O presidente dos Estados Unidos que os liberais portugueses gostam

Os liberais portugueses — os do partido IL – Iniciativa Liberal — detestavam Donald Trump; e, em contraponto, já gostam do João Bidé.

Eis uma frase do Bidé que o o novo liberalismo respeita religiosamente:

“A minha agenda política do “Building Back Better”, no valor de 3,5 biliões de dólares, não tem qualquer custo para o cidadão”.

É disto que os liberais gostam! O QI deles não dá para mais!

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O novo feudalismo globalista

O novo feudalismo, que as elites globalistas estão a impôr ao mundo, é simultaneamente anárquico e tirânico; aliás, a anarquia ética e moral actual é a condição da nova tirania feudal.

feudalismoTal como aconteceu com a Revolução Francesa, o ataque à cultura (por parte das elites globalistas e internacionalistas) ocidental — a repressão política das tradições europeias, a criação de novos tabus e novos costumes (por exemplo, a imposição dos costumes da cultura de descarte humano de tipo LGBTQPBBQ+) em substituição dos tabus da cultura antropológica de origem cristã (porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado), a perseguição feroz em relação a todo o tipo de autoridade que escape do Poder do Estado (tal como defendeu Rousseau) — é essencial para a imposição de uma nova cultura de anarquia.

O processo político e cultural desenvolvido pelo liberalismo, desde a Revolução Francesa, culminou nesta nova anarquia destrutiva (que corrói a cultura e o tecido social) que é o fundamento da construção de um novo tipo de feudalismo a nível global.

A partir das ruínas da cultura ocidental, destruída pela Esquerda (apoiada pelos globalistas — como, por exemplo, os judeus George Soros, Bill Gates, ou Jeff Bezos, entre outros — em uma aliança tácita entre marxistas e a plutocracia ocidental), tende a emergir uma classe política tão poderosa e politicamente alienada quanto o fora a do extinto regime soviético, ou da actual China.

O novo feudalismo não tem propriamente uma nobreza, mas antes tem uma aristocracia constituída pelos caudilhos políticos locais (de cada país, ou zona do globo) coordenados pela plutocracia globalista — não é por acaso que todos os primeiro-ministros de Portugal têm que ir, em primeiro lugar, ao beija-mão às reuniões de Bilderberg.

E, o feudalismo actual tem um clero secular e ateísta, constituído por uma amálgama dita “intelectual” dos ideólogos da nova anarquia, e dos “jornalistas” do regime — o jornalismo do novo feudalismo já não informa o povo, como acontecia até há poucas décadas: em vez disso, o novo jornalismo tem a missão de instruir o povo, ou seja, de formatar ideologicamente o povo, à maneira da China comunista ou do regime soviético.

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E quem se atrever a colocar em causa a nova formatação ideológica compulsiva (não só através dos “jornaleiros” de serviço e dos polígrafos desta vida, mas também através da chamada “Big Tech”), é enviado para um novo tipo de Gulag: o Gulag digital, onde a sua existência apodrece, sem possibilidade de partilha de ideias com outros seres humanos.

E, finalmente, o novo feudalismo tem uma absoluta necessidade do seu Terceiro Estado e dos novos servos da gleba (o povo que verá a mobilidade social, defendida pelo liberalismo clássico, anulada pelas elites) — que são aqueles a quem a aristocracia e o clero secularista dizem garantir uma boa vida sem os incómodos da detenção de propriedade privada”, tal como é defendido nas reuniões de Bilderberg e de Davos: é o que está inscrito no ideário político dos conceitos de “Building Back Better” e de “Great Reset“: a criação dos novos descamisados do mundo (os novos Sem-Terra, desta vez criados com a cumplicidade da Esquerda), que são necessários à construção do novo feudalismo globalista.

A médica romena que tem curado 100% dos seus doentes de COVID-19, e que por isso é perseguida pela “ciência”

A ciência funciona a partir de um qualquer paradigma (v. Thomas Kuhn); se o paradigma está (mais ou menos) errado, segue-se que a ciência está errada; mas, ainda assim (e metendo a ciência e a técnica no mesmo saco), as elites consideram os “cientistas do paradigma” (os médicos, que são técnicos e não propriamente “cientistas”) como uma espécie de deuses do Olimpo.

Acontece que os paradigmas da ciência são hoje ditados e impostos pela grande concentração do capital globalista (a plutocracia globalista)1, e os médicos (entendidos aqui em juízo universal) não passam de meros técnicos que cumprem estritamente ordens emanadas dos grandes laboratórios farmacêuticos multinacionais.

