O Partido Socialista e o Bloco de Esquerda : “Les bons esprits se rencontrent…”

O ex-secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, e a eurodeputada Marta Temido são dois dos apoiantes da flotilha humanitária que está a caminho de Gaza, na qual seguem três portugueses: a bloquista Mariana Mortágua, o activista Miguel Duarte e a actriz Sofia Aparício.

No PS, os deputados Isabel Moreira, Marina Gonçalves, Miguel Costa Matos, Tiago Barbosa Ribeiro, Jamila Madeira e Eva Cruzeiro também são apoiantes da flotilha da Liberdade, assim como a eurodeputada Ana Catarina Mendes e a ex-deputada Ana Isabel Santos.”


O Partido Socialista e o Bloco de Esquerda estão cada vez mais próximos, mais iguais. Praticamente já não se distinguem um do outro.

Votar no Partido Socialista é votar no Bloco de Esquerda. São dois partidos extremistas e anti-Ocidente, duas faces da mesma moeda radical.

A flotilha de pacotilha voltou novamente ao porto de Barcelona

ana colau & Mariana Mortagua web

Primeiro, as meninas rabinas anunciaram que eram 37 barcos que compunham a flotilha de pacotilha, quando, em boa verdade, eram apenas 24 barcos. As meninas rabinas mentiram. Dos 24 barcos iniciais, restam agora 19, depois do segundo retorno à base.

A primeira largada de Barcelona da flotilha de pacotilha no passado Domingo foi uma encenação para os me®dia manipularem a opinião pública, sendo que uma maioria de barquinhos da flotilha de pacotilha saiu do molhe e voltou a entrar nele.

Triste figura: as escuteiras foram acampar para Gaza mas voltaram à base com medo de uma marejada

ana colau & Mariana Mortagua web

A ideia da flotilha de pacotilha não é ajudar a população de Gaza: em vez disso, é diminuir e destruir a imagem de Israel.

É disto que se trata. Não é uma flotilha humanitária; é uma flotilha ideológica.

Nota: ¿já repararam que a Mariana Mortágua tem uma testa pequena e simiesca?

O Bloco de Esquerda faz parte de uma religião anticósmica

soterioligia esquerdista

Das duas, uma: ou Mariana Mortágua é uma hipócrita de alto coturno, ou a Esquerda radical transformou-se em uma espécie de religião.

Não é uma religião no sentido tradicional do termo, porque tem uma forte componente anticósmica na medida em que a sua mundividência “religiosa” reflecte apenas a realidade do que se passa para cá da órbita dos satélites artificiais terrestres — tudo o que se passa para além dos satélites artificiais é ignorado pela “religião” da Esquerda radical: o universo está limitado ao mundo sub-lunar das órbitas dos satélites artificiais; para a Esquerda radical, o universo é hoje reduzido a uma espécie de rede de Internet.

Nesta frase da Mariana Mortágua — “O mundo e a humanidade estão a ser salvos pelo povo palestiniano” — podemos ver claramente uma corruptela do Milenarismo herdado do marxismo clássico, que anuncia o “fim-dos tempos” e/ou os “amanhãs que cantam”, e que reflecte a evolução das religiões gnósticas da Antiguidade Tardia ao longo dos séculos — desde o “Evangelho da Verdade” de Valentino, passando pelo medievo Joaquim de Fiore, e até ao moderno Adolfo Hitler.

O verbo “salvar”, utilizado pela Mariana Mortágua neste contexto, induz um significado soteriológico à mensagem política que pretende transformar a ideologia em religião — o que, de certo modo, identifica a Esquerda radical com o Islamismo, constituindo, ambas as ideologias, princípios de ordem política de índole religiosa.

A Mariana Mortágua quer mais socialismo

Devido a falta de combustíveis fósseis, o povo cubano recorre ao transporte de tracção animal, fazendo com que Cuba seja o país mais ecológico do planeta e seja considerado como “um país socialista exemplar” pela Mariana Mortágua.

