Eu penso que o Polígrafo mente

poligrafo mente web

Eu lembro-me de receber comissões adicionais ao fim do ano (o chamado “prémio anual de produtividade”) de cerca de 5.000 Euros, e de pagar, de IRS, cerca de 40% sobre esse valor ao Estado. O valor do imposto vinha mesmo discriminado na folha de salário.

Outro exemplo: um proprietário de um imóvel (por exemplo, um apartamento) pode pagar cerca de 30% de IRS sobre o valor das rendas que aufere (contrato de arrendamento). Por isso é que anda tanta gente a fugir aos contratos registados nas Finanças. Ora, um proprietário de um apartamento não é necessariamente rico.

O problema do Polígrafo — e da Esquerda, em geral — é que considera que quem ganha mais do que 1.500 Euros mensais já é rico (com excepção dos funcionários do Estado, que são sempre considerados “pobres”, mesmo que tenham rendimentos milionários); mas acontece que os impostos directos (neste caso, o IRS) pagos pelos funcionários do Estado são simples “transferência de caixa”: o dinheiro sai de um bolso do Estado, e entra noutro bolso do Estado; não é dinheiro fresco, como é o dinheiro do IRS pago pelos trabalhadores do sector privado da economia.

Eu não sou economista, e gostaria de ter uma opinião especializada sobre esta mentira do Polígrafo.

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal

“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

poder absoluto web

  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.

  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.

  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.

  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.

    assunçao cristas quotas-web

  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.

    assunção cristas web

  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.

  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.

  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.

  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

Adolfo Mesquita Nunes: o liberal Globo-Homo que apoia o partido IL (Iniciativa Liberal)

Em 2012 escrevi um verbete com o título: “Adolfo Mesquita Nunes: o submarino” (dentro do CDS).

A agenda (política) de Paulo Portas e de Adolfo Mesquita Nunes era o de transformar o partido CDS em uma espécie de partido liberal globalista, de tipo Globo-Homo.

Estes dois estafermos, pelo que se vê, (ainda) não conseguiram levar adiante os seus (deles) desígnios — até porque entretanto surgiu o partido IL (Iniciativa Liberal) que é um partido Globo-Homo por excelência, o que retirou espaço ao projecto do “CDS Globo-Homo”.

Entretanto, o submarino Adolfo Mesquita Nunes declarou que iria votar agora no partido IL (Iniciativa Liberal) “Globo-Homo” — o que me deu razão, desde 2012! As pessoas normais têm que perceber uma coisa: estes grandes paneleiros pensam a muito longo prazo.

morangos imigrantes web

A sociedade que os liberais Globo-Homo pretendem para Portugal é a que é espelhada nesta notícia do jornal britânico “The Guardian”: Trabalhadores imigrantes do sul da Ásia recebem menos de um salário mínimo para apanhar morangos em Portugal.

É este o Portugal pretendido pelos liberais Globo-Homo do partido IL (Iniciativa Liberal).

Por isso é que os jornais, em geral, e o Observador em particular, estão constantemente a dizer que “falta mão-de-obra em Portugal”: de facto, é verdade: falta mão-de-obra a ganhar menos do salário mínimo português!

Por isso é que esses criminosos (em conluio com o Partido Socialista, PAN – Pessoas-Animais-Natureza e Bloco de Esquerda, mas por razões relacionadas com a intenção de  formação de uma nova classe social de miseráveis) pretendem abrir as fronteiras à imigração massiva.

Vamos fazer com que os portugueses emigrem todos — em nome do “progresso”

imigras web

É assim que o IL (Iniciativa Liberal) se alia ao Bloco de Esquerda:

  • os primeiros precisam de mão-de-obra imigrante escrava, ou com salários de miséria, para agradar a patrões sociopatas;
  • e os segundos precisam de um Lumpemproletariado  crescente que vote neles.

E o Monhé apoia o Cotrim e a Catarina, para não se sentir sozinho.

