Small men have issues

“Ora, acontece também que, quando o Chega é chamado a intervir no Parlamento sobre educação, tendo o deputado Mithá Ribeiro já a sua intervenção preparada, o presidente do partido designa um qualquer outro deputado para fazer a intervenção, a quem não se reconhece particular competência para falar sobre o assunto.”

Napoleão Venturaparte

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O jornaleiro António Marujo, a falácia ad Hitlerum e o “discurso de ódio”

Quando a argumentação dos nossos inimigos políticos entram pelo absurdo adentro, já ganhamos o debate. Podemos não ter ganho a guerra política, mas a vitória no debate intelectual já não nos escapa.

antonio marujo ad hitlerumDou o exemplo de um jornaleiro que dá pelo nome de António Marujo (tem um alvará de inteligente) que utiliza a falácia ad Hitlerum  para atacar o André Ventura. Normalmente, esta falácia é utilizada já entrados no calor da refrega ideológica, mas, neste caso, o marujo entra ab initio no absurdo da comparação de André Ventura com Hitler.

É espantoso o que está a acontecer em Portugal. Um dia destes irão dizer que o André Ventura é o próprio Hitler reencarnado. Parece que, com o CHEGA, o regime corrupto treme.

Claro que o tipo de discurso (o do marujo) não é considerado de “ódio”; o “discurso de ódio” é aquele com que ele (e a comandita que sustém o regime corrupto em que vivemos) não concorda. Todo o discurso que não agrada à Esquerda, por um lado, é à plutocracia globalista, por outro lado, é considerado “discurso de ódio”.

Portanto, podemos definir “discurso de ódio” como segue:

“Discurso de ódio” é qualquer tipo discurso que não agrada ao activismo marxista internacionalista (trotskista) e/ou à plutocracia globalista.

¿O Tribunal Constitucional funciona em roda livre?

“A Constituição atribui aos grupos parlamentares funções relevantes no âmbito do processo legislativo e no domínio do funcionamento e composição da Assembleia da República. Todavia, não lhes confere legitimidade para intervir em processos de fiscalização abstracta sucessiva da constitucionalidade.”juízes do Tribunal Constitucional

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Ora, acontece que o pedido do CHEGA não pretende propriamente “intervir em processos de fiscalização abstracta sucessiva da constitucionalidade” legislativos. O Tribunal Constitucional utiliza aqui a Falácia do Espantalho.

O CHEGA não afirmou que “a lei em causa é constitucional”, ou terá solicitado que o Tribunal Constitucional tornasse, a referida lei, constitucional. Por isso é que se trata de uma Falácia do Espantalho. O Tribunal Constitucional interpreta o Direito conforme lhe dá jeito.

O recurso à formalidade estrita (à forma da lei), para assim poder recusar discutir um pedido (um pedido não é uma ordem) de um partido político (nem que tivesse 1 só deputado), por parte do Tribunal Constitucional, é um meio de dogmatização salazarenta do Direito e uma forma de alienação da substância jurídica.

O chefe da oposição à oposição

A sorte do monhé nunca acaba: agora temos o próprio Marcelo como chefe da oposição à oposição. O monhé nasceu com o cu virado para a Lua. marcello comunidade que nao é comunidade

Para as “elites” portuguesas (segundo o cínico Santos Silva), “não existe culpa colectiva” da comunidade cigana — mas existe “comunidade”, por um lado, e existe uma putativa “riqueza, cultura e história” dessa comunidade, por outro lado.

Ou seja: para a “elite”, o que é “colectivamente válido” é tudo aquilo que desresponsabiliza a comunidade cigana dos seus deveres sociais — e por isso é que (entre outras coisas) o Marcelo Rebelo de Sousa faz parte do parte do “problema português”.

Temos em Portugal um berbicacho político muito complicado.

O cínico Santos Silva pretende subjectivizar as normas que regem o parlamento

«De acordo com o Regimento da Assembleia da República, qualquer orador pode ser “advertido” pelo Presidente da Assembleia quando apresenta um discurso “injurioso ou ofensivo” ou que se desvia do assunto em discussão.

“O orador é advertido pelo Presidente da Assembleia da República quando se desvie do assunto em discussão ou quando o discurso se torne injurioso ou ofensivo, podendo retirar-lhe a palavra”, diz o ponto número 3 do artigo 89 – Modo de usar a palavra.»

(EM QUE SITUAÇÕES PODE O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA INTERROMPER UM DISCURSO?)

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Quando as normas se tornam de execução subjectivista (como pretende a Esquerda), estamos perante uma ditadura. Razão tem o deputado Mithá Ribeiro quando diz que vivemos sob uma ditadura de Esquerda (a que eu chamo de Totalitarismo de Veludo).

Uma norma é o critério (ou princípio) que rege a conduta — ou ao qual nos referimos para fazer um juízo-de-valor. A norma é facilmente associável às noções de “lei” ou de “regra”, porque estes conceitos — que em democracia são fixados por uma instituição, e não por um indivíduo todo-poderoso, como se auto-considera o cínico Santos Silva — levam à prescrição dos comportamentos ou dos estados aos quais está ligado um valor especial.

A norma define o que é normal — porque a norma é instituída em relação a uma medida que estabelece os possíveis desvios, e cuja amplitude se afasta (mais ou menos) da norma.

Ora, acontece, em Portugal, que aquilo que é normal pode, amiúde, ter um critério para a Esquerda, e ter outro critério, bem diferente, definido para a Direita — dependendo apenas da pura subjectividade dos agentes esquerdistas que invariavelmente detêm o Poder.

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Ora, uma norma subjectiva não é propriamente uma “norma”: em vez disso, é um instrumento político totalitarizante, ou de construção de uma ditadura.

