O Henrique Pereira dos Santos e Luís Montenegro

“(…) ontem passei algum tempo no carro e, por isso, tive oportunidade de ouvir, ao vivo e em directo, a quantidade de idiotices que jornalistas perguntaram a Luís Montenegro sobre auriculares e afins.

A situação não nasceu do vácuo, resulta de umas declarações tontas de Luís Montenegro que os senhores jornalistas consideraram ofensivas, razão pela qual se sentem na obrigação de sinalizar a sua virtude fazendo perguntas ainda mais tontas que as declarações iniciais, a que ninguém liga nenhuma a não ser os jornalistas, claro.”

O auricular e a carteira

Quando o Luís Montenegro faz declarações públicas salazarentas, é classificado (por Henrique Pereira dos Santos) de “tonto”; mas se André Ventura fizesse as mesmas declarações “tontas” de Luís Montenegro, seria certamente classificado de “salazarista”.

Com jeitinho, a cara de Henrique Pereira dos Santos caberia no conjunto da tropa diversificada abaixo representada. Estamos a ser culturalmente conduzidos por uma récua.

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O fim anunciado do CHEGA

A esmagadora maioria dos votantes do CHEGA é a favor da existência da Ucrânia como país independente, e é contra a invasão militar da Ucrânia pela Rússia de Putin.

Viktor Órban, o primeiro-ministro da Hungria, tem uma posição exactamente contrária à da maioria dos votantes do CHEGA: é contra a existência da Ucrânia como país independente, e é a favor da invasão de Putin, de quem é amigo pessoal.

André Ventura, defende agora a entrada do CHEGA em um novo grupo europeu organizado pelo Viktor Órban. Da minha parte, deixo de votar no CHEGA.

Se considerarmos que a oposição política ao CHEGA irá utilizar o argumento “Viktor Órban é amigo de Putin” para criticar André Ventura, estamos perante o fim anunciado do CHEGA.

Um erro crasso de André Ventura.

A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade

A Internet, e as tecnologias associadas a ela, vieram transformar fundamental- e irreversivelmente o mundo.

Quando, há anos, comecei a ver paquistaneses, bangladeches ou africanos com “smartphones”, percebi imediatamente que as migrações vindouras para o Ocidente teriam sempre a ver com uma nova percepção do mundo que a tecnologia propala (sobretudo a percepção de eventuais possibilidades de ascensão social materialista) pela população do Terceiro Mundo — e nada a ver com a ideia miseravelmente propagandeada por uma Esquerda psicótica e delirante (delírio interpretativo), que vê no Aquecimento Global Antropogénico a causa das migrações, e um substituto encapotado do marxismo.

Quem estiver atento ao discurso (por exemplo) de Clara Ferreira Alves nos me®dia (SICn), tem a noção exacta do que significa Delírio Interpretativo.

Outra causa das migrações do Terceiro Mundo para o Ocidente são as guerras regionais, como foi o caso da guerra na Síria, e/ou as consequências da chamada Primavera Árabe — literalmente incentivadas e organizadas pelos bilionários globalistas (aka Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques regionais e/ou locais (sejam estes marxistas ou islamitas radicais).

Fica claro que o bode expiatório das migrações em massa, é atribuído, no entanto, ao putativo Aquecimento Global Antropogénico.

Os me®dia (ou Média), controlados pelos globalistas e internacionalistas, criam um mito (mediante a pseudo-informação e a sub-informação) para ocultar, na percepção dos povos, as verdadeiras causas das migrações massivas do Terceiro Mundo em direcção ao Ocidente.

Em vez de desenvolverem e fazerem progredir os países dos Terceiro Mundo, os globalistas (aliados aos caciques locais, entre estes os neo-marxistas) pretendem transformar o mundo inteiro em um imenso Terceiro Mundo globalizado — um Planeta-Prisão, em que a classe média é erradicada, e implantado um novo tipo de feudalismo à escala global.

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A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade.

O liberalismo resultou desfavorável à própria liberdade, porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si mesma para não se auto-destruir.

