, preocupada com a saúde pública e económica do País


“O liberalismo prega o direito do indivíduo ao embrutecimento, desde que esse embrutecimento não estorve o embrutecimento do seu vizinho.”

— Nicolás Gómez Dávila

O que está implícito no texto do referido palerma é a ideia segundo a qual “o Estado deve ser moralmente neutro” (o que é absolutamente falso!); e, alegadamente, o “pragmatismo” necessário à boa legislação provém dessa putativa “neutralidade do Estado”.

O Estado é visto, por aquela avantesma, como uma entidade abstracta separada da população e da sua cultura.

Ora, é esta abstracção do conceito de “Estado” que é a grande ameaça em relação às democracias actuais. O novo Totalitarismo de Veludo, que nos é hoje imposto nomeadamente pela geringonça, é baseado nesta abstracção e na alienação do conceito de “Estado”.

Por outro lado, o chamado “pragmatismo económico” (segundo aquela avantesma) justifica as rupturas drásticas na cultura antropológica: por exemplo, o facto de existirem drogas e drogados justifica a legalização do consumo e comércio da droga, assim como a existência de putas justifica a legalização e normalização da prostituição.

“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.”

— Nicolás Gómez Dávila

De modo semelhante, concluímos nós que a pedofilia poderá vir a ser legalizada pelos utilitaristas da Nova Esquerda se houver alguma vantagem económica para o Estado proveniente do exercício da predação sexual de crianças — porque, se os pedófilos existem, “o Estado não se deve demitir de regular sobre os mesmos, numa abordagem sistémica e humanista, preocupada com a saúde pública e económica do País”. E “cada um poderá depois ter a sua opção moral, religiosa, espiritual, intelectual ou racional e optar ou não por ser pedófilo”.

¿Estão a ver o perigo deste tipo de “raciocínio” utilitarista?

A ideia segundo a qual o facto cria o Direito” retira ao Direito Positivo qualquer legitimidade que não seja a decorrente da vontade (moral) das elites políticas da nossa época — ou seja, o Estado não é moralmente neutro, mas antes segue a moral da elite política que decorre da aliança entre a Esquerda marxista cultural, por um lado, e por outro lado a “Direita” dita “liberal”.

Os “liberais” andam ceguinhos de todo

Um deputado parlamentar não pode tomar posições públicas contra os portugueses (em geral) e contra Portugal.

Quando uma deputada assume oficialmente posições políticas contra o seu próprio país de adopção (ela não nasceu em Portugal), o que fica em causa é a sua própria nacionalidade — como é evidente! —, independentemente de ela ser negra, amarela, vermelha, branca, ou o diabo que a carregue!

Se a deputada Joacine “Vai-te Katar” Moreira fosse branca-de-neve e de olhos azuis, e descendente de imigrantes ucranianos, por exemplo, e tomasse posições públicas contra Portugal e/ou contra os portugueses, a sugestão de André Ventura de “devolução ao seu país” seria igualmente válida.

O que está em causa é a posição política de uma deputada da nação que se assume claramente contra os portugueses; e é isto que os “liberais” não vêem porque estão já sob a tutela ideológica da Esquerda.

Temos que saber viver com este tipo de “liberalismo”

O Telmo Três Nomes escreve o seguinte:

«Deirdre McCloskey é uma académica de excelência internacional e das mais interessantes cabeças da actualidade.»

Vivemos numa época em que, quem é voluntariamente capado, passa a ser um génio; e quem toma no cu é “tomaticamente” inteligente.

É o caso de Donald McCloskey: primeiro, tomou no cu, o que fez dele um indivíduo inteligente; e depois castrou-se, em um acto final de afirmação de genialidade.

E o Telmo Três Nomes aplaude a inteligência e a genialidade do baitola.

Burro todos os dias ! (graças a Deus! Mas já não há paciência!)

Segundo este “liberal”, “um democrata-cristão não é um liberal clássico” :

«Quanto à democracia-cristã alemã, há que ter em conta que os seus dois nomes maiores – Konrad Adenauer e Ludwig Erhard – eram, sobretudo o segundo, verdadeiros liberais clássicos, influenciados pelo pensamento austríaco de Menger e Mises, graças ao que a reconstrução alemã foi um êxito. Por isso, ser hoje «democrata-cristão» à alemã só pode significar uma coisa: ser liberal.»

