Odeio socialistas. Não me esqueço.

Nos anos do COVID-19, eu fui detido pela polícia quando estava a andar na praia, e levado para a esquadra onde permaneci algumas horas, alegadamente para “identificação”; ou seja, uma loooonga identificação.

Fui chamado, pelos socialistas e em tudo o que era me®dia, de “negacionista”, “grunho”, apenas por me recusar a meter nas minhas veias um produto que — comprovadamente — altera a estrutura do mRNA, por um lado, e que, por outro lado, era uma “vacina” que não evitava a doença que pretendia vacinar.

Nas viagens que fiz, naquela época, fui proibido de entrar em restaurantes porque não estava “vacinado”. Ou seja, passei fome durante as viagens.

Naquela mesma época, os socialistas deixaram entrar no país dezenas de milhar de imigrantes que não estavam “vacinados”, e nem foram posteriormente “vacinados”.

A exigência socialista da “vacina” do COVID-19 só de aplicou ao “grunho português”: o monhé socialista, grande filho-de-puta António Costa autorizou os “imigras” do Paquistão e da Índia a entrar em Portugal sem tomar previamente a “vacina”. Mas eu não podia entrar em restaurantes.

Odeio socialistas. Tenho-lhes “um pó” que vocês não fazem ideia.

E disseram que eu era maluco…!

No dia 11 de Março de 2020, escrevi que o COVID-19 teve origem em um laboratório chinês.

“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais”.

No dia 24 de Março de 2020 escrevi outro artigo em que reafirmei a origem chinesa do vírus.

No dia 25 de Outubro de 2020, escrevi o seguinte:

“O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado em laboratório pela China”.


Pessoas como eu são amiúde apodadas de “lunáticos”.

O totalitarismo endógeno do José Pacheco Pereira

“O negacionismo é uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os “poderosos”, incluindo os cientistas e o saber.”

José Pacheco Pereira, referindo-se à vacina do COVID-19 que não vacina nada nem ninguém.

O Pacheco chegou a defender o isolamento profiláctico dos não-vacinados e a sua restrição da liberdade, à semelhança do que está a acontecer na China comunista.

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Agora, vamos aos factos:


Mortes oficialmente reconhecidas devido à administração das vacinas tipo mRNA (“vacinas” que  não imunizam nada nem ninguém!), na União Europeia e até 29 de Novembro de 2021:

Moderna: 2.283 mortes confirmadas (ver ficheiro PDF)

PFIZER
: 1.653 mortes, idem

AstraZeneca
: 695 mortes, ibidem

Janssen
:  284 mortes, ibidem

TOTAL: 4915 mortes confirmadas. 

Este número TOTAL refere-se apenas a mortes confirmadas pela burocracia da União Europeia — estima-se que os números reais de mortos sejam muito maiores.


Para informações diárias sobre as mortes devido às vacinas mRNA, é seguir o canal

https://t.me/Covid_Vaccine_Deaths_Worldwide

no Telegram.

Ficaria bem ao Pacheco uma retractação em relação à merda que escreveu.

A próxima luta da Esquerda Neanderthal: proibir o cidadão de respirar muito, para não gastar o ar

O raciocínio da Esquerda Neanderthal é o seguinte: o risco de apanhares uma miocardite (por exemplo, nos jogadores de futebol) não vem das vacinas de tipo mRNA que induzem uma imunodeficiência; em vez disso, a miocardite que venhas a sofrer é consequência de respirares muito, durante o dia: vais ter que respirar menos, para poupar o ar e salvar o planeta.

salvar o ar web

A imunização passou a significar “protecção“

“Imunização” vem de “imunidade” que, segundo o dicionário, significa: “propriedade de um organismo vivo que tem mecanismos de defesa contra determinados elementos, geralmente patogénicos, o que lhe permite, por exemplo, ficar isento de determinada doença.”

Porém, a Esquerda Neanderthal (aliada ao neoliberalismo plutocrata, globalista e transumanista), alterou a noção de “imunidade”, que passou a ser simples “protecção” biológica:

«… a definição de “vacinação” era “o acto de introduzir uma vacina no corpo para produzir imunidade a uma doença específica”, segundo as más línguas subversivas. Agora, a palavra “imunidade” foi alterada para “protecção”.»

foi o covid web

O FaceBook fez um “fact-check” ao British Medical Journal

O FaceBook censurou um artigo do British Medical Journal acerca do COVID-19.

Diz o FaceBook que se tratou de um “fact-check”, em defesa da verdade e contra as “fake-news”.

Para o FaceBook, o British Medical Journal não é credível; o FaceBook prefere acreditar no João Bidé.

Não tarda nada, iremos ver o Polígrafo afirmar que a Ordem Dos Médicos de Portugal não tem autoridade para falar de medicina — e tudo isto invocando o Grande Babush Monhé.

vamos seguir a ciencia web

O Poder discricionário do General Alcazar, da República das Bananas da Madeira

general alcazar web

«O Governo da Madeira, de coligação PSD/CDS, reafirmou hoje que vai continuar a exigir teste antigénio negativo às crianças não-vacinadas contra a Covid-19 para participarem em actividades desportivas extra-curriculares, noticia a Agência Lusa hoje, 8-2-2022.

“Não vamos ceder. As crianças têm de ser vacinadas a bem da saúde pública e se não estiverem vacinadas têm de apresentar teste negativo para participar em actividades extra-escolares desportivas”, afirmou o chefe do executivo madeirense, Miguel Albuquerque. “E daqui não saímos”, reforçou.»