Naturalmente que os médicos, entendidos enquanto indivíduos, deveriam estar abertos a novas experiências científicas; mas as instituições que coordenam os médicos adoptam uma postura dogmática em relação ao Diktat “científico” estabelecido pelos paradigmas que servem os interesses inconfessáveis da plutocracia globalista. Estes interesses não são só económicos e financeiros: são também interesses políticos (e ideológicos) que pretendem transformar o mundo em uma espécie de China — são os interesses políticos que pretendem instalar um fascismo a nível global.

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O fascismo chinês é hoje o sistema político adoptado — e imposto em todo o mundo — pela plutocracia globalista que se diz “liberal”.

Tal como acontece os físicos, os médicos têm (mutatis mutandis) uma espécie de “livro de receitas” que lhes permite — até a um médico medíocre! — fazer um trabalho de boa qualidade no consultório. Portanto, o médico pode utilizar este “livro de receitas” sem ter em consideração toda a problemática filosófica e científica do seu campo de trabalho. O médico é um trabalhador, e não um pensador (salvo raras excepções).


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flavia-grosan-webFlavia Grosan é uma pneumologista romena que tem tratado com sucesso2 100% dos seus doentes de COVID-19; e exactamente porque tem salvo todos os seus doentes da morte, a dra. Flavia Grosan tem vindo as ser criticada e mesmo perseguida pelas instituições médicas subordinadas caninamente ao grande capital multinacional globalista, por um lado, e que, por outro lado, servem os interesses políticos para-totalitários de filhos-de-puta aprendizes de ditador, como, por exemplo, o cabrão do monhé.

A dra. Flavia Grosan trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” (sic, nas palavras dela); ora, uma médica que trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” tem que ser perseguida politicamente pela “ciência do Carlos Fiolhais”.

Em vez de investigar o método de tratamento de COVID-19 utilizado pela dra. Flavia Grosan, a “ciência” parte imediatamente para o dogma imposto pelos mais ricos e poderosos do mundo. A ciência actual, sancionada por interesses financeiros globalistas, está a matar seres humanos em massa e utilizando os próprios médicos (que não passam de meros técnicos) como agentes activos da matança, ao mesmo tempo que servem ideologias políticas totalitárias em nome do “liberalismo”.


Notas:

1. “Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.” — G. K. Chesterton: ‘The Uses of Diversity’.

2. Em bom rigor, as doenças não se “curam”; em vez disso, “tratam-se com sucesso”.

O patético Rui Rio deveria meter a viola no saco

Rui Rio é um político que defende abertamente a liberalização da eutanásia; e vem agora a terreiro criticar quem defende a restrição do aborto.

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Os liberais, por um lado, e a Esquerda marxista cultural, por outro lado (les bons esprits se rencontrent… ), adoptam — em matéria de ética, moral e costumes — sistematicamente a estratégia política de “negação do universal” ou a afirmação de um nominalismo radical, em uma primeira fase da guerra cultural; porém, em uma segunda fase da guerra aberta contra a cultura cristã, os liberais e os marxistas passam a generalizar aquilo que era anteriormente — alegadamente — um caso particular “não generalizável”.

Primeiro isolam (tratam um caso como sendo “uma excepção”); e depois generalizam.

Por exemplo: o caso do aborto, naquela criança brasileira de 10 anos, será sempre um ponto de partida da estratégia política para a legalização geral do aborto no Brasil : os liberais e os marxistas partem de um caso particular (por mais defensável que seja aquele aborto, em termos éticos), para depois generalizar esse caso e sujeitar a prática do aborto a um critério universal de puro gosto pessoal.

Os liberais e os marxistas misturam (em pura e flagrante contradição), na sua estratégia política e em proporções infinitamente variáveis, uma axiomática do interesse pessoal, por um lado, e uma axiomática sacrificialista colectiva, por outro lado: a primeira, isola o indivíduo do contexto geral (nominalismo radical), e a segunda é, alegadamente, uma apologia do altruísmo no sentido da universalização de uma determinada acção (neste caso, o aborto).

Por isso (e só por isso) é que eu compreendo a atitude dos conservadores brasileiros. A guerra cultural, levada a cabo pela aliança entre liberais e marxistas, é eminentemente irracional; e perante a irracionalidade, é inútil utilizarmos a Razão.

