Ter pensamento crítico é sinónimo de ser de “extrema-direita” — diz a sra. Helena Fazenda

Quem pensa, analisa, critica, e possivelmente coloque em causa a legitimidade do estatuto das elites políticas, é seguramente de “extrema-direita”é esta a conclusão a que chegou a Secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, a socialista Helena Fazenda.

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Ademais, a sra. Helena defende a ideia segundo a qual, aquilo a que ela chama de “extrema-direita” — que é toda a gente que não vota nos partidos políticos do regime — deve ser objecto de censura política, em contraponto com os “adversários políticos” da “extrema-direita” (possivelmente o Bloco de Esquerda, ou o MRPP), que não devem ser censurados porque são “democráticos”.

Dou um exemplo que ilustra o pensamento da sra. Helena:

  • alguém que afirme que “a gripe comum acabou”, e que “foi substituída pelo COVID-19” e pelos seus confinamentos totalitários sucessivos do monhé — é uma pessoa perigosa de “extrema-direita” e “negacionista”.

Outro exemplo:

  • alguém que afirme publicamente (por exemplo, o juiz Fonseca e Castro) que uma máscara de papel não impede a propagação de um vírus — é segura- e obviamente de “extrema-direita” e “negacionista”.

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Diz a sra. Helena que quando um cigano mata um preto, não é racismo; e/ou quando um preto mata um branco, também não é racismo; mas quando um branco mata um preto, já é racismo.

E quando alguém denuncia este enviesamento ideológico marxista cultural (segundo a sra. Helena, “ninguém é racista, excepto os brancos”) proveniente deste regime político corrupto, trata-se (segundo a sra. Helena) de uma “narrativa-chave do Estado Novo”. (ver Ficheiro PDF).

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O sistema político corrupto vai triturar o juiz Fonseca e Castro

A força dos idiotas em circulação, é enorme!

achatando-a-curva-webO juiz Fonseca e Castro foi suspenso das suas funções pelos corruptos do sistema — e até o João Tilly cedeu à pressão das denúncias dos idiotas agit-prop que lhe causaram a censura de um vídeo no YouTube e a consequente “chibatada” (“strike”) que o suspendeu por uma semana. “Quem tem cu, tem medo”; mas eu fui expulso do YouTube, não por não ter cu, mas antes por não ter medo; comigo, os pulhas “não fazem farinha”.

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Dizem, os corruptos do sistema, que o juiz Fonseca e Castro argumenta com “teorias de conspiração” — como é o caso, por exemplo e entre milhares, o da cidadã grega Irène Dimopoulou: ela não existe! Ela é (alegadamente) apenas uma “teoria de conspiração”.

Os filhos-de-puta, unidos, parecem invencíveis, como os dinossauros desaparecidos.

Depois de ter sido suspenso de funções (sublinho: DEPOIS!), o juiz desafiou o chico Magina para um combate de Vale Tudo — alguém que tivesse o nome de “Magina” deveria andar envergonhado; “Ivaginem-lá!” o Maginas!

Num país politicamente correcto, em que tudo é visto a preto e branco, o desafio do juiz Fonseca e Castro feito ao chico Magina causou um escândalo que fez cair o Carmo e a Trindade.

Já não há machos; é tudo uma cambada de “Maginas”.

A médica romena que tem curado 100% dos seus doentes de COVID-19, e que por isso é perseguida pela “ciência”

A ciência funciona a partir de um qualquer paradigma (v. Thomas Kuhn); se o paradigma está (mais ou menos) errado, segue-se que a ciência está errada; mas, ainda assim (e metendo a ciência e a técnica no mesmo saco), as elites consideram os “cientistas do paradigma” (os médicos, que são técnicos e não propriamente “cientistas”) como uma espécie de deuses do Olimpo.

Acontece que os paradigmas da ciência são hoje ditados e impostos pela grande concentração do capital globalista (a plutocracia globalista)1, e os médicos (entendidos aqui em juízo universal) não passam de meros técnicos que cumprem estritamente ordens emanadas dos grandes laboratórios farmacêuticos multinacionais.

