O Partido Comunista cada vez mais se parece com o Bloco de Esquerda

Vemos, na imagem abaixo, o candidato do Partido Comunista à Câmara Municipal de Lisboa, João Ferreira — na companhia de um transgénero que dá pelo nome de @RainhaPuta.

Não tarda nada, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda formam um único partido.

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H/T: JPA

A Esquerda pretende proibir a tua existência enquanto ser humano livre

A Esquerda pretende proibir as touradas.

tourada-faena-webJá lá vai o tempo (Maio de 1968) em que a Esquerda dizia que “é proibido proibir”; e a proibição das touradas é apenas a ponta do aicebergue: a seguir, a Esquerda irá decidir (por exemplo), por decreto, aquilo que podemos (ou não) comer.

É nisto que consiste o enorme poder das minorias, em uma sociedade permissiva e complacente (a “complacência” é coisa diferente de “tolerância”).

Imaginemos uma família composta por pai, mãe e quatro filhos. Bastaria que a filha mais velha (por exemplo, de 14 anos) assumisse ser uma Vegan fundamentalista, e não tardaria muito tempo até que toda a família seguisse (de uma forma mais ou menos coerciva) uma dieta mais ou menos veganista.

É este o poder fáctico da minoria, em uma sociedade (neste caso, uma família) que perdeu as suas referências tradicionais e históricas.

Porém, a grande vitória da Esquerda (apoiada pelos neoliberais) foi a de tornar obrigatória a inoculação de uma qualquer substância na corrente sanguínea dos indivíduos: hoje é uma vacina; amanhã será uma outra substância qualquer — a partir do momento em que os indivíduos sigam as ordens (de uma minoria) no sentido da obrigação da auto-inoculação de uma qualquer substância, fica instalada a maior tirania que alguma vez foi pensada: Estaline ou Hitler, se vivessem hoje, ficariam extasiados!.

Ninguém é obrigado a ver touradas; mas não te esqueças (nunca!) que o que o Bloco de Esquerda e/ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) pretendem, não é apenas proibir as touradas: é sobretudo proibir a tua existência, enquanto ser humano politicamente livre.

O romantismo que os me®dia apregoam e propagandeiam

Eu tenho um sério enviesamento lógico, na minha forma de pensar; talvez por isso, textos como este são-me de difícil assimilação.

Por exemplo, não me parece que seja plausível colocar, em um mesmo plano de avaliação crítica, um texto de Camilo Castelo Branco (um romântico, tal como Rousseau antes dele) e outro do Padre António Vieira (um clássico, na forma de pensar).

“O clássico é a saúde; o romantismo é a doença” (Goethe)

O romantismo continua a ser o combustível ontológico que alimenta a actual Esquerda (e o politicamente correcto) — pelo menos no que diz respeito à ideologia.

agir-webA actual cultura de auto-vitimização (politicamente correcta e de Esquerda) e o narcisismo exacerbado, são próprios do romantismo da segunda metade do século XVIII, e inclui (tal como aconteceu no século XVIII) uma revolta contra os padrões éticos e estéticos em vigor na sociedade.

Assim escreveu Bertrand Russell: “O homem de sensibilidade [ou seja, o romântico do século XVIII) choraria ao ver a miséria de uma só família camponesa, mas ficaria frio diante de um plano bem gizado para melhorar a sorte do camponês, inserido na sua própria classe” [História da Civilização Ocidental].

O homem culto da segunda metade do século XVIII tinha “uma tendência para a emoção, em especial a da simpatia” (idem). Ora, é este tipo de “homem de sensibilidade” (o “homem culto” actual) que controla a ideologia dominante da Esquerda actual (o politicamente correcto ou marxismo cultural, e a “cancel culture”).

O romântico é sempre do contra (em tudo: na ética, na estética, na cultura, na política, etc.), independentemente das consequências; é do contra, porque sim!.

Para o romântico do século XVIII (Rousseau et Al) e para os românticos actuais (por exemplo, as ideologias do Bloco de Esquerda ou Partido Socialista), o erro humano não advém da psicologia humana (o erro não se deve a culpa própria), mas antes advém dos padrões de valores dominantes na cultura e na sociedade (a culpa é da sociedade).

Por isso é que a Esquerda “progressista” (marxismo cultural), nos Estados Unidos, diz que “a matemática é racista”: alegadamente, os negros têm mais dificuldade na matemática (quando comparados com os asiáticos, por exemplo), por culpa dos padrões de valores sociais (a culpa é sempre da sociedade).

Para o romântico, a culpa do mal é sempre dos outros. A genealogia do mal assenta na própria sociedade, da qual o romântico (de uma forma assumidamente superior) se auto-exclui.

A oposição ao capitalismo — tanto no século XVIII na guerra contra a burguesia, como no século XXI na guerra contra os judeus — é uma característica do romantismo. E, na medida em que (alegadamente) o romantismo pretende libertar o ser humano de convenções e da moralidade sociais, não se deu conta de que as soluções e alternativas que apresenta para a sociedade roçam a barbárie.

