A diluição retórica do Mal

Há muitos anos, um militante do Bloco de Esquerda disse-me que “o aborto é um acto de amor”.

Vemos aqui como um mal, entendido em si mesmo (o aborto), é justificado retoricamente utilizando o argumento do “amor” no casal. O argumento é o seguinte: para que o amor vingue, no seio do casal, é (muitas vezes) necessário sacrificar a vida de um ser humano em formação.

O “argumento” supra não é racional: é puramente retórico.

A retórica é tudo o que exceda o estritamente necessário para uma pessoa se convencer a si mesma.


A retórica de pior gosto é a que renuncia às exigências estritas e mínimas da cidadania, mas sem renunciar ao seu vocabulário — como é o caso deste textículo do Henrique Pereira dos Santos acerca da corrupção na política:

Eu compreendo que, politicamente, é muito mais eficaz falar de corrupção (do) que falar da simplificação de processos de decisão, que é onde acaba a desaguar o discurso racional sobre corrupção (a versão abrutalhada do discurso sobre corrupção acaba em discussões sobre penas, perseguições, justiça e essas coisas todas que, essencialmente, podem servir para assinalar a virtude superior de quem fala, mas são largamente inúteis para limitar a corrupção).”

Henrique Pereira dos Santos

O Henrique Pereira dos Santos confunde “Poder”, por um lado, e “corrupção”, por outro lado — na ânsia (irracional) de criticar o CHEGA.

A verdade, porém, é que o Poder (entendido em si mesmo) não corrompe!, apenas liberta a corrupção larvar (latente), principalmente de quem aspira irracionalmente ao Poder.

Alguns políticos actuais nem sequer se corrompem!: oxidam-se!.

Portanto, a corrupção não é uma fatalidade do Poder — ao contrário do que afirma (implicitamente) o Henrique Pereira dos Santos.

Ou seja, a “simplificação de processos de decisão” não implica necessariamente “corrupção”, mas o Henrique Pereira dos Santos argumenta que quem pretende combater a corrupção (o CHEGA) faz a ligação entre as duas coisas — tal como o militante do Bloco de Esquerda fazia a ligação entre o “amor” e o “aborto”.

É a diluição retórica do Mal.

O ódio ao CHEGA terá que ser desmascarado

O FaceBook acaba de censurar o CHEGA. Trata-se de censura política.

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O FaceBook, embora sendo uma empresa privada, presta um serviço público; por isso, o FaceBook não pode escolher os seus utilizadores em função de concepções políticas que são autorizadas por lei. Por isso é que a página do Partido Comunista no FaceBook nunca foi sujeita a censura política — e bem!

Mas, em relação ao CHEGA, o FaceBook optou pela censura política. Para o FaceBook, o CHEGA é pior do que um partido estalinista.

Os responsáveis (os indivíduos) pelo FaceBook em Portugal (ou para Portugal) terão que ser identificados e levados a tribunal. O povo português deverá conhecer o nome desses responsáveis, e a cara deles virá chapada nos jornais.

O FaceBook não pode condicionar a democracia em nome de ideais de extrema-esquerda.

Como o partido CHEGA deve lidar com a safardana Isabel Moreira

A Isabel Moreira e respectiva família é oriunda de uma aldeia do concelho de Mirandela, Trás-Os-Montes, onde predomina a herança genética e cultural sefardita. Basta olhar para ela (ou/e para uma fotografia do pai dela) para inferirmos as origens hebraicas da criatura.

isabel-moreira-85210-webUma característica cultural multissecular hebraica, que advém do esoterismo esconso no Talmude e da Cabala, é a quasi-simultaneidade da auto-vitimização e da agressividade obscena, como estratégia de confrontação.

O judeu chora baba e ranho, fazendo-se de vítima, ao mesmo tempo que, furioso, te espeta uma faca nas costas. Estas duas atitudes do safardana são quase simultâneas.

