
As vacinas mRNA COVID-19, e as miocardites em crianças

A liberdade que o Passaporte COVID-19 nos traz
As facções dos bolcheviques e dos mencheviques da política portuguesa

Segundo o Pacheco, os partidos políticos portugueses são todos de Esquerda — com excepção do partido CHEGA, que é fassista; mas o CHEGA já está a trabalhar afincadamente para agradar ao Pacheco e à Catarina Martins: afinal, nada melhor, para o André Ventura, do que aspirar pertencer à grande família da Esquerda portuguesa.
Com jeitinho e alguma paciência, ainda iremos ver o Ferro a tecer loas ao Ventura.

Enquanto há vida, há esperança no Bloco de Esquerda e no Partido Comunista
A mentira tornou-se em uma Verdade Oficial de Estado
Há dias vi, na televisão, uma figura (triste) do Estado português (Graça Freitas) a aventar a ideia de uma terceira dose da vacina (a chamada “booster”) contra o COVID-19. Podemos estar certos de que, a seguir, virá uma quarta dose, uma quinta, sexta, e provavelmente uma dose semanal da “vacina” — porque o que está em causa aqui é a submissão política ao negócio imposto pelo clube dos plutocratas globalistas.
A administração da “vacina” contra o COVID-19 não é um acto médico; é um acto político e simbólico, com relevante significado económico e financeiro para os países.
O conceito de “pandemia dos não-vacinados” tem tudo a ver com um simbolismo político e ideológico imposto pelo Império Mundial do Dinheiro, e propalado pelos me®dia desonestos.
A razão por que os governos da Austrália e da Nova Zelândia (entre outros países) se encarniçam contra os respectivos povos, aumentando a repressão policial e política, alegadamente devido ao COVID-19, tem a ver a sinalização afirmativa (perante a elite globalista, aka “império mundial do dinheiro”) da disponibilidade para receber os investimentos económicos e financeiros do futuro.
Quanto maior for a repressão política sobre os povos do Ocidente (sinificação), maior será a graça concedida pelo Grupo dos Trezentos através do investimento globalista.
A União Europeia tem a vantagem de ter cerca de 500 milhões de consumidores, o que dá aos países que a compõem uma certa margem de manobra e de independência em relação à agenda política imposta pelo clube dos mais ricos do mundo. E, por “mero acaso”, a esmagadora maioria dos membros desse clube restrito são judeus.
Ainda assim, alguns países da União Europeia adoptam uma cruzada contra os não-vacinados — porque um não-vacinado tornou-se um símbolo da relapsia e da obstinação desobediente em relação aos desígnios dos novos deuses do Olimpo (ou seja, do Grupo dos Trezentos).
Esta cruzada contra os não-vacinados produziu o conceito ideológico de “pandemia dos não-vacinados” — que é uma farsa e uma mentira propalada pelos me®dia em geral. Vemos, por exemplo, governos de países como a Grécia (que tem uma percentagem de vacinados na ordem dos 80%) a adoptar medidas de repressão política (passaportes “Covid”, testes PCR para entrar em todos os locais), tendo como intenção cair nas boas graças do Grupo dos Trezentos — tal como uma rameira que mostra a perna até cima para seduzir os clientes.

No Reino Unido, 86% dos casos de infecção com COVID-19 (no mês de Outubro passado) dizem respeito a pessoas duplamente vacinadas (com mais de 18 anos de idade), ao passo que os casos de infecção de pessoas não-vacinadas (na mesma faixa etária, e no mesmo período de tempo) foram de 14% do total.
E mais!: a vasta maioria dos internamentos hospitalares (no Reino Unido e no mês de Outubro) ocorreu entre a população vacinada (68%); e, no que diz respeito aos óbitos, 83% das pessoas que morreram (alegadamente) devido ao COVID-19, tinham sido vacinadas.
Portanto, o conceito de “pandemia dos não-vacinados” tem tudo a ver com um simbolismo político e ideológico imposto pelo Grupo dos Trezentos e propalado pelos me®dia desonestos; e sendo um conceito ideológico, é desfasado da realidade concreta e dos factos.
Quando o aborto legalizado mata, não é notícia nos pasquins
Quando uma mulher morre na sequência de um aborto (legalizado), os neomarxistas e os neoliberais dizem que é um “caso acidental” e/ou um “dano colateral”, por um lado, e, por outro lado, nem sequer é notícia de primeira página.
Quando uma mulher morre, na Polónia, devido à lei que impede o aborto, os neomarxistas e os neoliberais dizem que a morte dela poderia ter sido evitada se o aborto fosse legal, por um lado, e por outro lado, a notícia faz as parangonas dos jornais.
O pasquim Observador é um pasto abundante de neomarxistas e neoliberais. E nenhum jornaleiro do pasquim fala das vinte mil crianças assassinadas anualmente em Portugal devido ao aborto legal.


Novembro chegou
A ciência parece não ter mudado muito, em 100 anos
Na pandemia da gripe espanhola de 1918, o governo da Nova Zelândia instalou espaços públicos para inalação de sulfato de zinco. Por exemplo, para se viajar de comboio, as pessoas tinham que apresentar um passaporte comprovando que tinham inalado sulfato de zinco.
A inalação do sulfato de zinco causava danos permanentes nos pulmões e na garganta, tornando as pessoas mais vulneráveis à infecção.
A ciência não mudou muito desde aquela época; pelo menos, na Nova Zelândia.