Por baixo da “casca de cebola” do Bloco de Esquerda, está o Mário Tomé

Por detrás dos sorrisos da palhaça, está um partido sinistro que tem o Mário Tomé na comissão política.

palhaca e mario tome web

Hannah Arendt tinha razão quando se referiu à analogia da “casca de cebola” nos partidos totalitários. O Bloco de Esquerda é o partido totalitário UPD em actualização.

As contradições propositadas do Francisco Louçã

“Alles muss Anders sein !” → Adolf Hitler


Encontrei aqui o seguinte trecho da autoria de Francisco Louçã:

O BE é um movimento socialista 1 e desse ponto de vista pretende uma revolução profunda na sociedade portuguesa.

O socialismo é uma crítica profunda que pretende substituir o capitalismo por uma forma de democracia social. A diferença é que o socialismo foi visto, por causa da experiência soviética, como a estatização de todas as relações sociais. E isso é inaceitável.

Uma é que os meios de produção fundamentais e de regulação da vida económica sejam democratizados 2  em igualdade de oportunidade pelas pessoas.

Outra é que a arte, a cultura e as escolhas de vida possam ser impostas por um Estado 3 . (…)

É preciso partir muita pedra e em Portugal é difícil. Custa mas temos de o fazer com convicção.”


francisco-louca1Francisco Louçã defende aqui a ideia segundo a qual é possível separar a cultura, por um lado, e a economia, por outro lado.

Aliás, esta ideia não é monopólio do Bloco de Esquerda: por exemplo, os ditos “liberais” (por exemplo, o IL – Iniciativa Liberal) também defendem esta separação.

Francisco Louçã defende uma economia fortemente controlada pelo Estado, e simultaneamente uma cultura livre das amarras do Estado. Ou o Francisco Louçã mente, ou é estúpido. Eu penso que ele mente estupidamente.

Nós verificamos que uma das condições do incremento do Totalitarismo de Veludo a que assistimos, é exactamente o controlo da cultura por parte do Estado, com a criação coerciva de novos tabus em substituição de antigos tabus que se tornaram inconvenientes para a agenda política do Bloco de Esquerda.

Ou seja, não é possível limitar a liberdade na economia sem previamente limitar a liberdade na cultura: as duas áreas estão intimamente ligadas.


Notas
1. diferenciado da noção social-democracia, entenda-se – nota minha
2. atenção que o termo não tem equivalente semântico no ocidente e significa colectivização – idem
3. é esta a denúncia mais grave contra as posições ideológicas do PCP

A moderada radical

Temos aqui um texto de uma tal Mafalda Anjos, directora da revista “Visão”, que coloca em uma mesma categoria o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado. Aliás, este tipo de classificação “moderada” está na moda, como prova a opinião balofa de uma outra que tal, Susana Dias.

Se, em alguma coisa, a sociedade portuguesa já ganhou com a presença política do CHEGA, foi fazer com que este tipo de criaturinha me®diática se atrevesse a colocar em causa, aberta- e publicamente, a agenda política do Bloco de Esquerda. O CHEGA funciona como uma espécie de “válvula de escape” social que permite (concede a oportunidade e o pretexto) a esta gentinha dar largas à sua liberdade de opinião.

Colocar o mesmo saco (como o faz a tal Mafalda) o Bloco de Esquerda — um partido que procura activamente a construção de um totalitarismo estatal —, por um lado, e o CHEGA — um partido que defende a liberdade do indivíduo face ao Estado —, por outro lado, só pode vir de uma mente desconfigurada. Ou de uma “moderada radicalizada” que olha para o Bloco de Esquerda com um certo complexo de Édipo.

Camaradas!: a Joana Mortágua “virou” reaccionária

Escreve, a Joana:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados eleitos para representar os interesses dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

O texto correcto seria o seguinte:

“Como confiar num sistema político que permite que as deputadas e os deputados, eleitas e eleitos para representar os interesses das cidadãs eleitoras e dos cidadãos eleitores, possam agir em nome de interesses económicos particulares, muitas vezes contra o interesse público?”

Começamos a ver o Bloco de Esquerda a entrar em um revisionismo inadmissível!

A diferença entre racismo e racialismo

A actual situação humilhante da minoria branca na África do Sul permitiu que a comunidade negra, entendida aqui a nível internacional, alimente a ideia segundo a qual é possível humilhar (em geral) o homem branco — em uma espécie de “redenção histórica” de soma zero, de uma vingança contra o homem branco.

Por exemplo, na África do Sul actual, é praticamente impossível a um homem branco arranjar um posto de trabalho qualificado que possa ser ocupado por um negro: em primeiro lugar estão os negros; e só depois, os brancos. O governo negro da África do Sul já nem disfarça o seu racialismo ideológico.

hitler-mamadou-webÉ neste contexto de corporização do ideal da supremacia da negritude sobre o homem branco — o racialismo, que é uma das características da África do Sul do apartheid suave contra os brancos — que surge também a diabolização da maioria branca nos Estados Unidos.