Esta táctica sefardita da safardana Isabel Moreira é utilizada amiúde, nos me®dia, nos confrontos políticos — por exemplo, contra o partido CHEGA.

As fauces da criatura contorcem-se, transparecendo um sofrimento vitimado de quem está a ser violentada, ao mesmo tempo que cospe impropérios mais ou menos insultuosos. É a táctica do judeu. Esta táctica de confrontação retórica foi utilizada sistematicamente pela Isabel Moreira para neutralizar politicamente a Assunção Cristas, ex-dirigente do CDS.

A única forma de lidar com a sefardita Isabel Moreira é deixar de lado a correcção política. Quem vai à guerra, dá e leva. Não queremos deputados bonzinhos no CHEGA. Os deputados bonzinhos e educadinhos (e anjinhos) pertencem ao PSD e CDS: por isso é que a Isabel Moreira (e a Esquerda) gosta deles.

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O filho-de-puta do monhé não vai conseguir tirar-nos a liberdade: assina a petição contra o aumento pornográfico do IUC

É essencial que o leitor assine a petição contra o aumento exponencial do IUC defendido pelo governo do Monhé das Cobras, mesmo que tenha um carro eléctrico: hoje é com outros, amanhã o filho-de-puta do monhé pode embirrar com você, a mando da plutocracia globalista.

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A ideia de que um Opel Corsa a gasolina, com 900 cm3 de cilindrada, e pelo facto de ser de 2002, por exemplo, é mais poluente do que um BMW a diesel de 2 litros do ano de 2018, só pode vir da cabeça de um ignorante ou de um Merdina qualquer.

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É claro que isto não tem nada a ver com poluição, e tem tudo a ver com o ideário do “World Economic Forum” de um neo-feudalismo (sinificação) em construção a Ocidente.

Friedrich Hayek deve estar a rebolar na tumba: escreveu ele o livro “O Caminho da Servidão”, para agora, os mesmos que dizem representar as ideias do austríaco (os ditos “liberais”), defenderem exactamente o contrário das ideias do livro: um novo tipo de feudalismo, em que a classe média dos países ocidentais é erradicada pelos plutocratas “liberais” globalistas, e em que os novos servos da gleba “não possuem nada, e são felizes!”.

Existe uma clara ligação entre o confinamentos do COVID-19, por exemplo, e este tipo de “castigo do povo” que é o aumento exponencial do IUC. Trata-se de uma afirmação da Incontestabilidade de Poder (em que a classe política assume o monopólio do acto gratuito) que é independente do voto democrático; é a classe política, em geral, a dizer ao povo: “votem como quiserem, que nós, os políticos, fazemos o que queremos”. Ou seja, em termos práticos, é a afirmação tácita de que não vale a pena votar.

Esta ideia, calada, segundo a qual “não vale a pena votar contra aquilo que nós queremos”, é tacitamente assumida por quase todos os partidos que, por encontro de vontades, concordam com a actual construção de um Neo-feudalismo, com as cidades 15 minutos, limitação da liberdade de circulação dentro das cidades e dentro dos países (por exemplo, ULEZ), câmeras CCTV em cada esquina, fim da moeda em espécie e a digitalização da economia, a politização da Justiça, a erradicação da classe média — tudo isto já está a ser construído pelas elites globalistas com o beneplácito ou benevolência de quase todos os partidos políticos.

Há quem queira transformar o CHEGA em uma espécie de CDS/PP, fechando a Esquerda à direita

Um tal José Maria Matias, que é familiar da deputada do CHEGA Rita Matias, escreveu o seguinte no Twitter:

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Há uma diferença entre fazer um combate à imigração ilegal e alguma legal, que se tem tornado o principal problema da Europa, com a legitimação do racismo e xenofobia.

Há uma diferença entre alertar para os perigos da islamização da Europa e as consequências que isso traz para as mulheres, para os cristãos e para a identidade das nações, com a legitimação do discurso racista e xenófobo.