A Isabel Moreira irá ver como se dança em Paços de Brandão

Segundo o professor Jordan B. Peterson, a violência da mulher consiste principalmente na destruição da reputação de pessoas ou de instituições.

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É o que tem tentado fazer a Isabel Moreira em relação ao CHEGA, depois de o ter feito em relação ao CDS: a verdade é que o CDS extinguiu-se, em grande parte devido à inabilidade de Assunção Cristas em lidar com ataques pessoais e contra a reputação do partido, vindos da extrema-esquerda em geral, e da Isabel Moreira em particular.

A Isabel Moreira é useira e vezeira neste tipo de maledicência pública.

Com André Ventura, a Isabel Moreira irá bater contra uma parede. Mas não só: a violência reputacional da Isabel Moreira irá fazer ricochete — como já está a fazer. O tempo da Direita timorata já passou; agora é a doer.

A Isabel Moreira irá ver “como se dança em Paços de Brandão”.

O inimigo a abater é o Partido Socialista

A censura parlamentar do esquerdalho desqualificado (personalizado na inqualificável e inenarrável Isabel Moreira) em relação a André Ventura e ao CHEGA, não é caso único.

Em Espanha, a socialista Francina Armengol (a Isabel Moreira lá do sítio), solicitou a censura do discurso de Santiago Abascal, líder do partido VOX, porque este chamou ao caudilho socialista Pedro Sánchez de “majestade”.

A socialista Francina Armengol, dirigindo se Santiago Abascal, avisa: “Iremos proibir a ironia!”

Existe de facto a preparação de um PREC [Processo Revolucionário em Curso]. A extrema-esquerda perdeu votos porque migrou para os partidos socialistas de ambos os países.

Tanto em Espanha, como em Portugal, o inimigo a abater é o Partido Socialista.

O romantismo do povo português, em relação ao Brasil, acabou !

“Avisámos para isto vezes sem fim. Denunciámos o mar de imigração, tráfico e escravidão em que se estava a tornar Portugal. Infelizmente, o Governo e os partidos não quiseram ouvir!”

André Ventura


“Escravidão” é a condição social e psicológica da “escravatura” que, por sua vez, é a condição POLÍTICA e HISTÓRICA inerente ao tráfico de escravos.

Imaginem este texto de Manuel Alegre:

“Mesmo nas noites mais tristes / em tempo de escravidão / há sempre alguém que resiste / há sempre alguém que diz ‘não’”.

Aqui, “escravidão” é a condição social e psicológica da pessoa oprimida, que pode não ser escrava (no sentido político e económico), mas simplesmente perseguida politicamente.

Uma pessoa vítima de “escravidão” pode não ser escrava (no sentido político e económico); mas uma pessoa vítima de “escravatura” é com certeza escrava.

Falem e escrevam português; deixem a língua brasileira para os brasileiros.


Nota: O ódio dos brasileiros em relação aos portugueses é institucional, foi aprendido nas escolas e nas universidades, e propalado na cultura antropológica. Os portugueses vão ter também que devolver esse ódio institucional. Não esquecer que o QI médio dos brasileiros é inferior ao dos marroquinos.

Nuno Afonso: o carisma de um trapo velho

Moção de confiança a Ventura é uma “palhaçada”, diz ex-vice-presidente do Chega (Nuno Afonso).

A criatura não se enxerga. Para ser líder, é necessário carisma.

NUNO AFONSO WEB

Small men have issues

“Ora, acontece também que, quando o Chega é chamado a intervir no Parlamento sobre educação, tendo o deputado Mithá Ribeiro já a sua intervenção preparada, o presidente do partido designa um qualquer outro deputado para fazer a intervenção, a quem não se reconhece particular competência para falar sobre o assunto.”