Para o pasquim Jornal de Notícias, o partido CHEGA não existe

“A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira a proposta de lei do Governo que regula o recurso a videovigilância pelas forças de seguranças, que inclui, entre outras medidas, o uso por polícias de câmaras na farda.

O diploma foi aprovado com os votos contra de BE, PCP, PEV, IL, da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e de quatro deputados do PS: Cláudia Santos, Carla Sousa, Hugo Oliveira e Isabel Moreira. Os restantes deputados socialistas, PSD, CDS-PP, PAN e a deputada não inscrita Cristina Rodrigues votaram a favor.”

Parlamento aprova uso de “bodycams” pela polícia

jn pasquim chega web

As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

jpp-vesgo-web

Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.

Chega aquecimentista web

Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Karl Popper não tinha razão, em relação ao bi-partidarismo

Karl Popper defendeu acerrimamente o sistema bi-partidário na democracia representativa — como acontece, por exemplo, em Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália. O argumento de Karl Popper era o de que o sistema de apenas dois partidos (que se alternam no Poder) dá maior estabilidade política e governabilidade — aliás, este foi um dos temas de uma conferência realizada em Lisboa por Karl Popper, a convite do então P.M. Mário Soares (não me lembro agora da data, mas foi na década de 1980).

imperio mundial do dinheiro webPorém, o sistema bi-partidário (definido pelo sistema de votação) fazia muito sentido na década de 1980, mas já não faz tanto sentido hoje, como podemos ver no que se está a passar em países como a Austrália, a Nova Zelândia, Reino Unido e mesmo nos Estados Unidos, quando os dois partidos do regime estão de acordo em relação à construção de um regime político repressivo, em que grande parte dos anseios da maioria da população são ignorados.

A aproximação do PSD de Rui Rio (e de Pacheco Pereira) ao Partido Socialista do monhé Costa está, em tudo, relacionada com uma tentativa de “australização” do regime político português; mas essa “australização” saiu “furada” com o aparecimento do partido CHEGA.
Resta agora ao Rui Rio e ao monhé alterar o sistema de votação português.

Nos países chamados de “anglo-saxónicos” (Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá Nova Zelândia), caracterizados por sistemas de votação que favorecem o bi-partidarismo (de alternância no Poder), os dois partidos de Poder estão totalmente controlados pelos agentes do globalismo plutocrata — ou, como diz Olavo de Carvalho, pelos agentes do “império mundial do dinheiro”.

Neste sentido, Donald Trump foi considerado persona non grata pelo próprio partido republicano americano; Donald Trump ganhou as eleições com o voto do povo, mas não com o apoio das elites do seu próprio partido.
De facto, nos Estados Unidos, o partido republicano, por um lado, e o partido democrata, por outro lado, estão de acordo em quase tudo — incluindo na política de ausência de fronteiras e imigração massiva e sem qualquer controle fronteiriço.

Na Austrália, os dois partidos de alternância no Poder chegaram a um acordo, que consiste em instituir um regime orwelliano e submetido caninamente ao “império mundial do dinheiro”, em substituição da democracia representativa propriamente dita. O mesmo se passa (em graus diferentes) na Nova Zelândia, e mesmo no Reino Unido.

Depois da ditadura sanitária — ou seja, depois da ditadura do controlo sanitário covideiro —, virá o controle monetário que gerará a rarefacção ou mesmo desaparecimento do dinheiro vivo em circulação; depois virá o controlo de acesso à Internet por intermédio da identificação numérica individual. No fim da linha repressiva, só restará ao povo o recurso à violência contra a classe política, para defender a liberdade.

fosforos em cadeia web

Em Portugal, o fenómeno do “encolhimento” eleitoral do Bloco de Esquerda (e previsível “encolhimento” da facção da Isabel Moreira no Partido Socialista de Sócrates, da Fernanda Câncio, do Ascenso Simões e do monhé Costa) tem a ver com a tentativa de afastamento do Cristianismo da praça pública, para se instituir “um regime que se lambuza gostosamente na merda e no mijo” da ética e da moralidade. É a isto que chamamos (também) de “marxismo cultural”.

