¿O que é uma pergunta “fassista”?

Uma pergunta “fassista” é aquela que causa, no esquerdóide típico, uma dissonância cognitiva que é classificada — pelo esquerdóide — como uma “micro-agressão”.

Um exemplo de uma pergunta “fassista”:

«Em todas as publicações sobre tratamentos seguros para a Covid-19, como a Ivermectina ou a Hidroxicloroquina, o Facebook opta por colocar o aviso: “Alguns tratamentos não aprovados para a Covid-19 podem causar danos graves”.

¿Por que é que o Facebook não coloca o mesmo aviso em relação às vacinas contra a Covid-19?»


Para perguntas “fassistas”, tolerância zero! Nem sequer merecem resposta!

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O machismo de Esquerda

Se retirarem o útero a uma mulher, esta não deixa de ser mulher; e, de modo semelhante, se caparem um homem, ele não deixa de ser homem.

O machismo de Esquerda consiste na anulação cultural do feminino, mediante a exploração política exaustiva da disforia de género.

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A pergunta do "Polígrafo" : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”

A imagem, em baixo, foi respigada no Adamastor; mostra uma comparação entre o que se passou, no dia 13 de Maio, no santuário de Fátima e no campo do Martim Moniz, em Lisboa.

Portanto, nós vemos, verificamos in loco; mas segundo o “Polígrafo”, os nossos olhos são mentirosos.

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Agora, caro leitor, imaginem que a Igreja Católica adquiria o hábito de ocupar sistematicamente, por exemplo, a praça do Rossio (em Lisboa) para as suas celebrações religiosas semanais: teríamos a Esquerda a berrar, e a pedir ao governo para enviar a polícia de choque “contra os reaccionários”; mas tratando-se dos parceiros da Aliança entre Marx e Maomé, nem o “Polígrafo” se inibe de sair em defesa deles.

Allauhakbar !

Nota: A frase “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!” é de autoria de Groucho Marx; a política portuguesa transformou-se em uma anedota.

“Escumalha de esgoto” e “micróbio de site”, diz o Polígrafo

Juro, pelo que me é mais sagrado, que até hoje eu desconhecia a existência do jornal “Inconveniente” dirigido pelo António Balbino Caldeira; e só fiquei a saber da existência daquele sítio através da venenosidade da linguagem esquerdopata do Polígrafo. Afinal, o “Polígrafo” consegue servir para alguma coisa.

Porém, o “lápis azul” do “Polígrafo” não age sozinho: existe uma série de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se encarregam de fazer o “trabalho de sapa” que depois transparece na censura legitimada por este regime político corrupto.

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Acerca do actual conceito esquerdopata de “equidade”

Nos Estados Unidos, a actual Esquerda radical descobriu o conceito de “equidade”, embora de forma enviesada: a noção aristotélica de “equidade” foi adulterada pelos esquerdopatas para poderem assim sustentar a recusa política do conceito de “igualdade” de direitos, por um lado, e por outro lado, para poderem defender a discriminação negativa dos brancos americanos.

A Esquerda americana (o Partido Democrata do João Bidé) pretende transformar os Estados Unidos em uma espécie de África do Sul, com a diferença de que a repressão política passa agora a ser efectuada em relação a uma maioria americana de origem europeia (na África do Sul, a repressão política é feita em relação a uma minoria branca).


O conceito aristotélico de “equidade” não implica a repressão política de grupos sociais, maioritários ou minoritários.

A Esquerda concebe a “equidade” como um jogo de soma zero: alegadamente, para que os pretos ganhem alguma coisa, a Esquerda pretende retirar direitos aos brancos. E chamam “equidade” a esta aberração ideológica.

Para Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que esta se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade” distingue-se do Direito, porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa (equidade) dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

Mas de modo nenhum se pode conceber a “equidade” como um meio de acção política radical para se retirar direitos a um determinado grupo social, para acrescentar privilégios a um outro grupo social.

O António Guterres dá o cu e dois tostões para ser reeleito na ONU

A actual narrativa da Esquerda — que controla a esmagadora maioria das instituições — é a de que qualquer pessoa que esteja em dissonância em relação ao discurso oficial esquerdista, é “neo-nazi” e “supremacista branco”.

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Se eu discordo do Guterres, seguramente que sou “neo-nazi”.


E mais: qualquer pessoa que defenda (por exemplo) a ligação estreita e necessária entre o Estado-Nação, por um lado, e a democracia representativa, por outro lado — é imediatamente classificada pela Esquerda (incluindo o Guterres) de “neo-nazi”, enquanto consequência lógica da aliança entre o globalismo (promovido pela plutocracia de Bilderberg), por um lado, e o internacionalismo neomarxista, por outro lado (a aliança tácita entre Pinto Balsemão e Francisco Louçã).

A guerra promovida pelas elites contra o Estado-Nação (apenas no Ocidente, mas já não na China, por exemplo), é avassaladora; e parece imparável, invencível (como os dinossauros desaparecidos).

Chegamos ao absurdo de verificarmos que os chamados “liberais” defendem hoje o fim da democracia (aliás, na esteira do que defendem o António Guterres e os neomarxistas: Les bons esprits se rencontrent…), como acontece com conhecido “liberal” belga Guy Verhofstadt que defende a abolição das democracias nacionais na Europa, e a instauração, em seu lugar, de um “império europeu”.