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Em Cuba não há emissões de CO2; as vacas não tossem e estão proibidas de peidar. Cuba é o paraíso da Mariana Mortágua na Terra. É pena que ela não vá viver para Cuba: ficávamos felizes por cá, e ela também por lá.

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Vai lá estar o Boaventura Sousa Santos?

Estão todos deitados na mesma cama; não tenhamos ilusões.

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O Partido Socialista é o Mefistófeles da Esquerda, sem o qual seria muito mais difícil a sobrevivência de partidos mais radicais como o LIVRE e/ou o Bloco de Esquerda.

O radicalismo de Esquerda é alimentado pelo Partido Socialista, porque é a forma que o Partido Socialista encontrou para justificar (perante o povo) o seu estatuto de “partido político moderado”.

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Isabel Moreira e a censura prescritiva do Partido Socialista e da Esquerda radical

A censura do Estado Novo apenas proscrevia determinados discursos no espaço público.

Contudo, o chamado “politicamente correcto”, encabeçado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira (e da Alexandra Leitão), e coadjuvado pelo LIVRE, Bloco de Esquerda, PAN, e pelo Partido Comunista — para além de proscrever um determinado tipo de discurso público, prescreve também outro tipo de discurso público.

A censura praticada pelo politicamente correcto, identificada claramente pela acção política da Isabel Moreira (Partido Socialista), tem vislumbres da censura praticada na Coreia do Norte: é uma censura que não só proscreve, mas também prescreve.

A censura prescritiva — a do Partido Socialista da Isabel Moreira e da Esquerda radical, à moda da Coreia do Norte —, que é a exigência segundo a qual algumas coisas não podem ser ditas (censura proscritiva), mas também a exigência de que outras coisas têm que ser (obrigatoriamente) ditas (censura prescritiva), é a pior forma de censura que podemos conceber — porque nos conduz (a sociedade inteira) não só ao tédio cultural e político, mas a um senso de violência contra as nossas mentes, porque as coisas que devem ser obrigatoriamente ditas e que não podem ser compulsoriamente negadas, são normalmente falsidades óbvias e grosseiras.

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Ser obrigado a aceitar e repetir falsidades grosseiras é muito pior do ser meramente proibido de dizer qualquer coisa.

Quando comparado com Isabel Moreira, Salazar era um menino de coro.

Artigo da Cristina Miranda acerca do Poder proxeneta dos sibaritas do Terreiro do Paço

Aconselho a leitura deste artigo da Cristina Miranda acerca do resultado das últimas eleições e as suas (destas) repercussões nos me®dia.

Ao contrário, por exemplo, do Henrique Pereira dos Santos e do Corta-fitas, que preferem e proferem uma narrativa apologética do sistema político rotativista que nos governa desde há 50 anos — fruto de um CDS completamente vendido à Esquerda e destruído por dentro por Paulo Portas e Assunção Cristas —, a Cristina Miranda tem uma leitura crítica e independente acerca do Poder proxeneta instalado há 50 anos na capital-do-império-que-já-não-existe, e dos sibaritas que pululam pelo Terreiro do Paço.

Dois excertos do texto:

«Está mais do que provado: os jornalistas de hoje são meros fazedores de opinião, verdadeiras claques políticas, ao serviço de agendas bem definidas. Alguns cumprem ordens, outros fazem-no com entusiasmo.

Mas estes resultados eleitorais também lhes pertencem — são o reflexo do descrédito gerado por um serviço público profundamente degradado».

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«Há cerca de 1,5 milhão de imigrantes com NISS mas sem registo activo de contribuições na Segurança Social. Isso não significa que todos vivem à custa do sistema, mas:

  • Muitos não trabalham legalmente (ainda).
  • Outros aguardam regularização.
  • Alguns estão em actividade informal.
  • Existem dependentes (filhos, cônjuges) sem obrigação de descontar.