Há uma diferença entre o combate ao Inverno Demográfico, e aqui podemos seguir o que melhor fazem os governos da Hungria e da Polónia, com a semântica racista e xenófoba.

Se devemos combater os negacionistas da realidade europeia, os pseudo moderados, desde o centro direita até à extrema esquerda, deve-se combater quem, aproveitando-se da realidade, quer subjugar todos a um conjunto de velhas práticas que deviam estar enterradas no século passado.

Já chega de quererem instrumentalizar boas pessoas para o pior que a Humanidade tem: o racismo e a xenofobia.”

O Matias diz que “há uma diferença” entre “isto e aquilo”, mas não diz qual é a diferença.

Este é o discurso do Nuno Melo e dos “católicos fervorosos” — que são os católicos que renegam personagens como por exemplo S. Bernardo de Claraval ou/e Padre Pio de Pietrelcina: basta ouvir o discurso do actual papa para percebermos que os milagres e os ensinamentos do Padre Pio de Pietrelcina já não são bem-vindos à actual Igreja Católica.

A Esquerda é especialista em não definir conceitos, porque a indefinição é uma arma ideológica; e o Matias segue a estratégia da Esquerda. E quando começamos a definir, a Esquerda e o Matias desatam a fugir.


Segundo o dicionário da Texto Editora:

  • Racismo: doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta em uma suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre outras raças.
  • Xenofobia: aversão às pessoas ou coisas estrangeiras.


Ora, quem não quer imigração em massa não é racista, exactamente porque não pretende criar as condições sociais para que se exerça qualquer domínio de uma etnia sobre outras. Seria racista quem deixasse entrar toda a gente e depois assumisse uma política de superioridade rácica sobre os imigrantes.

O Matias, tal como a Esquerda, mistura “raça” e “cultura antropológica”.

No caso da Esquerda, é propositado; no caso do Matias é estupidez. Por exemplo, quando eu critico o Islamismo, a Esquerda chama-me de “racista” — como se o Islão fosse uma “raça”; mas o Islão não é uma raça. 
O Matias alinha inconscientemente nesta falácia: foram muitos anos de colonização mental esquerdista em Portugal.

Temos, por exemplo, o deputado do CHEGA, Mithá Ribeiro, que sendo mestiço, identifica-se plenamente com a cultura antropológica portuguesa; e há muito branco estrangeiro que, vivendo em Portugal, não se identifica com a nossa cultura antropológica. Portanto, a raça tem muito pouco ou nada a ver com cultura antropológica.

Não gostar da cultura antropológica islâmica, e criticá-la, por exemplo, não significa “xenofobia” — desde logo porque xenofobia é, por definição, uma fobia, e por isso é irracional, ao passo que a crítica ao Islão pretende ser racional.

O Matias é um dos que, no seio do CHEGA, pretende transformar este partido em uma segunda versão do CDS/PP.
Mas, votar por votar, prefiro então votar na versão original.

A “singularidade pachequista” (ou a puta que pariu)

O raciocínio retorcido (“Spin”) do Pacheco é o seguinte: o Galamba e o Pinheiro mentiram na CPI (não foi só o Galamba que mentiu: Tu Quoque, Pinheiro!), mas a verdadeira culpa é dos arruaceiros do CHEGA que intoxicaram não só a opinião pública, mas também os comentadores e os jornalistas.

“Se pensam que o efeito negativo das mentiras de Galamba e Pinheiro são os únicos estragos causados nos portugueses, não se esqueçam do efeito arruaceiro de como alguns deputados intervêm na CPI.”

Intoxicação da opinião pública

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Mas o “spin” do Pacheco vai mais longe: segundo ele, quem está a “estuporar a democracia” é a oposição ao governo… ou seja, o monhé faz merda da grossa (nomeadamente quando não ouviu o presidente da república acerca do Galamba), e a culpa é do conceito subjectivo pachequista de “arruaceiro”… !

