O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

Li-Meng Yang web


A ler :

Com a ascensão do monhé Costa, os políticos portugueses ficaram capados

A excepção é André Ventura.

“O deputado único do Chega entregou esta sexta-feira um projecto de resolução no Parlamento para revogar a decisão do Conselho de Ministros de declarar a situação de contingência em todo o país a partir de 15 de Setembro”.

André Ventura contra estado de contingência a partir de 15 de Setembro


O único deputado com colhões é André Ventura; o resto é tudo uma cambada de capados que não se atreve a desafiar o monhé — incluindo o Marcelo Rebelo de Sousa, que se converteu num castrato e agora pia fininho.

Rui Rio é o capado-mor: quando o monhé berra, o Rio assobia.

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O COVID-19 é o pretexto ideal para o “fare niente” do funcionalismo público

devagar-web


slow-people-webPara estar hoje às 9:30 em uma repartição pública, eu tive que fazer uma marcação há mais de um mês.

A Loja do Cidadão estava vazia; as pessoas com marcação — feita há mais de um mês — iam sendo chamadas a um ritmo de trabalho próprio do Terceiro Mundo.

O governo da geringonça socialista está a transformar Portugal em um país do Terceiro Mundo.

Nunca os funcionários públicos estiveram tão bem, em Portugal: não ganham mal, por um lado, e por outro lado trabalham a uma velocidade “a gasóleo”.

Devagar, devagarinho… porque o trabalho nunca acaba. E, alegadamente, o responsável é o vírus. Que rico vírus!

O uso de máscara é um meio político de castração psicológica do cidadão

Se houver alguém por aí que tenha argumentos para rebater a informação expressa nesta imagem (em baixo), coloque-os em comentário.

Não censure! Rebata com argumentação!

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O liberalismo começou por ser democrático, mas hoje traduz a burocracia da servidão democrática

Ao ler este texto acerca da opinião crítica de Isabel Moreira sobre a (pretensa) obrigatoriedade do uso de máscaras na via pública, podemos verificar que a crítica de Isabel Moreira se baseia no formalismo processual jurídico e em um determinado conceito (lockeano) de “Estado de Direito”. Esta forma de ver o problema é arrepiante.

“É bom perceber que a OM lida apenas com um aspecto da pandemia. Com todo o respeito, a ideia de ‘máxima prevenção’ não é admissível num Estado de direito. Usar máscaras na rua ou condicionar mais ainda os eventos referidos na notícia é uma compressão muito complexa da liberdade nas suas diversas dimensões”, começou por escrever a deputada socialista, numa publicação partilhada no Facebook.

hcq-zinc-webA visão do mundo através de lentes do formalismo processual jurídico traduz uma mundividência burocratizada da realidade, por um lado, e acientífica, por outro lado. Dou um exemplo ilustrativo:

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, decretou o estado de emergência e o respectivo recolhimento obrigatório nacional por causa de quatro novos casos de COVID-19 a nível nacional — e estes quatro novos casos de COVID-19 dizem respeito a pessoas da mesma família!.

¿Justifica-se um estado de emergência de um país inteiro por causa de quatro novos casos de COVID-19 em uma mesma família?

A “lógica” que está por detrás da recomendação da Ordem dos Médicos da obrigatoriedade de uso de máscaras na rua, é a mesma “lógica” que subjaz ao decreto da primeiro-ministra da Nova Zelândia; ou seja, aparentemente não há lógica nenhuma; mas só aparentemente.

Para entendermos melhor a tal “lógica que não existe”, vou citar G. K. Chesterton: “O bolchevismo e o grande capital, são parecidos; ambos são sustentados pela ideia segundo a qual tudo se torna mais fácil e simples depois que se elimina a liberdade; e o inimigo irreconciliável de ambos é aquilo a que se convencionou chamar pequenas e médias empresas [no original: ‘Small Business’]”.

Se restringirmos a liberdade do indivíduo, este ficará mais disposto a pagar caríssimo pela restituição da liberdade perdida.

Quando as poderosas multinacionais farmacêuticas fazem uma campanha (através dos me®dia vergonhosamente manipulados) contra o Protocolo de Zelenko, fazem-no por uma razão: a Hydroxychloroquina é um produto muito barato e acessível a quase todas as bolsas. Ora, um medicamento barato, em princípio, não dá grande lucro. Para as grandes farmacêuticas globalistas, aceitar a receita do Protocolo de Zelenko significaria perder dinheiro (no sentido em que deixam de ganhar dinheiro).

Para as multinacionais farmacêuticas globalistas, é necessária uma vacina caríssima, por um lado, e por outro lado a descoberta de um cocktail de medicamentos caríssimos (pago pelos Estados dos países) para lidar com o COVID-19 — e por isso, também, é que o anúncio recente da descoberta de uma vacina na Rússia contra o COVID-19 foi imediatamente classificada, pelos me®dia ocidentais, como sendo uma “vigarice russa”.

Tal como acontece com a Ordem dos Médicos e com os caciques políticos portugueses, a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a primeira-ministra da Nova Zelândia (por exemplo) obedecem também à “lógica” das grandes multinacionais globalistas — que incluem não só as grandes farmacêuticas, mas também os poderes fácticos globalistas que promovem o eugenismo e o abortismo (por exemplo, através da vacinação obrigatória), e defendem a versão contemporânea e actualizada da teoria da população de Malthus (por exemplo, Bill Gates, George Soros, o Charles da casa real britânica, Al Gore, os cabecilhas da Esquerda americana em geral, etc. ).

Ora, a Isabel Moreira utilizou a visão burocrática do formalismo processual jurídico para assim evitar uma análise científica e política adequada ao problema da restrição das liberdades no contexto da COVID-19 (não nos esqueçamos de que as revoluções são partos sangrentos das burocracias) — porque, se restringirmos a liberdade do indivíduo, este ficará mais disposto a pagar caríssimo pela restituição da liberdade perdida.

Es ist nur eine Maske.

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COVID-19: o Brasil iguala Portugal no número de mortes (por milhão de habitantes)

Mesmo assim, países como a Espanha, a Itália, o Reino Unido ou a Bélgica, deviam abster-se de criticar o Brasil; deviam ter vergonha na cara.

Olhar para o número de mortes em termos absolutos (sem contar com a população total), para poder criticar o Bolsonaro, é narrativa estratégica de filho-de-puta esquerdista.

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