A discrepância revela um modelo insustentável a longo prazo, se não houver políticas activas de integração laboral. Gera tensões sociais e percepções de injustiça fiscal entre os cidadãos nacionais. Pode colocar em risco a sustentabilidade da Segurança Social se o número de beneficiários passivos ultrapassar o de contribuintes activos.»

Leiam o resto.

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¿Por que razão não mudam as leis neste país?! — pergunta o ex-deputado António Sousa Lara

Porque 1/ quem manda neste país é a maçonaria; 2/ a maçonaria identifica-se plenamente com o globalismo — que é uma espécie de socialismo global para os ricos e um capitalismo selvagem e social-darwinista para os pobres —; 3/ a maçonaria, representando o “liberalismo internacionalista e ecologista” da BlackRock e da Vanguard, trata de modo diferente os seus principais inimigos: vomita para cima da Direita tradicionalista, e absorve e recupera os da Esquerda: por isso é que os radicais de Esquerda são aliados circunstanciais da maçonaria.

Por exemplo, para o maçon Luís Montenegro e para a radical marxista Mariana Mortágua, não existe diferença entre cidadão, por um lado, e residente, por outro lado. Cidadão = Residente. Para os dois, um cidadão é um residente em Portugal, e um residente no país é um cidadão.

A pequena diferença entre Luís Montenegro e Mariana Mortágua é a de que o primeiro é um “patriota cosmopolita” (no conceito de Fernando Pessoa) e a segunda é uma “antipatriota cosmopolita” (internacionalista trotskista/marxista) — o “patriotismo cosmopolita” é definido por Fernando Pessoa como o “atribuir a uma nacionalidade, como princípio de individuação, não uma tradição determinada1, nem um psiquismo determinante tal2, mas um modo especial de sintetizar as influências do jogo civilizacional. (…) Para ele3 não há propriamente uma alma nacional; há apenas uma direcção nacional. Uma nação tem apenas, dados os factores inalienáveis de situação geográfica, um determinado papel no conjunto das nações, de que é formada uma civilização”.4

Um maçon (que se preze) é um “patriota cosmopolita” que não vê no cidadão um portador de uma alma nacional: em vez disso, vê nele um mero residente de uma sociedade que cumpre circunstancialmente um determinado papel em um determinado conjunto de nações.

A Mariana Mortágua é uma “antipatriota cosmopolita” comunista — que tem em comum, com o Luís Montenegro , o facto de ser cosmopolita.

“O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução”5

(…)

“O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem” 6.


Notas
1. patriota tradicionalista
2. patriota integral
3. para o patriota cosmopolita
4. Fernando Pessoa, “O Preconceito Tradicionalista”.
5. Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”.
6. idem

O aborto ilegal é crime

A mulher deve ser criminalmente processada em caso de aborto ilegal. Ponto final.

E se se demonstrar que um homem a coagiu a abortar (ou se ele teve conhecimento da intenção de ela abortar, e nada fez contra), a pena é-lhe extensível e aplicável na mesmíssima medida.

A pena criminal não significa sempre e necessariamente prisão, mas sobretudo pena suspensa. Mas a mulher que aborta tem que ir a tribunal (o que não significa pena de prisão).

“Aborto ilegal” significa interrupção da vida humana uterina, com excepção da malformação severa do feto e de gestação por estupro. Ainda assim, o “aborto legal” será sempre sancionado por um colectivo de juízes (não pode ser só um juiz).

Portanto, a ideia de que o aborto é um direito fundamental da mulher, em quaisquer circunstâncias, é uma vergôntea do jacobinismo de 1779 que tem que ser invertido. Matar um ser humano indefeso, não pode ser um “direito fundamental” de alguém.

Em Portugal, o infanticídio já não dá pena de prisão: uma mulher que mata o seu próprio filho já nascido, apanha apenas pena suspensa.

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Precisamos de uma contra-revolução de 1779; de um jacobinismo ao contrário — nem que tenhamos que eliminar os adultos que defendem o assassínio de crianças.