O burro confunde Menger e Mises (coloca os dois no mesmo saco; e chama a isso “liberalismo clássico”) — como se o Marginalismo de Menger estivesse directamente ligado à escola económica escocesa a que se convencionou chamar de “liberalismo clássico”. É este tipo de asno que faz opinião em Portugal.

Ademais, o burro ignora que os princípios económicos basilares o chamado “liberalismo clássico” já existiam desde finais do século XVI, em Espanha e com a contra-reforma católica, nomeadamente com o clérigo católico Francisco Suárez (1548-1617), entre outros intelectuais católicos.

A originalidade da “escola escocesa” (o chamado “liberalismo clássico”) consistiu em reunir as teorias económicas esparsas previamente existentes (desde o espanhol Suárez até ao Boisguilbert e aos fisiocratas franceses) e transformá-las em doutrina sob a influência da filosofia do escocês David Hume — por exemplo, com Adam Smith (1723-1790).

Carl Menger não é “liberalismo clássico”. Carl Menger é Marginalismo.

A principal razão por que o CDS caiu no abismo foi correctamente diagnosticada pela Helena Matos em um recente artigo — a despolitização da Direita: ou seja, a redução de toda a realidade (incluindo a realidade política) à teoria económica marginalista (é isto que o burro defende). Mas nem os artigos dos seus colegas de blogue consegue ler!

Afirmar que a democracia-cristã não defende os princípios económicos do “liberalismo clássico”, não lembra ao careca. Só pode vir de um grande asno.

Para o burro, ser “liberal” é defender um modelo de sociedade onde o direito às preferências arbitrárias só é limitado por um contrato de compra e venda livremente negociado entre as partes (ou seja, “vale tudo, até arrancar olhos!”); mas o “liberalismo clássico” não defende isso: basta verificarmos que a teoria económica de Adam Smith está imbuída de uma ética claramente cristã, que por isso não é utilitarista (no sentido de “utilitarismo” dado por Bentham que foi um dos precursores do socialismo).

Na teoria económica de Adam Smith, não há o “cálculo de prazeres” típico do utilitarismo, nem mesmo no plano económico.

Não sei qual é a confusão naquela cabeça asnil que faz com que a democracia-cristã seja por ela considerada “anti-capitalista”. Aconselho o asno a ler “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, de 1905, de Max Weber. Aprende burro!

A lógica política do Bloco de Esquerda (e dos “liberais”) apela à legalização do infanticídio

adelaide-matou-filho-webO principal argumento do Bloco de Esquerda (e também dos “liberais”) para justificar a legalização do aborto foi o de que “há mulheres que abortam em vãos de escada”; e, portanto, na medida em que “há mulheres que abortam ilegalmente”“há que legalizar o aborto” — diziam eles.

A lógica política e jurídica dos “liberais” e da Esquerda é a de que “os factos ditam a feitura do Direito” — ou seja, as elites actuais reduzem a norma ao facto, e por uma razão simples: com a imposição do secularismo radical e extremista na cultura política, já não existe um fundamento metajurídico para o Direito (já não se sabe o que funda o Direito).

Seguindo a mesma lógica (e sendo coerentes), os “liberais” e a Esquerda terão que defender a legalização do infanticídio — porque “há mulheres que matam os seus bebés”.

Desde logo (e segundo a lógica dos “liberais” e da Esquerda), as mulheres que matam os seus filhos não devem ser presas pela polícia — a descriminalização do infanticídio é o primeiro passo para a sua legalização.

A seguir, o corolário lógico da actual postura política utilitarista é a de legalizar o infanticídio, porque “há mulheres que matam os seus bebés”: os factos ditam as normas.

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Para o liberalismo, a defesa da Família Natural é uma forma de “homofobia”

O liberalismo (pós-moderno) criou uma falsa dicotomia entre os direitos naturais da família, por um lado, e os direitos naturais dos homossexuais, por outro lado.