Naturalmente que os médicos, entendidos enquanto indivíduos, deveriam estar abertos a novas experiências científicas; mas as instituições que coordenam os médicos adoptam uma postura dogmática em relação ao Diktat “científico” estabelecido pelos paradigmas que servem os interesses inconfessáveis da plutocracia globalista. Estes interesses não são só económicos e financeiros: são também interesses políticos (e ideológicos) que pretendem transformar o mundo em uma espécie de China — são os interesses políticos que pretendem instalar um fascismo a nível global.

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O fascismo chinês é hoje o sistema político adoptado — e imposto em todo o mundo — pela plutocracia globalista que se diz “liberal”.

Tal como acontece os físicos, os médicos têm (mutatis mutandis) uma espécie de “livro de receitas” que lhes permite — até a um médico medíocre! — fazer um trabalho de boa qualidade no consultório. Portanto, o médico pode utilizar este “livro de receitas” sem ter em consideração toda a problemática filosófica e científica do seu campo de trabalho. O médico é um trabalhador, e não um pensador (salvo raras excepções).


pneumonia-atipica-covid19-web

flavia-grosan-webFlavia Grosan é uma pneumologista romena que tem tratado com sucesso2 100% dos seus doentes de COVID-19; e exactamente porque tem salvo todos os seus doentes da morte, a dra. Flavia Grosan tem vindo as ser criticada e mesmo perseguida pelas instituições médicas subordinadas caninamente ao grande capital multinacional globalista, por um lado, e que, por outro lado, servem os interesses políticos para-totalitários de filhos-de-puta aprendizes de ditador, como, por exemplo, o cabrão do monhé.

A dra. Flavia Grosan trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” (sic, nas palavras dela); ora, uma médica que trata o COVID-19 como uma “pneumonia atípica” tem que ser perseguida politicamente pela “ciência do Carlos Fiolhais”.

Em vez de investigar o método de tratamento de COVID-19 utilizado pela dra. Flavia Grosan, a “ciência” parte imediatamente para o dogma imposto pelos mais ricos e poderosos do mundo. A ciência actual, sancionada por interesses financeiros globalistas, está a matar seres humanos em massa e utilizando os próprios médicos (que não passam de meros técnicos) como agentes activos da matança, ao mesmo tempo que servem ideologias políticas totalitárias em nome do “liberalismo”.


Notas:

1. “Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.” — G. K. Chesterton: ‘The Uses of Diversity’.

2. Em bom rigor, as doenças não se “curam”; em vez disso, “tratam-se com sucesso”.

É urgente retirar o f.d.p. do monhé do governo

Portugal tem um nível dos mais baixos de U.C.I. (Unidade de Cuidados Intensivos) por 100.000 habitantes, em toda a União Europeia:

Uma análise do número de camas em UCI revela que Portugal está entre os países da UE com valor mais baixo, apenas ultrapassado pela Finlândia, Grécia e Suécia. Destes últimos, só a Grécia apresenta um investimento em saúde inferior ao de Portugal”.

Até a Turquia tem mais camas de U.C.I. por 100 mil habitantes (nos serviços públicos de saúde) do que Portugal.

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Em vez de investir no Serviço Nacional de Saúde, aproximando Portugal da média europeia de índice de camas de U.C.I., o monhé das cobras legaliza a eutanásia (em tempo de pandemia dá muito jeito matar os velhos), por um lado, e por outro lado prepara já outro confinamento, lá para Maio.

Face a esta “palermia” (e não “pandemia”, como dizem por aí), o monhé quer que os portugueses morram da cura.

É urgente retirar o f.d.p. do governo. Puta-que-os-pariu!, ele e o hipocondríaco Martelo!

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O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

Li-Meng Yang web


A ler :

Com a ascensão do monhé Costa, os políticos portugueses ficaram capados

A excepção é André Ventura.

“O deputado único do Chega entregou esta sexta-feira um projecto de resolução no Parlamento para revogar a decisão do Conselho de Ministros de declarar a situação de contingência em todo o país a partir de 15 de Setembro”.

André Ventura contra estado de contingência a partir de 15 de Setembro


O único deputado com colhões é André Ventura; o resto é tudo uma cambada de capados que não se atreve a desafiar o monhé — incluindo o Marcelo Rebelo de Sousa, que se converteu num castrato e agora pia fininho.

Rui Rio é o capado-mor: quando o monhé berra, o Rio assobia.

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