Nem D. Pedro, nem D. Miguel: somos camponeses medievais indignados

Eu, que nunca simpatizei com o absolutismo monárquico (aliás, é uma das minhas “guerras” contra o Integralismo Lusitano), ao ler este texto quase que me senti tentado a adoptar as ideias António Sardinha.

bandeira-carbonaria-portuguesa-webAs pessoas não se dão conta de que a maçonaria que influenciou D. Pedro II não foi a mesma maçonaria anglo-saxónica que influenciou as revoluções inglesa e americana. A maçonaria não é toda igual. D. Pedro II foi clara- e directamente influenciado pela maçonaria europeia continental, mormente a francesa, que tem uma tradição cultural e ideológica muito diferente da maçonaria anglo-saxónica.

Ainda hoje a bandeira do Brasil contém o motus do Positivismo de Comte (“Ordem e Progresso”) — o que é verdadeiramente inacreditável! —, seguindo a tradição positivista da maçonaria francesa (não-regular) que marcou as ideias de D. Pedro.

A interpretação que aquele senhor escriba faz da História do século XIX português, é ideologicamente enviesada — por exemplo, quando ele diz que a culpa da queda da monarquia foi da “Direita”; seria como se disséssemos de que “a culpa da existência da violência do Black Lives Matter é da maioria do povo que não é violento”. Alegadamente e por analogia, a culpa da violência da Carbonária que assassinou o rei D. Carlos e o seu filho, foi da ”Direita”. Vê-se, naquela cabecinha, a influência da mente revolucionária que inverte os valores da moral e da relação entre sujeito e objecto.

Aquele senhor faz de conta de que não existiu a influência directa e activa da maçonaria francesa (não-regular, por definição) e da maçonaria italiana radical (a Carbonária) na destruição e corrosão do regime constitucional monárquico (num processo de corrosão cultural e política semelhante ao que o Bloco de Esquerda adoptou em relação ao actual regime).

O escriba daquele douto textículo esqueceu-se de mencionar o mal que os ditos “liberais” do século XIX fizeram à economia portuguesa, gerando fome e guerras civis, quando atacaram a cegamente Igreja Católica e (por exemplo) estatizaram os mosteiros (que ricos “liberais estatizantes”, aqueles!, iguaizinhos aos actuais), destruindo a economia de escala portuguesa. Os mosteiros católicos estatizados foram abandonados e a fome instalou-se em Portugal, graças aos “liberais” revolucionários que aquela criatura elogia.

«Chegado o 25 de Abril, não havia direita democrática em Portugal

Pelo que percebi do conceito de “direita democrática” daquele senhor, trata-se de uma Direita que se senta à mesa com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda, em uma tertúlia e comensalidade amenas. É a mesma “Direita” que diz que o partido CHEGA é “fassista”; é a “Direita liberal” que defende o “casamento” gay e adopção de crianças por pares de invertidos, e que defende a eutanásia praticada pelo Estado. É a “Direitinha” educadinha e paneleira.

Reparem no que escreveu o ex-militante do Partido Comunista francês, Edgar Morin:

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

Portanto, nem D. Pedro nem D. Miguel. São ambos as duas faces da mesma (falsa) moeda. Não aceitamos esta falsa dicotomia histórica.

The Times They Are A-Changin’

Um tal Bernardo Blanco, ligado ao IL (Iniciativa Liberal), passou a “seguir-me” no Twitter; e — por uma questão de reciprocidade e não porque concorde com as ideias dele — coloquei-o na minha lista de “seguimento”.

Nisto estávamos, quando eu deixei de fazer parte da lista “tuiteira” do Blanco. Fui ver a página do IL (Iniciativa Liberal) no Twitter e deparei-me com este desenho infantil:

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Logo a seguir, deparei-me com esta notícia:

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É o desespero do Blanco e dos seus amig@s, que reflecte a realidade da contra-cultura no Ocidente.

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O Estado não é moralmente neutro, mas antes segue a moral das elites políticas do Zeitgeist

Várias mulheres alemãs desempregadas (algumas delas, casadas e com filhos) foram abordadas pelos respectivos Centros de Emprego para trabalharem em casas-de-putas — no seguimento da legalização da prostituição na Alemanha: os chulos alemães passaram a pagar impostos e a ter acesso aos Centros de Emprego para recrutamento de novas putas.