O Pacheco, o arruaceiro-mor do reino, que depois do 25 de Abril de 1974 foi visto (por muita gente) a fugir à frente da polícia do Porto na Manif do dia 1º de Maio, não admite uma oposição ao “amigo Costa” que não seja suave e compreensiva em relação às mentiras do Galamba. “O Galamba mentiu na CPI, mas não exageremos!”.

Isto é de um cinismo sem possível classificação de grau, ou um cinismo que se aproxima do grau absoluto — é a singularidade pachequista.


Em termos matemáticos, uma “singularidade” é o ponto em um determinado domínio de uma função no qual o valor da função se torna indefinido. Em uma singularidade típica, a função “aponta para o infinito”, ou seja, na área em torno da singularidade o valor da função aumenta à medida em que este se aproxima daquela ― quanto mais próximo da singularidade, maior é o valor; quando o valor chega à singularidade, torna-se infinito. Em termos da lógica, a singularidade aponta para o absurdo de uma função.

Na astrofísica, o buraco-negro é também referido como uma “singularidade”. Quando a matéria de uma estrela em fim de vida é comprimida para além de um terminado ponto — conhecido como “radius de Schwarzchild” —, torna-se impossível a alguma coisa escapar à sua gravidade, produzindo um ponto de massa de uma “densidade infinita”. Na singularidade, as leis da Física (e da ciência em geral) deixam de ser aplicáveis.


O cinismo do Pacheco aproxima-se da respectiva “singularidade” que é um buraco-negro da política.

É a inversão revolucionária da culpa (a inversão do sujeito/objecto): a culpa da acção negativa dos revolucionários é sempre das respectivas vítimas, porque estas não compreenderam as noções revolucionárias que levariam a um inexorável futuro perfeito e destituído de qualquer “mal dos arruaceiros”.

O dia das mulheres é todos os dias, porra!

Ainda iremos ver o CHEGA a desfilar no 1º de Maio na Praça Vermelha; ou no Gay Pride: para lá vai caminhando… e o Santos Silva rejubila…

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Augusto Santos Silva é o dono do bordel “democrático”

Lembro-me de o CDS ter sido apodado pejorativamente de “direita conservadora” por Manuel Alegre, e no tempo de Paulo Portas; depois deste, veio a Assunção Cristas, e o CDS ficou domesticado pelas invectivas insultuosas, regulares e sistemáticas, de Isabel Moreira. Só faltou à Assunção Cristas pedir-lhe desculpa pelo facto da sua própria identidade.

Ora, como sabemos, nem no tempo de Paulo Portas e do seu amigo panisgas  Adolfo Mesquita Nunes, o CDS pertenceu à “direita conservadora”. santos silva frenologia web

Agora, temos este animal a chamar de “extrema-direita” ao CHEGA.

  1. Defender aberta- e publicamente a família natural (a que G. K. Chesterton chamou de “triângulo de truísmos – pai, mãe, e filho”), parece ser agora da “extrema-direita”;
  2. pugnar pelos símbolos da Nação e da Pátria, passou a ser de “extrema-direita”;
  3. defender a coesão cultural e social da sociedade portuguesa através da limitação da imigração, passou a ser de “extrema-direita”.

Sem defender aqui a frenologia, há que convir, ainda assim, que as protuberâncias da caixa craniana da criatura em questão indiciam um psicopata de alto coturno — à semelhança dos ministros socialistas que agora já vão algemados para a tomada de posse.

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E são estes filhos de uma grande puta que dizem que “o Chega é uma doença fatal para a democracia”.

A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

Nuno Afonso: o carisma de um trapo velho

Moção de confiança a Ventura é uma “palhaçada”, diz ex-vice-presidente do Chega (Nuno Afonso).

A criatura não se enxerga. Para ser líder, é necessário carisma.

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