O método de Hondt português permite o fácil aparecimento de novos partidos que contrariem o monopólio bi-partidário do Poder , como é o caso do partido CHEGA.

A análise das eleições autárquicas feita por um camelo que dá pelo nome de Fernando Rodrigues

“André Ventura e o Chega tiveram algumas derrotas importantes. Não conseguiu ganhar Moura, uma grande derrota para André Ventura sem dúvida. Não conseguiu outro grande objectivo – captar em força os abstencionistas; não consegui outro objectivo – eleger 2 vereadores em Lisboa. Não teve grandes resultados em lugar nenhum. Não conseguiu ficar em terceiro a nível nacional, ficando em sexto lugar e teve resultados fraquíssimos noutros.

Resumindo a primeira grande derrota de André Ventura e do Chega. Outras se seguirão.”

A primeira análise do camelo das Eleições Autárquicas 2021


1/ Para o referido camelo, um partido que ainda há dois anos praticamente não existia acabou por “ser derrotado” nas primeiras eleições autárquicas a que concorreu. Para aquele animal, o CHEGA não necessita de pontos de referência no passado para se avaliarem os resultados presentes.

“O Bloco de Esquerda teve um bom resultado no Porto, conseguindo tirar a maioria à coligação de Direita Liberal de Rui Moreira disfarçado de Independente o que é um feito assinalável e manteve o vereador em Lisboa, aumentando o número de votos. Continua o seu caminho de implementação a nível local em termos nacionais que já devia ser mais elevada. Resumindo no global um mau resultado.”

pass-auf-ao-burro-web2/ Para aquele quadrúpede ruminante, e em contraponto aos alegados “maus resultados do CHEGA”, o Bloco de Esquerda (que já anda na política nacional há mais de duas décadas) “teve alguns bons resultados” — embora tivesse metade dos votos dos do CHEGA, a nível nacional. A isto chama-se “uma análise à moda de José Pacheco Pereira”.

3/ Para aquela cavalgadura com gibas no dorso, “o CHEGA ficou em sexto lugar a nível nacional” (e a grande besta diz que isso é muito mau!), quando sabemos que as coligações partidárias não são, em si mesmas, partidos políticos (por exemplo, a coligação PSD/CDS não é um partido político), e o movimento GRUPO DE CIDADADÃOS também não é um partido político.

Ou seja, em boa verdade, o CHEGA foi o quarto partido mais votado a nível nacional — a seguir ao Partido Socialista, ao PSD e ao Partido Comunista.


Vai ser necessário censurar ainda mais o André Ventura. Aconselho o camelo, a Esquerda e a Direita “fofinha” a proibirem (por decreto-lei do monhé) a entrada do André Ventura na assembleia da república. Não haverá melhor censura que esta.

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

censura-twitter-av-web

Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

Um idiota chamado Francisco Camacho

o idiota camacho webToda a gente sabe que o iberismo foi sempre (desde meados do século XIX) um ideário da Esquerda (por exemplo, Saramago), por um lado, e da maçonaria irregular, por outro lado — se bem que uma certa Esquerda, e a maçonaria irregular, justapõem-se.

Fernando Pessoa escreveu bastamente sobre o iberismo defendido também pelos revolucionários esquerdistas e maçons da 1ª república portuguesa.

E ¿não é que vem um idiota jornaleiro (de seu nome, Francisco Camacho) afirmar que o iberismo é defendido por aqueles a quem ele chama de “conservadores”?!

Salazar apoiou Franco na guerra civil espanhola — não porque Salazar fosse iberista, mas porque Franco combatia os iberistas da Esquerda espanhola.

Ora, pelas mesmas razões por que aquele avejão diz que o CHEGA é iberista ao aproximar-se do VOX espanhol, a avantesma irá dizer que o Salazar era iberista por se ter aproximado de Franco…

O comentário político anda muito fraquinho… e quando não têm argumentos contra o CHEGA, inventam-nos — e a tal ponto que até o Ministério Público, que deveria manter-se neutral do ponto de vista partidário, assume posições políticas públicas contra o partido CHEGA.