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É isto o que um palerma chamado Nuno Medeiros (mas escreve no Observador! Que luxo!) chama de “pragmatismo”:

«Seja como for, o consumo das chamadas drogas leves e a prostituição são mais velhos que a Sé de Braga e estão à vista impune de todos, por isso não vale a pena tapar o sol com a peneira. Mais vale tratar destes temas com maturidade democrática, pragmatismo e humanismo. Cada um poderá depois ter a sua opção moral, religiosa, espiritual, intelectual ou racional e optar por fazer ou não um destes actos, mas o Estado não se deve demitir de regular sobre os mesmos, numa abordagem sistémica e humanista, preocupada com a saúde pública e económica do País


“O liberalismo prega o direito do indivíduo ao embrutecimento, desde que esse embrutecimento não estorve o embrutecimento do seu vizinho.”

— Nicolás Gómez Dávila

O que está implícito no texto do referido palerma é a ideia segundo a qual “o Estado deve ser moralmente neutro” (o que é absolutamente falso!); e, alegadamente, o “pragmatismo” necessário à boa legislação provém dessa putativa “neutralidade do Estado”.

O Estado é visto, por aquela avantesma, como uma entidade abstracta separada da população e da sua cultura.

Ora, é esta abstracção do conceito de “Estado” que é a grande ameaça em relação às democracias actuais. O novo Totalitarismo de Veludo, que nos é hoje imposto nomeadamente pela geringonça, é baseado nesta abstracção e na alienação do conceito de “Estado”.

Por outro lado, o chamado “pragmatismo económico” (segundo aquela avantesma) justifica as rupturas drásticas na cultura antropológica: por exemplo, o facto de existirem drogas e drogados justifica a legalização do consumo e comércio da droga, assim como a existência de putas justifica a legalização e normalização da prostituição.

“Onde o terrorismo e a pornografia prosperam, o liberal rende-lhes homenagem em nome da liberdade de consciência.”

— Nicolás Gómez Dávila

De modo semelhante, concluímos nós que a pedofilia poderá vir a ser legalizada pelos utilitaristas da Nova Esquerda se houver alguma vantagem económica para o Estado proveniente do exercício da predação sexual de crianças — porque, se os pedófilos existem, “o Estado não se deve demitir de regular sobre os mesmos, numa abordagem sistémica e humanista, preocupada com a saúde pública e económica do País”. E “cada um poderá depois ter a sua opção moral, religiosa, espiritual, intelectual ou racional e optar ou não por ser pedófilo”.

¿Estão a ver o perigo deste tipo de “raciocínio” utilitarista?

A ideia segundo a qual o facto cria o Direito” retira ao Direito Positivo qualquer legitimidade que não seja a decorrente da vontade (moral) das elites políticas da nossa época — ou seja, o Estado não é moralmente neutro, mas antes segue a moral da elite política que decorre da aliança entre a Esquerda marxista cultural, por um lado, e por outro lado a “Direita” dita “liberal”.

Os “liberais” andam ceguinhos de todo

Um deputado parlamentar não pode tomar posições públicas contra os portugueses (em geral) e contra Portugal.

Quando uma deputada assume oficialmente posições políticas contra o seu próprio país de adopção (ela não nasceu em Portugal), o que fica em causa é a sua própria nacionalidade — como é evidente! —, independentemente de ela ser negra, amarela, vermelha, branca, ou o diabo que a carregue!

Se a deputada Joacine “Vai-te Katar” Moreira fosse branca-de-neve e de olhos azuis, e descendente de imigrantes ucranianos, por exemplo, e tomasse posições públicas contra Portugal e/ou contra os portugueses, a sugestão de André Ventura de “devolução ao seu país” seria igualmente válida.

O que está em causa é a posição política de uma deputada da nação que se assume claramente contra os portugueses; e é isto que os “liberais” não vêem porque estão já sob a tutela ideológica da Esquerda.

Temos que saber viver com este tipo de “liberalismo”

O Telmo Três Nomes escreve o seguinte:

«Deirdre McCloskey é uma académica de excelência internacional e das mais interessantes cabeças da actualidade.»

Vivemos numa época em que, quem é voluntariamente capado, passa a ser um génio; e quem toma no cu é “tomaticamente” inteligente.

É o caso de Donald McCloskey: primeiro, tomou no cu, o que fez dele um indivíduo inteligente; e depois castrou-se, em um acto final de afirmação de genialidade.

E o Telmo Três Nomes aplaude a inteligência e a genialidade do baitola.