O racialismo (sustentado ideologicamente pela evolução do marxismo cultural e do pós-modernismo, até aos nossos dias, e que se materializa na Teoria Crítica de Raças) distingue-se do mero racismo por aquele ser racionalizado — ao passo que o racismo é, em larga medida, irracional; é uma espécie de fobia. Em contraponto, o racialismo é um racismo “racionalmente” fundamentado, expresso em uma qualquer teoria crítica da raça.

Em geral, os seres humanos são (instintivamente) racistas. Trata-se de uma característica natural inerente à própria condição humana.

Por exemplo, durante séculos existiu em Portugal um determinado racismo em relação aos espanhóis (“De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”, diz o povo português); e ainda hoje esse racismo anti-espanhol permanece adormecido no subconsciente dos portugueses (em geral).

Na década de 1980, eu fui objecto de discriminação em um restaurante de uma aldeia recôndita da França provençal, porque me tomaram por alemão: os proprietários do restaurante recusaram-se terminantemente a servir-me uma refeição; e quando eu lhes disse que era português, pediram-me desculpa pelo equívoco e serviram-me a comida.

Por toda a Europa, existe racismo entre os próprios brancos.

O racismo é um fenómeno social natural. Mas o racialismo já não é natural: é fabricado pelos ideólogos marxistas e pós-modernistas (o marxismo cultural, próprio da actual Esquerda), tirando partido da fragilidade natural da condição humana.

Em Portugal, temos também ideólogos do racialismo; por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o Mamadou Ba. É gente que fundamenta “racionalmente” a necessidade de discriminação em relação à cultura europeia (contra a “cultura dos brancos”, um certo racismo anti-branco “racionalizado”), na esteira do ideário político do comunista Gramsci.

O racismo é um fenómeno social e individual natural, porque é instintivo (faz parte do instinto humano).

O racialismo é uma postura de acção política “racionalmente” fundamentada que vê em um determinado tipo de discriminação rácica as virtudes de um futuro utópico e redentor. O racialismo é próprio da mente revolucionária.

Não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda

O pretenso debate acerca da vida e da morte do Tenente-coronel Marcelino da Mata (ocorrido há dias na TVI (ver vídeo 1 e vídeo 2) entre o comunista Fernando Rosas, por um lado, e por outro lado o ex-líder do CDS, José Ribeiro e Castro — provaram que não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda, porque se trata de um “diálogo de surdos”; não existe qualquer ponto de contacto ideológico e político entre o Bloco de Esquerda e o povo português.

O ideário político do Bloco de Esquerda é “Anti-Portugal”; tudo o que é português, ou o que se identifica (para o bem e/ou para o mal) com a História de Portugal, é o inimigo ideológico a abater pelo Bloco de Esquerda.

Vejamos esta logomaquia da autoria de um notório percevejo do Bloco de Esquerda: tal como acontece com o conceito muito vago de “sofrimento insuportável” na lei da eutanásia (o que levou a que Marcelo Rebelo de Sousa enviasse a lei para o Tribunal Constitucional), assim o conceito de “homofobia” carece de uma noção respectiva; ou melhor: a noção de “homofobia” consensual não tem nada a ver com o conceito alargado e utilitário utilizado pelo Bloco de Esquerda.

Ademais, a repressão política e ideológica sobre o povo português, conduzida nomeadamente pelo Bloco de Esquerda e por uma franja bem identificada do Partido Socialista (por exemplo, Isabel Moreira) e da Não-esquerda (por exemplo, Paula Teixeira da Cruz, ou Teresa Leal Coelho), traduziu-se em uma espiral do silêncio acerca do conceito de difuso de “homofobia” — conceito esse que passou a ser “pau para toda a colher”. É neste contexto político que a referida criatura do Bloco de Esquerda diz que “a homofobia deixou de ser maioritária” — ou seja, o conceito difuso de “homofobia” passou a ser um instrumento de repressão cultural para-totalitária sobre o povo português; trata-se de uma componente fundamental da lei-da-rolha que caracteriza o Totalitarismo de Veludo que está a ser construído pela Esquerda radical.

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É este tipo de lei-da-rolha (alegadamente contra a “homofobia” que ninguém sabe o que significa) que levou a que o professor universitário inglês James Caspian apelasse para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, quando o referido investigador britânico viu o seu estudo científico acerca dos transgéneros censurado pelo Poder esquerdista radical que controla (nomeadamente) as universidades.

Porém, neste caso, as baratas e os carrapatos do Bloco de Esquerda já são contra a liberdade, e aliam-se tacitamente à plutocracia globalista (a aliança tácita entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã) que pretende destruir quaisquer padrões de pensamento lógico, para assim poder controlar os seres humanos a bel-prazer.