E disseram que eu era maluco…!

No dia 11 de Março de 2020, escrevi que o COVID-19 teve origem em um laboratório chinês.

“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais”.

No dia 24 de Março de 2020 escrevi outro artigo em que reafirmei a origem chinesa do vírus.

No dia 25 de Outubro de 2020, escrevi o seguinte:

“O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado em laboratório pela China”.


Pessoas como eu são amiúde apodadas de “lunáticos”.

O totalitarismo endógeno do José Pacheco Pereira

“O negacionismo é uma atitude política que deve ser tratada politicamente. Ele é um dos traços do actual populismo, que vive da desconfiança com os “poderosos”, incluindo os cientistas e o saber.”

José Pacheco Pereira, referindo-se à vacina do COVID-19 que não vacina nada nem ninguém.

O Pacheco chegou a defender o isolamento profiláctico dos não-vacinados e a sua restrição da liberdade, à semelhança do que está a acontecer na China comunista.

jpp-vesgo-web


Agora, vamos aos factos:


Mortes oficialmente reconhecidas devido à administração das vacinas tipo mRNA (“vacinas” que  não imunizam nada nem ninguém!), na União Europeia e até 29 de Novembro de 2021:

Moderna: 2.283 mortes confirmadas (ver ficheiro PDF)

PFIZER
: 1.653 mortes, idem

AstraZeneca
: 695 mortes, ibidem

Janssen
:  284 mortes, ibidem

TOTAL: 4915 mortes confirmadas. 

Este número TOTAL refere-se apenas a mortes confirmadas pela burocracia da União Europeia — estima-se que os números reais de mortos sejam muito maiores.


Para informações diárias sobre as mortes devido às vacinas mRNA, é seguir o canal

https://t.me/Covid_Vaccine_Deaths_Worldwide

no Telegram.

Ficaria bem ao Pacheco uma retractação em relação à merda que escreveu.

A próxima luta da Esquerda Neanderthal: proibir o cidadão de respirar muito, para não gastar o ar

O raciocínio da Esquerda Neanderthal é o seguinte: o risco de apanhares uma miocardite (por exemplo, nos jogadores de futebol) não vem das vacinas de tipo mRNA que induzem uma imunodeficiência; em vez disso, a miocardite que venhas a sofrer é consequência de respirares muito, durante o dia: vais ter que respirar menos, para poupar o ar e salvar o planeta.

salvar o ar web

A imunização passou a significar “protecção“

“Imunização” vem de “imunidade” que, segundo o dicionário, significa: “propriedade de um organismo vivo que tem mecanismos de defesa contra determinados elementos, geralmente patogénicos, o que lhe permite, por exemplo, ficar isento de determinada doença.”

Porém, a Esquerda Neanderthal (aliada ao neoliberalismo plutocrata, globalista e transumanista), alterou a noção de “imunidade”, que passou a ser simples “protecção” biológica:

«… a definição de “vacinação” era “o acto de introduzir uma vacina no corpo para produzir imunidade a uma doença específica”, segundo as más línguas subversivas. Agora, a palavra “imunidade” foi alterada para “protecção”.»

foi o covid web

O FaceBook fez um “fact-check” ao British Medical Journal

O FaceBook censurou um artigo do British Medical Journal acerca do COVID-19.

Diz o FaceBook que se tratou de um “fact-check”, em defesa da verdade e contra as “fake-news”.

Para o FaceBook, o British Medical Journal não é credível; o FaceBook prefere acreditar no João Bidé.

Não tarda nada, iremos ver o Polígrafo afirmar que a Ordem Dos Médicos de Portugal não tem autoridade para falar de medicina — e tudo isto invocando o Grande Babush Monhé.

vamos seguir a ciencia web

O Poder discricionário do General Alcazar, da República das Bananas da Madeira

general alcazar web

«O Governo da Madeira, de coligação PSD/CDS, reafirmou hoje que vai continuar a exigir teste antigénio negativo às crianças não-vacinadas contra a Covid-19 para participarem em actividades desportivas extra-curriculares, noticia a Agência Lusa hoje, 8-2-2022.

“Não vamos ceder. As crianças têm de ser vacinadas a bem da saúde pública e se não estiverem vacinadas têm de apresentar teste negativo para participar em actividades extra-escolares desportivas”, afirmou o chefe do executivo madeirense, Miguel Albuquerque. “E daqui não saímos”, reforçou.»