E quem se opõe a Guy Verhofstadt é certamente neo-nazi e supremacista branco. É o meu caso.

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A cumplicidade criminosa dos neocons e a Esquerda do João Bidé, por um lado, e a China comunista, por outro lado

Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.

Segundo o Diário de Notícias, eu sou um fascista e um nazi (dose dupla)

Com 18 anos, comecei por votar no PPD (Partido Popular Democrático) de Sá Carneiro; depois do assassínio deste último, continuei a votar PPD no tempo de Pinto Balsemão (início da década de 1980) até que o José Pacheco Pereira entrou no partido pela mão de Santana Lopes, e aquele reforçou a sua influência no partido através do apoio político de Cavaco Silva: foi nesta altura que o PPD (Partido Popular Democrático) mudou de nome, e passou a chamar-se PSD (Partido Social Democrata). Tinha, assim, começado a subversão e corrupção do partido.

Ainda assim, continuei a votar Partido Social Democrata, até que o Durão Barroso (ex-MRPP) assumiu a presidência do partido, já no século XXI. Passei, então, a votar no CDS de Paulo Portas. Mais tarde, em 2010, com Passos Coelho como presidente do PSD, fui crítico da subserviência canina passista em relação à Troika: pensava eu que alguém que deve dinheiro à Banca não deixa de ter dignidade, quando pretende pagar a dívida — ao contrário do que Passos Coelho e seus acólitos pareciam defender. Com Passos Coelho, Portugal passou a ser um país com dívidas e sem dignidade.

Com Assunção Cristas na presidência do CDS, este partido passou a “fechar a Esquerda à direita”.

Assunção Cristas mostrou-se extremamente vulnerável às críticas da Esquerda na área da cultura antropológica — por exemplo, às críticas sistemáticas de Isabel Moreira (Partido Socialista) a Assunção Cristas, que praticamente não sabia como defender-se das invectivas esquerdiotas; aliás, toda a super-estrutura do CDS (que inclui o submarino Adolfo Mesquita Nunes) que agora critica o “Chicão”, alinhava com o sentimento de culpa de Assunção Cristas em relação à assunção pública do tipo de valores defendidos pelo PPD (Partido Popular Democrático) na década de 1980.

Pessoas como o José Pacheco Pereira e Durão Barroso foram minando o PPD (Partido Popular Democrático) por dentro, ao longo de duas décadas, transformando o partido em uma espécie de “facção menchevique” politicamente descartável através uma dialéctica inexorável que colocaria os novos “bolcheviques” (a geringonça) no Poder.

O “Chicão”, como presidente do CDS, não me convenceu — porque, embora ele pretendesse (aparentemente) romper com o passado canino e subserviente da Assunção Cristas, não teve a coragem necessária para enfrentar a nomenklatura politicamente correcta do seu (dele) partido — a nomenklatura que é uma espécie de “quinta coluna” esquerdiota comandada pelo gayzista Adolfo Mesquita Nunes, e que aglomera gente “correcta” como por exemplo Cecília Meireles, Telmo Correia, João Gonçalves, entre outros. O CDS e o PSD de Rui Rio compõem a “direitinha educadinha”, bem “comportadinha”, que obedece aos preceitos da Esquerda.

Por tudo isto, nas últimas eleições legislativas eu votei no CHEGA. E por isso, segundo o Diário de Notícias, eu passei a ser um “nazi” e um “fascista”.


O que a Esquerda (que inclui o CDS do Mesquita Nunes) pretende é “encostar” os dissidentes e relapsos políticos, às franjas radicais e violentas que sempre existem em qualquer regime — ou seja, é o maniqueísmo do sistema político esquerdiota a funcionar: “quem não concorda com a Esquerda, é fascista!”.

Através deste maniqueísmo ideológico explícito e assumido, e mediante a diabolização da oposição política, a Esquerda pretende provocar/fomentar fenómenos de violência política à Direita, para assim ter a justificação necessária para incrementar gradualmente a repressão política sobre qualquer tipo de heterodoxia ideológica.

Esta estratégia de erradicação da oposição política é alimentada ideologicamente pelos comissários políticos do actual regime esquerdopata.

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Adenda: a crítica objectiva a um determinado comportamento irracional e colectivo por parte de uma comunidade específica — seja uma comunidade étnica ou/e cultural — não é necessariamente “racismo”.

Por exemplo, quando uma pessoa critica a prática da excisão feminina na comunidade muçulmana, essa pessoa não é necessariamente “islamófoba”. O que está em causa, na crítica, é essa prática cultural em concreto — e não a comunidade toda entendida enquanto tal.

Criticar determinadas características culturais da comunidade cigana não é “racismo”.

Um exemplo de Eurofobia nos me®dia

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A “Eurofobia” pode ser definida como “o medo irracional de que, em qualquer lugar do universo, os povos autóctones da Europa possam ter as suas próprias escolas, vizinhanças, bairros, lugares de culto religioso, comunidades, e/ou nações”.

Os esquerdistas dizem, amiúde: “ninguém celebra o aborto”