Para o liberalismo, defender a família natural é sinónimo de “homofobia”:

« O presidente da Polónia considerou hoje, dia em que se assinala o “Rainbow Friday”, organizado por grupos LGBT nas escolas polacas para promover a diversidade sexual, que a “família é a base da sociedade e da pátria”.

“A família é a base absoluta da sociedade. Sem família, não haverá nação, não haverá Polónia”, disse Andrzej Duda, político ligado ao partido no poder no país, o nacionalista-conservador Lei e Justiça.

Questionado sobre a efeméride que vai ser assinalada nas escolas polacas por grupos LGBT (sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros), Duda disse que a “família é de fundamental importância e deve ser apoiada pelo Estado e merece protecção total”.

Andrzej Duda evitou assim com esta afirmação referir-se directamente à “Rainbow Friday”, que visa promover a tolerância e o respeito pela diversidade sexual entre os estudantes.»

Presidente polaco defende a família tradicional em dia de sensibilização LGBT

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Para o liberalismo (pós-moderno), a “família natural” mudou de nome: agora, os liberais chamam-na de “família tradicional”, porque, para o liberal, tudo o que venha da Natureza vai contra a “autonomia” do indivíduo.

Para os liberais, a ideia de “autonomia” já não se baseia no conceito kantiano de “autonomia” , mas antes é apenas e só a autonomia do desejo (individual) entendido em si mesmo, desligada de qualquer concepção de “telos” (ética teleológica) e dissociado de quaisquer normas da Lei Natural (Jusnaturalismo).

Neste contexto, a Família Natural é considerada (pelo liberalismo e pelos seus me®dia) como oposta à “autonomia do indivíduo”.

Ora (como defendeu Soljenítsin), o liberalismo revela assim a sua incapacidade de promover a autonomia: a auto-limitação [por parte do indivíduo] é quase inédita: todos se esforçam para uma maior expansão do limite extremo dos enquadramentos legais eticamente permissivos”.

Por exemplo: o casamento foi uma instituição (ainda no tempo do liberalismo clássico), passou a ser um contrato na sociedade liberal pós-moderna, e hoje é uma espécie de “amizade permitida pela polícia”.

É neste quadro ideológico (decadente) que quem defende a Família Natural é hoje considerado “homófobo” pelos liberais.

Para não sermos “homófobos”, temos hoje que contribuir activamente para a destruição da Família Natural na cultura antropológica.

Os liberais são os idiotas úteis da Esquerda radical

O “liberal” Gabriel Silva faz aqui um elogio ao exemplo britânico de como lidar com independentistas:

“Na Escócia, quando determinaram realizar o referendo, a lei do Reino Unido não o permitia, mas, sendo um povo democrático que muito preza a liberdade, rapidamente a mudaram de forma a o povo escocês se poder auto determinar. O que eles fizeram e decidiram permanecer livremente no Reino Unido”.

Só não entendo por que razão a primeira-ministra da Escócia quer realizar agora um novo referendo sobre a independência da Escócia — o “liberal” Gabriel Silva defende (indirectamente) o ideário da Esquerda, segundo o qual “devemos ter referendos atrás de referendos, até que o povo tenha juízo e decida de forma correcta”. E “decidir de forma correcta” é decidir conforme a vontade da Esquerda — e por isso é que o Gabriel Silva faz parte da “Direitinha”.

Por outro lado, se tirarmos a extracção do petróleo marítimo, a Escócia dá prejuízo ao Reino Unidoo que não se passa com a Catalunha em relação ao resto de Espanha. E como o petróleo está em baixa, a Escócia dá prejuízo ao Reino Unido.

Eu fico estupefacto quando vejo os putativos “liberais” — os tais “defensores da liberdade” — fazer o jogo político da Esquerda totalitária mais radical.


A minha opinião sobre a Catalunha foi escrita em 2017:

“Hoje, a independência da Catalunha volta a ser uma iniciativa dos novos marxistas e ateístas, que não perceberam que a independência de um país pertence à nação, e não a uma ideologia política  qualquer”.