Christina Alexandra Freeland, a Vice e Ministra das Finanças do governo esquerdiota do filho do Fidel Castro.
Uma vaca esquerdopata.

Christina Alexandra Freeland, a Vice e Ministra das Finanças do governo esquerdiota do filho do Fidel Castro.
Uma vaca esquerdopata.

Hoje é o dia internacional de Memória do Holodomor. E são esses filhos-de-puta à Esquerda, devidamente actualizados, que pretendem dar-nos lições de virtudes e afirmar a sua superioridade moral.

Para a Esquerda, a mulher deixou de existir — alegadamente, está na moda dizer que quem dá à luz não são mulheres: em vez disso, são pessoas grávidas e parturientes.

Vivemos tempos muito difíceis. A irracionalidade volta a estar na moda. Não sei se “isto” já vai com persuasão e com argumentação racional.
Uma das características do psicopata é a de que não aprende com a experiência. A esmagadora maioria dos líderes de Esquerda são psicopatas.
Foi assim com os estalinistas, com os nazis, e — mutatis mutandis — continua a ser assim com os dirigentes do Bloco de Esquerda e com a actual direcção do Partido Socialista.
Hannah Arendt demonstrou que “a responsabilidade alargada pelo mundo que a educação assume, implica, como é óbvio, uma atitude conservadora” em relação à educação das crianças (ler em ficheiro PDF).
Assine aqui a petição contra a tentativa, por parte dos psicopatas esquerdistas, de restrição etária de participação na cultura tauromáquica portuguesa.
Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.
Ironizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.
Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.
Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.
Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.
Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).
Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).
Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.
O Pacheco Pereira deve andar sorridente!



Os esquerdistas lunáticos da Califórnia dizem que vão banir a venda de carros a gasolina a partir do ano de 2035.
Eu tenho um sério preconceito negativo em relação às mulheres na política — vai-se lá saber por que razão …!