Ser “normativo” é privilegiar (ou mesmo tentar impôr) “valores” — que não podem ser confundidos, como faz o cínico Santos Silva, com “facto”, com “medida”, ou com “ideal” (v. Georges Canguilhem, in “O Normal e o Patológico”).

Quando o “valor” da protecção das minorias (que é o que está em causa agora, com a comunidade cigana e com a interrupção do discurso de André Ventura), invocado pelo cínico Santos Silva, obnubila ou reprime a nomeação e/ou identificação pública dos danos que essa minoria (ou comunidade étnica) evidente- e manifestamente causa à sociedade —, então deixamos de estar perante a aplicação de uma norma propriamente dita, mas antes estamos perante uma pura manifestação ideológica (v. ideologia).

O cínico Santos Silva pretende transformar as normas (que são objectivas, por definição, porque são baseadas em valores) que regem a assembleia da república, em critérios ideológicos subjectivos.

André Ventura contrata Cristina Rodrigues, e o Ferro "Estou-me Cagando" Rodrigues a rir

A ex-deputada do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, Cristina Rodrigues, ¿agora trabalha para o CHEGA?!

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Por este andar, iremos ver o José Manuel Pureza a conselheiro político do André Ventura!

Ainda veremos o André Ventura a meter os toureiros, todos amarrados uns aos outros, no Campo Pequeno!

E não vale o estafado argumento segundo o qual “trata-se de apoio meramente profissional”.

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Segundo o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos e na sua acção política, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Trata-se da Lei de O’Sullivan.

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Parece-me que o André Ventura anda à procura de um pretexto qualquer para substituir Rui Rio no assalto ao “centro político” esquerdista — talvez por isso é que o André Ventura anda obcecado com o Monhé das Cobras. E quem se está a rir, com isto tudo, é o Ferro “Estou-me Cagando” Rodrigues.

Em política, não é possível combater um radicalismo com palavras meigas

A ideia de que a política é uma espécie de paraíso, onde as pessoas se perdoam sistematicamente umas às outras, só pode vir de uma cabecinha tonta e demagógica como a da Carmo Afonso.

« (1) No dizer desses dirigentes [do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA] , a governação do país tem-se caracterizado como sendo “socialismo”. Reparar que não radicalizam apenas o seu próprio discurso, incutem também a ideia do radicalismo dos seus opositores.

(2) Veja-se o caso do Partido Socialista; que dizer de um socialismo que, tendo conseguido uma maioria absoluta, recebeu congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato? O socialismo do PS chama-se social-democracia e é puramente social-democrata a governação política dos últimos anos em Portugal. »


Repare, caro leitor: para ela [Carmo Afonso], “socialismo” é sinónimo (ou equivalente a) “comunismo”. e, portanto, o PS não é socialista.

E depois confunde o ideário do Partido Socialista, por um lado, com os dos partidos sociais democratas dos países escandinavos, por outro lado — onde a liberdade económica e empresarial é incomparavelmente maior do que a do Portugal controlado pelo Partido Socialista.

O Partido Socialista tem uma faceta [uma “quinta coluna”] marcadamente marxista — o que não significa que todos os militantes do Partido Socialista sejam marxistas. Isto é um facto que só uma advogada truculenta não vê.

A agenda política [imposta por forças globalistas, tipo Bilderberg ou/e WEF] de aproximação ideológica e programática do PSD de Rui Rio ao Partido Socialista de António Costa — que pretendia criar em Portugal uma “canadanização” [de “Canadá”] da política portuguesa, em que seria praticamente o mesmo votar maioritariamente no PSD como no PS — saiu “furada” com o aumento de influência política do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA.

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Depois, a truculenta advogada vem implicitamente dizer que o estalinismo (ou comunismo) e/ou o nazismo não foram financiados directamente por grandes corporações capitalistas ocidentais — quando ela se admira tanto que o Partido Socialista tenha recebido “congratulações dos bancos, dos banqueiros e do patronato”. 

Peço aos leitores que procurem saber o que se passou com o financiamento das corporações capitalistas americanas em relação aos regimes de Hitler e de Estaline: não acreditem em mim, e tão pouco numa advogada truculenta: investiguem.

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O “socialismo” de Bill Gates, por exemplo, é “socialismo para ti, mas não para mim”; e é garantido por um modelo de globalização que transforma as diferentes regiões culturais do planeta em emulações da China comunista (Mercosul, União Europeia, etc.) , por um lado, e onde os países anglo-saxónicos (por exemplo, Estados Unidos, etc.) garantem a excepção insubmissa das elites plutocratas, por outro lado. Ou seja, é um “socialismo” em que as empresas privadas multinacionais colaboram estreitamente com os Estados [regionais] totalitários, construindo assim vários fascismos regionais a nível planetário (sinificação).

É isto que a comunista Carmo Afonso pretende ocultar dos leitores. E é por isto que o CHEGA incomoda tanto.

Pedro Pinto é o homem ideal para promover uma aliança entre o CHEGA e a IL (Iniciativa Liberal)

Uma coisa é a lei; outra coisa, diferente, é a legitimidade.

Uma lei ilegítima não deve ser considerada como tal. Ou a lei é a forma jurídica do costume ou da tradição ; ou então é um atropelo à liberdade (individual e colectiva), ou seja, é lei ilegítima.

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Para Pedro Pinto — e também para o Cotrim — basta que um cão nasça num estábulo para ser “tomaticamente” um cavalo.

A mentalidade liberal — como são as de Pedro Pinto e/ou a de Cotrim — não entende, jamais, que os horrores da História que a espantam e lhe causam repúdio, são o envesso das falácias que ela própria admira.

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