Napoleão Venturaparte

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O jornaleiro António Marujo, a falácia ad Hitlerum e o “discurso de ódio”

Quando a argumentação dos nossos inimigos políticos entram pelo absurdo adentro, já ganhamos o debate. Podemos não ter ganho a guerra política, mas a vitória no debate intelectual já não nos escapa.

antonio marujo ad hitlerumDou o exemplo de um jornaleiro que dá pelo nome de António Marujo (tem um alvará de inteligente) que utiliza a falácia ad Hitlerum  para atacar o André Ventura. Normalmente, esta falácia é utilizada já entrados no calor da refrega ideológica, mas, neste caso, o marujo entra ab initio no absurdo da comparação de André Ventura com Hitler.

É espantoso o que está a acontecer em Portugal. Um dia destes irão dizer que o André Ventura é o próprio Hitler reencarnado. Parece que, com o CHEGA, o regime corrupto treme.

Claro que o tipo de discurso (o do marujo) não é considerado de “ódio”; o “discurso de ódio” é aquele com que ele (e a comandita que sustém o regime corrupto em que vivemos) não concorda. Todo o discurso que não agrada à Esquerda, por um lado, é à plutocracia globalista, por outro lado, é considerado “discurso de ódio”.

Portanto, podemos definir “discurso de ódio” como segue:

“Discurso de ódio” é qualquer tipo discurso que não agrada ao activismo marxista internacionalista (trotskista) e/ou à plutocracia globalista.

O cínico Santos Silva pretende subjectivizar as normas que regem o parlamento

«De acordo com o Regimento da Assembleia da República, qualquer orador pode ser “advertido” pelo Presidente da Assembleia quando apresenta um discurso “injurioso ou ofensivo” ou que se desvia do assunto em discussão.

“O orador é advertido pelo Presidente da Assembleia da República quando se desvie do assunto em discussão ou quando o discurso se torne injurioso ou ofensivo, podendo retirar-lhe a palavra”, diz o ponto número 3 do artigo 89 – Modo de usar a palavra.»

(EM QUE SITUAÇÕES PODE O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA INTERROMPER UM DISCURSO?)

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Quando as normas se tornam de execução subjectivista (como pretende a Esquerda), estamos perante uma ditadura. Razão tem o deputado Mithá Ribeiro quando diz que vivemos sob uma ditadura de Esquerda (a que eu chamo de Totalitarismo de Veludo).

Uma norma é o critério (ou princípio) que rege a conduta — ou ao qual nos referimos para fazer um juízo-de-valor. A norma é facilmente associável às noções de “lei” ou de “regra”, porque estes conceitos — que em democracia são fixados por uma instituição, e não por um indivíduo todo-poderoso, como se auto-considera o cínico Santos Silva — levam à prescrição dos comportamentos ou dos estados aos quais está ligado um valor especial.

A norma define o que é normal — porque a norma é instituída em relação a uma medida que estabelece os possíveis desvios, e cuja amplitude se afasta (mais ou menos) da norma.

Ora, acontece, em Portugal, que aquilo que é normal pode, amiúde, ter um critério para a Esquerda, e ter outro critério, bem diferente, definido para a Direita — dependendo apenas da pura subjectividade dos agentes esquerdistas que invariavelmente detêm o Poder.

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Ora, uma norma subjectiva não é propriamente uma “norma”: em vez disso, é um instrumento político totalitarizante, ou de construção de uma ditadura.

Ser “normativo” é privilegiar (ou mesmo tentar impôr) “valores” — que não podem ser confundidos, como faz o cínico Santos Silva, com “facto”, com “medida”, ou com “ideal” (v. Georges Canguilhem, in “O Normal e o Patológico”).

Quando o “valor” da protecção das minorias (que é o que está em causa agora, com a comunidade cigana e com a interrupção do discurso de André Ventura), invocado pelo cínico Santos Silva, obnubila ou reprime a nomeação e/ou identificação pública dos danos que essa minoria (ou comunidade étnica) evidente- e manifestamente causa à sociedade —, então deixamos de estar perante a aplicação de uma norma propriamente dita, mas antes estamos perante uma pura manifestação ideológica (v. ideologia).

O cínico Santos Silva pretende transformar as normas (que são objectivas, por definição, porque são baseadas em valores) que regem a assembleia da república, em critérios ideológicos subjectivos.